Fala de Leonel Pontes a Cristiano Ronaldo

Tu comias uma banana dentro de um pão
E nunca paravas de jogar em toda a Ilha
Nos torneios diários de futebol de salão
Dando às equipas um toque de maravilha

Nas férias eu já não era o teu treinador
Mas o amigo sempre atento e preocupado
Procurando que te alimentasses com rigor
E seguindo os teus passos por todo o lado

Em Lisboa eu era então o teu motorista
E pronto a ir buscar-te a qualquer hora
Tu ligavas mal o avião chegava à pista
E nós ficávamos a falar pela noite fora

Agora tu fazes anúncios de publicidade
Não tens tempo para o treinador antigo
Mas nada destrói a força duma amizade
E nunca deixei de ser muito teu amigo

42 thoughts on “Fala de Leonel Pontes a Cristiano Ronaldo”

  1. Tanto escreves uns poemas maravilhosos como escreves coisas que não prestam. Como toda a gente, afinal. Deve depender do momento e daquilo que comeste, decerto.

  2. Tens razão, claudia. Não vale um porno, digo, corno. Ficamos agora a saber que o JCF é juiz e também já foi treinador! É para enriquecer o seu vastíssimo curriculum. E desde que ano até que ano, pá? É só prá malta ficar a saber. Traumente, o Ronaldo deve o seu êxito ao nosso Zézinho, olha não! Livra, safa, porra pra este gajo!

  3. Péra aí. Afinal, li mal o “poema”. Não reparei no título. O JCF põe na sua boca as palavras de um tal Leonel Pontes. E lá voltamos nós ao Daniel de Sá: foi criticado porque corrigiu um poema do nosso Zézinho, sem ter autorização dele. E agora o Zéinho escreve um poema falando pela boca do tal treinador e motorista do Cristiano Ronaldo? Terá autorização do próprio? É só uma pergunta, malta. Haja quem responda. Agradeço.

  4. jcf: gosto muito deste teu poema (como, de resto, quase todos os que escreves sobre futebol). Claro que permanece aquele coisa embirrenta da acentuação e da métrica (caramba, fazes de propósito?), mas o texto é de uma beleza e ingenuidade desarmante. Mais uma pergunta: gostas de Ruy Belo? (pergunto por causa do título)

  5. Também ia contrastar com a Claudia, mas o meu primo já se antecipou. É que estes poemas sobre futebol, e de facto, são de tal originalidade que chegam a chocar. Desarmante (aproveito do primo, perfeito adjectivo) exemplo do que é a autonomia da obra de arte.

  6. Não tenho dúvidas, José do Carmo Francisco, pela inveja que salta na caixa de comentários, e é cada vez mais visivel, és um poeta de mão cheia…

  7. Pois é verdade gosto muito da poesia do Ruy Belo e o meu primerio poema «adulto» foi publicado em 1978 no Diário Popular em homenagem ao Ruy Belo. No meu primerio livro há outro poema para Ruy Belo. Ele andava sempre com jornais desportivos na mão e escreveu coisas magníficas como por exemplo nunca ter intuído tanto a ideia de morte como numa multidão numa final da Taça de Portugal. Já agora para quem não sabe o Leonel Pontes (treinador adjunto do SCP) ficou muito comovido quando lhe dei em priemria mão este poema. Com a ajuda da Susana tentarei colocar outros da mesma temática. Não por acaso fui eu que organizei «O Desporto na Poesia Portuguesa» em 1989.

  8. É um poema absoultamente piroso, contrastando com outros muito bons que ele escreveu. Não se trata de inveja mas de uma incontornável e evidente constatação. Eu admito peixe podre e peixeiras em poemas (cf.Cesário); agora estas esquisitices da tal métrica já referida pelo jpc irritam-me!

