Vinte Linhas 621

Lisboa «Convida» mas sem nenhum cuidado na escrita

A Revista Lisboa «Convida» referente ao «Bairro Alto – Príncipe Real» com o nº 15 e com data de Maio contém um horripilante artigo sobre o Jardim do Príncipe Real. Começa logo com uma mensagem aparentemente sem destinatário («Malandro que é malandro muda de esquina») mas não se refere em concreto aos que na Câmara Municipal de Lisboa, agindo como uma quadrilha selvagem, abateram 64 árvores e mudaram o pavimento, colocando no lugar do antigo um saibro com pó de vidro que irrita as gargantas de quem aqui passa. A Câmara não deixou instalar ali uma caixa de gelados por razões de estética – não é a mesma estética das árvores abatidas e do saibro com pó de vidro. É outra estética.

Chama-lhe o artigo «oásis alfacinha» mas a verdade é outra – trata-se de um deserto. Mais à frente diz que «manteve a sua essência» – com menos 64 árvores não mantém coisa nenhuma; com pó de vidro e saibro nos velhos passeios só piorou.

Depois chamar «velhotes a jogar à batota» em vez de «idosos a jogar às cartas» mostra algum desdém e mostra também que a autora do texto não sabe (sequer) que os idosos com reformas tão baixas não podem «jogar à batota». Batota é outra coisa.

Depois diz que os arrumadores roubam «emprego» aos parquímetros mas não é emprego – é dinheiro. Um parquímetro é uma máquina, não pode ter emprego.

Quanto ao chamado «cipreste» centenário do Jardim do Príncipe Real tenho quase a certeza que é um cedro mas isso pouco importa… Quando um artigo ignora as 64 árvores abatidas e o pó de vidro que se vê à frente do nariz – não há nada a fazer.

26 thoughts on “Vinte Linhas 621”

  1. agora o artolas dedica-se à análise de guias comerciais, não tarda fazes critica literária às páginas amarelas. deves pensar que o bairro alto é matéria exclusiva de javardos como tu e que para fazer promoção da zona é necessária censura prévia e autorização tributados ao soba da poesia local, josé do carmo francisco, autor de livros como “universário”, “iniciais”, “transporte sentimental” ou “o saco do adeus”, um dos poetas mais prominete da contemporaneidade literária em portugal.

  2. Tem razão quanto ao pavimento, que é inadequado. Uma camada de desgaste betuminosa, ainda que ligeira, teria um efeito menos “natural”, mas seria seguramente mais saudável.

    Já quanto às árvores, não vou opinar sem conhecer os motivos da “chacina”.

    Em todo o caso, o mal maior não terá sido a radicalidade desta intervenção, mas a ausência de manutenção adequada durante décadas.

  3. Ó «anónimo» já que pelos vistos concordas com as bacoradas no texto horripilante é melhor seguir o seu conselho: «Malandro que é malamdro muda de esquina!» – Desaparece!

  4. Marco Alberto Alves – veja o caso de uma senhora no largo do Principe Real que sofre de asma e paga a uma empregada para limpar o pó da casa. DEpois de fazer a limpeza, a empregada abriu a janela e ficou tudo de novo com pó…

  5. olha pá! para concordar ou discordar, preciso de ler, e só leio se me der garantias mínimas que possa ter algum interesse. tu pelos vistos pegas em qualquer merda, preferencialmente diarreia, para evidenciares que a tua merda é mais sólida e consistente, tipo snobismo do cagalhão. a seborreia disfarças com shampô, agora a merda que tens na cabeça é mais dificil.

  6. Essa pobre senhora deveria expor a situação à Câmara. Eventualmente acompanhando a exposição de um Atestado médico que evidenciasse os malefícios que a poluição atmosférica provocada pelo pavimento público pode causar à sua saúde. Em último caso, poderia até pôr um processo judicial à Câmara, por objectivos danos físicos. Não é só o tabaco que prejudica gravemente a saúde.

