Vinte Linhas 559

Pequenos e médios formatos fazem um Natal com Arte

As inesperadas freiras voadoras de Carole Perret com os eléctricos de J. B. Durão encostados aos velhos autocarros de dois andares e os táxis verde e preto – são algumas das atracções da exposição de obras em pequeno e médio formato na Rua da Misericórdia nº 30, ao Chiado.

A mostra está patente ao público até ao dia 15 de Janeiro de 2011 e não se resume aos quadros a óleo e a acrílico. Os deliciosos bonecos de Maria Rita, colocados sobre velhos livros muito antigos e usados, recriam histórias de encantar como a do Capuchinho Vermelho.

Vejamos agora a lista completa dos artistas presentes na galeria da Rua da Misericórdia: Ada Breedveld, Alain Carron, Alain Donnat, Alessandra Placucci, Carole Perret, Christine Haslé, Davy-Bouttier Elisabeth, Guido Vedovato, Irene Brandt, J.B. Durão, Luiza Caetano, Lluisa Jover, Maria Rita, UKÉO, VÈCU e Victor de la Fuente.

Num tempo que todos sabemos de crise, com tantas dificuldades no dia-a-dia, com menos dinheiro para gastar em ofertas de Natal, aqui está uma opção diferente com obras de qualidade mas de preço mais acessível – exactamente por serem de pequeno formato.

Para quem vive por aqui (Camões – Bairro Alto – Chiado) não deixa de ser reconfortante ter assim à mão de semear um conjunto de obras de arte. A arte não substitui a vida mas proporciona momentos felizes na vida – mesmo que sejam apenas alguns momentos não deixam de ser menos felizes pela sua brevidade.

3 thoughts on “Vinte Linhas 559”

  1. Ó FRANKIE! Aprende que eu não duro sempre pá!

    A Vida – a terrena- essa é efemera. A Arte, aquela a que tu te referes nunca é breve! É eterna. Percebes porque razão não és artista? Porque nem sequer sabes que a ARTE é imortal. Na nossa cabeça, no nosso coração e mais do que muitas vezes, na matéria formatada pelo Homem. Entendes, pá? Não me obrigues a dar-te remédio, que esta gaita é suposto ser anti- analgésico. Manganão.

    Eu te digo, o que faria às tuas redacções se me passassem pelas mãos.

  2. Frankie, meu caro, a promessa que você alegadamente fez ao Valupi – assim presumo – será a de não ofender os que aqui chegam ora para se divertir, ora para ironizarem, quantas vezes para dizer disparates, mas sem ofender os outros. Ora o que você aqui tem feito é qualificar de forma inadmissível os que aqui escrevem. Sobranceria, injúria, vaidade, e um clamor de atenção simplesmente insuportável mas também hilariante.

    Quero lá saber se comenta ou não o que escrevo aqui! Desejo, porém, que leia e no mínimo pense que por cá há uns quantos e quantas a quem Deus deu cabeça.
    No meio de brincadeiras, meu caro, digo-lhe verdades a rir – se quer ser artista, deve mudar de coração e recomeçar paulatinamente, sentindo o pulsar do sentimento, da beleza, do respeito por aquele – o homem- que lhe dá um manancial de informações sobre a Vida – que o poeta gosta de cantar.

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