  9. O primito tocou no ponto fulcral que é a forma original como o JCF aborda a temática do futebol. À primeira leitura, poderá parecer que este poema está nas antípodas dos grandes themata da poesia, mas está lá tudo (sobretudo a problemática do tempo, do espaço e do desejo). Gosto também muito da forma como a passagem do tempo está incrista nos predicativos do sujeito enunciador. Na 1.ª quadra é o treinador, na segunda o amigo, na terceira o motorista e na quarta novamente o amigo (é de resto curioso verificar como o «amigo» da segunda e última estrofe estão ligados a outros predicativos semelhantes: «já não era teu treinador» / «treinador antigo»). E depois há constantes remissões in absentia que adoro (a «banana dentro de um pão» com o «rigor» da alimentação; a totalidade da «Ilha» que ecoa na totalidade dos «passos» que são seguidos; ou o sujeito que «seguindo os passos [dele]» se transforma, logo no verso seguinte, em «motorista»). Estou a escrever isto tudo de uma forma muito rápida no meu local de trabalho, mas ainda assim gostava de destacar a forma extremamente original como o JCF selecciona advérbios e adjectivos: são os «torneios de futebol de salão» (duplo genitivo, ó heresia!) que ainda por cima são «diários», o toque que é «de maravilha», o amigo que é «atento» e «preocupado» (outra heresia: esses adjectivos já estão contidos na configuração semântica do substantivo «amigo»), etc. De resto, do ponto de vista semântico, há uma predominância de extremos que tematizam a infinitude de tempo e espaço onde se desloca o poema: «nunca», «toda», «diários», «sempre», «todo», «qualquer» e «muito». No fundo, o futebol surge aqui como mero pretexto para uma construção de linguagem que encerra em si a temática máxima de todo o lirismo: o desejo. Se o desejo é a distância tornada sensível, não consigo imaginar local mais sublime que a insularidade para a testemunhar e personagens mais felizes do que as de um Mestre e o seu Aprendiz. Tudo isto, repito, a partir do futebol e desse grandessíssimo artista (e azeiteiro) que é o Cristiano Ronaldo. Chapeau.

    Persiste, no entanto, uma das minhas perguntas: jcf, esse descuido na acentuação e na métrica, é propositado? (Bem me parecia que havia algum Ruy Belo na tua escrita).

    ***

    AS: a pergunta do Poesia Porno é imbecil. O que até tem a sua piada e enfeita sempre de forma muito gira uma caixa de comentários. Daí a ausência de resposta e o facto de ela (a pergunta) ter ecoado em ti.

  10. Pois… uns versos que rimam. Poesia é coisa outra e não é para todos. É coisa d’Alma.

    Como já não há Daniel,uma dica, JCF.

    À tarde, quando o sol desaparece, num céu de anil e rosa, por detrás do zimbório da Estrela, que resplandece coberto de escamas de oiro, assome à janela da saleta e contemple, extático, o impressionante espectáculo que é sempre para a alma sensível, o agonizar do Sol ao fim do dia e o adensar das primeiras sombras do crepúsculo. Depois recolha-se profundamente em si mesmo e sinta se alguma coisa no seu íntimo se abre como um fruto que começa a amadurecer. E com este momento da sua vida, que se me afigura dever relacionar-se a primeira crise da sua sinceridade, leia o que escreveu de viva voz, verá então.

  11. jcf come marmelada no pão
    sem queijo nem maçapão
    bebe absinto arrota dois goles
    não tem banana mas gaita de foles

    é mais ou menos o que ele escreve

    ridiculous

  12. AS:
    Então não vi? Resposta, nem eu!
    Mas reparei no amontoado de palermices e de sonobeira do joão Pedro da Costa, armado em bom, a dissecar um poema sem ponta por onde se lhe pegue. É preciso pachorra e não ter nada para fazer “lá no serviço”, onde ele diz que está a escrever. Olha o patrão, JPC, se ele te apanha, inda vais vender o teu peixe para Xabregas!

