131 thoughts on “típico…”

  1. Não há como uma senhora presente para os homens trocarem as esdruxulas por aventais! Olé, que rico post! Colorido q.b., de verão, alegre! Comentável e tudo! Eu pericaso acho os do Ikea mais giros, mas está muito bem.

  2. O João Pedro pode ficar com as batas vermelhas (quando sujar uma, veste a outra); o Fernando Venâncio com a amarelinha; o Py, de espírito corrosivo, a cair para o negrume, principalmente à beira da Soledade, pode ficar com a preta; a bata verdinha ficaria para ti, Valupi (ilustra bem o teu surf boa onda); a azul escurinha, porque não para o Jorge Mateus?
    E pronto, as batas estão distribuídas.
    Só vos peço uma coisa: um suculento couscous e une charlotte au chocolat.

  3. Hum. Cheira-me que estão a pesquisar se eu sou ‘leather’. Por aí na rua, às vezes sim, na cama não.

    Na mata até vai de mochila carago, quando o termómetro rebenta (mas as costas ficam lixadas)

  4. Ena pá (2000), o que ficava aqui bem a acompanhar era a Marilu, mas não vou ser eu a fazer a desfeita

    “:O.

  5. catarina, quando eles aderem ao avental, geralmente fala-se de outra corporação, sem mulheres presentes. neste caso é raro, muito. :))

    cláudia, a tua solicitação é ambiciosa, não sei se eles serão em número suficiente para tal empreendimento.

    meninaprecoce, já o faz, para quê o colégio?

    ana, concordo contigo, porque vejo as mulheres esfalfarem-se com trabalho. mas também discordo, porque as mulheres liberadas não são as que referimos, tu e eu – o grupo em que nos incluiriamos, por contextos e descendência: as que passaram a trabalhar mais…

    sílvia, entro sempre pela porta da frente, a não ser quando já me sinto em casa. aí gosto de entrar pela cozinha, onde está o calor familiar.

    py, trabalhos domésticos nas matas? o quê: varrer folhas e isso? :D

    zazie, não sei o que é a marilu. desfeitas a quem?

  6. Susana, vou mudar de restaurante. Nunca pensei que fosse tão demorado fazer um couscous e uma charlotte. E ainda vou para o livro de reclamações.

    “Entrei quase às 3h da manhã no Restaurante Aspirina B, tencionando degustar o meu prato preferido: o couscous. Os cinco empregados, muito atenciosos, corriam numa azáfama na cozinha para me prepararem o petisco. Entretanto, na sala, corria o boato de que eram enfermeiros. E eu
    – Naaa, são cozinheiros!
    Espreitando sorrateiramente pela porta da cozinha, apercebi-me de que andavam todos com batas brancas e não me pareceu que andassem a cortar carnes.
    Deduzo que eram enfermeiros a fazerem passar-se por cozinheiros. Reclamo pois por não terem competências para tal e me terem logrado. Fiquei sem jantar às 3h da manhã.
    Por ser verdade, aqui reclamo, Cláudia Rodrigues.”

  7. Pensei que o post era do Valupi e nem dialoguei contigo. Respondi a uma que vai à mata.

    Não conheces a marilu. Se isto não fosse um blogue de senhoras até te passava um ficheiro de som da querida marilu…

  8. Epás, ontem comi filetes de peixe-galo e ovas panadas.

    zazie, pá, o que é que fizeste à barba aí do lado esquerdo? olha lá, imagino que concordas com a ‘excepção moral’ pedida pelos gémeos obscenos polacos, não? É que eles são tão católicos que te dá gosto, imagino.

  9. Nem sei que merda é essa dos gémeos que este panila veio para aqui falar.

    Sempre com o sexo na boca e com os traumas da ICAR e mais umas merdas todas iguais que a k7 é sempre igual.

    E na volta os gajos é que são estalinistas e odeiam mulheres e são tão putas e discriminatórias como que ao lado delas até um camioinista é um senhor.

    Que carago, não se exportar este lixo. São doentes, estes tarados.

  10. Por uma questão de higiene vou deixar de vir aqui. Blogues de panascas não vale a pena.

    O único que não é que os ature.

  11. Isto tudo porque a tarada da gaja se fez passar por meu amigo de longa data por ter encascado que eu era a Semiramis que morreu.

    Tem algum jeito? se isto não é doença, o que é?

    Foda-se a panascagem toda que um dia destes ainda lhes ganho mesmo o asco que nunca tive.

    São estes bimbos os culpados porque eles é que provocam asco. Porque odeiam mulheres, porque são estalinistas e discriminatórios com tudo o que não seja invertido e de esquerda.

  12. Ainda agora estive a confirmar. O louco andou-me a enviar mails ternurentos, cheios de jocas e coisas assim, desde Março!

    E nunca por nunca, teve a ombridade, a sinceridade, de me perguntar frontalmente se eu era a tal blogger que morreu.

    Isto é patológico. E nem me passaria pela cabeça que uma pessoa normal conseguisse andar com tantas manhas por causa disto.

    O que vale é que basta um clique com o rato e trás, vai à vida um pygarço.

    Assim se resolvessem todos os mal-entendidos, na vida

  13. E aproveitem para criar mais umas fobias da moda. A fobia dos panascas às mulheres, às barbudas e às sapatonas.

    É assim que eles mostram como sabe bem inventar-se caricaturas para achincalha alguém que nem se conhece.

    Um mariconço destes, todo de esquerda, todo cheio de superioridades morais e a chamar sapatona e barbada a uma mulher, como caricatura de lésbica.

    É assim que se percebe como as aversões são, de facto, questões biológicas. O resto é educação ou falta dela.

    Claro que a aversão de um invertido por quem o não é, é ainda maior hipocrisia.

    pelo menos eu sou franca. Admito que não tenho amigos panascas e apenas me dou com os que são educados e nem falam disso.

    Mas estes panascas de esquerda decoram o palavreado polticamente correcto apenas com uma finalidade- perseguir quem é normalzinha da silva.

    Porque mal se lhes quebra o verniz salta aquilo que a Paglia tão bem caracterizou- o estalinismo da causa rabichal.

    São piores porque vivem virados do avesso e a reprimir as palavras.

    E agora, como a política lhes deu trela, falam do alto do poleiro. São a nova versão em caricatura dos machões a assediar mulheres.

  14. E tu o que julgas que és?

    Um tarado que anda meses a meter conversa com uma pessoa por ter encascado que ela é alguém que morreu.

    E um tarado ainda maior por depois de ter percebido que era engano decide persegui-la com bocas foleiras como seu eu fosse da tua laia- uma invertida.

    Claro que bem podes chamar-me sapatona e barbuda que isso apenas mostra que és um preconceituoso, perfeitamente igual àqueles que combates.

    Não me toca. Nunca fui feia e nunca fui “sapatona”.

    Mas é um case study. Porque esses ataques com caricaturas a supostas inversões sexuais de uma mulher que nem se conhece, vêm de um rabeta esquerdalho que persegue qualquer pessoa normalzinha da silva por achar que pode ter pensamentos proibidos contra gays.

    A piada é apenas esta. Tu ilustras às mil maravilhas a mentira que é a dita homofobia.

    Porque é apenas uma palavra que serve agora para se perseguir quem não finge que adoptou a causa do mundo-às-avessas.

    Apenas isto. Tu usas caricaturas e termos ofensivos em função de uma suposta inversão sexual feminina.

    Nem sequer te enxergas. Porque uma lésbica há-de “sofrer” do mesmo “problema” que tu.

    Não é barbada. Se é sapatona por ter pé pesado, é-o na mesma proporção em que alguns de v.s são borboletas ou bailarinas.

    Tu deves fazer parte do outro “esquema” rabichal mais hard. Aqueles todos machões que passam a vida a falar das performences atrás das moitas e das pechinchas em turismo no Norte de África.

    É isto. Foi bom que tivesses insultado porque até fizeste um grande favor.
    Mostraste que esses dogmas não são nada. Está cá tudo dentro, nos instintos. É tão natural ficar-se incomodado com a imagem de uma mulher barbada como com a de um rabicha de mouche e maneirismos caricatos.

