Não conheço as razões de Sérgio Sousa Pinto, mas discordo

Parece que SSP não concorda com a estratégia de António Costa de tentar um acordo de governo à esquerda. Mas que alternativa existe? Vejamos o lado dos credores, que não sei se é o que aflige subitamente SSP, mas que tanto aflige a direita e reis da asneira fácil como o José Gomes Ferreira. O que teriam gostado de ver nestas eleições? Que os PàF, desastrosos mas subservientes, tivessem mantido a maioria absoluta. Porém não penso que sejam tão ignorantes ou ingénuos ao ponto de acharem que tal era possível. O que teriam então gostado a seguir? Que a PàF governasse com maioria relativa e contasse com a abstenção ou mesmo com o apoio do PS. Para quê? Para continuar o lindo serviço. Ora, para poderem acreditar nesta hipótese, teriam de desconhecer totalmente o líder socialista, os seus princípios políticos, as suas preferências, pensar que estava disposto a levar alegremente o partido para o suicídio e desconhecer também a história de partidos como o PASOK, da Grécia. Não desconhecem. O partido praticamente desapareceu de tanto se confundir com a direita.

De modos que ou as coisas se arrastam durante uns meses sem qualquer garantia de entendimento à direita e com este presidente a recusar um governo de esquerda, até que um novo presidente da República convoque novas eleições e a direita consiga maioria absoluta, o que, salvo campanha magistralmente urdida, que eleve a pulhice e a falta de vergonha à quinta potência, me parece bastante improvável, pois não há como escamotear a situação social, económica e financeira do país, perto do descalabro (já e antes do eventual bico de obra para a formação de uma maioria), ou os credores terão de agradecer a Zeus o facto de ser um moderado como António Costa a liderar a esquerda e a moderar os radicais nesta situação, com um programa credível, que respeita os compromissos internacionais do país. A alternativa seria as instituições amanharem-se com um Syriza 2 também aqui nesta ponta do continente. Mas calma, não vai acontecer. E é já em dezembro que a Espanha vai a votos. António Costa tem a única solução possível e tem que ser bem sucedido. E apoiado.

53 thoughts on “Não conheço as razões de Sérgio Sousa Pinto, mas discordo”

  1. devem ser as mesmas razões que o levaram ao pugrama do rapa, não acredita que dê certo e raspa-se para não se comprometer. só estranha os direitolos ainda não terem começado a incensar o gajo.

  2. quem garante que na coligaçao o psd foi o partido mais votado,ou obteve mais votos que o ps?uniram-se para diminuir estragos e agora estão armados virgens ofendidas.na maioria de esquerda houve transparência pois foram todos na mesma bicicleta às eleiçoes.pedro adão e silva no debate com o ferreira,o maior escroque da tv/ politica, lembrou e bem, que na aliança democratica estava lá metido um partido monárquico, que saõ deliberadamente contra a república.para não falar da tese defendida por paulo portas,no deabte com passos coelho que legitima cabalmente a posiçao do ps.sabem que mais? que os pariu!

  3. Eu só não sei se não prefiro fritar esta direita nojenta e fascista durante mais alguns meses em óleo a ferver, e depois faze-la engolir o remanescente do oleo da fritura. Só por via de não haver dúvidas!
    Para que isto sirva de VACINA ao nosso povo contra esta direita, de uma vez por todas.
    E para que de uma vez por todas fique esclarecida a história mentirosa da bancarrota socrática !

  4. que não haja dúvidas, esta direita é fascista e não vai largar o poder. portanto, preparem-se, there will be blood…

  5. O SSP devia era largar o lugarzinho de deputado, mas depois vivia do quê?

    Estou farto de virgens ofendidas, que foram purificadas pela sua superior ideologia, mas que quando é preciso dar o corpo ao manifesto, ala que se faz tarde. Xupistas de m*rda que vão ter de engolir um lago de sapos insalubres.

