bilhetes estragados

Por vezes lemos por aí textos que são verdadeiras matrioskas de acerto. Desde o reconhecimento de já não haver bola sem tv ao princípio do bom pai, que conduz o filho à experiência iniciática do adepto leonino: ver o Sporting perder. Um gajo tem-se que se habituar (obituar?) a estas coisas.

9 thoughts on “bilhetes estragados

  1. ena, que bela linkadela Susana! isto hoje é que vai ser “fazer negócio”. agora vou lá a casa pôr unss napperons em cima das mesinhas e ajeitar cadeiras para as visitas

  2. Vou levar uns naperrons… uns de “paperlike”… um papel lavável… e ficam sempr como novos. Qual a cor que queres? Ver se há no chinês da rua .

    A formação dos catraios faz-se desde pequeno e permanentemente. Parabéns oh Zé por levares o herdeiro ao desporto. Sobretudo, por o levares so SPORTING.

  3. (susana, mas que espécie de comentadores é que vcs andam a deixar registar aqui neste blog?)

    oh joni, tu és aquele que ofereceu o primeiro cachecol leonino ao puto, mal ele sabia andar? lembras-te daquele seu dia iniciático em que o levámos connosco para as bejecas do ritual prévio e ele a comer croquetes bem preocupado com a coisa, lágrima de nervoso já, e depois a aliviar, e já no jogo, e lá para o fim, com o gil vicente creio, nós a perdermos, o estádio inteiro macambúzio, e lá ao detrás aquela vózinha miúda, fora de tempo, a querer integrar-se: fora o árbitro, oh ****** vai para casa, e coiso e tal! pois não haveria ele de sair lagarto com uma escola destas. puto que geme assim será homem que sabe sofrer!

  4. Zé… sei perfeitamente disso. E tenho orgulho de ter dado o cachecol (o seu primeiro) ao Paquito. E os naperons de paperlike.. são brincadeira.. afinal, sou eu q os uso…tu és um cavalheiro…
    Saudações sportinguistas…

  5. Fiquei tão orgulhosa quando o meu herdeiro, que também tinha ido até lá (mas esse vai sempre, tem lá lugar cativo ou como é isso) em vez de chegar tal como eu esperava, com uma cara de fugir, entrou com um ar bem disposto e perante a minha surpresa me respondeu: “Tá bem, perdemos, mas nenhum outro clube, este ano, chegou tão longe… Já isso não foi mau!”
    Está a adquirir o espírito filosófico do verdadeiro sportinguista!

  6. zé, é a boa educação: sofrer, mas com dignidade. ainda se viam os vincos do ferro nos naperons.

    clara, acho que ele não escreveu mais por isso…

    joni, temos, então, mais um adepto.

    emiele, só mesmo com espírito filosófico, de facto…

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