    A única questão que diferencia as pessoas é que umas delas sabem que estas embirrações são naturais e não as usam por educação. As outras fingem que não sabem, mentem a si próprias e usam a dialéctica erística para arrumar em lugares do mal aqueles que não adoptaram o politicamente correcto.

    E ainda existe outra diferença- chama-se sentido do ridículo. A mim nunca ninguém viu fazer figuras tristes a fazer de gaiteira na blogosfera.

    Tum pelo contrário, fazes disso uma pose para chocar e ainda te armas em vítima se alguém te chama aquilo que mereces:

    uma puta.

    E agora acabou mesmo. Passem bem e aturem-se reciprocamente.

  15. É claro que ser da tua laia nem era ser invertida. Era fazer disso bilhete de identidade.

    Os invertidos (só por isso) nem deviam ser chamados ao caso porque v.s os militantes da causa rabichal ainda lhes dão fama que nem merecem.

    E se continuam assim não se espantem que ainda acordem alguns instintos mais brutais que até andavam bem pacíficos.

    A natureza tende para o equilíbrio, já dizia o Aristóteles. Forcem a corda e depois não se queixem. Quem não quer ser lobo…

  16. Alguma mulher normal e com tudo no sítio tem gosto por homens que não gostam de mulheres?

    A coisa, biologicamente falando, é apenas esta. E é da mesmíssima ordem das “barbadas” das “sapatonas”, das feias. São aversões naturais do ser humano.

    Tu deste o exemplo. Por isso é que embirro com a ditadura das palavras .Porque a única coisa que existe são actos.
    E por aí, meu caro, ninguém me pode tocar. Sou biologicamente igualitária no trato. Fosse Papa ou pedreiro, ou ministro ou padeira, é tudo tratado de forma igual.
    E tenho ainda outro vício- o da justiça- à seita das zundapps gamadas.

    Posso-mo dar ao luxo de praticar as minhas “discriminações de gostos privados” como bem entendo. Também não curto lourinhos.

    A diferença é que não lucro nada com esta verdade nem ninguém me financia arraiais nem ando a votos em listas partidárias.

    Estou do lado errado da História. Não me converti a essa farsa do politicamente correcto.

    Sou e serei sempre desalinhada e do contra.

  17. E deixem-se de americanices a traduzir o hate por ódio.

    Há mil e uma palavras que traduzem essas pequenas embirrações ou enfados naturais e nada têm a ver com esse sentimento tão horrível quanto o ódio.

    Eu desconheço ódio, mesmo a um verdadeiro inimigo. Nenhuma pessoa tem ódio áquilo que a não atrai.

    Ninguém odeia sapatonas nem mulheres barbadas, nem mariconços, a menos que um mariconço, uma mulher barbada ou uma sapatona tenham feito algo de muito grave e que nada tem a ver com estas “deficiências”.

    Acredito que haja homens que sintam maior aversão a panascas mas nem é ódio. E isso só deve contar em termos de lei, no caso de extravasarem essas aversões mais profundas para cima de um deles. Num caso de crime.

    É a única coisa que entendo legítima em todo este folclore das causas rabichais.

    Já com mulheres nem estou a ver. Um assédio irrita ou é incómodo, mas é questão que se resolve com educação e distância.

  18. tu para mim tornaste-te uma pessoa desprezível mas um excelente estudo de caso. Delatas mails privados em público, deturpas o que te convém: dizes que trocamos mails desde março quando trocámos mails EM Março. Ainda por cima nem consegues perceber que esses mails foram honestos.

    Pretendes-te equitativa quando já te vi aqui, voltar o bico ao prego, numa de dividir para reinar.

    Fazes de conta que não percebes o que não te convém, como os gémeos polacos e a ‘excepção moral’.

    Tens uma pancada homofóbica de primeira. Como és tão burra que nem sabes que tudo o que comporta apego negativo gera atracção, vais ter que lidar com isso dentro da tua própria casa, de uma maneira ou de outra.

    Mas como o meu objecto de estudo agora é o discurso homofóbico calhas que nem ginjas, com ameaças e tudo.

    Amanhã vejo que mais ovos puseste.

  19. 1- “ Delatas mails privados em público

    Mentira. Nunca coloquei nem citei nada do que me escreveste e só percebi que foi por engano quando tu, aqui mesmo, me disseste para retomar o blogue.

    2- Ainda por cima nem consegues perceber que esses mails foram honestos.

    Não tenho de perceber se foram ou não foram honestos porque tu nunca foste honesto comigo. Mentiste, fizeste-te passar por pessoa conhecida de longa data e nunca me perguntaste se eu era a Semiramis.
    Isto são factos. Não faço interpretações de verdades ou falsidades porque eu, meu caro, sou a mesma pessoa. Sou tão igual agora ao que era em Março. tu é que me trataste como uma pessoa muito agradável em Março, apenas por estares convencido que era outra. E daí passei, de um dia para o outro, a megera desprezível.

    Eu sou a mesma. E sou sempre verdadeira com toda a gente- simpatize ou antipatize. Sou sempre directa, verdadeira e frontal. No teu lugar tinha perguntado imediatamnente se era a tal Semiramis. Desconheço rodeios e manhas por tão pouco.

    3- Não sei que merda é essa dos gémeos polacos. Nem vejo telejornal. Não estou a par de nada disso. Ainda agora me falaram da treta da Europa e da consituição europeia. Não sei de nada .Sou muito ignorante em matéria de telejornal

    4- Tenho as pancadas que me apetece e ninguém tem nada a ver com isso. Como nunca em toda a minha vida usei de prepotência sobre alguém posso ter as embirrações que me apetece.

    Não sou farsante. Não meto lixo para debaixo do tapete e tenho verdadeira aversão a cobardes e mariquinhas pés-de-salsa. Como a generalidade dos gay são isso e dados a tricas, desde pequena, desde que me conheço, que nunca perdi tempo com maricas. Não há tempo para tudo. E cada um é como é. Também não sou do género de mulher com medo do sexo oposto que goste muito de se rodear desses géneros neutros para fazerem de teddy bear.

    5- O teu azar é que não sou mesmo burra .E tu deixas-te ai boa lenhoa por ti e por toda essa farsa ideológica da “homofobia”.

    Tu é que chamaste sapatona e mulher barbada a uma mulher, em sinónimo de lésbica.

    Amanha-te que devias ser mais esperto.

    Não desprezo ninguém no mundo virtual porque por aqui nem sequer existe verdade idêntica à que existe ao vivo, para tanto.

    Sei onde estou. Enganos ao vivo, todos. Virtualmente nenhuns. É o meu lema.

  20. Também és duplamente burro.

    Que ameaças? estás com medo que te dê uma lambada? é isso. Só se for… tão machão, tão ataca na mata e agora está com medo de uma mulher frágil que calça 36

    ahahaha

    Burro: o que eu disse é que v.s- os militantes da causa política gay” andam a arranjar lenha para se queimarem com tanta provocação em quererem inverter a ordem das coisas.
    E disse que a natureza tende para o equilíbrio- cada coisa tem um lugar natural- como dizia o Aristóteles.

    Não me admiraria nada que tanta obrigatoriedade de se adoptar a bichanice não despertasse- por reactiva- alguma verdadeira reacção oposta e de bando.

    Acontece sempre assim- faz parte da História. Todo o caos gera movimentos opostos de tendência a manutenção de alguma ordem.

    Assim como toda a imbecilidade gera imbecilidade reactiva da mesma ordem. Se a política de esquerda deu em bandeiras de panasquice e estalinismo obrigatório a quem não finge que o mundo foi feito às avessas, não se admirem.

    Por mim sou conservadora e nunca perderia um minuto com merdas onde entrem mais de 2 pessoas.

    O que mais quero é que se fodam, não chateiem e que os conservadores possam ser conservardores sem terem de pedir licença aos novos censores da última utopia esquerdalha.

  21. deixaste. Carago, a única coisa grave foi ter dado este erro que nunca dou.

    Posso dar muitos erros mas nunca confundo o pretérito perfeito com um reflexivo

    Fónix!
    Até nos erros faço discriminações, vê lá tu. Há erros que posso dar e há outros que não tolero a ninguém, a começar por mim.

    Não há puta de coisa em que não seja cheirinhas.