  6. O PS está numa encruzilhada histórica. Pode ser penalizado por ter cão e por o não ter. Se conseguir erguer um governo apoiado pelos Partidos à sua esquerda terá que se preparar para a Guerra, pois a direita irá fazer sair para a rua toda a sua artilharia. Será uma guerra sem quartel. Mas o seu problema maior está no interior do próprio Partido, pois a sua ala direita, acomodada e parasitária dos benefícios do poder, não terá escrúpulos alguns em defender um acordo com os pafiosos se daí poder tirar alguma vantagens pessoais. Até admito que se não importará em participar no próprio governo direitolas. Só que isso, a acontecer, será a pasokização do PS e este Partido, em futuras eleições, verá metade (ou mais) do seu eleitorado passar-se de armas e bagagens para o Bloco que se transformará, sem dúvida, num qualquer siriza português disposto a disputar a liderança dum futuro governo de esquerda e aplicando o seu programa.
    É óbvio que, o contrário, também trará riscos ao Partido Socialista, pois se conseguir formar o tal Governo, com o apoio dos partidos à sua esquerda, terá que conseguir um compromisso de moderação com estes partidos e governar, na medida do possível, com um programa não muito diferente daquele que apresentou agora ao eleitorado. A conseguir levar avante este desiderato, até poderá ter algum sucesso, desde que governe bem e de acordo com os interesses da maior parte do Povo Português, contrariando as políticas seguidas pelo anterior governo e que a grande maioria do Povo condenou nestas últimas eleições. Assim, poderá conseguir não deixar fugir o seu eleitorado e eventualmente cativar muito do eleitorado centrista que agora se absteve. É evidente que, no meio disto tudo, haverá muitos jogos cruzados de estratégias partidárias, sendo esse o grande risco desta solução, pois tal tenderá a não agradar ao Bloco que, aparentemente, não terá ainda abandonado o seu projecto de comer parte do PS. As negociações que amanhã se irão realizar, poderão trazer alguma luz e esclarecimento quanto à estratégia deste Partido. Veremos.

  7. “O que teriam gostado de ver nestas eleições?”

    Muito simples. Um governo que se comprometesse a fazer tudo o que for necessário (repito, tudo o que for necessário) para cumprir o Tratado Orçamental, conseguir um défice abaixo de 3% para este ano (e seguintes), continuar a pagar a dívida. É por isso necessário responder a duas perguntas:
    O PS compromete-se com esses objectivos?
    O BE e o PCP garantem o apoio a um governo PS para cumprir esses objectivos?

    A resposta a estas duas questões clarifica tudo. O resto é fumaça.

  8. A pior solução para o PS é viabilizar um governo de direita, será o fim do PS, depois do que se passou nestes 4 anos o PS será aniquilado se permitir de que forma seja a continuidade de um governo de direita, depois de tudo o que se passou, pagará um preço insuportável.
    Se quiserem aniquilar o PS façam favor.

  9. Para o anónimo aí de cima

    “Muito simples. Um governo que se comprometesse a fazer tudo o que for necessário (repito, tudo o que for necessário) para cumprir o Tratado Orçamental, conseguir um défice abaixo de 3% para este ano (e seguintes), continuar a pagar a dívida.”

    Alguma vez lhe passou pela cabeça que para cumprir o que defende será possível utilizar outras vias que não as utilizadas por passamolas/catherine/prisidoncio?! Se conseguir ligar mais um neurónio é capaz de chegar lá. Só é preciso querer!!

  10. Então a PAF que tome as medidas para cumprir o défice abaixo dos 3% já que governou até outubro.
    Se o fizer à revelia do que prometeu aos Portugueses, isto é, impor mais medidas de austeridade que não disse na campanha eleitoral a oposição só tem que fazer uma coisa. Moção de censura e rua.

  11. Não tenho dúvidas que a Coligação, se achar que só através de medidas de austeridade chegará aos 3% e cumprirá o Tratado, vai adoptá-las. Contrariando até o que disseram em campanha.
    Não tenho dúvidas que BE e PCP, mesmo que achassem que o défice e Tratado estivessem em risco, nunca adoptariam medidas de austeridade. Sem contrariar nunca o que disseram em campanha.
    Ênfase na palavra ‘achassem’, isto é, ‘do seu ponto de vista’, independentemente do que cada um de nós ‘achar’ que é possível.
    E o PS ? Se, no limite, eventualmente, ‘achar’ num determinado momento do futuro que para cumprir o défice e o Tratado são necessárias medidas de austeridade o que pensa fazer?

    Fui claro, agora?

  12. Anónimo, não sei se está a ter em conta o meu comentário ou o do Paulo. Se está a referir – se a mim aqui vai:
    O défice público é a diferença

    O déficit público oudéfice público, emmacroeconomia, ocorre quando o valor das despesas de um governo é maior que as suas receitas. 

  13. Já agora, outra coisa para aliviar.
    Os socialistas acabam de ganhar as regionais na Áustria. Autárquicas de Viena incluídas. A extrema direita ficou em segundo e os conservadores ficaram reduzidos ao mínimo.
    Claro que não será notícia nas nossas televisões.