  7. Depois chamar «velhotes a jogar à batota» em vez de «idosos a jogar às cartas»

    Ó xico caxuxo pá, tu és um prato e um parto de vulgos, pá, diz-me lá, se nesses velhotes a quem tu carinhosamente chamas idosos, se estiver um trambolho ou um malandro igual a ti, pá, como é que é?

    um velhote não é necessariamente um idoso, a não ser que te aches idoso, porque já és velhote, seu suplicio.

    de certeza que tu não vais para a escada do teu predio falar com os vizinhos, se é que há alguém que te ature? olha lá, o exemplo do pó, ganda cagamelo, isso é conversa de sopeira pá. levas porrada do anónimo que até andas de roda, tás mesmo bem comparado á merda dura, daquela que faz estalar a hemorroida, para o cagalhão passar. fogo.

    pequenino, pequenino,

    sempre foi o francisquinho

    adepto do burrié
    logo lhe chamaram josé

    com a mania das letras
    não passava de um tretas,

    eehheheheh

    toma e mete no saco das lágrimas, eheheheh

  8. Ó grande palhaço tu és o mesmo, és o anónimo pouco anónimo. Vai lá mudar de esquina, ó malandro. Vê lá se falas da troca de cedro por cipreste, é o falas…

  9. e um cedro não é um cipreste? perdeste nova oportunidade de ficar calado e ganhaste a velha de dizer bacorada. se não sabes pergunta ao hortelão-mor do botânico, mas por cima do muro, que os gajos não deixam entrar cerdos no jardim.

  10. ó chiquo, não me faças saltar as letras, pá, com tanta merda nessa mioleira nem ves que eu e o anónimo não somos os mesmos pá.apanhas cada porrada do anónimo que te levantas manco, manco e marreco, a mão a coçar o rabo, seu suplicio bacteriologico da LETRA. és cerdo e és lerdas, pá, não vês um corno á frente da penca pá, trambolho, palhaço és tu pá, toma lá um ze-povinho pra ti pá, sublinhadinho e estaladiço, seu malga de migas.
    vê lá se queres outro coema on line, safado, zarpa daqui, migra pra barrancos pá, a pé.

  11. «…horripilante artigo…»?! Demasiada adjectivação para tão pouca coisa. Até julguei que a «Revista Lisboa» era outro «Jornal do Crime». Não foi a Câmara Municial de Lisboa que lhe editou um livro, como referiu recentemente? Será que lhe negou nova publicação? Como a perseguição à Câmara é sempre tanta…

  12. atão oh poeta da treta! querias discutir ciprestes e baldas-te à conversa. só és bom a arrotar má educação, peidar asneirola e cuspir bitaites, o polidor de esquinas com pretensões a pintas do bairro alto.

  13. Ó «L.M.» sua grande cavalgadura. A Câmara Muncicpal de Lisboa (Cultura) editou um livro meu a seu pedido – como é óbvio. Nada disso pode ter a ver com as bacoradas parvas de uma revista que nada tem a ver com a CML. Vê lá se percebes de uma vez por todas…

  14. À atenção do anónimo quezilento (se é que ainda não mudou de esquina):

    CEDRO – Designação comum de plantas arbóreas dos géneros Cedrus da família das Pináceas. Os cedros do género Cedrus são árvores perenifólias (que atingem alturas significativas) de porte elegante, com folhas aciculares reunidas em tufos com aparência verticilada. As folhas estão dispostas de duas formas: agrupadas em espiral densas sobre ramos curtos e solitárias ao longo das partes mais jovens dos ramos. As infrutescências são pinhas arredondadas, lisas exteriormente e eretas sobre os ramos. As escamas são muito compactas e caiem na maturidade deixando visível o eixo central.

    CIPRESTE – Designação comum de plantas do género Cupressus da família das Cupressáceas. O cipreste Cupressus sempervirens, também vulgarmente conhecido como cipreste-comum, cedro-bastardo, ou cipreste-de-Itália, é uma árvore que pode atingir os 30 metros de altura e que na Península Ibérica geralmente não ultrapassa os 20 metros. A forma da copa é variável podendo ser globosa, cónica, irregular, etc., ainda que a mais vulgar seja a de aspeto estreito e compacto, que alguns autores designam por piramidal. O cipreste é em geral uma árvore de intensa cor verde. O ritidoma é acinzentado e finamente estriado. As folhas têm um comprimento compreendido entre o 0,5 e 1 milímetro e são opostas de cor verde-escura. As infrutescências, pinhas, têm uma forma globosa elíptica, com o comprimento compreendido entre os 24 e os 43 milímetros e com 8 a 14 escamas. Os frutos originam um número entre as 8 e 20 sementes por escama fértil. As pinhas são deiscentes e podem abrir-se no fim do outono ou abrem-se poucos anos depois de alcançar a maturação.

  15. quando estás à rasca, arranjas uma confusão e armas um caso contigo próprio para desviares a atenção. ainda acabas por pedir desculpas públicas ao l.m., que por acaso é mais uma criação tua. vê lá é se respondes à bacorada dos cedros não serem ciprestes.