  22. E, se queres saber, tu e quem mais quiser, se é verdade que vos dou porrada é porque v.s são mesmo inquisidores. V.s chamam homofóbico a toda a gente porque querem devassar a alma das pessoas, querem mudar-lhes o pensamento, querem que autos-de-fé pelos instintos.

    Querem virar do avesso as pessoas e clonar nelas instintos iguais aos vossos. E é por isso que vos detesto. Sempre detestei todas as prepotências, toda uniformização do pensamento e mandei um pide para o hospital por menos. Desconheço medos de censores. Nunca os temi quando era para temer, não há-de ser agora que os cobardes da situação me vão obrigar a farda.

    Podes guardar- desprezo cobardes e vendidos. E v.s são vendidos que dão o cu e 5 tostões e se passam para o lado do poder só para se gabarem que “são de esquerda”.

    Puta que pariu esta nova ditadura do situacionismo.
    ………

    A ver se se lembram da liberdade e andam agora a convocar manifes por sms. Como são as putas dos vossos os novos castradores, não só gostam como atacam os que são mais fracos.

    A cobardia sempre foi isto. O resto é paleio de poeta para jogos florais. È mentira.

    Eu não mudei, v.s é que são uma gigantesca mentira histórica.

  23. Mentira, não, são uma gigantesca fraude histórica.

    As únicas pessoas que vivem a política e merecem respeito por isso, são as que arriscam por ideais.

    Sejam eles quais forem.

    Os que fazem a vidinha à custa deles e à custa de retirar a liberdade a quem não vive de compadrios, são fraude e só merecem desprezo.

    Este é o única puta de telejornal que sei, não é o que dá na tv. seus cucos de noticiário.

  24. Quando o Valupi já tem que andar`a vasculhar nos despojos dos outros é nisto que caímos.
    Lamento ter que dizê-lo Valupi, mas há aqui uma falta de qualidade e seriedade que até impressiona. Ou então o objectivo será mesmo esse e as pessoas divertirem-se…
    Também esté certo.

  25. tantos ovinhos!!! :)

    Estava na Suécia quando vi a fuga das galinhas e confesso que ganhei algumas simpatias pela causa.

    Referiste os emails em público sim, revelando conteúdos, eu sou incapaz de fazer isso.

    Simpatizava contigo sim, por causa dessa chispadeira toda e daquilo que te disse: alegria de viver, de que agora duvido.

    Estás muito enganada, não tenho clube nenhum desde há mais de um ano, ando por aí como me gusta, gato solitário.

    Não me permito ter medo nenhum de seja quem fôr, e sou treinado disso.

    Mas de facto essa é uma das facetas com que me desagradei de ti, gostas de fazer medo, desde logo alguém que não tenha as tuas posições é logo panasca e panasca, e usas essa forma insidiosa para calar argumentos e opositores. Comigo não tens sorte nenhuma.

    Não sou nada misógino, ainda há poucos dias fiz anos e tive mais sms de mulheres do que homens, a começar pelas ex-namoradas logo de manhã.

    O discurso homofóbico interessa-me por várias razões ideológicas e políticas, entre as quais o equilíbrio das sociedades, onde não tenho dúvidas que uma homossexualidade mais bem vivida, seja de homens ou mulheres, é uma componente de resiliência do sistema.

    Homofobia quer dizer isso mesmo: ‘medo (fobia) da homossexualidade’, e é do medo que vem o ódio, como defesa a priori.

    Só se ofende com o termo ‘sapatão’ quem tem um problema a esse propósito, quando não acha-se graça, como se acha graça a ‘viado’ porque pula a cerca.

    Como por coincidência usavas umas botas da mesma marca que ela, entendi isso como um código, em que anuias mas não era para falar, e respeitei.

    Agora acho-te mal formada, ao contrário da propaganda de frontal, sincera e não sei-que-mais: vens para os blogs dos outros acicatar aos gritos que tomem posições sobre isto ou aquilo, o ABC por exemplo, chamando panascas logo a abrir, enquanto que no cocanha és muito discreta, botas para lá umas coisas em franciú e assobias para o lado.

    Mas o que me interessa são os argumentos que usas, aplicando-lhes as Categorias de Aristóteles, correspondem a uma faceta relevante do discurso homofóbico, outro link para guardar.

    Fica a saber que eu sou marginal em tudo, mesmo no meio gay onde não convivo, tenho a paixão da margem, da ilusão da liberdade, mas ao menos resta-me a sensação.

  26. Anónimo, os “despojos” podiam ser de outros (neste caso concreto são meus, já que a Soca era o meu blog colectivo), mas os comentadores já eram do Aspirina…

  27. Zazie:

    Faz lá alguma coisa por mim. Ensina-me a escrever em itálico nas ciaxas de comentários da Aspirina.

  28. tantos ovinhos mais zazie!!!

    que riqueza

    pena que cheirem a sulfuroso

    vou-te despromover de galinha e passar-te a perua

    ou melhor: uma quimera, cruzamento de perua com rata de esgoto

    obrigado pelo link, mesmo o teu género, comprometes-te o mínimo, só o suficiente para empurrar outros para a frente

    olha o paizinho e mãezinha já cá não estão, mas mandam saudades para os miúdos

    ————

    o teu discurso é o melhor que eu pedia pedir, mostra bem quão desesperada estás no mundo que está para vir, és como a Agustina, os homossexuais podem existir não podem é assumir porque fica mal e desestabiliza a instituição familiar, a sagrada bem-querença da sociedade,

    pessoas como tu metem-me asco,

    puta mal fodida,

    A mata estava boa mas tu podes arranjar um vibrador, ou mais, com aquelas pilhas duracell

  29. “tu és uma galinha poedeira homofóbica de primeira”

    “e tu um gaiteiro panasca mulherofóbico de segunda”

    Isto ainda é melhor do que os javalis. Ihnnnn Ohnnnnn ihnnn ohnnn

  30. ora nem mais,

    “Vergonha é ser-se puta e querer-se passar por senhora fina a defender a sacralidade do matrimónio. Porque tu és uma puta e é essa putice que enoja.”

    isto és tu

  31. e isto também:

    “Uma pessoa bem formada, temente a Deus, até se pode dar ao luxo de se dizer nazi ou manifestar aversão a panasquices.”

    argh!

  32. Ah, e quanto a essa coisa da licenciatura de Sócrates (que eu aqui no Aspirina chamei uma ‘mácula indelével’ e não retiro) será que tens posição sobre as licenciaturas do Burroso e do Flopes obtidas com passagens administrativas e notas votadas em RGA?

  33. que bela sova! :)))

    ainda não decidi é se o meu livro se vai chamar ‘zazzzie’

    ensaio sobre a paranóia de uma mãe de família

    não vou ao cocanha, não, não frequento esgotos travestidos de pelúcia, só matas

  34. Não preciso de viagra.

    Tenho muita coisa publicada. Tu és uma delatora armada em libertária, daquelas que bufa para mandar os outros para a fogueira, se o vento for favorável.

    A mim não me enganas tu, agora, porque noutros tempos sim.

    Tenho muita coisa feita e muita luta travada, esta da homofobia é apenas mais uma.

  35. Escusam de apagar que eu faço print screen

    esta puta escreveu aí e anda a dize-lo em mais lados que eu fui pide e que sou delactora. E anda a lançar essa calúnia por mais lados, incluindo no Braganza

    E eu desafio a puta a repeti-lo por mail identificado porque há-de ficar com a vida estragada.

    Foi isto que as faxineira de serviço apagou.

    E disse mais. Que basta um telefonema a um “chefezinho” de um fundador deste blogue para testemunhar por mim onde for preciso.

    Vou fazer print screen porque não gosto que me apaguem o que escrevo.

    E aproveito para fazer o balanço do que este panasca representa.

    Ele próprio o disse. Não está interessado em viver e deixar viver. Não lhe basta ser paneleiro. Ele tem outro objectivo político- combater a homofobia.

    E o que é isso? em que consiste essa homofobia e o que é que ele prescreve para a dita cuja?

    Eu, por exemplo, fui considerada homofóbica sem um único exemplo de acto prático de qualquer abuso de poder sobre outrem.

    Mas levei com o anátema. Resta saber o que tencionam estes esquerdalhos libertários fazer a milhares de pessoas como eu.

