Vinte Linhas 674

«Não se brinca com o amor» no Teatro da Politécnica

Vai estrear no próximo dia 19 de Outubro às 19 horas a peça «Não se brinca com o amor» de Alfred de Musset no Teatro da Politécnica – como o nome indica fica na Rua da Escola Politécnica nº 56 telefones 213916750 ou 213876078. A encenação é de Jorge Silva Melo em co-produção com o Teatro Viriato, a tradução de Ana Campos, o cenário e os figurinos de Rita Lopes Alves, a luz de Pedro Domingos, a assistência de Andreia Bento e Joana Barros e os actores são Catarina Wallenstein, Elmano Sancho, Vânia Rodrigues, Américo Silva, António Simão, João Meireles, Pedro Carraca, Alexandre Viveiros, Joana Barros, Diogo Cão e Tiago Nogueira.

Ao mesmo tempo será inaugurada no mesmo espaço a exposição «Ângelo de Sousa – ainda as esculturas». Juntando as boas vontades de Miguel Sousa, Filomena Serra, Manuel Ulisses, Fundação Gulbenkian e Galeria Quadrado Azul, esta exposição de esculturas e desenhos de Ângelo de Sousa vai estar aqui patente até ao dia 19 de Dezembro.

Massacrados como estamos pela «quadrilha selvagem» da CML que destruiu há pouco tempo a parte substancial do Jardim do Príncipe Real (mais de 60 árvores abatidas) os habituais frequentadores deste espaço agora povoado por uma saibro maldito que dizem importado de Espanha (e até tem pó de vidro) ficam quase felizes com a possibilidade de terem um teatro aqui ao pé da porta. Sábio e prudente, o encenador Jorge Silva Melo, advertiu-me com uma poderosa adversativa – «Prognósticos só no final!».Lembrou assim Ananias, o jogador iletrado antes de uma Náutico-Recife nesta cidade brasileira. O mesmo é dizer – «Não deitar foguetes antes da festa!» que isto de autarquias nunca se sabe. Vamos a ver. Oxalá, senhor Vaningen!

13 thoughts on “Vinte Linhas 674”

  1. quadrilha é a tua tia! tás tão preocupado com o saibro que ainda não deste pela inexistência do ministério da cultura. se calhar é exigir demais dum rústico da benedita, mas enfim, tamém ninguém te mandou misturar horários de teatro com exposições e graçolas desportivas.

  2. Olha o maluco que insiste no «rústico» e na «Benedita». Já sabes que nem eu sou rústico nem da Benedita; insistes porque és maluco. Volta para o Telhal, ó chanfrado.

  3. Com o amor não se brinca jcfrancisco? Então para que serve o amor senão para brincar?
    Olha! Por exemplo, a minha casa chama-se o NINHO DO PASSARINHO. Não é uma ternura?

    Minha casa é meu ninho,
    e é ver lá p’rá noitinha,
    o porco do “passarinho”
    a cuspir na “passarinha”

    Se calhar não se brinca com o amor porque, segundo dizem, o amor é cego. Sendo assim:

    Creia, o amor é cego,
    não se vêem os escolhos,
    o casamento, não nego,
    é que vem abrir os olhos!

    Além do mais, pergunto eu: existe amor perfeito?

    Existe amor perfeito?
    Há esse tipo d’amor?
    se houver só tem um jeito,
    s’existe é uma flor!

    Também há aqueles que amam, sim mas amam o PODER:

    Há quem ame o poder,
    dirigir e governar,
    mas há outros, podem crer,
    têm o poder d’ amar!

    Haveria muito mais a dizer sobre este tema do amor mas por hoje fico-me por aqui.
    Já são 4 trovas e de borla!

  4. laços, que abraços, que amassos, são traços de líbido, não há embaço, a gritar: traços de laços, amassos, abraçados, sem cansaço, de abraçar.

    (é esta a brincadeira d’amor, Adolfo, mas amor não é p’ra brincar. estaria agora, talvez, na hora, de dares de beber à tripa e, quem sabe, talvez ires…) :-D

  5. É isso Olinda o amor é uma coisa muito séria. Estou em pulgas para a estreia mas não devo poder ir no dia 19 por outras razões mas mesmo assim espero poder ir no dia 20.

  6. o poeta tem um encontro amoroso aprazado para dia 19 com a mulher a dias, mas os gajos adiam a estreia por causa da pulgas e do carraça.

  7. Ó maluco vai para o Telhal, vieste de fim de semana e não voltaste. És um alucinado e um delirante, vai morrer longe!

  8. Olinda vou já tratar da tripa mas gostava antes de te fazer um convite:

    De sexo sou professor,
    sou um tigre sedutor,
    visite a minha jaula,
    venha experimentar,
    não tem nada que pagar,
    grátis a primeira aula!

    Olinda agora até estou com prisão…

    A prisão é utopia?
    Nesta questão se concentre:
    Pode haver amnistia
    quando há “prisão de ventre”?

    E a ti Olinda acontece-te o mesmo que ao Lacerda? Tuas nádegas também falam?

    Tuas nádegas falando
    quando tu estás entrando
    no sanitário, oh Lacerda!
    Qu’estão elas a dizer?
    Pois é fácil de saber:
    -Entre nós vai haver merda!

    Mas quanto ao aliviar a tripa felizmente que:

    Se merda valesse oiro
    o povo não a “cheirava”
    e longe vá o agoiro
    mas o pobre nem cagava!

    Até o jcfrancisco está arrelampado. Nunca ele pensou que havia poesia tão boa. Anda ele a ler uns livrecos que se dizem de poesia e no final havia coisas muito melhores!

  9. :-)

    ai que convite careta!, Adolfo, esse de saltar da cueca, gratuito, que horror!, então tu não sabes, Adolfo, que o sexo não é brincadeira, que besteira!, só se paga com brincadeira, que não é a brincar, já disse, d’amor? :-)

  10. O amor é uma coisa muito séria?!!! Mas quem lhe disse isso VALUPI? Nem Jesus disse isso, quanto mais uma pessoa com a sua considerável dose de veneno… O AMOR NÃO É SÉRIO – é esse aliás o motivo por que escreve o que escreve neste blogue.

    “Amo-o muito.”
    Está a ver que não é sério?

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