30 thoughts on “mapa”

  1. bonito, susana. Ainda andas a brincar com ‘fences’?

    Noutros tempos fui um hábil caçador de singularidades em variedades definidas implicitamente.

    Agora voltou-me a tusa toda pela mathesis, ainda dá esquentamento.

    Silly season, um teorema antes de xonar:

    se n é um número natural, então n**2+n+1 é um número ímpar

  2. máscaras, tu a mim não enganas, que eu conheço bem machos. A porrada é porque temos de manter o corpo em forma, os músculos querem-se de aço líquido, até porque não vá vir aí os mouros, além de que fica bonito.

    as festinhas é a recompensa e é tão bom que não se pode dizer

    já viste aquilo dos negócios da guerra no MO? O Dow Jones tinha dado um tombo, pymba…, business a little more than usual

    mas que se f*da, eu queria é que eles deixassem de se explodir uns aos outros,

    pesquem-se carago

    jhvhllah

  3. e agora um teorema-kpk de domingo:

    seja n um número natural, então n é ímpar se e só se n^2-1 é par

    ———

    vou contar-te uma coisa: quando eu era rapaz atirei-me ao teorema de Pitágoras a tentar demoonstrá-lo, esgatanhei-me todo, até dei com um olho a modos que a querer sair para fora e não consegui. Amuei. No dia seguinte, para grandes males grandes remédios, papel, régua, lápis, esquadro e shizato!

    Desenhei os quadrados adjacentes e cortei aquilo tudo às tirinhas de 3 mm de base, juntei tudo e medi, e deu certo, a menos de um errozito. Tinha feito uma demonstração física de um teorema matemático mas isso só percebi depois. Seja como for tinha ficado descansado: sempre era verdade que

    c^2=a^2+b^2

  4. (correcção: o aço líquido ainda não foi inventado nos humanos, é verdade que uma vez numa grande piton senti isso, mas acho melhor dizer fibra de aço)

  5. até aqui. segue-se por um itenerário principal e alguns atalhos.
    sabe-se como os IPs são ambíguos, voire dúbios, e difíceis de encontrar, e os shortcuts “pura” intuição…

  6. Itinerário e não itenerário. ; ) Ou então, porque não um verdadeiro neologismo assumido como “itemerário”, que significaria um itinerário temerário?
    E nesse caso, quais seriam os temores principais do seguidor do mapa? Chegar aos atalhos? Chegar aí? Ou precisamente, não chegar?

  7. “máscaras, tu a mim não enganas, que eu conheço bem machos. A porrada é porque temos de manter o corpo em forma, os músculos querem-se de aço líquido, até porque não vá vir aí os mouros, além de que fica bonito.

    as festinhas é a recompensa e é tão bom que não se pode dizer”

    Z:

    “máscaras”?! Quem é o “máscaras”?! Qual é o I Pê dele?! Esperemos que não seja um I Pê dinâmico, porque esses gajos dos I Pês dinâmicos fartam-se de nos dar trabalho. Está um gajo, ou no caso uma gaja, cheia de vontade de lhes pôr um processo em cima e nem o Oficial de Justiça sabe para onde mandar uma notificação.

    Quanto à porrada concondo em absoluto. Quanto às festinhas concordo mas é preciso ter muito cuidado, especialmente entre homens, porque nunca se sabe o que é que as pessoas vão dizer. Eu pelo sim pelo não deixo isso com a Susana Bananas que isto é um sítio púb(l)ico e eu já tenho problemas suficientes com o moço do 5º E que me anda a querer saltar para cima.

    “já viste aquilo dos negócios da guerra no MO? O Dow Jones tinha dado um tombo, pymba…, business a little more than usual”

    Razão tem o Fernando Venâncio, (sim esse que agora quer confrontar-me num duelo, certamente por eu ser finérrima) eu não percebo nada disto! Eu julgava que o MO era uma referência ao teu blogue individual, constato agora que é o médio oriente – foi como se me caísse a pedra roseta em cima. E olhem que ela é bem pesada.

  8. Ai esta porteira que não diz coisa com coisa!!!!!!

    “Quanto às festinhas concordo mas é preciso ter muito cuidado, especialmente entre homens, porque nunca se sabe o que é que as pessoas vão dizer. Eu pelo sim pelo não deixo isso com a Susana Bananas que isto é um sítio púb(l)ico e eu já tenho problemas suficientes com o moço do 5º E que me anda a querer saltar para cima.”

    Tu baralhas tudo! Aquilo de que o Z estava a falar era de manifestações de apreço, uma coisa de que todos nós precisamos, até um parasita como tu.

