Vinte Linhas 627

Aspirinab ou o incêndio da Câmara Municipal de Lisboa

Na noite das eleições tocou-me em especial uma «pergunta» dirigida a José Sócrates por uma «repórter» mais ou menos no género – «encara a perspectiva de ser alvo de novos processo judiciais?». Tenho carteira profissional (e que não tivesse…) mas considero esta «pergunta» uma miserável, insultuosa e obscena provocação para além de não me rever neste tipo de «valores» humanos.

Lembrei-me logo da «pergunta», feita por um repórter de TV, ao presidente no momento em que o edifício da Câmara Municipal de Lisboa ainda estava a arder, sobre a sua quantificação dos prejuízos. O «pobre diabo» queria talvez fazer a pergunta que mais ninguém tinha ainda feito mas com as chamas a saírem pelo telhado dos Paços do Concelho foi muito desastrado – isto para não dizer alucinado.

No mesmo jornal (Diário de Notícias de 11-6-2011) descubro duas pérolas da modernidade em jornalismo. Uma é a notícia do baptizado da filha de um jogador com este título (sic) «João Moutinho baptiza a filha Lara». Eu conheço bem o João Moutinho pois trabalhei no Sporting desde 1988 a 2006 e acompanhei a sua carreira desde os Iniciados em 2000/2001 até à equipa «A». Sei bem que ele não é presbítero nem sequer diácono – logo não pode baptizar ninguém.

No artigo sobre o presidente eleito do Peru – Ollanta Humala – há duas curiosidades. Uma é escrever-se que a sua mulher é (sic) prima da sua mãe. Mais correcto seria escrever sua prima em segundo grau… A segunda é chamar Álvaro Vargas Llosa a Mário Vargas Llosa, prémio Nobel da Literatura. É preciso tomar uma «aspirina».

32 thoughts on “Vinte Linhas 627”

  1. qual é a ideia do poste? além da autopromoção bacoca que fazes. quero lá saber se tens carteira profissional ou amadora ou do cacém, se conheces o moutinho ou ficaste traumatizado por não ter ido ao baptismo, se o pedro é alvaro e a tia é prima ou que a aspirina não resolve cabotinice.

  2. em vez de resmungares uns pretensos insultos devias publicar o orçamento desse festim tóinológico colonial e explicar quanto é que foi para o lince da malcata e para gastos administrativos. porra, não falhas nenhum acto oficial de chulice nacional.

  3. És um cagalhão escuro, nem sequer um verme tu és. Tentaste maldosamente transformar o erro do jornalista em falso problema de eu poder pensar que devia ser convidado. És um cagalhão, não perco mais tempo contigo. Acabou…

  4. Com as bacoradas que dás continuadamente nos teus posts, que são uma vergonha, ainda tens a lata de vir aqui criticar os outros jornalistas! É preciso descaramento! Com os telhados de vidro que tu tens era para ficares caladinho, sem piar, ouviste, ó alcoviteiro do Bairro Alto? Além de mostrares o teu mau carácter ao vir denunciar os teus colegas. Afinal, eles, a ti não põem defeitos. Sabes porquê? Porque não te conhecem e nunca ouviram falar no teu nome. Coca-bichinhos da treta a quem tudo serve para se pôr em bicos dos pés! Chaga da merda que não se topa, chiça!

  5. Ó milharuco das picuinhas, então tu que tens aí em casa mais de oitenta dicionários, não tens nenhum que te apresente a 2ª definição, tal como segue mais abaixo?
    Andas à cata dos erros dos outros mas és tu que cais no erro, pois revelas a tua ignorância e portas-te como o maloio provinciano que és ao apenas reconheceres um único sentido para as palavras. Se lesses bons autores, como o Camilo, o Eça ou o Aquilino, ias fartar-te de ler expressões como “aquele já baptizou os filhos todos”, sem ser para se referir a padres nem a bispos. Baptizar também significar dar o nome ou apresentar à família ou levar para ser baptizado e não apenas o acto oficiado pela igreja. Vê se aprendes, vê se pensas vinte vezes antes de emitires denúncias de erros, pois podem não ser erros.

    baptizar (àt) – Conjugar
    v. tr.
    1. Administrar o baptismo a.
    2. Apresentar para que seja administrado o baptismo.
    3. Fig. Adulterar o vinho ou o leite com água.
    4. Pôr apodo a.

