E eu pergunto: qual o objectivo, Mariana?

Se a Mariana Mortágua pensa que massacrar actualmente os nossos antepassados e nós próprios (suponho que ela também)  com as alusões ao tráfico transatlântico de escravos negros de há uns séculos leva a que, neste momento, se elimine o racismo em Portugal, está redondamente enganada. O resultado pode ser o contrário, tal o absurdo da culpabilização. Os portugueses não atravessaram os mares com o objectivo primeiro de ir torturar pessoas livres e de outras cores. Aliás, passaram-se séculos até se aventurarem pelo interior de África. Eram os próprios africanos que utilizavam pessoas já escravizadas como moeda de troca comercial. O erro não pode estar só nuns (a menos que se considere superior o estado de desenvolvimento dos europeus à época – e os europeus mais responsáveis, e inferior o dos africanos, o que é sempre discutível, dependendo da perspectiva, e nunca jamais admitido pelos movimentos de extrema-esquerda).

Nós também não somos os nossos antepassados. E as pessoas de cor de que se rodeia a Mariana para proferir estas acusações também não vão ganhar mais respeito com estas declarações, pois será legítimo perguntar-lhes por que razão elas ou os seus pais vieram então viver para o reino dos opressores e por que razão quem ficou em África e escapou ao tráfico não só não deixou de ser escravo à mão de negros como, não sendo escravo, não ficou melhor do que quem foi levado para o Brasil nem deixou de morrer por maus tratos, tendo ficado. Tudo isto e muito mais inconveniências que costuma retorquir quem gosta de prolongar estas discussões improdutivas. Foi um episódio negro da história europeia que felizmente terminou. Mas não em todo o mundo, facto de que a Mariana não fala. Na Arábia Saudita a escravatura ainda era legal em 1962 e consta que há países onde ainda se pratica, nomeadamente a Mauritânia, a Índia, a China, a Rússia, etc.

Se a Mariana pensa que os portugueses de há uns séculos não fizeram absolutamente nada de valoroso de que nós, os seus descendentes, nos devamos orgulhar e que tudo se resume à brutalidade do tráfico transatlântico ou à exploração da mão de obra negra nas colónias por racismo, só revela desrespeito pela memória, a ambição, os sonhos e o sacrifício de tantos, desdém pela imagem que o resto do mundo tem de nós, um profundo desconhecimento da história dos europeus, ou mais exactamente de todos os povos, todos eles com pessoas escravizadas numa altura ou noutra da sua história, e, mais grave, desejo de provocar reacções perigosas dos candidatos a autocratas que pululam um pouco por todo o mundo nos tempos que correm, esses sim racistas, reacções eventualmente percepcionadas como justificadas e compreendidas dado o exagero e o despropósito da culpabilização.

Se pensa que os portugueses foram os “fundadores” do racismo é ainda mais ignorante e, dada a vergonha que tem de ser descendente de tão maléfico povo, talvez fosse mais coerente mudar de nacionalidade de uma vez por todas e tornar-se palestiniana ou iraniana, correndo embora o risco de ser apedrejada por imoralidade.

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Nota: Se este meu post puder ser atribuído a alguém do Chega, fiquem a saber que eu penso o seguinte: muito do acolhimento que movimentos nacionalistas e xenófobos como o Chega lamentavelmente obtêm na sociedade deve-se ao completo exagero e ao radicalismo dos movimentos esquerdistas em matéria de revisão da História, de desprezo pelo passado e de culpabilização extemporânea e absurda do “homem branco”. Continuem assim que eles agradecem.

21 thoughts on “E eu pergunto: qual o objectivo, Mariana?”

  1. Mariana Mortágua quer a auto flagelação dos portugueses porque motivo ? Se sao porque pensa retirar dividendos em futuras eleições e uma estupidez, ninguém tem culpa do que se passou à 500 anos atrás e é uma aleivosia pensar assim.