  16. o poeta da treta a responde através de heterónimos para não esfolar o prestígio. foi o porteiro do jardim botânico que te facultou o link para tanta ciência. era escusado abanares a árvore genealógica dos cedros e dos ciprestes para ficarmos a saber que são da mesma família, bastava consultares a wikipédia para saberes que a arvore em questão é um cedro do buçaco (cupressus lusitanica miller) ou seja um cipreste luso.

  17. Caro anónimo não se esforce tanto para evitar admitir um erro e aprenda a ler. Se souber ler o que escrevi verá que uma designação popular dada ao cipreste é cedro-bastardo. Mas isso não significa que o Cedro e o Cipreste sejam a mesma árvore. São árvores diferentes, de famílias diferentes.
    Com o Cedro-do-Buçaco passa-se algo semelhante pois não é de facto um cedro, é um cipreste, e a sua designação científica, Cupressus lusitanica, resultou de um erro do classificador, e é uma espécie originária da América Central introduzida na Europa pelos portugueses que também a levaram para o Brasil onde é conhecido por “Portuguesa”…

  18. ganda papagaio! és bom a repetir o que eu escrevo, mas foste tu que escreveste no poste:

    “Quanto ao chamado «cipreste» centenário do Jardim do Príncipe Real tenho quase a certeza que é um cedro mas isso pouco importa…”

    sim pouco importa, mas afinal é cedro ou é cipreste? pede ao heterónimo que responda e de caminho toma nota que o cedro e o cipreste são espécies diferentes da mesma família, o que faz muita diferença com “são árvores diferentes, de famílias diferentes” que botaste aí em cima. resumindo não saber ler, tiras conclusões erradas, escreves disparates e estás convencido que és uma autoridade moral e um grande crítico de agendas comerciais, para mim não passas de um burro que afinal era cerdo.

  19. A mim, o que me interessa é o seguinte, porque fiquei de boca aberta, tal a continuação da prosápia deste tipo: então não é que «FOI A CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA QUE LHE PEDIU» – «COMO É ÓBVIO», escreve o zézinho – para publicar o seu livro?! O tanas, ó meu, o tanas! Ainda ontem, ao dar uma volta pela NET, encontrei dois poemas teus, algures, com a indicação de «ter sido uma oferta do autor»! É só semear, meu, é só ofertas. Ninguém te pede, meu, tu dás! És um mãos-largas, pá! E depois, tens um descaramento! Olha só o título deste teu post: «Lisboa Convida MAS SEM NENHUM CUIDADO NA ESCRITA»!!! Olha os teus telhados de vidro, pá! Ainda ontem escreveste «ESTILISADO» em vez de «ESTILIZADO»!!! E disseste que não tinha importância. Agora, já tem? Vai dar uma curva…e não voltes!

  20. Sinhã as 64 árvores assassinadas forma de diversas espécies mas nenhuma foi o cedro – dava muito nas vistas…

  21. vou lançar uma profecia: os resquícios das raízes vão crescer, crescer, e, carnívoras, irão engolir os assassinos – um por um até ao sexagésimo quarto. ao sexagésimo quinto, uma árvore com camélias rosa fúcsia irá nascer: gigante. :-)

  22. Então e ao joca, não respondes?! Desvias o assunto e calas o bico? Responde, pá! Cagarolas! És um mete-nojo do camandro! Fala-barato do Bairro Alto, que só defende os seus interesses! Queres lá tu bem saber é da velhinha com asma! Marras com a Câmara porque alguma coisa ela te fez. Tralmente, chumbou-te um novo livro de «poesia»! Larga o cedro e mostra o que (não) vales!

  23. oh abécula! aproveita e lança-te ao rio com o caramelo fucksy, caso não haja rio, uma etar tamém serve.

  24. «A Câmara Muncicpal de Lisboa (Cultura) editou um livro meu a seu pedido – como é óbvio»

    ó pá, sua raíz de de hera ratada, pá, é óbvio porquê, pá? nem a pide te conhecia, pá, sua bactéria manca, és uma septicémia pras letras pá, envenenas as vírgulas de tal maneira, que a gajas deixam de ser curvas pra passar a ser hirtas na tua diarreia.

    toma lá, cuesia on line, só pra ti, pá, na hora

    ó zézinho, meu morcão

    tens tanto de peneirice como de presunção

    Ninguém te conhece
    mas dizes que sim
    só a tua boca
    faz tamanho chinfrim

    és do tamanho da rocha
    em vaidade e presunção
    vê lá se atinas ó cueta
    deixa de ser cagalhão

    faz sentido pá, eu escrevo como tu, seu cueta da onça

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