Vinte Linhas 770

António Colaço no Museu da Água das Amoreiras

Até 28 de Abril no Reservatório da Mãe d ´Água do Jardim das Amoreiras, de segunda a sábado entre as 10 e as 18 horas, António Colaço (n. 1952) expõe um conjunto de pinturas sob o título de «Lisboas». Jornalista ligado ao movimento das rádios livres e da TV regional, com um processo no DIAP em Abril de 1995, as suas pinturas, esculturas e desenhos, estão na Mãe d´Água «para dizer que a cidade precisa de inventar novos Aquedutos que tragam até ao coração dos seus dias os revigorantes caudais das nossas desperdiçadas energias».

Tal como José Rodrigues Miguéis em «O idealista no Mundo real», António Colaço também poderia perguntar: «Porque é que um labrego que sai das unhas negras da Escola há-de ser necessariamente um superior?» Na verdade muitos dos nossos grandes autores do século XIX como Alexandre Herculano, Oliveira Martins, Camilo Castelo Branco, Ramalho Ortigão, Gomes Leal e Lúcio de Azevedo, nunca por lá passaram. Dito de outra maneira: «Nunca nada me moveu contra a Academia mas em mim a percepção da apatia foi sempre mais forte» – afirma o pintor no texto do catálogo. De um lado a urgência do quotidiano; do outro a lentidão dos cursos, o seu ramerrame anual.

As velas da imagem que se reproduz como convite (foto de Pedro Silva) são um outro olhar sobre a viagem à Índia, uma nova viagem na afirmação de um Portugal Novo «que volte a partir para o mar mas, agora, de caravelas a abarrotar com o ouro e as tantas especiarias que, de Norte a Sul, do Litoral ao Interior, sejam o fruto de um Portugal outra vez Criador!» – como afirma António Colaço. Quarenta anos depois da primeira exposição no Porto, entre o balanço da vida e da obra e as energias de novo carregadas para a aventura, tudo recomeça.

7 thoughts on “Vinte Linhas 770”

  1. oh da benedita! ora nem mais, o importante é ter registo criminal anotado, que se fodam os títulos académicos e as escolas. tiraste a 3ª. classe nos adultos e agora temos que aturar complexos de pé descalço com colagem a etiquetas de marca. o teu problema é sonhares com arrotos a ouro e especiarias em vez de fazeres pela vida, mas trabalhar, faz calos.

  2. «Jornalista ligado ao movimento das rádios livres e da TV regional, com um processo no DIAP em Abril de 1995»

    Com um proceso no DIAP em Abril de 1995….ouve lá pa, mas tu deves pensar que estás a escrever para anormais. Qu enos interessa se o homem teve ou processo no DIAP em 19e troca o passo, pa? E já agora, foi acusado ou simplemente arquivado do inquérito? E s enão foi acusado, houve instrução criminal, e foi pronunciado e foi julgado? Ò Bronco da Benedita, se falas num processo de 1995, e já que te dizes escritor e ejornalista, devias informar sobre aquele concreto ponto, pa. Ou queres que a gente pá pense que o tipo andou à pancada com um gajo e foi DIAPIZADO pró ministério público, meu?

    Olha o que te define, ÓH da BENEDITA!
    ««Porque é que um labrego que sai das unhas negras da Escola há-de ser necessariamente um superior?» da escola comercial, diga-se!! Fogo, e só começar a aler as tuas trampas e encontramos um mundo de merda sem fundo, caraças, e bens tue cacarejar a tua «sabedoria». Porra, se começasse a analisar a tua trampa de texto, ia encontar mais merda escondida…«anichada». Bai-te curar, pá, come sopa de cravos, pá, que hoje é o dia deles, e leba atua carabina enferrujada ou então pede uma emprestada ao cimento e dá um tiro na tua literatura. Fogo.

  3. IRRA, se tu fizesses história de portugal, o maralhal futuro, ia pensar indubitabelmente, pah, que tue fostes o único português que descobriu o mundo, que és imortal e fizestes aqueles tratados todos do caraças, a cumeçare pelo de tordesilhas. Por causa do «teu olhar sobre o mundo». CALA-TE PÁ.

  4. Muito importante – a exposição de António Colaço fica na Mãe de água do jardim das Amoreiras até ao dia 6 de Maio. Tomem nota, por favor.

  5. Este pindérico ex “assessor de imprensa” do grupo parlamentar do PS, guindado por Jorge Lacão e António Reis tem andado a mamar à conta dos nossos impostos anos a fio e, via partido, também tratou de encaminhar mulher e filhos.

    Dispenso-me a fazer mais considerações.

    (este post é insultuoso face à consideração que tenho pelo Val e por Isabel Moreira).

  6. Ó da benedita, pah, logo vi que para ires buscar o tipo tinhas que ter algo em comum com ele – comer à conta. Ás tantas ainda cravaste um dedal com a cruz no meio e a puseste com um naperon sobre a hoover. Sempre a gosmar, este«gajo. CALA-TE

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