  2. ALDRABONA.

    O «Bloco de Esquerda» transformou-se no «Chega» de Esquerda.

    Quando vem uma aldrabona qualquer (como esta Mortágua e seus ajudantes) dizer-nos que a verdade histórica é aquilo que ela prega, percebemos logo que é uma aldrabona.

    Esta aldrabona do «Bloco de Esquerda» deve ser posta nos bancos da escola, para estudar (se calhar tirou o curso como o Relvas, numa pseudo-universidade).

    As aldrabonas e aldrabões do «Bloco de Esquerda» (e quejandas) devem começar por ler o seguinte trabalho de investigação histórica e antropológica, de autoria do africano de pele escura, senegalês, Tidiane N’Diaye (publicado em língua portuguesa sob o título, “O Genocídio Ocultado: investigação histórica sobre o tráfico negreiro”, 2008, Colecção ‘Trajectos’, Gradiva).
    Escreve Tidiane N’Diaye:

    — “Desde o início do comércio oriental de escravos que os africanos (muçulmanos-árabes) decidiram castrar os negros para evitar que se reproduzissem. Hoje, a grande maioria dos descendentes dos escravos africanos são na verdade mestiços, nascidos de mulheres deportadas para haréns. Apenas 20% são negros. Essa é a diferença com o comércio transatlântico”.
    — “Eu só falo de genocídio para descrever o comércio de escravos transariano e oriental. O comércio transatlântico, praticado por ocidentais, não pode ser comparado ao genocídio. A vontade de exterminar um povo não foi provada. Porque um escravo, mesmo em condições extremamente más, tinha um valor de mercado para o dono que o desejava produtivo e com longevidade. Para 9 a 11 milhões de deportados durante essa época, existem hoje 70 milhões de descendentes. O comércio árabe-muçulmano de escravos deportou 17 milhões de pessoas que tiveram apenas 1 milhão de descendentes por causa da maciça castração praticada durante quase catorze séculos”.
    — “Foram os árabes muçulmanos que começaram o tráfico de escravos em grande escala. (….) Os árabes arrasaram a África Subsariana durante TREZE SÉCULOS ININTERRUPTOS. A maioria dos milhões de homens por eles deportados desapareceu devido ao tratamento desumano e à castração generalizada”.
    — “Como mostra a história, os árabes-muçulmanos estão na origem da calamidade que foi o tráfico e a escravatura. QUE PRATICARAM DO SÉCULO VII AO SÉCULO XX. E, do VII.º ao XVI.º século, DURANTE QUASE MIL ANOS, eles foram OS ÚNICOS a praticar este comércio miserável, deportando quase 10 milhões de africanos, antes da entrada na cena dos europeus”.
    — “É por esta razão que este genocídio assumiu tal magnitude. E continua. Atualmente, no Líbano, na Síria, na Arábia Saudita, os trabalhadores domésticos africanos vivem em condições de escravatura. A divisão racial ainda é real na África”.
    — “Recorde-se que em França, durante o comércio de escravos e a escravatura, havia filósofos do Iluminismo, como o Abade Gregório ou mesmo Montesquieu, que defendiam os negros, enquanto no mundo árabo-muçulmano os intelectuais mais respeitados, como Ibn Khaldun, afirmavam que os negros eram animais.”
    (in Tidiane N’Diaye, 2008, “O Genocídio Ocultado: investigação histórica sobre o tráfico negreiro”, 2008, Colecção ‘Trajectos’, Gradiva)

    NA ENTREVISTA dada por Tidiane N’Diaye em 2019, perguntaram-lhe o seguinte: «A recente islamização dos povos africanos excluiu as práticas de escravidão?». A esta pergunta Tidiane N’Diaye respondeu, assim:

