Vinte Linhas 641

«Diário de Noticias» – OMS não é ONU e galões são café com leite

Do «Diário de Noticias» de 9-7-2011, última página, a coluna de Ferreira Fernandes (Um ponto é tudo) usa uma expressão que em geral a nós portugueses, leitores do jornal, nada diz. Repare-se «Isto não vai lá poupando uns galões de gasolina».

O jornalista Ferreira Fernandes que eu conheci nos anos 80 na redacção do semanário O PONTO já nada tem a ver com este jornalista de hoje. Nesse tempo os mestres (como Jacinto Baptista ou Abel Pereira) ensinavam-nos que o jornalista deve informar, formar e divertir. Mas informar com dados ao alcance do leitor. Poucos leitores sabem que nos EUA a gasolina se vende aos galões. Em Portugal galões é outra oisa.

Para o comum dos leitores galões quer dizer café com leite em copo alto. A expressão galões de gasolina surge como uma dupla incongruência. Porque Ferreira Fernandes não se está a dirigir a americanos – que sabem. Porque, estando a dirigir-se a portugueses, deveria saber que eles não sabem.

No «Diário de Notícias» de 10-7-2011 a primeira página abre com «Portugal na lista negra da ONU por violência contra 40% dos idosos». Mas o título não está de acordo com o corpo da notícia pois a mesma refere a OMS – Organização Mundial de Saúde. Por muito que a OMS esteja ligada à ONU não é a mesma coisa. OMS é OMS; ONU é ONU. Mas também se estranha que Israel seja integrado numa lista de países europeus ao lado de Portugal, Macedónia, Áustria e Sérvia. Se desde 1948 o estado de Israel tem aumentado aos poucos a sua superfície no Médio Oriente não pode aparecer agora numa notícia integrado na Europa. Ou pode? Responda quem souber.

22 thoughts on “Vinte Linhas 641”

  1. Como é que sabes que os portugueses não sabem? Mas tu sabes! Então, diz-me lá, porque razão tu sabes e os outros não sabem? Olha «responda quem souber»! Palerma da treta! Tantos telhadinhos de vidro que tu tens e que bem que atiras pedras aos telhados dos outros. Aliás, não sabes fazer mais nada. Andas de lupa, suponho… Sempre à procura de apanhar algum pretexto para fazer um post. E para denunciar. Foste da pide, não? Cala o bico «ó pulmões com olhos» e mete-te na tua vidinha, caraças! És um mete nojo, pá! Papalvo que só fala de si próprio, da famelga, das passeatas. Olha em redor, meu. Inspira-te naquilo que te rodeia. Olha para os outros e VÊ. Escreve sobre a nossa sociedade, nos problemas que te passam ao lado. E vens criticar os verdadeiros jornalistas?! É preciso teres lata para vires criticar o Ferreira Fernandes! Tomarias tu ser um jornalista como ele. O jornalista que ele foi, no teu tenebroso entender «já nada tem a ver com este jornalista de hoje»! O desprezo com que tratas e destratas o teu próximo é notável, pá! Inveja, pá, pura inveja. És um sacana que só sabe dizer mal daqueles que não te ligam nenhuma. Daqueles que sabem escrever de verdade. Que não escrevem banalidades nem merdas como tu.

  2. Então tu nunca ouviste falar em polissemia? Ah, ok, é uma palavra com mais de duas sílabas, é demasiada areia para ti.
    Olha o que eu descobri no dicionário
    galão
    s. m.
    1. Tecido forte em forma de fita.
    2. Fita estreita; trança.
    3. Distintivo na manga ou no boné dos uniformes.
    4. Salto ou corcovo repentino do cavalo.
    5. Jacto desordenado do primeiro líquido que sai pelo gargalo.
    6. [Marinha] Listão no costado do navio.
    7. Medida inglesa para sólidos e líquidos.
    8. Copo de café com leite.

    Em oito sentidos diferentes, o que tu referes vem em último. Mas se folheares um jornal de economia, acessível a qualquer português médio, vais reparar que se fala muito em galões e não se trata de café com leite, nem de adornos dos ombros dos oficiais de alta patente.
    Um beijinho