  14. Escrevo um ou outro comentário quando calha,nunca para catequizar ou converter,dois fins abjectos praticados por meliantes. O padre António Vieira,classificado como grande missionário,confessa,preto no branco, que tudo o que quis fazer foi desenganar os indígenas,sem mais. Então o papel desta gente que comenta tem um âmbito mínimo,e se repararmos no resultado das eleições,desprezível. Vejamos o caso do Partido dos Animais: alguém leu um único comentário que lhe fosse favorável? Podemos limpar as mãos à parede. E a Direita que tem todos os meios mediáticos em seu poder,conseguiu o queria,a maioria absoluta? A comunicação social tem de ser modesta, para não acabar, réproba e mínima, sempre ao lado dos patrões que lhe impõe os objectivos.

  15. «Jasmim
    11 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 14:02
    Eu só não sei se não prefiro fritar esta direita nojenta e fascista durante mais alguns meses em óleo a ferver, e depois faze-la engolir o remanescente do oleo da fritura. Só por via de não haver dúvidas!
    Para que isto sirva de VACINA ao nosso povo contra esta direita, de uma vez por todas.
    E para que de uma vez por todas fique esclarecida a história mentirosa da bancarrota socrática !»

    CALA-TE BURRA. A nojeira mora na esquerda, reside nesta permanentemente, é o CANCRO de qualquer sociedade. Vê a tua expressão, o que desejas aos outros, sua BURRA, e por aí nos dás uma amostra do que é a ESQUERDALHA ordinária, maldizenta e vingativa – saneadora.
    vamos lá agora ver se as virgens ofendidas aparecem agora aqui a lamentar-se por ter de ler o que chamam de «insultos». COMUNA. Tudo igual – baixinho, torpe e invejoso.

  16. «Abraham Chévre au Lait
    11 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 20:14
    Escrevo um ou outro comentário quando calha,nunca para catequizar ou converter,dois fins abjectos praticados por meliantes. O padre António Vieira,classificado como grande missionário,confessa,preto no branco, que tudo o que quis fazer foi desenganar os indígenas,sem mais. »

    Nunca para catequizar ou converter – NUNCA o conseguirias fazer, e nem é preciso conhecer como escreves, já que qualificas como meliante aquele que caminha em vista daqueles fins. No extremo, chamas à Mãe de Deus e a ESTE expressivas «coisas».

    Nem queiras saber o que o Padre António Vieira pensava de ideologias à esquerda – vulgarmente designadas de comunas. Muito sal, muito sal é preciso para purificar a Terra….Isto dá-te alguma ideia?

  17. Olha, já cá chegou o estupor do fascista cego e imbecil.

    Valupi
    Parece que quanto mais a Direita se amofina mais o PS refina.
    Acabam de dizer agora no telejornal da SIC que os gajos do BE vão alinhar nos mesmos termos do PCP, de preferência sem irem para o governo, mas se o PS quiser vão, ou seja, praticamente é como o PS quiser!
    Por outro lado, a Coligação não fez chegar ao PS a tal proposta que ficou de mandar durante o fim de semana. Devem estar à espera que a espécie de presidente amanhã ameace o Antonio Costa!
    As coisas vão aquecer.

  18. Anónimo das 19,30, um pequeno acidente cá em casa fez a máquineta cair e enviar o comentário antes da conclusão.
    Não sei se está a ter em conta meu comentário ou o do Paulo
    Se está a referir – se a mim aqui vai:
    O défice público representa a diferença entre a receita e os gastos. Nos gastos já nos puseram a pão e água e querem ampliar os sacrifícios. Resta a receita para tentar equilibrar um pouco mais o défice. Dado que são os mais desfavorecidos e a classe média que tem sofrido com as políticas da extrema direita trauliteira, está na hora de começarem a pagar pela riqueza acumulada os ricos e muito ricos.

    nota: sei bem que se o passamolas conseguisse formar de novo governo a receita para os portugueses seria a mesma da legislatura agora finda e até mais agravada, como seja: a destruição do SNS, o que resta da Escola Pública entre outros. Ah! Não esquecendo o corte de 600 milhões que já seguiram em correio diplomático para a Bruxelas

  19. Infelizmente, não é só este ex jota que parece ter nascido num
    corredor da A.R. e, pouco conhece o País mas, tem facebook são
    outros que andam a tratar da sua vidinha no Partido sem qual-
    quer sentido de serviço público!
    Para eles quem não passou pelas jotas não tem valor pois, nessas
    escolas de virtudes são formados os verdadeiros “políticos”!!!