    — “O islão só permite a escravização de não-muçulmanos. Mas em relação aos negros, os árabes utilizaram os textos eruditos, como os de Al-Dimeshkri: “Nenhuma lei divina lhes foi revelada. Nenhum profeta foi mostrado em sua casa. Também são incapazes de conceber as noções de comando e de proibição, desejo e de abstinência. Tem uma mentalidade próxima da dos animais. A submissão dos povos do Sudão aos seus chefes e reis deve-se unicamente às leis e regulamentos que lhes são impostos da mesma maneira que aos animais. ”

    LER E ESTUDAR:
    Depois da aldrabona do «Bloco de Esquerda» ter lido esta investigação, então, dou-lhe autorização para ler as seguintes obras básicas sobre o racismo e a escravatura:

    — AMSELLE, Jean-Loup (2008). Critique Postcoloniale: attention aux dérapages. Sciences Humaines, n.º 193, 2008 mai, pp.1-5.
    — ASHCROFT, Bill & GRIFFITHS, Gareth & TIFFIN, Helen (eds.) (1995). The Post-colonial Studies Reader. London: Routledge.
    — BASTIDE, Roger (1956). La causalité externe et la causalité interne dans l’explication sociologique. In Cahiers Internationaux de Sociologie, n.º 21, 1956.
    — BALANDIER, Georges (1953/2018) “Pouvoir, Société, Culture : pourquoi faut-il relire Georges Balandier”. «Ciclo de Conferências de Homenagem a Georges Balandier», Universidade Sorbonne, Paris/Descartes-Canthel.
    — BISSELL, William Cunningham, 2005. “Engaging Colonial Nostalgia”. Cultural Anthropology. May 2005, Vol. 20 (2): 215-248.
    — CLIFFORD, James (1994). Diasporas, Cultural Anthropology 9(3), 302-338.
    — GILROY, Paul (1993). The Black Atlantic: Modernity and Double Consciousness. Cambridge, Harvard University Press (Cap. 1).
    — MEYRAN, Régis (2012 Jan). Le Renversement du Ciel: Parcours d’anthropologie reciproque, [in Alain le Pichot & Moussa Soe (dir.), Ed. CNRS]. In Sciences Humaines, n.º 233, Janv. 2012, p.68.
    — MITCHELL, Timothy, 1998. “Orientalism and the Exhibitionary Order”, in The Visual Culture Reader, ed. Nicholas Mirzoeff: Routledge.
    — MOHANTY, Chandra (1998). Under Western Eyes. Feminist Scholarship and Colonial Discourses, Feminist Review 30, 61-88.
    — MOLÉNAT, Xavier (2012 Jan.). Repenser l’unité du genre humain. Sciences Humaines, n.º 233, Jan.2012, pp.56-57
    — N’DIAYE, Tidiane 2008, « Le Génocide Voilé», coll. « Continents noirs », Gallimard.
    — ROSALDO, Renato (1989). “Imperialist Nostalgia”, Representations 26 (Special Issue: Memory and Counter-Memory), 107-122.
    — SAID, Edward W. (1995/[1978]), Orientalism. Western Perceptions of the Orient, London, Penguin (Introdução, e Afterword à edição de 1995).
    — SCHNEIDER, Arnd (2000). Sítios de Amnésia e Não-sítios de Memória: a Identidade e o Outro no trabalho de quatro artistas uruguaios.
    — SPIVAK, Gayatri C. (1985). Can the Subaltern Speak? Nelson, G. & L. Grossberg (eds.), Marxism and the Interpretation of Culture, London. Macmillan.
    — WILLIAMS, Patrick & Laura CHRISMAN (eds.). (1994). Colonial Discourse and Post-Colonial Theory, London: Longman.
    — YOUNG, Robert J.C. (2001). Postcolonialism. An Historical Introduction. Oxford: Blackwell.

    SOBRE O QUE OS PORTUGUESES FIZERAM desde o séc. XV (e não do séc. XVI), e a principal motivação que os conduziu, basta ir, hoje mesmo, dia 30 de junho de 2024, à Exposição intitulada “Tesouras na Palma da Mão” que decorre no Museu do Oriente (até 1 de setembro).