    «Razão tem o Fernando Venâncio, (sim esse que agora quer confrontar-me num duelo, certamente por eu ser finérrima) eu não percebo nada disto!»

    “Finérrima” tu?! Quando te apanhas em privado deves dizer com cada bacorada que deve ser de cair de costas. O teu mal é inveja!

  9. tens toda a razao, prontuario. reparei no lapso quando reli e fiquei de seguida impedida de ir subrepticiamente emendar a desgraca, pelo teu comentario…
    itemerario parace-me bem. quanto aos temores: chegar aos atalhos, nao, porque os atalhos sao apraziveis, perfumados e cheios de forca telurica. chegar aqui tambem nao atemoriza, posto que aqui ha um paraiso (ou talvez mais…). resta, precisamente, não chegar.

  10. Ok, assim estou mais descansado. E perante a persistência e multiplicação de erros ortográficos (seja ela intencional ou não), desisto. E fico contente por saber que o aí é um paraíso perdido ( assumo a responsabilidade de tão abusiva ilação), expressão ela própria redundante pois, a acreditar no velho Borges, todos os paraísos são paraísos perdidos. Espero que alguém encontre o(s) teu(s). : )

  11. os erros sao meus e do teclado, que nao e o meu. ja eu encontrei os meus paraisos. e fico a espera: espera-se bem no paraiso. :)

  12. Senhora Estrela:
    Então é caso para escrever: “Erros meus, mau teclado, amor ardente, que nestes paraísos encontrados se conjuraram”? : )

  13. oi pessoal, tá muito calor para andar à batatada, são tempos de molidão – pelo menos hoje que fui à capital, amanhã sim a água gelada daqui vai-me salvar.

    Tenho ali uma coisa bonita da Mesopotâmia para vos pôr mas só consigo amanhã, mesmo isto sendo kpk, tou de língua de fora

    boas,
    e festinhas sim

  14. PBLmnL, nao e maldade, mas coisa de lingua.
    e nao sei se ardente se do calor. mas la quew se conjuram… ah.
    anonymous, servico publico. tudo por bem dos outros.
    z, grande mimado que tu andas.

  15. é verdade que estou com a cauda no ar, toda felpuda, mas é para arejar…

    então na Mesopotâmia, lá para 1800-1600 AC, tinham a dinastia de Hamurabi, e adoptaram a escrita toda organizada numas tabletes de argila, com caracteres cuneiformes, feitos de incisões.

    Usavam base 60, e não tinham o zero.

    De acordo com,

    The Pythagorean Theorem

    Eli Maor, 2007, Princeton University Press

    a tablete Plimpton 322 mostra que eles conheciam um algoritmo para calcular, os triplos pitagóricos por exemplo (3,4,5), (5,12,13), ou seja números (a,b,c) tais que

    a^2+b^2=c^2

    Esse algoritmo seria 1500 anos depois formalizado por Euclides, nos Elementos, como se segue em notação contemporanea:

    Sejam u e v dois inteiros, com u>v, então os três números:

    a=2uv, b^2=u^2-v^2, c=u^2+v^2

    formam um triplo Pitagórico

    (depois quando vier uma kpk ponho o Último Teorema de Fermat)

  16. vai já aqui, quero ir nadar sem teoremas pendentes

    as vírgulas aí em cima salsaram

    o Último Teorema de Fermat é:

    Sejam x,y,z,n números naturais, então para n>2, a equação
    x^n+y^n=z^n
    não tem solução.

  17. porra, tenho de corrigir:

    no penúltimo comentário, na fórmula do Triplo Pitagórico de Euclides

    os numeros são (a,b,c)

    e onde está:

    b^2=u^2-v^2

    devia estar:

    b=u^2-v^2

    (puf, kaput!)

  18. “Tenho ali uma coisa bonita da Mesopotâmia para vos pôr mas só consigo amanhã, mesmo isto sendo kpk, tou de língua de fora”

    Ó meu grande malandreco, eu até julguei que ias pedir ao teu (nosso) amigo ZM. para postar a coisa lá em cima …

  19. … eu sou dos comments rapaz, não te esqueças que depois do desvelamento agora ando a treinar, ainda não percebi se a obliteração ou a incandescência do Ser. Mas agora é tempo de molidão.

    Parece que amanhã vem chuva: bem haja que o meu carro está um nojo.

    Quetzalcoatl: vê lá se te empenhas que o dragão anda a catrapiscar uma sereia, eu avisei…

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