  6. «Tenho carteira profissional (e que não tivesse…) mas considero esta «pergunta» uma miserável, insultuosa e obscena provocação para além de não me rever neste tipo de «valores» humanos.»
    Ó pá, ó chiquo dos xarros, se tu consideras aquela gaita pá, uma miserável, insultuosa e obscena provocação, pá, diz lá como é que achas que os outros consideram a merda que escreves, pá? Os insultos que mandas aos outros, pá, tu deves ser a pessoa mais conhecida da bloga, pá, tens cá um perfil do catano, pá, olha és vaidoso, és ordinário, és um peneirento, dizes o que tens e o que não tens, pá, e pior que tudo, pá, tens a mania que tens veia de poeta pá!! Tu é que és um cagalhão escuro pá, deves largar cada bosta pá, fogo se quando abres a bicanca só largas bacoradas, imagino o que te sai pelo olho cego, pá. ó pá agora ficas a ser o Zeca galhão.
    Sabes lá tu o que são valores pá, ganha humildade pá, Zeca galhão, fogo. Vai pastar pulgas com coleira, chalado.

  7. Ó nascimento, pá, tu tens carantonha de acólito, pá, deves ser o Zeca galhão, versão onlaine, pá.
    ó coisa chamada sinhã, (batatas não), compra uma chávena das caldas e entretém-te a olhar pra dentro pá, também há miniaturas do manekas pin, pá, e o gajo até manda cerveja pra fora, pá.não gosto de paneleiradas, pá.

  8. O Alfredo tem razão e os dicionários que tenho aqui em casa, incluindo o da Academia, confirmam que o verbo baptizar pode ser usado na acepção que o jornalista lhe dá.
    Cá está mais uma prova de que te expões demais ao ridículo, que metes os pés pelas mãos e nunca és capaz de reconhecer que erraste. Como diz o Alfredo, isso só revela o teu provincianismo em certas situações. E no fim ainda vens insultar quem te faz reparos com toda a educação e respeito ou então finges que não vês, do alto da tua arrogância.

  9. Jnascimento, o lambe-botas! Se não fosse este gajo e a ave sem penas, o desgraçado do «poeta» só tinha críticas! Mas essa do baptizado é igual à do casamento: «fulano de tal casou a filha». Burro e cretino! Cada post, cada cagada! Mas não se retrata o fulano. Ele pensa que depois escreve outro post e estes caem no esquecimento. Aí é que te enganas, meu! Já comecei a fazer colecção e qualquer dia até cais para o lado. Dá-te um «xilique», tantas são as calinadas, os disparates e as postas de pescada! Vê se ganhas juízo e não te intitules jornalista com carteira profissional. Naturalmente gamada, tipo carteirista. Só pode!

  10. A leitura destes comentários é perfeitamente elucidativa do caracter de quem os produz.
    E provocam um misto de lamento pela mediocridade dos seus autores e repugnancia pela terminolgia usada.

  11. Conheces então o João Moutinho desde 1988? E ele, será que te conhece? Duvido. Mas duvido mesmo. Pessoas como tu, são para esquecer. Agarram-se como lapas. É de fugir! Precisamente, o que fazes aqui no aspirina: por mais porrada que te dêem não largas o naco! És uma verdadeira anedota, mas o que conta, para ti, não é a dignidade, o amor-próprio, mas a imposição da tua «escrita» aqui no blog. Vê-te ao espelho e depois critica os verdadeiros jornalistas, principalmente os que mostram ser corajosos nas perguntas, caso do Sócrates, ou não terá justificação a pergunta? Talvez te interesse o «aconchego» do PS, mesmo derrotado. Os teus amigalhaços continuam lá. E os teus camaradas comunas também. Muito tens lucrado com isso. Até nos elogios falaciosos de «alguns comentadores»!

  12. ó EGR, pá prálem de pareceres marca de electrodoméstico, pá, deves funcionar com voltagem de torradeira electrica pá. tira lá a peruca, meu, soas ao zeca galhão pá.

  13. “…mas considero esta «pergunta» uma miserável, insultuosa e obscena provocação para além de não me rever neste tipo de «valores» humanos.” – jcfrancisco

    miserável, insultuosa e obscena é a tua colagem a este facto para valorizares a tua cotação na bolsa de valores humanos.

    “…principalmente os que mostram ser corajosos nas perguntas, caso do Sócrates, ou não terá justificação a pergunta?…” – lm

    não se trata de coragem, mas sim de uma pergunta absurda feita por uma jornalista incompetente, que teve a resposta e apupos que merecia por parte do sócrates e da assistência. mais que isto é glorificação da imbecilidade por serviços prestados a uma causa.