    Que não precisam de de fazer nada.
    Basta que eles lhes detectem no pensamento o que lá vai dentro.

    Suponho que de seguida hão-de passar à fase de delecção anónima e o resto já se sabe de onde vem a matriz. Um gulaguezinho panasca era mesmo o que calhava. Um programa de reeducação pedagógica, uma auto-crítica pública.

    E, quiçá, que até seria mais útil, a obrigatoriedade de adoptar um panasca como se faz com os animais do jardim zoológico.
    Ainda que eu preferisse contribuir para espécies em vias de extinção do que para marinhadores a atacarem todos os poderes.

    Porque, infelizmente é esta a herança histórica da esquerda. As perseguições, os totalitarismos, o apagamento de memórias, a lavagem das palavras, a ditadura da uniformização daquilo que eles acham que é bom e há-de ser obrigatorio para toda a gente.

  36. «E eu desafio a puta a repeti-lo por mail identificado porque há-de ficar com a vida estragada.

    Foi isto que as faxineira de serviço apagou.

    E disse mais. Que basta um telefonema a um “chefezinho” de um fundador deste blogue para testemunhar por mim onde for preciso.»

    Zazie, vai lá fazer òó que amanhã já acordas mais bem disposta …

    (Por outro lado isto tem a sua piada, só que agora era chato explicar porquê.)

  37. O que eles apagaram também foi a recomendação da série da fodinha diária do colaborador pryáctico.

    A gay for all seasons– memórias do cárcere póst moderno”

    – a foda atrás da moita de Monsanto; as fodinhas multiculturais do nosso colbaborador em vacances”.

    “As pechinchas das fodas marroquinas pelo nosso pryactico de serviço”; uma fodinha panasca com reumon-gel”.

    E outros hits para animar a estação parvinha do Aspirina convertido em Viagra com vitamina C, por causa das artroses

  38. Então tá bem. Os panascas apagaram o que eu disse e só deixaram a merda do pryactico na meia-idade mas eu ensino-te.

    Um itálico faz-se aqui, como se faz em todo o lado. Abres tags e escreves em lá dentro. Depois escreves o que queres que apareça em itálico e no fim fechas as tags com o traço: /

    Para bold escreve-se b lá dentro e o processo é o mesmo.

    De qualquer forma não tenciono voltar aqui a esta casa de censores politicamente correctos.

    A puta gaiteira que ataca nas matas que me mande um mail e repita o que anda para aí a dizer- que eu sou delactora e fui pide e depois vamos todos brincar juntos, para ser mais giro.

    Ou pensavam o quê? que isto aqui lança-se boatos à mafioso e ainda se tem de pedir por favor para não apagar as respostas.

  39. Por acaso até tem a sua piada e eu é que me rio. Porque os animais pensam que são gente mas não são ninguém.

  40. O caralho de serviço apagou uma comentário meu em que eu pedi desculpa à Susana por esta merda.

    isto diz tudo do que este putedo nazi/estalinista é.

    E mais. Apagaram tudo onde expliquei em que consiste este discurso do filho-da puta-menor. Porque é isso que eles defendem. O branqueamento de uma acção desde que feita pelos filhos-da-puta do clube deles. E a mesma acção condenada quando é praticada pelo clube inverso. E até pode ser um 1/10 de putice, desde que seja de direita.

    E também expliquei que sempre critiquei os actos por si mesmo e nunca por pertencerem a este ou aquele.Porque eu não tenho ideologia, nem clube partidário, nem trela.

    E disse que todas as minhas críticas políticas estão online.

    Um dia destes ajusto contas com estes merdas.

    È só ter vagar e dar-me na veneta a ver se não espermneiam e com razão.

    Que isto aqui nem dizia respeito a ninguém do Aspirina. Eles é que tomaram as dores do sátiro pryáctico.

    A ele não apagaram nada para deixarem a imagem limpa publicamente. A mim vá de apagar até onde fui correcta e me lembrei de pedir desculpa â Susana, por esta merda acontecer num poste dela.

    Puta que pariu a esquerda. È por isto e foi isto em tamanho grande a sério, que conheci no PREC. E é por isso que posso garantir que esta malta não sabe o que é liberdade.
    Tem verdadeiro espírito inquisidor, estalinista e totalitário.

    E o mais grave é que são estes os herdeiros da ditadura.

    Podem apagar. Que esta verdade é a nossa cruz, enquanto portugueses desgovernados por “sociais facistas” agarrados aos tachos.

  41. Zaziiiiieeeee:

    Olha lá e se te acalmasses e deixasses de espingardar a torto e a direito.

    É que isto visto de fora até tem a sua graça, mas quando saco das pipocas começo a ter problemas de consciência …

    (Caralhos ma fodam e mais aos itálicos que não atino com eles.)

  42. zazie, constato que alguns comentários foram apagados. mas li o comentário que referes, em que pedias desculpa pelo mau jeito.

  43. … é só traumas esta zazie, enfim. Ela já disse tantas vezes que não voltava cá que dá para ver a tal coerência, sinceridade, frontalidade e o raio-que-a-parta.

    O problema é sempre o mesmo, e foi o que me levou a intervir, já no outro post e agora neste: a criatura só sabe discutir alguma coisa com o panasca na boca.

    Finalmente senti orgulho em ser panasca, se isso significa estar do lado contrário da bestíuncula.

    Quando à questão de fundo, de como na nossa sociedade poderiam conviver com respeito mútuo as diferentes formas de sexualidade, fica para um dia, que agora é tempo de nojo.

    Como poderão ver aí não tenho nada contra relações hetero, todas as formas de amor são bem-vindas.

    O ‘amor que que não ousa dizer o nome’ continua maldito, pelos vistos, nas cabeças traumatizadas de alguns.

    A cor do avental foi-me bem posta, mas não por causa da Soledade.

  44. Py,

    «Quando à questão de fundo, de como na nossa sociedade poderiam conviver com respeito mútuo as diferentes formas de sexualidade, fica para um dia».

    O Aspirina tem um cantinho. Ou um mar de espaço. Força!

  45. Pois é. Fui-me embora apesar de me terem apagado todos os comentários em que respondi às difamações que esse idiota andou a lançar.

    Só deixo aqui a noção principal que eles nunca conseguirão entender.

    A liberdade só é um valor quando se alarga o espaço do seu uso. Não é por restringir esse espaço que há maior convivência entre as diferenças humanas.

    O gigantesco problema da esquerda é apenas este.

    Como vive com a noção de diabolização ideológica de quem não é de esquerda, acha que tem uma qualquer superioridade moral inata.

    Por isso, em vez de se preocupar em alargar todo o espaço de liberdade (e aqui entram em choque todas as noções, ideias, modos de entender o mundo, embirrações, etc, etc, de milhões de pessoas) eles acham que têm a função histórica de doutrinar o mundo.

    E é aí- nessa eleição de doutrinadores que entram os silenciamentos, as denúnicas; as qualificações, os anátemas por palavras- sem sequer ser preciso de explicar o que fazem as palavras na prática; é aí que entra a máquina torcionária e uniformizadora do pensamento.

    É isto- é apenas por isto que dou porrada a todos os censores. E a esta última bandeira do totalitarismo de esquerda- a causa rabichal envolvida na auréola do politicamente correcto.

    A reação é epidérmica, sim. É verdade. É precisamente igual à que tinha quando aqueles mastronços dos gorilas dos comandos também impunham comportamentos obrigatórios na faculdade.

    E algo me diz que já estive mais longe de tornar a abriar a cabeça a um desses bufos.

    Se for preciso, será. É só assistir ao meu lado a alguém a ser perseguido para defesa do situacionismo- é só darem-me pretexto- e nem há-de ser por questão que me toque. Nunca foi. Basta tocarem em alguém mais fraco e que eu esteja presente.

    Depois da cabeça enfiada pelos cornos, sim, vamos para tribunal. Mas ainda sou sificientemente passada para só me lembrar das burocracias depois.

  46. da cadeira, se faltar cadeira pode ser cabeçada. Há-de ser o que calhar. Mas isto para mim é assim. Não acredito em utopias nem em endireitar o mundo. Mas tenho a fezada que um a um, sempre podemos dar umas liçõezinhas aos filhos-da-puta.