  3. o objectivo é que enquanto fala da escravatura não tem de falar do último sucesso eleitoral ou de pôr o lugar à disposição do próximo inútil e também há o problema de já não serem necessários para dizerem mal do governo.

  4. .. e o grave é que ela diz ( eu vi a declaração na TV) como se acreditasse.

  5. talvez seja, oxalá em vão, a dela, uma tentativa de colonização de pessoa(inha)s de tenras ideias. sendo a escravatura uma das sombras das luzes da história da civilização, nada há a condenar agora o que já foi. talvez a Mariana esteja a imaginar um Portugal masculino e, por isso, aos seus olhos, abominável. se calhar anda a falar, não pelo coração, pela vagina.

    só não entendo porque teimam em dizer pessoas de cor. todos temos cor. uns são castanhos, outros pretos, outros acinzentados, outros brancos, outros caramelizados, outros avermelhados, outros amarelados e até há quem diga que somos visitados por verdíssimos.

  6. A história daquelas viagens, dos “descobrimentos”…., do colonialismo, está relacionada com poder, violência, subjugação, escravatura; criou traumas intergeracionais em ambos os lados bem patentes nos nossos tempos. Ainda hoje tive a chance de aceder à borla a um interessante ensaio no site Foreign affairs (que não assino) sobre os acontecimentos no Congo no início da década de 60, trazendo-me à memória aquela tragédia que acompanhei na altura pela imprensa (era um jovenzito), mas aqui recordada e analisada ao detalhe, com revelações que desconhecia. De deitar as mãos à cabeça.
    Deixo o link. Talvez….

    What Really Happened in Congo: The CIA, the Murder of Lumumba, and the Rise of Mobutu (foreignaffairs.com)

    Claro que a cachopa do be é uma oportunista. Basta mirar a foto, tendo a seu lado só pessoas de cor negra (exceção do camarada irmão do…), e parece estar a dar uma lição aos descendentes de africanos, atitude manhosa… – quiçá civilizacional….
    Os portugueses de há uns séculos, naquelas viagens, “descobrimentos”…, na minha modestíssima opinião (*), não nos deixaram mesmo nada, nadinha, de valoroso de que nos possamos orgulhar. Foi uma tragédia para o país, uma tragédia com séculos de repercussão que ainda hoje envenenam as relações da sociedade portuguesa. Nem a nós nem aos povos “descobertos”.

    (*) É mentira. Nunca considero modesta a minha opinião.

  7. a mariana , não sei , mas o objectivo deste homem é altamente : os do choradinho sempre por detrás do piorio da humanidade.

    https://www.publico.pt/2024/06/06/culturaipsilon/entrevista/podemos-contar-historia-escravatura-maneira-seguindo-dinheiro-2093233

    ““Podemos contar a história da escravatura de outra maneira, seguindo o dinheiro?”

    O jornalista David Montero seguiu o rasto do dinheiro desde a fundação do seu país, os Estados Unidos. Escreveu um livro que ajuda a entender o fosso entre ricos e pobres. A escravatura está na raiz.

    ” os grandes bancos do Norte, como o Citibank ou o Bank of America, financiaram a escravatura e beneficiaram fortemente do seu envolvimento nesse tipo de negócios, fazendo parte de uma economia que cresceu exercendo poder sobre o corpo negros “

  8. “Nós também não somos os nossos antepassados.”
    “Se a Mariana pensa que os portugueses de há uns séculos não fizeram absolutamente nada de valoroso de que nós, os seus descendentes, nos devamos orgulhar…”

    Ou seja: para as coisas más, como a escravatura, isso já lá vai e não temos nada a ver com isso. Para as coisas boas, valor e coragem e assim, já é connosco e devemos ‘orgulhar-nos’.