  3. ZECA GALHÃO, pá, tu falas muito de charoleses, meu, e issu é a prova pruvada, meu cagamelo, que tu andas com as dianteiras no ar, ó gajo, é a sôdade que ta faz falar dos teus iguais pa, por isso é que tu só mijas fel e veneno, pá, olha queu tamém cunheço a redundância, pá, tu bostas porras nessa tua escrita de male dizere, cagamelo, deves ser uma alma errante do céculo do sanchu e dos henriques do principiu do rectângulo, ó xavalu, olha lá, quais são as tuas credenciais, pra tu criticares o jornalista pá, se tu és o contrario da porra que tu dizes que tensinaram, meu?
    «os mestres (como Jacinto Baptista ou Abel Pereira) ensinavam-nos que o jornalista deve informar, formar e divertir. Mas informar com dados ao alcance do leitor.
    Ó pá, tu não informas, nem formas mas divertes, pois acrescentastes um novo sentido á merda,fogo, nunca iscrevi tanta merda consistente e a rir-me, ehehehhe,tu não informas, purque iscolhes bagatelas, dapois iscreves cumo se tivesses a fazer uma redassão pró básico de vila franca de xira, pá, pontuas bué da mal, cumeças frases com adeversativas, com causais, ó pá, enforca-te, meu cagamelo, já te mandei por a porra das algemas na mão,fogo,OBEDECE, pá, desculpa, lá, agora o erru é meu, OBEDESSE, e não formas ninguém, purque não se forma ninguém a xamare nomes aos outros, como tu fazes, ninguém quer saber se o teu avô é o PENAS da padaria, ou se o pão é cozido ao sábado, todo o dia, ó pá, cago-me neça merda, pá, fogo, daqui a pouco fazes um ençaio sobre o farelo que o teu avô torto dava aos marranus, pá, a propósito és metroçecuale?olha que ça foce a ti era, o prublema é ca dapois tens de cuçar-te cumó caraças, tamém podes por uma tatuage na ponta do teu mindinho, o do meio, tas aver, pergunta à assanhada, essa bácura, onde é que istá o mindinho do meio.
    «Porque Ferreira Fernandes não se está a dirigir a americanos – que sabem. Porque, estando a dirigir-se a portugueses, deveria saber que eles não sabem. »
    ó pá, cala-te carassas, quem são os purtugueses que não sabem o que é um galão, ó pá, é um copo da leite bué da bom, onde pode meter o pãozinho com leite, ok, pá?e dapois há o gallon, pá, o da gasulina, pá, atão, já pensastes na niú jérecei, hein, ali ao pé da niu Iorque, pá, ouve lá, já meteste as patas num avião, o tal que tu invocas no teu puema, pá?pois é, vai xamare burro a quem te feze as urelhas, pá, queu sei o que é um galão, mas se tu querer informare e formar faze aí um ençaio sobre aporra do galão, caramelo, cumo fizestes pra verruga, pá, iforma aí com «dados ao alcance do leitor» pá, pra ficarmos todos a sabere pá.

  4. Está mal! O Marreco e os Antipastos não deviam tratar assim um escritor que até sabe o que é um galão; embora no caso de lhe perguntarem ainda possa vir a afirmar corresponder a 3 Gigajoules e mais um palmo.

    É espantosa a benevolência que alguns “intelectuais” manifestam relativamente à escandalosa ignorância do humilde e boçal povão.

    Se não fossem eles, nunca nos seria proporcionada a ventura de saber finalmente o que é um galão.

    Ou constatar que Ferreira Fernandes renegou os ensinamentos dos excelsos mestres; tendo-se talvez deixado deslizar para o lado negro do jornalismo, onde sem dúvida o aguarda o poço do ostracismo. Que é para onde se deitam todos aqueles jornalistas de pacotilha, que pensam ter uma profissão que os demarca da “gentinha”.

    O importante está no “miolo” JCF, não está naquele cartãozinho pindérico que é o teu único orgulho na vida.

  5. eheheheh, o Zeca galhão é o melhor marquetingue da merda escrita, cum carassas, inda vou a mandare estes pressiozismos de linguage pra revista ler, pá, olha lá, nasceu-me a porra de um furunculo na merda da nalga esquerda, e o atlas do meu corpo, não tem como repudiare a gaita da empola, pá, podes aí mandar-me a rsseita do teu avô Penas, pá, questa gaita faz-me cumixão, tás a ver, ou atão iscreve aí, qualquer cousa, que iforme todos os leitores, e os forme na arte de eliminare pá, furunculos e emorroidas, pá, ehehehhehe, tamém poço incontrar-me contigo na feira do artisanato do istoril, pá, vou lá a cumere pataniscas e feijão, fogo vai ser uma truvuada,e baber um cupázio daqueles que faz arrutare, pá, sabes, é bom axperimentare a liberdade das intranhas, meu, claro se me deres um bilhete de intrada, à borliu, eu poço cumer e baber mais umas cousas, pá, ou até cumprare algu em barro, não sei se tás a ver, meu.

  6. Isto é bullying puro e duro, mesmo sem o anónimo a a(ssa)ssinar.
    E não devia Val (er) !
    Jnascimento
    PS
    Também leio FFernandes
    Jn

  7. Um abraço «algarvio» ao carissimo Joaquim Nascimento. Não ligue ao «pé de vento» que isto é tudo a fingir, eles não existem.

