46 thoughts on “Reforços de Inverno”

  1. Se eu te apanhasse a jeito na Lubianka, garanto-te que ias conhecer (e não apenas simbolicamente) toda a crueldade e arbitrariedade do regime, meu querido…

  2. Oh! unrecontructed, deves ter os mesmos tiques do carlos cruz e do pedroso?
    E, deves ser muito mau! Os culpados disto tudo, são o Salazar e a P-I-D-E., que vos deviam ter limpo o sebo.

  3. Porra, só pensas em sexo – e logo no infantil. Não, Zé Tim, os meus tques são mais singelos – matava-te e pronto, ias conhecer o Nosso Senhor em pessoa (ias ler-lhe o Livro Negro do Comunismo, para ver se adormecias o Padre Eterno…)

  4. O Nosso Senhor, não é teu concerteza pois ele não que nada com Satanás.
    E não pensei em sexo, pensei nos da tua laia.

  5. Lê devagarinho, porque parece que tens problemas de compreensão: o Nosso Senhor era para ti, filho; ele não quer nada comigo nem eu com ele, que eu sou mais do género luciferino (se em vez de leres esse arrazoado de disparates do Livro Negro, lesses antes poesia do Boria Vian, ficavas a saber que “c’est plus épatant/ chez Satan”); agora tu precisas muito da intervenção do Divino, muita ajuda, muito conselho: Ele senta-te nos joelhos…

  6. O Zé Tim (of Finland, if you know what I mean…) sonha em ficar fechado na Lubianka, sozinho com uma porrada de GPU’s e KGB’s gabosos, de botas de cano e blusões de cabedal… first, he must beg the reds for his life… and then the unavoidable, happens! Socorro, Padrrre Dâmaso!

  7. ZéTi, não te armes em tímido; olha que conheço-te bem de muitos quartos escuros. Vá lá, assume-te, que estás entre amiguinhos….

  8. Olha mais um que também quer ir para a Lubianka… ou será o mesmo? A argumentação é mais subtil (o nexo de causalidade entre o pedido de dez dólares em 1940 e a Revolução de 1959 nunca tinha sido suficientemente explorado pelos historiadores do regime), mas o estilo é igualmente elevado (“Um mercenário com nome de cão”); sabes onde é que oeu te enfiava o charuto do Che – aceso e tudo?

  9. DESCULPEM LÁ, JOSÉS TIMS DESTA VIDA E AFINS, MAS OS REFORÇOS DE INVERNO NÃO SÃO O FRIO, OS GUARDA-CHUVAS, O GRANIZO E UMA MÃO CHEIA DE ARTISTAS DO PÉ DI BOLA, VULGO FUTEBOL? PÁREM DE DESCONVERSAR.

  10. É por estes e por outros que as muito criticadas instalações da Lubianka se tornaram uma necessidade irrecusável – uma medida de higiene, eu diria mesmo.

  11. Os reaccionários portugueses, atrasados como o país, revelam-nos destas surpresas: ainda cultivam este estilo boçal, de frade miguelista, e referem-se a figuras do ancien régime, que continuam certamente a povoar-lhes o imaginário, tipo “filho de padre” (figura mitológca que não resistiu à invenção do Padre Frederico pelos jornais luciferinos…) Continua, bom Pinhão, a desnudar a tua alma: estudar-te é um prazer do espírito: para encontrar trogloditas como tu, dantes era preciso ir à Nova Guiné (e ainda assim, não os havia javardolas como tu…)

  12. Proponho ao José Pinto a criação de um Ministério para a Supressão do Vício (também parece que há “lá fora” e com grandes resultados!)

  13. Por certo, se o livro é vicioso, então que arda! (E de que vício – ou vícios – trata esse tal de Miranda? Eu só gosto de vícios assim grandes, farfalhudos: gula, cupidez, luxúria… para mim nada de miudezas!)

  14. Mário, disse que tinha o livro na estante, não disse que o li. LOL. Pois é, confesso aqui a minha santa ignorância sobre os vícios do cujo. Mas sempre me saí com um rasgo de fazer crer que era extremamente culta! (uau).

  15. Se eu te apanhasse a jeito na Lubianka, garanto-te que ias conhecer (e não apenas simbolicamente) toda a crueldade e arbitrariedade do regime, meu querido…

  16. Diz que são paneleirices e depois põe-te a apanhar o lencinho que te caíu ao chão à minha frente que logo vês o que é que te acontece. Nem o Padrrre Dâmaso te salva!

  17. Golden shower? How wonderful! (Mas olha lá, tu que tens uma relação assim pró íntima com o Senhor Padrrre, achas que ele não se imporrta?)

  18. Há por aí, um filho da puta a passar-se por mim.
    O único padre que foi às putas, foi o pai de Mário Soares, e surgiu este monte de merda.

  19. Pode-se escrever o livro negro, não só do comunismo mas também de muitas outras coisas, como o capitalismo por exemplo. Este seria sem sombra de duvidas o mais negro de todos…

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