    Geralmente os piores andam disfarçados de grandes democratas. São como as aparições do 25 de Abril. Nunca ninguém os viu em lado nenhum nem a chatear qualquer prepotência.

    Mas acordaram todos “anti-facistas” depois da ditadura acabar.

    Do lado do poder, do lado dos vencedores, com as costas quentes, é que eles gostam de inventar “causas”, para perseguir quem está em situação inferior.

  47. A mim não me enganas tu.

    A primeira vez que esive para identificação no Governo Civil tiha 16 anos.

    “A liberdade só é um valor quando se alarga o espaço do seu uso. Não é por restringir esse espaço que há maior convivência entre as diferenças humanas.”

    Exctamente. Por isso conto com teu apoio, como corolário, para a legalização dos casamentos homo e adopção de menores por casais homo, desde que seja feito tudo livremente e mutuamente consentido, ou melhor, desejado.

    No que escreveste, incluindo o que apagaram e náo li (dormi muito bem, como podem imaginar :) ficou tudo claro:

    http://braganza-mothers.blogspot.com/2007/07/este-blogue-pratica-liberdade-de_07.html#links

  48. Ai, Py, por amor de Desu, és do tempo em a ramona ia ao Bric buscar os Ministros de Salazar e Caetano, o Cupertino de Miranda era apanhado no Parque das Tulherias, com o Rolls-Royce parado ao pé da grelha, e toda a gente seguia alegremente, a apalpar os caralhões fardados.
    Hoje em dia, para se mamar um polícia, tem de se ter a certeza de que, ou não tem ovários, ou não tem ovários mentais :-)

  49. Não, não contas com o meu apoio nem com milhares de pessoas de esquerda defensores da causa gay.

    Pergunta ao Luís Januário que é militante da v.s causa e que diz que para isso não contem com ele.

    Ele não se explicou. Como tem a etiqueta de esquerda não precisa de se justificar.

    Eu, por acaso, como gosto de pensar as questões, até já me expliquei.
    Mas não vai ser aqui que desenvolvo qualquer pensamento

    Um blogue onde se censura o que se escreve não merece crédito para tanto.

    Tenho um longo testamento sobre o assunto la lida insana. As minhas posições andam perto (se é que não são mesmo idênticas às do JPT do Machamba – não é de esquerda mas é respeitado.

    De qualquer forma, mesmo que eu quisesse, não tenho qualquer poder para alterar o que o Estado decidir fazer.

    O meu megafone não vai muito mais longe que isto- meia dúzia de bocas rapidamente apagadas nas caixinhas de comentários. Como fez a Susana Bês, como fazem estes.

    No meu blogue já escrevi alguma coisa, quando for altura hei-de escrever mais.

    Gosto de me perceber, mais do que perceber os outros.

    Por exemplo, estou a par da lei e nada nela existe que impeça um homo de adoptar uma criança. Cada caso é um caso, o que conta é valorização da pessoa.

    Claro que se passar a ser casado a história é outra.

    O que penso sobre isso nada tem a ver com direito a feliciade porque a instituição do casamento não foi feita para dar felicidade a ninguém

    Também nada tem apenas a ver com impostos, porque para isso existem muitas outras situações de co-habitação que também as poderiam reivindicar. Há contratos para tudo isso.

    Tem apenas a ver com outra questão milenar e social- as relações de parentesco.

    Que não são uma questão estanque que apenas diz respeito a um parzinho.

    E é por aí que não hão-de contar comigo para mais um jacobinismo de pacote eleitoral.

    Como disse, nada disto conta, agora vivemos em nova ditadura. Basta um partido ir para o poder para poder mudar as tradições de uma sociedade sem lhe perguntar se quer, sem haver referendo, sem sequer existirem manifestações sociais que mostrem que é esse o desejo da população.

    Basta ter de pagar uns tributos a uns lobbies que ajudam a apanhar o poder.

  50. Ou seja, este jacobinismo de esquerda está cada vez mais a fazer-me recordar os tempos de resistência e os movimentos underground.

    Agora que proibe e chama a polícia é a esquerda casadoira que até deseja casório e fala em nome da “classe” ainda que a classe, possa não ir mais longe que o engate diário na sauna, nos programas de turismo gay e pedofilia barata de terceiro mundo, ou, nos casos mais decentes, nos que vivem de palavras e acham que agora é chique querer ir para o choco.

  51. De resto, fora essa tara de mundo-às-avessas, por mim até podiam andar em pino na rua ou mascarados de sevilhanas que estou-me pura e simplesmente burrifando para tudo o que passe uns metros da porta do meu jardim.

    E mesmo no que combato nunca contarão com participações em grupos ou qualquer cena onde entre mais de 2 pessoas.

    Gosto muito de combates solitários e estou sempre do lado contra-poder.

  52. E a grande questão teórica que me interessa até da ordem da semântica.

    Sempre foi. Cheguei a fazer trabalho académico sobre o assunto.

    Gosto de “morder” essa dialéctica erística e o poder que uma simples palavra tem para movimentar as mentes fracas.

    Tudo começa pelo verbo. É a grande verdade- a começar pelas ditaduras.

    As pessoas raramente pensam que as palavras são perigosas quando esvaziadas de conteúdo ou deturpadas e usadas como anátema.

    Esse site para denúncia de comportamentos perigosos é um bom exemplo- emparelhou a palavra pedofilia co, “cirme de ódio” e homofobia.

    Pedofilia toda a gente sabe o que é- relação sexual com uma criança.

    Crime de ódio é americanice mal traduzida e importada da ditadura do politicamente correcto- qualquer crime é, por natureza “odioso” e há grandes crimes por amor.

    Crime de ódio é uma expresão vazia a preencher de acordo com o anátema da moda que os censores da moda decidiram vender como doutrina.

    Homofobia é uma grande incógnita. Há-de ser algo que se pode pensar em segredo, quiçá uma má inclinação a necessitar de intervenção à “laranja mecánica”, quiçá uns desconfortos que não deviam existir, quiçá uns instintos a corrigir, não sei.

    Sei que sou o exemplo máximo disso sem nunca ter feito mal a ninguém à custa de sofrer de tão grave doença.

    Doença por acaso igualzinha à que muito não homofóbico esquerdalho já me confessou em privado, e mesmo em público, tendo até, alguns deles, pedido para apagar esses comentários. Não fosse a brigada anti-homofóbica dar conta disso.

    o mundo está perigoso, Como diz o VPV.

    O que me vale é que nunca tive medo de nada. Antes pelo contrário- estes novos pides é que me têm respeitinho.

    Sabem como é… comigo fia mais fino. Não pesso autorização para nada. Se for preciso, é mesmo- e é logo ali, em directo, pela cornadura abaixo

  53. Those are my principles, if you do’nt like them I have others, como diria o outro marxista.

    Estou a exagerar. Era capaz de apoioar publicamente os casamentos gay. Mas para isso tinham de prometer cerimónia pelo Santo António.

    Palavra. E entre simpatizantes e gays, para ser mais corente com a agit prop.

    Se o Daniel Oliveira jurar amor eterno ao Fernando Venâncio, e reciprocamente o Louçã empernar com o Rosas, juro que apoio.

    Mas tem de ser tudo a rigor, com água benta e o pryactico da causa a segurar a cauda do véu às noivas.

    Depois também espero estar cá para ir ao baptismo da descendência dos amantes dos bonequinhos de computador.

  54. o que está em causa é apenas arrebentar com a ditadura do casamento de acordo com Livro, em particular o Levítico e o Deuteronómio, herança ideológica de tribos acossadas num estigma territorial, que se espalharam pelo mundo…

    os fundamentalistas islâmicos são os piores

    os da opus dei a seguir

    mas estão aqui

    se quaisquer dois adultos quiserem casar de sua livre vontade ninguém poderá obstar, e assim constituir casa e família, o fundamento da palavra casamento, com encargos nominais se assim o desejarem. Isso é com eles.

  55. isso sim, era cerimónia digna a ser transmitida pela eurovisão e a divulgar nas comunidades dos palops e emigrantes afins.

    O casório conjunto dos grandes líderes revolucionários de Portugal.