    PiresF:
    Nada mais certo: a Poesia é outra coisa. O José do Carmo Francisco e outros, como o JPC, é que não sabem – nem querem saber! Mas olhe que a sua sugestão de que “leia de viva voz o que escreveu”, com o JCF não dá resultado. As tentativas já foram demais e infrutíferas.

    claudia:
    Tens razão. Tu que te assumes como não poetisa, deste um exemplo de como um mau poeta escreve um mau poema! Só te peço que não repitas. De maus poetas está o mundo cheio!
    beijoca.

  13. «À primeira leitura, poderá parecer que este poema está nas antípodas dos grandes themata da poesia, mas está lá tudo (sobretudo a problemática do tempo, do espaço e do desejo). Gosto também muito da forma como a passagem do tempo está incrista nos predicativos do sujeito enunciador. Na 1.ª quadra é o treinador, na segunda o amigo, na terceira o motorista e na quarta novamente o amigo (é de resto curioso verificar como o «amigo» da segunda e última estrofe estão ligados a outros predicativos semelhantes: «já não era teu treinador» / «treinador antigo»). E depois há constantes remissões in absentia que adoro (a «banana dentro de um pão» com o «rigor» da alimentação; a totalidade da «Ilha» que ecoa na totalidade dos «passos» que são seguidos; ou o sujeito que «seguindo os passos [dele]» se transforma, logo no verso seguinte, em «motorista»).»

    João, sem ironia: estás a gozar, certo?

  14. Eu poderia gostar do poema se ele estivesse melhor escrito (tens razão, Cláudia) e se não tivesse visto logo nesta reprimenda do Leonel Pontes ao Cristiano Ronaldo uma variação sobre o tema da ingratidão do Saramago para com os “rasurados”. O Cristiano também “rasurou” o Pontes, é isto o que diz o poema do Zé do Carmo. Ninguém vê a obsessão do homem? Será que alguém o rasurou a ele?

  15. valupi,
    Pergunta directa, resposta igual, pode ser?
    – Subscreves o comentário de JPC? Achas que este ‘poema’ revela grande qualidade literária? E a ‘banana dentro de um pão’, é para ti uma remissão in absentia, entre as constantes, que também adoras?
    Não há provocação ou intenção de chicana nas minhas questões, acredita. Gostava mesmo de saber a tua opinião sincera. Podes dar-ma?

  16. Rui, não posso subscrever a opinião do meu primo por, entre outras circunstâncias, me faltar engenho e arte para a façanha. No entanto, remeto-te para o meu comentário supra. Não por acaso lá encontras o verbo “chocar”. É que é fácil “não gostar” deste poema, e doutros de igual poética. Para mim, a temática da autonomia da obra de arte (outra citação do comentário supra), a qual um ilustríssimo conterrâneo teu, José Enes, tratou magistralmente, é o terreno fértil onde este trabalho de José do Carmo Francisco ganha carta de alforria para nos permitirmos a experiência de o aspirar como se fosse um raro vinho artesanal e rústico, o qual se filia na arcana tradição lírica portuguesa de que Ruy Belo, também convocado acima, é superior representante.

    E tu, que achas do poema “Fala de Leonel Pontes a Cristiano Ronaldo”?

  17. «João, sem ironia: estás a gozar, certo?»
    «Pergunta directa, resposta igual, pode ser?»
    «Gostava mesmo de saber a tua opinião sincera. Podes dar-ma?»

    Um gajo ainda morre de riso, caramba.

  18. Não sei como consigo escrever e ouvir uma canção do Quim Barreiros ao mesmo tempo
    a porca da tua irmã
    a mula da tua avó
    a cabra da tua filha
    a égua da tua mãe
    o cavalo do teu pai