  20. Caro adelinoferreira45,

    Não me entendeu novamente. Eu não estou a discutir a necessidade ou não de mais austeridade. Estou apenas a dizer que a decisão do PS assenta numa resposta a uma pergunta muito simples (que António Costa deve responder):

    Admite o PS viabilizar medidas de austeridade, mesmo que em último recurso, se considerar que está “em perigo” o défice orçamental de 3% ou o está “em causa” o cumprimento do Tratado?

    A Coligação admite viabilizar medidas de austeridade em algumas circunstâncias.
    O PCP+BE não admitem viabilizar medidas de austeridade em nenhuma circunstância.

    Logo:
    Se a resposta do PS for SIM deve viabilizar um governo da Coligação e negociar o melhor possível o seu apoio parlamentar.
    Se a resposta do PS for NÃO deve unir-se ao PCP e BE, aprovar com eles a moção de rejeição do governo da Coligação, formar o seu próprio governo e negociar apoio parlamentar.

    Ou seja, o que eu quis dizer, sem defender ou discutir nenhuma das duas opções ou outras alternativas, é que é essa a linha separadora, a questão fundamental. Uma vez decidida a resposta,tudo o resto é negociável com PCP+BE ou com a Coligação.

  21. Não compreenderia qualquer tipo de acordo com a dita coligação. Para mim a coligação (nesta e única legislatura) pôs-se de fora do regime democrático com o apoio do presidoncio. Para mim ter mais papeis dentro duma caixa não permite ao vencedor fazer tudo e o seu contrário.

  22. ò nóni, só na tua cabeça é que há linhas. a coligação até hoje não cumpriu nenhum orçamento ou objectivo a que se propôs e tudo o que fez foi mentir, aldrabar e martelar, houve consequências? não, portanto qual é o problema de dizer que sim aos credores e depois mijar-lhes no sapato? não deve ser nenhum, os gajos até gostam. lê as declarações do rodinhas sobre os sucessos deste governo, é tudo a fazer de conta. ah… mas os juros!!!… pois, sobem e descem, mas temos o mesmo rating de 2011.

  23. Porque o assunto está directamente ligado às próximas eleições para PR, aqui fica o “desenho na Torre do Tombo

    content://com.sec.android.app.sbrowser/readinglist/1011225258.mhtml

  24. esta antiga tomada de posiçao de marcelo, é na minha opinião simplesmente vergonhosa.demonstra bem o seu caráter. ver um filho do fascismo a presidente da república, só em portugal.

  25. Caro Nadabejo:
    Bastava o Padre António Vieira ter sido perseguido pela Santa Inquisição,e de que maneira,para ser pessoa das minhas afeições.

  26. «Abraham Chévre au Lait
    12 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 9:04
    Caro Nadabejo:
    Bastava o Padre António Vieira ter sido perseguido pela Santa Inquisição,e de que maneira,para ser pessoa das minhas afeições.»

    Pois, não digo que não será das suas «afeições». Note, porém, que uma coisa é a Santa Inquisição, outra é a doutrina político-social do PAV, a qual nada tinha que ver com ESQUERDA – nem podia, atentas as suas crenças religiosas e espirituais. Certamente, não vai generalizar e referir a Santa Inquisição como aglomerando na íntegra o pensamento cristão universal ( é o católico, no sentido clássico do termo)?
    A Bloody Mary era católica….e veja os dislates que praticou…

  27. fifi
    12 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 8:58
    esta antiga tomada de posiçao de marcelo, é na minha opinião simplesmente vergonhosa.demonstra bem o seu caráter. ver um filho do fascismo a presidente da república, só em portugal.

    Hum! Então, que tal analisar a assembleia constituinte a seguir ao 25 de Abril?
    se tiver que tirar direitos aos filhos do fascismo, talvez devamos pensar em não considerar, pelo menos formalmente, algumas figuras de ESQUERDA que andam por aí a «apeixeirar» a imagem do País….

  28. Reaça
    11 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 22:38
    Ó jasmin, facista não sei o que isso é, mas estupor és tu!

    Um estupor pensa…Mas uma BURRA não. A GAJA é simplesmente BURRA e exagerada.

    E, minha BURRA! Quando chamares parkinsónicos a outros,pensa só que TAMBÉM TU podes vir a sê-lo!

    És BURRA e MAL – FORMADA e devias respeitar os doentes de parkinson, não devendo, sua MOLÉSTIA da bloga, invocar como fazes, as pessoas através de patologias.