    Com o pryactico de pau-feito e ainda enfarruscado das moitas, atrás do Rosas de véu, e mais o Jerónimo e Côncio com o nosso primeiro patenaire a atirarem o arrozinho aos nubentes.

    Palavra que não só apaiava como era capaz de pagar para isso

  56. A ver se não recebiamos logo mais bonfificações da UE. Com casórios destes tão prometedores para a renovação da espécie tuga, era desta que saíamos da crise.

    Nem sei como é que não se lembraram há mais tempo.

    Uma coisa é certa, bem me podem insultar por aí e apagar comentários que a blogosfera é uma coisa muito engraçada.

    Ainda me vou divertir com umas boas rábulas quando chegar a altura

    “:O)))

    E um dia destes ainda lhes estrago uma qualquer sessão pública entre artistas. com uma rábula destas.
    Ou não me chame zazie no metro

  57. por favor, tenho muita dificuldade em gostar de gordinhos, só se forem bons ursos,

    se eu vou fazer essa asneira ou não só herr Alzheimer poderá dizer, mas pode ser que uma boa cadeirada me livre a tempo,

    mais tous sont libres

  58. eu também exijo um convite. já estou a passar a ferro o vestido rosa com rendinhas, quero ser caudatária.

  59. Luís, eskupa lá pá, essa do itálico ainda nem experimentei, mas quanto ao resto, como sabes sou mauzinho, tinha de deixar trabalho para os assessores para o fds,…, que eu quero ir passear e etc

    portanto esta já está

  60. (olha lá que isto entre homens é a brincar, hum?)

    mas portanto que já está, está, e eu agora quero férias entre missões

    ouvistes ó deuses?

  61. Pois é, rebentar com o Levítico. O problema deles é que são canhestos e ignorantes e nem sequer sabem História. Bastaria ir ao Trento na Língua para se encontrar um Carlos Cunha, comuna, inteligente, culto a ser capaz de lhes mostrar as imbecilidades que dizem.

    E, quem diz um Carlos Cunha, diz um Timshel, que é outro bacano esquerdalho mas com QI que arruma estes melros e mais outros tantos em segundos.

    Nada disto é verdade,
    Não passa de puro proselitismo jacobino. Mas esquecem-se que nada se “arrebenta” pela metade. Para virar verdadeiramente o mundo às avessas até tinha de exigir, em pé de igualdade, a poligamia, o incesto, a bestialidade, o casamento por grupo de bairro e, para sermos mais justos e realistas- o casório com computador e com a bandeira do partido. Tirem-lhes o computa e a bandeira, e os tachos que vêm à custa disso e a ver se há Levítico para prima.

    Putedo desgraçado, nem sequer têm estaleca para disfarçar ao que andam.

  62. Quando chegar a altura nem vai ser com esta peixaria de segunda que vou perder tempo.

    O Vital, ao vitalinho, ao estalinista das comemorações da carbonária é que já lha tenho prometida.

    Pryacticos nem contam. São demasiado bimbos e ignorantes.

  63. Valupi,
    Vai ao teu post e verificarás que as palavras são tuas e não minhas.
    Mas como isto é tudo uma treta, idêntica à dos políticos, nem vale a pena salvaguardar comentários.
    Fiquemo-nos com o entretenimento.

  64. anonymous, não tenho visto o valupi nesta caixa, nem a resposta fantasma a que agora riposta. mas de que se queixa, exactamente?

  65. Zazie,

    Agora por Daniel de Oliveira… Posso escolher o «Duda» da novela «Cobras e lagartos»?

  66. Abatias logo dois pecados na julgamento do final alternativo- o de qualquer lapsus homofóbico, quando eras pequenino e ainda não tinhas aprendido o que não se pode pensar nem dizer e a xenofobia.

  67. Olha, Zazie, estou enjoada da tua k7, até porque nem sequer é original. Está cheia de lugares comuns e já não interessa a ninguém, a não ser que estejas a pensar publicar um livro com estas tuas boutades, à semelhança daquilo que fez o teu amigo Dragão.
    Lamento que não tenhas a coragem de aparecer com o teu nome verdadeiro. Afinal, és uma cobarde, uma nickname, e isso retira-te qualquer direito de usares espadas impunemente.
    Tudo isto porque conheço o Py pessoalmente e sei que é uma pessoa de bem.

  68. Fases muito bem em conhecer quem te interessa e em publicares esses testemunho.

    Eu, por acaso, não sei quem é o Dragão, nem o meu bom amigo Timshel nem a Maloud.

    Nem nunca quis saber. Mas sei que ela se me queixou, por ter caído na asneira de te dar confiança e te ter convidado para casa dela.

    Porque tu, és uma louca, esquizofrénica, que depois de a conheceres essa senhora decente, tiveste um ataque de imbecilidade e desataste aos berros que ela te queria raptar para te internar na Opus Dei.

    Aqui está mais um exemplo ao cuidado da navegação.

    O Py faz-se passar por amigos de longa data em conversas privadas por mail. Esta maluca faz-se passar por normal e depois tem imbecilidades destas.

    Este mundo é mesmo perigoso. Dar trela aqui a alguém ou dar o nome é mais arriscado que andar de mala aberta em transporte público à hora de ponta.

  69. A Maloud é uma senhora normal e decente, que nem precisa de dar o nome para se perceber que inteligente e não é louca.

    Mas foi mais ingénua que eu e teve a triste ideia de dar nome, morada e até ter encontro com estas porteiras loucas que vegetam por aqui.

    Como diria o bom do inimigo do Dragão- o Alexandre de Espada à Sintra- eles andam na net de breu à procura

    “:OP

  70. Se a minha caixa de correio falasse dava maior best seller que um Pitta…

    Já por lá entrou de tudo. Vedeta então nem conto nem digo. E isto mesmo dizendo-lhes logo que até já sou mais a dar para o múmia- com mais de meio-século no lombo.

    Mesmo assim não descolam. O que lhes vale é que sou mesmo uma badalhoca de uma senhora muito bem educada e muito reservada, palavrões à parte.

    Nunca abrirei bico acerca dessas cenas por mail.

    Mas nestes casos de loucura pública é bom estar-se atento.

    Pys, acreditam em ressuscitação dos mortos e depois, quando dão conta do engano não largam as canelas.

    Esta Sylvia maluca acredita que a querem raptar mesmo que seja para um convite de chazinho.

    E há mais. Quando aparecer aqui outro tarado a difamar-me eu prometo que conto. E previno sempre.

  71. «sou mesmo uma badalhoca de uma senhora muito bem educada e muito reservada, palavrões à parte» é um auto-retrato lindo, zazie. :)

  72. Sylvia não ligues muito a isto, a democracia é esta salsa, e é bom que seja assim. Não te esqueças que o teu nome quer dizer floresta.

    Eu então estou mesmo bem disposto: missão cumprida! :)

  73. ehehe

    È verdade, e ainda consigo ser tímida no meio desse descaramento tão púdico e malcriado

    Beijoca, menina.

  74. Olha, Zazie, há minutos, eu pensava que tu eras uma chata de uma carroceira, mas agora, vejo que és apenas uma pessoa doente, solitária e desesperada, a precisar de ajuda. Olha por ti. Faz esse favor a ti própria. Tem uma boa noite.

  75. Queres que eu faça copy paste do mail da Maloud a contar tudo e a avisar as pessoas da louca que és?

    Se insistires eu faço-te esse favor.

    Realmente há loucos à solta e esta não passou apenas a vida a insultar-me a mim e ao Dragão- ao ponto de ele até ter sido obrigado a dar-lhe uma corrida como nunca deu a ninguém.

    Esta maluca vai mesmo para casa das pessoas e depois berra e esperneia e diz que a querem raptar.

    É só isto. Por mim estava na boa porque nunca perderia tempo a tomar chazinho com uma estúpida. Mas pode haver gente mais ingénua que perca. E assim já sabem.

    Ela depois vai dizer que a quiseram raptar

    “:O))))

  76. A maluca é que apagou o diário dos raptos que tinha online.

    ahahaha

    O rapto da Maloud já não teve direito a entrada.