  19. valupi,
    O que é que eu acho? Como explicar, vejamos… Já sei. Faz-me lembrar, o poema e o episódio, aquela tiazinha que ouviu falar de um tal senhor Picasso que fazia umas pinturas que até pareciam mesmo os desenhos do seu Joãozinho, que também desenhava uns bonequinhos que eram muito lindos e parecidos com as pinturas do tal senhor Picasso, por isso a tia passou a guardar os desenhinhos do seu Joãozinho e, quando uma ou outra das amigas se atrevia a não gostar, logo ela ela explicava à burrinha em causa as constantes remissões in absentia e a forma como a passagem do tempo está incrista nos predicativos do sujeito enunciado. Quase sempre dava resultado, as loiras abriam as boquinhas de espanto e davam graças aos céus pela ventura de terem uma amiga tão culta, que dizia coisas tão lindas com palavras ainda mais lindas e um Joãozinho tão artista que fazia quadros lindos como o senhor pacasso ou pitasso ou lá o que era. É isso que eu acho. Acho que, por razões que têm a ver com tudo menos com o poema do JCF, se chegou a um ponto em que homens inteligentes e com valor permitem que as suas clubites ou amizades ou estratégias pontuais os levem a fazer figuras tristes comprometendo a sua própria qualidade pessoal e a lucidez dos seus juizos, aqui reduzidos a tácticas de circunstância É isso que eu acho, caríssimo valupi. Com pena, acredita.

    JPC,
    Nem sempe o ridículo dá para rir, mas neste caso o teu comentário, confesso, arrancou-me um sorriso rasgado, para não dizer uma gargalhada esfarrapada. Porquê? Pela ingenuidade de que não te sabia capaz, antes de mais; e, claro, pelo esforço notório (e bem conseguido, admitamos) de quem se atira para o chão e suja e rasga o equipamento todo só para marcar uma posição que nunca seria a sua em condições normais. Um esforço louvável, sim, mas que, pelo mero facto de ter sido necessário, diz tudo sobre aquilo que lhe deu origem: a qualidade genuína dispensa tanta explicação e tamanho rebuscanço, impõe-se por si, sem necessidade de guias turísticos que nos mostrem os cantos das belezas escondidas. Não?
    Antes que comeces a disparatar abaixo de Bolhão e a improvisar comigo, coisa que não há necessidade, recordo-te que nunca te faltei ao respeito nem tenciono fazê-lo. Por isso, agradeço que reserves essa tua pose belicosa (e um nadita xunga, convenhamos) que de repente te apareceu de ‘quantos são?quantos são?venham todos, quantos são?’ para os teus verdadeiros adversários, inimigos, enfim, o que lhes queiras chamar. Nos quais eu não me incluo, não tenho sequer arcaboiço para tanto, não te mereço e não sou páreo para ti. E além disso, sinceramente, no pé em que as coisas andam por aqui, eu vou ali e já venho. Hipocrisia não, obrigado. E coisas que me chateiem já eu tenho, desculparás mas não só não as procuro como fujo delas sempre que posso, sobretudo quando não valem um caracol. É o caso, logo: passo. Poupa por isso o teu sarcasmo, e aceita os meus cumprimentos.
    Um bom dia para ti.

  20. Rui, pareces-me vítima da tua imaginação. E nada disseste do poema “Fala de Leonel Pontes a Cristiano Ronaldo”.

    Se pedes respostas directas e opiniões sinceras, tens de te preparar para dar, também, o exemplo.

  21. Valupi

    Você achava que era o único capaz de dar atestados de estupidez? Não os pode dar, se não estiver preparado para os receber também.

  22. val,
    não seja por isso, não me escuso a opinar, embora não me sinta com autoridade para emitir juizos críticos sobre a arte dos outros quando a discussão se põe já nos termos em que esta está posta. Nem tenho competência para tanto, sequer. Mas se me pedes opinião não ta nego.
    São uns versos engraçados, palavras dispostas em quadras, que rimam. Para mim têm, logo à partida, uma curiosidade que faz deles algo que eu nunca seria capaz de fazer: inspiram-se em futebol, ou melhor, num jogador e no seu treinador, mai-las ralações da sua relação. Provavelmente apaixonante, enquanto tema, mea culpa por não achar. No resto acho-os fracos enquanto poesia, medíocres, mesmo. Há qualquer coisa de básico, primário, infantil na sua redacção. Será dos meus olhos, será falta de capacidade da minha parte, mas não lhes vejo qualidade para um grande aplauso, muito menos genialidade (só por piada). Mas numa coisa estamos de acordo: também a mim me lembraram Ruy Belo, não tanto por semelhanças na escrita, mas sim por me recordarem estas palavras do poeta: «É terrível ter o destino da onda anónima morta na praia…».