  29. Quando estou chateado, vou atá ao aspirina. Depois de umas valentes gargalhadas e com o espírito em alta,lá lanço umas verdades.
    Delíro com a festa dos derrotados e a brincadeira de faz de conta de brincar ao governos.
    Entretanto com calma, o Passos Coelho está a fazer os contactos para os novos ministros e finalizar a sua apresentação ao Presidente.

  30. O PS é farinha do mesmo saco: quem disse?
    Os portugueses não são burros para votar PaF: quem disse?
    A vitória está no boletim: quem disse?
    Forma Governo quem tem mais votos e mais deputados. quem disse em 2009?
    Posso estar enganado, mas Costa está a suicidar_se politicamente. Teve tudo para ganhar as eleições e perdeu-as; Tem na mão a vitória das próximas e vai deixá-las escapar?

  31. @campus

    Passos Coelho, grande vencedor do sufrágio de 4 de Outubro, ganhou o privilégio de não ter que esperar pelos acórdãos do Tribunal Constitucional para ser chumbado.

  32. E eu que tinha fé no SSP.
    Lembro de prever um brilhante futuro político ao jovem que há muito tempo escrevia no DN.
    Calha, li mal.
    Gostava de reler. Alguém sabe onde andam aquelas crónicas?

    Fez mal à cabeça de SSP participar naquela tertúlia de má-lingua direita/esquerda aliadas contra ele.
    Aquela gente era assustadora.
    Principalmente o Nuno Melo…

    Não havia necessidade, neste preciso momento, de mais um destacado membro do PS mostrar que o PS é um partido onde cada um pode dar-se ares e praticar oposição interna em pose de Senador.
    E logo SSP.
    Já bastam belezas,netos, gomes, rosetas, assis e, o sempre perdoado Poeta.

    Tenha dó SSP.

  33. Ó Campus, basta dar uma espreitadela no que diz o Observador direitolas para sentir essa calma ao género do hertziano Oceano Pacífico.

    Sugiro-te, então, que te entregues de corpo e alma a uma sessão suave-suave-emais-suave-não-há daquilo que anda escondido pelos caracóis da Maria de Fátima Bonifácio (e, antes, na mona sebosa do José Manuel Fernandes).

    «“Costistas” no PS são todos aqueles que se servem de António Costa para que usurpe o poder contra o eleitorado e lhes devolva a “importância”, os “lugares”, as prebendas e o acesso ao “spoils system”.»

    Imagina tu, como está em brasa essa calma!

  34. “Entretanto com calma, o Passos Coelho está a fazer os contactos para os novos ministros e finalizar a sua apresentação ao Presidente.”

    o parolus pensa que haverá alguém disponível para um governo que está destinado a ir pró lixo. ingenuidade parola da santidade bolicoisa.

  35. O verdadeiro dilema do PSD e do CDS é que se ambos os partidos acabarem na oposição com Passos e Portas ungidos pelos óleos mediáticos da Vitoria e, por isso, a encimarem com toda a Justiça o futuro PàF, então o duo dinamite não vão poder ser despedido antes de se candidatar às próximas eleições.

  36. O meu pequeno contributo para o Futuro Governo da Nação

    Proponho António Costa para Imperador de Portugal dos Algarves e das Ilhas.
    Vice Ministros- Jerónimo de Sousa e Catarina Martins
    Ministro das Finanças -Mário Centeno
    Ministro da Economia -Francisco Louçã
    Ministro da Justiça- João Araújo
    Ministro Educação -Mário Nogueira
    Ministro da Cultura -José Pacheco Pereira
    Ministro da Agricultura -João Oliveira
    Ministro da Saúde – António Arnault
    Ministra da Igualdade e do Género – Isabel Moreira
    Ministro da Administração Interna – João Galamba
    Ministra do ambiente- Heloísa Apolónia
    Ministro dos Negócios Estrangeiros- Mário Soares
    Ministro da Defesa – Benardino Soares
    Ministra das Nacionalizações – Mariana Mortágua
    Ministro da Segurança Social- Ferro Rodrigues

  37. Tá bonito.Sim senhor.Quanta elegância. Temos Campus ( que vem aqui dizer “verdades”, as suas). Temos (uma ou um), que adora burros, e conhece ( LEU ,MAS NÃO APRENDEU ) o Padre, e , ao contrário deste, adora invetivar outros com ódio.

    ps . perdoai Senhor por ter escrito com maiúsculas.Ok?

  38. Ó campus, não se arranja aí um tachito para assessor ou mesmo Sub-Secretário de Estado da Falta de Educação ?
    Existe um abelhudo que escarra por aqui que tem perfil para o cargo .????

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