Vinte Linhas 777

Dulce Maria Cardoso – da Figueira da Foz para Paraty

Leio na página 21 da Revista Ler nº 113, de Maio de 2012 o seguinte: «Dulce Maria Cardoso em Paraty – Já foi confirmada a presença da romancista Dulce Maria Cardoso na Festa Literária Internacional de Paraty (de 4 a 8 de Julho). Até ao momento é a única confirmação de autor português a fazer parte de uma das mesas principais. (www.flip.prg.br)

Ora «no dia 24 de Março de 1992 reuniu na Figueira da Foz o júri do Prémio Literário Joaquim Namorado na sua IX edição». Fiz parte desse júri com «Luís de Melo Biscaia, João da Silva Soares e Armando Garrido Gomes de Carvalho. Depois de prolongada troca de impressões o júri deliberou por unanimidade atribuir o Prémio ex-aqueo aos seguintes contos. «O herói pintado à mão» e «A ver navios». Abertos os respectivos envelopes dos pseudónimos verificou-se que «O Herói pintado à mão» é de autoria de Dulce Maria Cardoso residente em Cascais. «A ver navios» é de autoria de António Breda Carvalho residente na Mealhada». (citação parcial da acta)

Recordo bem que o original tinha o número 50, havia muitos concorrentes do Brasil e as duas menções honrosas do júri foram para «Olhos de fogo» de Cyro Pereira de Matos de Itabuna e «Festa da Ano Novo» de João de Carvalho de São Paulo.

Vinte anos depois sinto que ajudei um pouco com a minha teimosa opinião de 1992 a desvendar um talento que o tempo confirmou em 2012 com este convite para a Festa de Paraty. Arrumando papéis antigos descobri o convite e a acta final ao lado de bilhetes da Rodoviária Nacional e da AVIC. Mas o principal é que a aposta de 1992 valeu a pena e hoje aí está bem confirmada com um convite para o Brasil.

10 thoughts on “Vinte Linhas 777”

  1. Mas este post serviu para quê? Para dizer que o sujeito uma vez fez parte dum juri tendo como função pôr a mesa, as cadeiras, encher os copos de água, varrer a sala, acender as luzes, escrever as atas que os outros ditavam.
    Que interessa isso a quem vem a este blog?
    É promoção pessoal? Foi já escrever ao Cavaco para no próximo dia de Portugal lhe atribuir uma medalha de cortiça. O sujeito merece por aquilo a que se tem sujeitado toda a vida. Andar com a espinha dobrada.
    E afinal, nós que pensávamos ler qualquer coisa de interesse é que ficamos A VER NAVIOS.
    O sujeito não é nada modesto. Quando não tiver mais de que falar virá aqui expor as suas cagadas que, estas, aliás, não deixam de ser igualmente umas obras cagadas.

  2. mas haverá algum escritor em portugal que não deva a careira literária às teimosias do bronco da benedita? já agora bota aí as ajudas de custo e as restantes chulices que sacaste à organização do invento literário que distribuiu prémios aos esáquios e restantes batráquios que foram fazer a rodagem do citrohein à figueira.

  3. ÓH ZECA GALHÃO, páh, tu podes ser de um grande contributo para a gramática portuguesa: reduzes os pronomes pessoais e logo as conjugações verbais, reduzes tudo a «EU».

    Excecionalmente deixa ficar o TU, para que se possa dizer que tu és um homenzinho tão infeliz, que precisa de tanta atenção, que não tem, que contas a tua vida até aos ciganos, no encalce de um louvor. És, porém, tão medíocre na escrita, na forma que lhe dás e no seu conteúdo que geras o maior sentimento de rejeição, coisa física tás a ver, algo que tem tanto de patético como de hilariante. És um boçal, um zero, um vazio que já demonstrou que «não consegue dar duas prá caixa». Falas do Brasil? Mas tu pensas que o Brasil se deixa ir na conversa de um barda como tu? se tivesses feito laguma coisa pela língua portuguesa já estavas na academia brasileira de letras, páh, e por lá, rezam-me os ventos que nem te conhecem e sabes? Aquela malta não gosta de gente baidosa pá, como tu, ainda por cima sem causa. MERDA CAGADA é o que tu escreves e um destes dias ainda falo com laguém de Revista Ler e aí, ó carapau, bamos ber quem é o maluco! OK?

  4. O poeta claudica, infelizmente, por escrever textos em que vem ao de cima, sobretudo, a sua enorme vaidade.

    Lembra-se da fábula da rã que queria ser boi?

    Também lhe poderia ser útil a velha máxima, segundo a qual “elogio em boca própria é vitupério”.

    Escreva sobre o que lhe vai na alma, sim (de preferência em Português corrente), mas poupe-nos ao seu excelso curriculum.

    Os meus respeitosos cumprimentos.

    P.S. – Já agora peço-lhe que me esclareça se o autor de “Olhos de fogo», se chama Cyro Pereira de Matos de Itabuna, ou se o seu nome é Cyro Pereira de Matos, sendo Itabuna a cidade onde reside. O mesmo se aplica, mudando o que é para mudar, ao autor de «Festa da Ano Novo».

  5. o GAJO agora não pode, tá abere a gaja da emel a multar as carroças que poisam lá pelos barros altos. Granda cromo, se eu apanho este gajo em algum colóquio ou alguma dessas tretas que lhe enchem a barriga, estralhaço o tipo, e nem preciso de me preparar para um vis – à – vis cm semelhante impropério das letras.
    Este gajo lembra-me o Barroso, de facto, o Barroso, tem um curriculum de presenças aqui e ali, o gajo até saíu num outdoor com o ingles e o americaas, mas se birmos bem, o Barroso é o maior incompetente da Europa, gosta é que falem dele e também gosta muito do «je« e moi-même».

    `tas a bere ó ZECA Galhão pah tu és igual, será que o nórdico tamém tinha informacões sobre ti? Cum catano, debe lá ter a história da tua terceira classe, quando cumbaste, páh.

  6. Chama-se a isto “se famoso por osmose”.

    O ego deste homem é maior que a nossa dívida externa. Mas bem mais cómico.

  7. Diz o da benedita, a certo ponto: «…o júri deliberou por unanimidade atribuir o Prémio…» E mais à frente: «Vinte anos depois sinto que ajudei um pouco com a minha teimosa opinião de 1992 a desvendar um talento…». Bom, é caso para perguntar se houve unanimidade no júri. Parece que não, porque o que prevaleceu foi a «teimosia do poeta da benedita»! Ao que chega a doença da grandeza, da vaidade, da promoçãozinha pessoal! Vai em frente, meu. Mas pensa um pouco na fábula de que fala o Carlos Madorno.

  8. ehehhehehe, ó Zeca, Ó Zeca Galhão, fogo, és um incauto, um impropério. Mereces ser emoldurado e posto na parede sobre a lareira, tás aber como se faz lá nas berças, onde poem o animal com os cornos bem espetados.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.