  23. rvn, o que dizes, e pegando nas tuas analogias, faz lembrar aquela tia-avó que desconfia dum discurso sobre uma pintura do malevitch «que até ela poderia ter feito» e diz «estes gajos estão a gozar connosco!». lamento informar-te, mas só mesmo conhecendo mal o joão se pode pensar que um ego daqueles desperdiçaria assim a sua opinião e o tempo que ela lhe toma. o joão, que é parco em elogios, gostou destes poemas do josé do carmo francisco; és tu quem não gosta. e, como não gostas, faz-te confusão que ele possa ter construído um discurso erudito em torno dele. mas, se reparares, é coisa vulgar fazê-lo a partir de algo que tem cariz popular. é só veres as coisas desse ponto de vista. e o gosto diz tanto do seu portador como do objecto que o suscita, por outro lado.

    acrescento, porque entretanto apareceu o teu último comentário: segundo percebi foi o título que sugeriu o ruy belo.

  24. Rui, agora que te centraste no poema, e exprimiste aquela que me parece uma sincera e simpática opinião, diz-me: será esta a primeira vez na História que um poema, ou uma qualquer obra de arte, causa opiniões contrárias, díspares, desvairadas? Refazendo: negas-me o direito de gostar de algo que tu também pareces apreciar, essa “qualquer coisa de básico, primário, infantil”, mas que pões na borda do prato e que eu, ao contrário, saboreio?…

    É que se não o é, o que lhe estás a pôr em cima por acréscimo já é outro assunto. E, no que a mim dizes que diz respeito, deliras.

  25. ( glosando as glosas de jcf às falas de leonel das tantas a cristiano das quantas, num momento de rara e suada inspiração…)

    Tu comias-me e eu era um pão
    e nunca paravas pela tua ilha
    de jogar bilhar de salão
    dentro da minha berguilha.

    nunca me dizias não
    éramos felizes (ó maravilha)
    que nem dalila e sansão
    quando foram a sevilha

    mas um dia ( ó que dor!)
    fiquei triste sem vontade,
    trocaste-me estupor
    pela publicidade

    desde esse dia então
    fiquei só e infeliz
    nunca mais tive t……
    sou pior que meretriz.

  26. errata:
    não leva vírgula a seguir de “berguilha”, nem ponto a seguir de “vontade”( ãhm., hum, é o contrário… e
    o ponto no fim, bem…. pensando melhor…. esse pode ficar.

  27. Obrigada, AS.

    Prometo que da próxima hei-de fazer pior em matéria de rimas, de tal maneira que aqui os colegas não passarão de aprendizes de maus poetas.
    Ai, ai, eu bem sei que não vai ser fácil!

  28. A banana no pão (papo-seco) é a comida dos pobres na Madeira e a família do Cristiano era muito pobre. Não se brinca com coisas sérias.

  29. São apenas opiniões. A minha opinião é que o verso não deve ser objecto de chacota pelo seu referente. Não se deve brincar com a pobreza e om os seus sinais. Como sabes na Madeira as bananas que não servem para exportação são oferecidas às pessoas vizinhas. Chocou-me não por mim (estou imune) mas por aquela gente que hoje vive bem mas já passou muito. Eu estva em Alvalade quando ele veio do Funchal. Com oze anos. Sei do que falo. Mas são opiniões…

  30. Quem pode me ajuda? Eu gostaria de saber o indereço certo da casa de C Ronaldo pra mim manda uma camisa dele, pra autrografar tem alguém, de coração mesmo possa me ajuda e que fale a verdade?!

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