  14. Nunca vi um “travesti” tão completo como este que tanto é Lara, como Alfredo, ou ainda antipassos.

    Deves ser tão frustradinho na puta da vida, que se não vieres aqui chatear o JCF não deixas de andar com o cu aos saltos.

    Assume de uma vez por todas o ódio e a dor de cotovelo que tens do homem, meu merdas e assina com o teu verdadeiro nome.

  15. Elsinha, já te disse uma vez: cresce e aparece. Vai mudar a fralda, que cheiras a merda. Tás recordada? Mete a chucha e chichi e cama. Já!

  16. O cresce e aperece aplica-se mesmo a ti, homem pequenino e velhaco, tão carregado de fel e de ódio.

    Tens das três piores qualidades que um ser humano pode ter: és cinico, cobarde e invejoso.

    Paz à tua alminha escura.

  17. ó Elsa pá, travesti és tu com a voz esganiçada, nem completo és pá. usa uma fralda pra incontinentes verbais minha, já vistes as pingas que deixas cair de segundo a segundo pá?depila as pernas, pá, e o buço, fogo, se não disfarçasses a verruga, tinhamos de andar todos com burka pá, só pra não olhar para essa dianteira nojenta, trambolha. vá lavar a loiça, sua «quero casar-me e não sei com quem»

  18. ó pá, ó elsa, minha cagamela, se os que tu dizes fossem um, podes crer que apanhavas com um regadela em cima do coiro, que ficavas manchada pra toda a vida, pá, vê lá se atinas, pá.trambolha, palhaça, vai morrer como morrem os grilos pa, bandalha.
    gostaste pá, olha que eu aprendo cumó carassas, e em insulto só conheço um mestre pá, o Zeca galhão, poeta da treta. hã?!

  19. Só quero dizer aqui que não concordo com o chavascal feito por alguns comentadores, mas mantenho o que atrás disse e considero o silêncio deixa andar do jcfrancisco ainda mais insultuoso do que se me tivesse chamado “cagalhão escuro”. É descer muito baixo

  20. olha, xavascal! lição, pá, lição. o Zeca galhão só tem a bisnaga que pede pá, ofende, leva, pá. se calhar, o gajo não bate bem da mona, poi não? o gajo cala-se porque não tem o que dizer pá, ou então tá a mexer na hoover. ou a responder aos meiles de amesterdão pá, a lingua de Xipol é tramada meu.
    eu não faço xavascal nenhum, só faço análises críticas, fácticas, pá.ó branco fica fiche pá, olha poe o avental, vais ver qués recompençado.

  21. Ó Branco eu avisei. Ponto final com os cagalhões e respectivos travestis. Não estranhes porque, como sabes, o silêncio é uma forma de agressão. Eles podem dar os coices que quiserem que eu não vou responder. Ponto final…

  22. Ó Branco agora só para ti. Nisto da escrita é mesmo assim. Um calhordas pode escrever aqui ovelha «ranhosa» mas para mim é ovelha «ronhosa» porque vem de ronha não de ranho. O mesmo se passa com o «baptizar» – não mudo uma letra ao que escrevi; nenhum dicionário me pode mudar uma opinião. João Moutinho não baptizou coisa nenhuma…

  23. Este fulano, além de estúpido e ignorante, é de uma prosápia fora de comum. Mantém o erro ou erros, com a maior sem-vergonha. Não é normal este tipo de atitude numa pessoa que se proclama jornalista e, e, e, e,… É claro que, perante a sua estupidez, não encontra argumentos para se defender. Por isso se cala. O homem ou é doido de nascença ou a vaidade deu-lhe cabo dos neurónios. Mas dos burros, não reza a história. Felizmente! Já agora, no próximo domingo, «vou baptizar o meu filho»!

  24. «o silêncio é uma forma de agressão»

    ó pá, tu devias pensar em redimir-te pá da tua merda, pá, mas pensas logo em agressão. tenho o rabo chainho de calos com a tua agressão, fogo, pa, até parece violência doméstica, pá, cagalhão és tu e travesti és tu, seu mamalhudo, barrigudo, trambolho, vai morrer longe como os grilos, esbofeteia-te pá, toma lá um pontapé nesse rabo caloso, pá, acaime na boca, já pró canto seu trolha da gramática.

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