    Coitada da boa da Maloud que é mesmo uma senhora ingénua e o marido ainda teve de ajudar por causa da berraria desta maluca com o rapto

    “:O))))

  77. Estou em condições de revelar que esta dementada personagem que se insinua sob o nome de Zazie é a MESMA PESSOA que é publicamente conhecida pelo nome de Maloud. Fica feito aqui o primeiro desmascaramento público da “boa da Maloud”, essa “senhora ingénua”, “decente” etc e tal, que é afinal a VERDADEIRA IDENTIDADE desta estoirada dos miolos da “Zazie”. Mais pormenores para muito em breve.

  78. Bom dia, lamento a interrupção, isto é férias ma non troppo, ou seja: eu começo a cantar férias uns dias antes…

    Sobre isso do quem é quem pouco me interessa, ficou feita uma demonstração lá em cima e o que interessa mesmo são as idéias.

    O que me interessa aqui, conforme vem da abertura, é a questão política da ‘excepção moral’ polaca no quadro da presidência portuguesa.

    Com tal preceito, pelo que percebi, milhões de cidadãos polacos ficam impedidos de aceder aos tribunais europeus, homossexuais á cabeça mas não só, e esse dispositivo de controlo a jusante dos direitos humanos fica furado, em acto, e em potência por toda a Europa, pior se emergindo as democracias musculadas.

    Com isso vou-me zangar.

  79. Quem é quem pode interessar, quando o destrambelhamento ameaça passar as marcas. A gaja do Raymond Queneau está avisada.

  80. Estou cheia de medo.

    Acabo de ser desmascarada pelo valente Anonymous cuja estatura moral é mundialmente conhecida e ao nível do nome próprio e apelido- neste caso, 3 em 1.

    Ainda assim, só por causa das coisas e porque também nunca insultei o anonimato do py nem de ninguém (todos os anonimatos são legítimos e só as porteiras é que gostam de cuscar), deixo aqui a informação.

    Quem usa de pseudónimo tem absoluto direito a que se respeite esse seu desejo de não ser conhecido. E mais, é obrigação que todos o respeitem. Quem o não fizer é um porco de um bufo.

    De resto, só existem verdades ou mentiras nas afirmações. Eu não menti.

    Quem tiver dúvidas que vá aos comentários do Espectro.
    Estão lá as conversas da Silvia com a Maloud, quando ainda se conheceram em café e antes de ela ter o ataque de dizer que a Maloud era um homem, que a queria raptar e internar na Opus Dei.

    De resto, qualquer busca no Google dá os links em cache do tal diário de raptos que até tinha uns bons maluquinhos a lá irem.

    Por mim estou-me nas tintas. Quem insultou o py ao insultar a “cobardia do meu anonimato” foi ela- a sua defensora, sabe-se lá do quê.

    Que eu ao py nunca ataquei nada a não ser o espanto público quando ele aqui disse, e apenas aqui, que eu era a Semiramis que morreu.

    De resto, quando andou a dizer que me conhecia de longa data, fui suficientemente discreta para esperar que fosse o próprio a contar quem era.

    Ele até criou esse outro nick para ir ao Cocanha porque fui eu própria que lhe disse que não queria devassar absolutamente nada. Nem sequer saber nome.

    Respeito em absoluto a privacidade das pessoas. E essa merda desse pretexto dos nicks que o JPP também anda para aí a falar, não passa de outro pretexto para estes pides coartarem liberdade de expressão na blogosfera.

  81. zazie, estás a ser pouco portuguesa, não prestando a devida deferência ao anonymous. afinal, repara que até tem um nome estrangeiro.

  82. ehee

    é grego.

    Agora que a coisa já está um pouco mais calma, até sou capaz de entender que pode ter sido este meu vício de ser absolutamente discreta que ajudou ao mal-entendido do Py.

    Se calhar, qualquer outra pessoa que recebesse mails de um py que nem sabe quem é e com quem apenas se tinha cruzado numas caixinhas de comentários (uma vez, aqui) a primeira coisa que fazia era perguntar-lhe mesmo quem era.

    Isto quando ele começou a fazer-me “a corte de simpatias” dizendo que eu estava na mesma, que não tinha mudado depois destes anos todos…

    Claro que eu, não só sou discreta como também sou bastante indiferente a mails que recebo. Não tenho mania de “amizades por mail”. As que podem existir são apenas fruto de conversas públicas na blogosfera, ou então, de acompanhamento por conhecimento ao vivo.

    Por isso, não só esperei que fosse ele próprio a acabar por contar, como até fui dando uns palpites de brasileiros que conheci em tempos.

    Mais nada. Ele deve ter tomado isto como “aceitação” do meu disfarce de Semiramis ressuscitada e a coisa andou assim a fazer bola de neve.

    Depois disse-o, aqui, em público e foi em directo que eu reagi e me lembrei das tais falas acerca da Semiramis no tal dia dos comentários em que ele falava com a susana, a propósito do aborto.

    Foi isto que se passou. Nem sequer me tinha dado ao trabalho de pesquisar absolutamente nada. E nem agora, depois desta merda fui verificar nada.

    Eu nunca comentei no Semiramis, fiz parte do Pastilhas, tenho textos online de há 6 anosa esta parte, fui colabordora do Janela Indiscreta- bastaria comparar-se datas de postagem e horas para se ver que não tenho o dom da ubiquidade para poder ser a Semiramis e a Maloud, para além da zazie no metro que nem é nick. É petit nom que me puseram em tempos de miúda por me acharem parecida com ela.

    Ate´o David Lynch me conhece e pela zazie dans le metro de Portugal. Era a única portuguesa quando ele criou o site e por lá andei com este mesmo nick.

    Sou conservadora, até nos nicks

  83. Para que esta treta com py fique arrumada de vez:

    nada disto tem a ver com insultos, gozos, críticas ou achincalhamentos. Podem-me fazer isso à vontade que sou coriácea, Não me toca.

    Maior achincalhamento do que fizeram no Braganza até duvido que seja possível. E nem me queixei, nem achei que seria motivo para qualquer merda de policiamento.

    A porcaria fica com quem a faz. A ética não passa por aí.

    Passa sim, por se saber respeitar a confiança que os outros depositam em nós. Por não trair questões que se querem privadas. Por não caluniar nem lançar boatos.

    Em relação ao py ele ficou a dever-me uma justificação e explicação pessoal (privada, por mail, tal como soube fazer para se fazer “amiguinho”).

    Porque foi em privado que eu depositei confiança nele e deveria ser em privado que ele devia ter dito que achava que eu era a Semiramis.

    Como apenas o disse aqui, publicamente, eu tive de responder aqui, publicamente, a quente, lixada, aparvalhada por tanta anormalidade que durava desde Março sem eu saber.

    E ele devia ter tido a capacidade de reconhecer a imbecilidade que fez e explicar-se em privado.

    Não só não o fez como entrou na cobardia pública de me atacar ainda mais e de chamar delação ao facto de eu ter sido obrigada a dizer que não era a Semiramis. Era e sou a zazie de quem ele disse ser amigo de longa data. Porque foi isto que ele disse e nunca outra coisa.

    Ponto final nesta história.

    Seria bom que o censor de serviço não voltasse a apagar esta minha explicação. A blogosfera não precisa de pides nem de polícia, precisamente porque um engano ou uma mentira pública numa caixinha de comentários, também permite a resposta pública e a rectificação da mentira no mesmo local.

  84. Foi esta anormalidade que se passou e foi em Fevereiro

    https://aspirinab.weblog.com.pt/2007/02/borralho_do_referendo_ainda_ni.html#comments

    https://aspirinab.weblog.com.pt/2007/02/borralho_do_referendo_ainda_ni.html#comment-598336

    (humm, esta Zazie faz-me lembrar a Joana, gosto muito de ressuscitações!;

    (…)

    Mas tinhas razão, hem? Verdade se diga que eu lancei o isco de propósito. É que uma tigreza não resiste ao chamamento adequado. Primeiro vem cheirar e depois saltam-lhe as garras, para nos tirarmos de dúvidas. Aquilo do jacobino foi porque os das invasões francesas deram-lhe cabo de umas arcas lá da quinta…
    Depois, claro, anda de jipe para estacionar em cima do passeio.
    Mas não faz mal porque eu estava com saudades. Quando me trouxeram a má nova eu estava sentado a ouvir música no mercado de Lençóis, na chapada diamantina, a brincar com o laser na parede oposta que era para disfarçar, não fosse pôr-me a olhar para coisas tentadoras que por ali andavam à espera de me deitar o bote: é que além de mim tinha de tomar conta de outro, e do dote!
    Como sou cândido, acredito sempre em tudo à primeira e até fiquei triste. Tão triste que passado meia hora veio uma borrasca que foi uma beleza que não chovia lá há séculos! Só na manhã seguinte é que me deu para franzir o sobrolho. E dei o meu parecer por interposta pessoa.
    Mais tarde confirmaram-(M)e a possibilidade.