    Eu não me orgulho de porra nenhuma. Não participei nem ajudei em nada, de bom ou de mau. Quando muito beneficiei de coisas boas ou más: muita riqueza foi saqueada de África e do Brasil, às costas de muitos negros e negras, e Portugal seria (ainda) mais pobre sem essa exploração.

    Os negros também escravizaram e mataram e etc.? Pois sim, mas isso não apaga a culpa dos europeus ou o saque que fizeram. Fomos nós que os roubámos, somos ainda nós que financiamos ditadores e continuamos a saquear o que podemos, enquanto milhões vivem vidas miseráveis.

    Nós? E quem somos ‘nós’? Não são os milhões de portugueses e outros europeus pobres, que também sempre foram explorados; são as supostas ‘elites’ que mandavam e mandam ainda nisto tudo. Os monarcas, os aristocratas, os industriais, as ricas famílias, ‘empreendedores’ patos-bravos, todos os que lá enriqueceram e cá enriqueceram ainda mais. Esses é que devem reparações.

  9. Já agora: a Mortágua terá os seus defeitos, incluindo as tretas identitárias, mas é provavelmente o único político que se aproveita neste triste país. Pelo menos dos que são mais conhecidos.

    Na TV, só talvez ao Paulo Morais ouvi mais verdades do que à Mortágua. Curiosamente, no Partido Sucateiro há um Daniel Adrião que diz algumas – algo estranho em tal esgoto, mas com os resultados previsíveis: nas últimas directas do PS teve menos de 1%. Ali só se quer poleiro, teta e tacho.

  10. Foda-se, nem vou ver se a M. Mortagua foi desajeitada naquilo que disse. Este texto, para além de revelar uma profunda ignorância da historia (os verdadeiros culpados do comércio triangular são os africanos, é isso ?), é trumpista e fascista na sua estrutura, na sua essência e na sua expressão, e também no seu estilo. A autora não o ignora, alias, e parece vangloriar-se do feito. Os comentarios merdosos dos fascistas que frequentam cada vez mais assiduamente esta tasca, confirmam-no amplamente. Boa altura para tirar umas férias, longas, do Aspirina B, que parece comprazer-se no cheiro a cloaca. Bom proveito.

  11. “Nós? E quem somos ‘nós’? Não são os milhões de portugueses e outros europeus pobres, que também sempre foram explorados; são as supostas ‘elites’ que mandavam e mandam ainda nisto tudo. Os monarcas, os aristocratas, os industriais, as ricas famílias, ‘empreendedores’ patos-bravos, todos os que lá enriqueceram e cá enriqueceram ainda mais. Esses é que devem reparações.”

    concordo a 100 % , quem beneficiou , que pague. é seguir o rasto do dinheiro , não será difícil chegar aos acionistas das empresas da indústria da escravatura ..

    e do corpo negro a explorar todos os corpos foi um saltinho , através da corrupção da medicina

    https://www.alimente.elconfidencial.com/bienestar/2024-07-01/doctor-x-cinco-anos-en-la-cuenta-bancaria-de-un-medico-de-elite_3901843/

  12. Bravo! 100% de acordo!
    E sim, quando o politicamente correto roça a marca da imbecilidade, abrem-se as portas à extrema direita.

  13. Penelope,porque não pedir nacionalidade estado unidense?Talvez fosses a tempo de participar na campanha do Trump.
    Podias era morrer num tiroteio.
    Essa de justificar a escravatura cruel que praticamos e de que tivemos o monopólio durante dois séculos porque os africanos também o faziam e como reivindicar o direito a roubar a casa do nosso vizinho porque há muita gente a fazer o mesmo.
    E se a extrema direita cresce e porque a mentalidade racista,escravista e de colonialismo continua bem viva.Se calhar somos mais parecidos com os nossos antepassados do que julgamos.
    E escravatura na Rússia,outro ódio de estimação da Penelope. se e para confundir maus salários e mas condições de trabalho com escravatura basta ir aos campos do Alentejo. Não e preciso ir a Rússia.
    Trabalho forçado nas prisões pode ir aos Estados Unidos onde muitas empresas vivem disso. E para que a máquina funcione aquela grande democracia tem a maior população carcerária do mundo tanto em números absolutos como relativos.
    A tal mentalidade racista esta no post da sionista Penelope e nalguns dos comentários. Triste mas e o que temos e e por estas mentalidades podres que a extrema direita cresce.
    Vao ver se o mar da choco.

