“Não fui eleito coisíssima nenhuma”

Confirma-se um caso invulgar – Gaspar desempenha em Portugal o papel de um Mario Monti, ou seja, um governante, um “técnico”, destacado pela UE, só que sob a cobertura democrática de um primeiro-ministro eleito. Estamos esclarecidos sobre o papel de palhaço do Passos.

8 thoughts on ““Não fui eleito coisíssima nenhuma””

  1. não percebo o porquê de tanta indignação com o coisíssimo, quando foi a única verdade que disse naquela intervenção. assim discutimos a legitimidade do cargo que ocupa e não a responsabilidade do que faz, deixa correr ou esconde.

  2. o ar de revolta e nojo com que ele se refere à insinuação de ter sido eleito…Foi-nos impingido e isso é motivo de orgulho para o asperger que é. Ai, e tanto psicólogo no desemprego, balhanos deuje.

  3. Se não se sente eleito nem faz a minima ideia do que implica o cargo que ocupa numa democracia representativa , que saia e dê lugar a quem o entenda.
    Se não sai pelo próprio pé que seja demitido de imediato.
    É absurdo manter num governo alguém que não faz a mais pequena ideia de como funciona o nosso sistema governativo.

  4. Está a provocar à esquerda e à direita, pois quer sair a todo o custo. A única coisa que ele não quer é ter que prestar contas pelo que fez. Neste momento, Gaspar sabe que os seus “amigos” europeus nos abandonaram. Mas Cavaco Silva não deixa que ele se vá embora. No momento da desastrosa saída impreparada do euro, terá que haver um bom bode expiatório…

    Entretanto, no desespero em que se encontra, Vítor Gaspar desata a provocar toda a gente, indo buscar uma vocação de puto malcriado que, quando era criança, nunca deve ter tido. Provoca o Tribunal Constitucional, ofende a casa da democracia representativa… Como isso não chega (pois Cavaco Silva já disse que não o despede, o CDS é só trinta-e-um de boca e a outra pessoa que o pode despedir está em Berlim) ele lança agora a bomba atómica: começou a provocar os tubarões da finança, com o caso dos “swaps”. Pode ser que esta última diatribe seja suficiente para o despedirem…

  5. Um PMinistro fabricado em Portugal por um Relvas, que forma governo com um programa que os eleitores não sofragaram e que chama um MFinanças made in Germany, que só pensa nos interesses dos credores…

    Que rica democracia que nós temos!

  6. O homem confirmou o que muitos já afirmavam ” à boca-cheia”:´é o ministro eleito da troika e nâo faz parte de um governo eleito, em democracia, mas manda no governo da democracia. Chama-se a isto uma “finta colossal” à democracia portuguesa. O Cavaco apadrinha tudo: o Gaspar, o Borges e até o diabo se for preciso, para se vingar do 25 A. Bravo, Louçã e Jerónimo!!! Parabéns. Conseguiram fazer ajoelhar Abril aos pés da corja direitista, colocando-lhe na mão “uma maioria, um governo e um presidente”. Claro que a culpa nâo é só vossa, mas vocês deram o golpe finaal. Estão contentes com o resultado do vosso ódio aos Xuxas? Que vos importa Portugal e os portugueses, se continuarem a ter 10% dos votos e emprego seguro no Parlamento?

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