  8. Mas ainda assim concordo com a tónica geral dos comentários, não com os insultos e outras palavras, mas mesmo com estas temos de lidar, as pessoas são como são. De facto, como é? Vamos deitar fora da língua tuga todos os estrangeirismos que por aí há? E se algumas pessoas não sabem, que perguntem!!!Chiça, jcf, o seu post foi um pouco descabido, neste sentido!

  9. Tanto tesão de mijo nos comentários de nojo.

    Eu acho piada aos falantes do portinglês. O seu linguajar escriturado ou faladrado é como a música dos tops ou as punhetas: entusiasmam por alguns momentos e depois nunca mais se recordam.

    Quanto a essa pústula chamada Israel, não fica situada na América nem na Europa, como parece (até vai ao Festival da Eurovisão e às provas da UEFA), muito menos na Ásia: situa-se numa região virtual entre o concreto da Geografia, o intangível da História e o complexo da Culpa. Não é bem um País, é uma questão de Moral do Ocidente.

    Vá, vomitem agora, seus pintelhosos.

  10. O abraço «algarvio» ao Jnascimento é para comunicares à malta que estás de férias no Algarve? Sempre papalvo e pé-rapado no apregoanço da vaidade. Se não fosses um pé-rapado, não te gabavas, pá!

  11. Ó kaltmann, abriram-te a porta do manicómio, pá? Agora por «pintelhosos», deves ser da família do outro, não? Ora vai catar chatos, quisto do internamento no manicómio pegam-se que nem toiros à unha, pá!

  12. Sinhã escreveu:

    “(e bagaço também há quem beba enquanto informa):-)”

    e eu aproveito a boleia e acrescento:

    Parece que também há quem beba enquanto comenta :-)

  13. ó pázinhos, ó pazinhos, cal é a vossa, meus, eu não insulto ninguém pás, eu só falu a linguage do ZECA GALHÃO, atão, o gajo chama nomes a todos, o tipo dize qué o melhore, que ele é que sabe,é Ó FOGO, PORRA, o gajo faz ençaios sobre as verrugas, PORRA, pois que fassa ao meu furunculo, pás, qué bem expressivo, pás, o gaju que procure no atlas do corpo, ó vocês, o tipo não escreve, o tipo iscrevinha, o que até não ofende aminha cabeça, o que ofende é as peneiras que o gajo tem, a CIA não precisava de ir longe investigar este caramelo, nem os helderes pá, o gajo descaca-se todo aqui, e depois há uns marmanjos de vila franca de xira e umas chuta na veia, que o elogiam, e o cagamelo, lá vem com mais umas quantas, esse gajo há-de vir com mais umas caganças purque ó ZECA GALHÂO, pá,és um monte de vaidade, de gula, e de fel, pá, e não aprendes com a merda que te dizem, mas ó tu, é uma merda que devias cumer pá, purque tá cheia de mensages, tás aver, ó safado, essa dos galões não é cunhecida dos papalvos como tu pá, deves ser daqueles que bebe a águinha do limão depois de comer o marisco, pá, ou entaõ de fazer um ençaio ao pedacinhu de limão no prato, envolvido em gase, tás a ver, ó cagamelo, penças que todos comem na tasca pá?
    eheheheh, cabessudo, torto, bandalho, vê lá se gostas, ó pulmão com olhos, ave depenada, fogo vê-se logo que tens um avô penas, ainda levas uma estrofe á maneira, pá.

  14. ó kaltmane pá, essa das punhetas, meu, desculpa lá, tu lá sabes, né, pazinho, fogo, conversa com a assanhada, essa bacura, pá quela eisplica-te meu como deves fazer pra te lembrares, ó tu, pá, lava as mãos, pá, pur causa da gripe A, tás a ver.

  15. olha, olha, a assanhada, que paça a vida a falar de pirilaus e de testículos, a falare em bem, eheheheh, é a leitoura ca queria saber quem defecava no mar pás e quem é que lavava louça, eehhh, chiu.
    ó kaltmann, pá, ajunta aí à porra do atarax, o betadine pá, tás a ver a cumixão tamém se cumbate com betadine, meu, fogo, eisplica aí quem são os pintelhosos pra ti, pá, mas olha que pintelhos temos todos, carassas, a não ser que sejas metroçesuale, pá, isso dá cá uma cumichão, pá, ouve lá, e tamém paças atestados médicus, pá, daqueles que dá pra enganar os fuleiros do Estado portuguêse pá?é que sa for açim, dá a murada, queu ponho-me aí em dois tempus, pá, ouve, manda aí uma priscrissão para sifilis, pá, que a boca da assanhada tá mais que cuntaminada, tás aver.

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