  14. O problema é que ninguém sabe o que isso de «extrema direita».
    Nem sequer os/as próprios que dizem isso.
    Escrevam lá, aqui, o que é isso de «extrema direita», se forem capazes.

  15. ChatGPT
    A extrema direita é um termo utilizado para descrever um espectro político que abrange ideologias e movimentos que defendem posições extremamente conservadoras, nacionalistas e, em alguns casos, autoritárias. Algumas características comuns da extrema direita incluem:

    Nacionalismo extremo: Ênfase na identidade nacional, muitas vezes com uma visão exclusivista e etnocêntrica da nação.

    Conservadorismo social: Apoio a valores tradicionais e resistência a mudanças sociais, especialmente aquelas relacionadas a questões como imigração, direitos LGBT+, e diversidade cultural.

    Autoritarismo: Tendência a apoiar governos fortes, centralizados e, em alguns casos, líderes autoritários que prometem ordem e segurança.

    Antiliberalismo: Oposição aos princípios do liberalismo político, como direitos individuais, liberdade de expressão e separação entre estado e religião.

    Antiglobalismo: Crítica à globalização e ao internacionalismo, frequentemente associando-os à perda de identidade nacional e ao enfraquecimento da soberania.

    É importante notar que o termo “extrema direita” não se refere necessariamente a um grupo homogêneo e pode variar em suas manifestações e intensidades em diferentes contextos políticos e culturais ao redor do mundo.

    Prontos, fiz o que tu fazes muitas vezes. Contente??

  16. Limpa Retretes, portanto, uma mão-cheia de nada.

    Tal como desconfiava, não sabem do que estão a falar.
    No sentido, de que o inverso do que dizem e acusam é exactamente o mesmo.
    Os adjectivos que são utilizados nessa «definição» podiam ser, exactamente, isomorficamente, os utilizados pelos da «extrema oposta».

    Até poderíamos afirmar que:
    — A «extrema-direita» são os que são a favor da identidade das Nações e da sua soberania, não permitindo que interesses estrangeiros dominem e conquistem as Nações e Povos independentes e culturalmente diversos; os que são a favor dos mais fracos e menos poderosos, evitando a ideologia liberal da minoria dos mais fortes baseada no «laisser faire, laisser passer»; os que são a favor de governos em que quem é votado e eleito manda e lidera, evitando o crime e a corrupção generalizada; os que não são a favor de uma sociedade comandada pela agenda das lésbicas e gays, que ideologicamente obriga as pessoas a viverem com os que não escolhem e não gostam; são os que defendem as suas Nações, e lutam contra os conservadores liberais e internacionalistas (sociedades anónimas multinacionais, bolsas da indústria transnacional do armamento e energia, empresas supra-nacionais sedeadas em off-shores para fugirem aos impostos e roubarem a riqueza criada pela maioria das pessoas, etc.) que teimam em impor o seu colonialismo autoritário (militar, económico, ideológico) aos Povos e Nações soberanas do mundo.

  17. ” … os que não são a favor de uma sociedade comandada pela agenda das lésbicas e gays, que ideologicamente obriga as pessoas a viverem com os que não escolhem e não gostam…”

  18. Imputável, eu como sou ignorante fui ao ChatGpt, já tu que és iluminado de sapiência, até puseste extrema direita entre aspas.

    Isto é como os penaltis, ou é ou não é!

    Viste outra mão cheia de nada, como a merda que debitas.

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