  85. Nem associei na altura.

    Durante muito tempo andei mesmo convencida que o py era um puto mongo. A escrever kpks e mandar aqueles postais patetas e a falar brazuca.

    Por isso é que também não conseguia imaginar que colega mais bronco e anormal é que eu tinha tido há tantos anos

    “:O))))

  86. mas o sacana é manhoso porque admitiu aí que já em Fevereiro “lançou o isco de propóstito” e foi precisamente o mesmo isco que andou a lançar por mails privados.

    O animal agora que volte a dizer aí que eu fui Pide e que sou delactora.

  87. A coisa ainda foi mais perversa do que eu pensava. Aquela sininho também entrou nisto!
    Por isso é que o tipo se dirigiu a ela e não a mim.

    Está aqui:
    https://aspirinab.weblog.com.pt/2007/02/borralho_do_referendo_ainda_ni.html#comment-598397

    Py
    Se bem te entendi (porque latim não é o meu prato favorito) estás prestes a terminar.
    But we never know!…
    …………

    E por isso é que ele citou o Séneca na Brevidade da Vida!
    C’um caraças. E depois eu é que sou maluca. Andaram aqui dois tarados nas janelinhas do Aspirina a fazer-me passar por uma rapariga morta desde Fevereiro e eu é que sou censurada. Eu é que sou o Pide e a delactora.

  88. Que porra de fofoca de mulherio! Já te disse que fui e sou honesto. Estava convencido que eras a Joana sim, houve alguém que também achou. Está escrito nos emails que te mandei, ou nos comentários,a deixa em que respondeste com as ‘doc martens’ como ela usava e eu achei que eras mesmo, mas que era para não falar, e ficou assim. Eu não gosto de delação.

    ———–

    Agora o que é que isso tem a ver com a ‘exclusão moral’ polaca que é a questão política que me preocupa?

    Isto deve ser tudo uma manobra de diversão para não se discutir isso.

  89. (e já agora que fique esclarecido que eu só comento com py aqui, na zazie era josé mas isso é porque saía assim e também não me importava)

    que porra de fofoca irrelevante

  90. houve alguém que também achou. Está escrito nos emails que te mandei

    Não, não está em parte alguma e esta da sininho também andar metida nisso foi absoluta supresa.

    Acabei mesmo agora de topar.

    o que quer dizer que ela já andava a falar disso contigo antes de entrar naqueles comentários-

    E eu, com v.s nunca me tinha cruzado.

    Sei apenas que também recebi mails (creio que da sininho) a perguntar-me detalhes do Ahmed.
    Como nem se percebia o que ela perguntava porque o que havia a dizer, disse online, nem respondi grande coisa.

    Reparei que ela estropiou tudo e queria saber detalhes privados. Mas nisso teve azar que eu, por natureza, não costumo satisfazer coscuvilhices que não tenho para com ninguém.

    E era bom que não viesses agora com tretas que me disseste por mail, porque, caso contrário é que era chato, pois tinha de te desmentir da única forma possível. E isso não é agradável.

    Se for preciso ainda faço mais. Vou buscar o link onde tu o disseste pela primeira vez e em que o FV estava presente.

    Mal mandaste a boca piraste-te. O Venãncio é que ainda disse que eu não era a Semiramis e que tu tinhas metido uma gigantesca pata na poça.

    A coisa é mais besta. Porque tu, pelos vistos nem podias ter grandes afinidades com uma pessoa que ideologicamente era o teu oposto.

    Escusavas era de ter andado para aí a dizer que eu defendi a invasão do Iraque e outras merdas, porque eu não sou, nem nunca fui, neo-liberal nem neo-con.

    Não sou catalogável. Não é com o retrato feito de alguém absolutamente distinto de mim que podias ser honesto em qualquer suposto debate de ideias comigo.

    Tu tinhas um esquema de qualquer fetiche de “amor-ódio, com uma pessoa que morreu. O simples facto desta morte devia ser suficiente para merecer respeito. E não para fazer turismo em cavaqueiras de comentários depois dela desaparecer e muito menos para andar por aí com outra imbecil a lançar suspeições que era eu.

    Nunca tu nem essa outra imbecil de sininho tiveram a naturalidade das pessoas honestas: perguntar-me directamente se eu era essa Semiramis.

    Para mim, estão qualificados os dois. São pessoas manhosas, falsas, complicadas e retorcidas que inventam os outros à sua imagem.

    Comigo nunca mais, Nem tu nem sininhos nem rabetas censores de Aspirinas.

  91. E também nunca mais vais andar a difamar-me noutros blogues nem a dizer que eu lambos os c*****s do Venãncio porque se tens uma platónica com ele, é com ele que vais ter de a resolver.

    Eu de ti a única coisa que quero é distância.

    Distância. Porque nem uma justificação, nem nada, apenas merda e mais merda por estares preocupado com o que possas parecer aos olhos dos outros.

    Azar, soubesses portar-te à altura.

  92. não fui eu que disse isso! Não faço idéia o que é que podem estar a dizer com pys noutro lado. Se calhar foste tu, não?

    Lançaste a boca no Braganza mas eu nem fui ver, desprezo isso.

    Obrigado pelo veneno com o Fernando, não ligues pá, ela é uma manipuladdora exímia como ficou demonstrado nos comentários.

    Já apaguei ontem o cocanha dos endereços.

    Não estou nada preocupado com o que possa parecer aos olhos dos outros, estou numa batalha política que comporta várias dimensões.

    E agora não me apetece vir aqui durante uma ou duas horas, aviso já.

  93. Fofoca a tua! intriga a tua. Que não foi em directo naquele dia que podes ter inventado esta merda mais essa outra imbecil da sininho.

    Putas de panascas que são sempre isto. E é por isto que eu disse e hei-de repetir sempre. Panasquice mental é merda. Porque não a conseguem guardar apenas para o local certo. Têm de ser retorcidas e intriguistas.

    E há mulheres que são assim, aproveitam os larilas para esse gosto de trica que eu desconheço e que me mete verdadeiro nojo.
    Parece tudo inofensivo mas em pouco tempo temos uma cambada de gente a falar de nós e dizer que somos isto e mais aquilo.

    Esta historieta que tu e a sininho inventaram já passou daqui. Já seguiu o curso da intriga. E é apenas por isso que eu quero enterrar e esclarecer esta merda bem para que fique tudo bem visível.

    E ai da puta do censor de serviço que me apague este esclarecimento.

  94. Tu bem podes lamber o que quiseres que por mim estou-me nas tintas.

    Não vais é voltar a dizer que sou eu que lambo e que lambo por trás de ti, quando tu é que te piraste depois de teres sido desmascarado quando aqui, no Aspirina, me disseste para reactivar o blogue.

    E foi aí e vou buscar a puta do link, que eu percebi a história.

    Percebi parte dela. Que só hoje é que me dei ao trabalho de ir aos arquivos e dar com a primeira vez em que nos cruzamos e com essa conversa de merda, entre tu e a sininho onde, de facto, estavam a lançar-me uma qualquer armadilha para me apanharem “enquanto a Semiramis ressuscitada”.

    Por isso e´que essa besta da sininho me fazia tanta pergunta privada! e eu nunca tinha percebido. E até desatinei naquele debate à custa desse tom corriqueiro de dona-de-casa.

  95. ora aqui está em cima um comentário acertado, finalmente :-)))

    —————

    atão e a ‘excepção moral’ na Polónia, zazie?

    —————

    A Sininho não está aqui e eu não falo quando as pessoas estão ausentes, lembras-te?

    Por falar nisso pessoal a Sininho faz hoje anos, parabéns!, eu já lhos dei

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