A flor no meio dos tarrafes

Não se via Titina, a rapariga mais bela
Com o seu corpo colado aos tarrafes

(São os tarrafes umas plantas gigantes
Bom esconderijo para guerrilheiros)

Nasceu em 45 como Ernestina Silá
Foi morta em 73 mas já como Titina

Presságio triste, depressão profunda
No rio Farim, rio da vida e da morte

Virou-se a canoa na ida para o funeral
Titina ficou para trás, foi ela a última
Veio o tiro súbito da lancha portuguesa
Tiro que se podia dispensar nesse dia

Amílcar Cabral tinha sido assassinado
As canoas do Farim iam cheias de gente
Nas corvetas podem ter percebido logo
Que nesse dia não valia a pena disparar

Morto o corpo de Titina, fica a lenda

Hoje nos lugares discretos da Guiné
Uma flor não fugiu, canta e continua
No rio Farim, algures entre os tarrafes

12 thoughts on “A flor no meio dos tarrafes”

  1. OK Sinhã é a tua opinião mas tinha mesmo aquela palavra à mão de semear. Titina fez parte da «mocidade dos Tarrafes», plantas gigantes onde os guerrilheiros se escondiam…

  2. foleiro, simplesmente foleiro, mal contado e mal cantado,pá. arruma as botas pá, não escrevas com o martelo pá, tu não tens coração, pá, não podes ser poeta, pá. não te enxergas, pá. tens a mania que escreves, pá, mas é só mania, pá, só mania, trambolho.

  3. Vai morrer longe, porcalhão! Tentas sujar tudo. Não te aproximes e sobretudo esse «pá» irrita-me. Tu não és ninguém, não podes querer usar uma expressão só para amigos e de longa data. O Joaquim Nascimento é que acertou ao chamar-te filho da virgem maria. É só veneno…

  4. ópá, chiquo das farturas, pá, porcalhão és tu que sujas as letras com a tua tinta, pá, não há detergente que tire a nódoa, pá, nem o skip, pá, vai ensinar a tua pessoa, pá, que precisa de ser amestrada, pá, tenta o açaimo, pá.ó pá, eu sou mesmo filho da virgem maria, pá, tu é que não és, pá, és filho das quatro letras pá, veneno tens tu nesse coração empedernido, trambolho, como é que tu queres ser poeta, pá. nem histórias de fel tu consegues escrever pá, vai bugiar calão, volta ao padre e diz-lhe que meta uma cunha mais forte que a minha, pá, pra ver se te safas, pá, eu já te avisei em primeira mão, pá, antes do purgatório, vais arder na pré purga e vais ver todos aqueles a quem chamas trambolho, pá. poe-te a pau, quando fores a inglaterra mostrar o teu visa de trazer por casa, toma banho e poe pó de arroz, pá, que pareces um dos ilegais que os bifes andam a caçar todos os dias, pá.

  5. ó pá, olha toma, o espelho do que tu mandas aos outos, acabadinho de fazer, com sentido igual ao teu, pá, é só palavras, pá, carpintaria, pá.

    quero ser lenda
    mas não sou

    minhas palavras, pescadas
    nos rótulos do detergente
    num momento caseiro,
    enquanto trauteio
    «é o bicho, é o bicho»

    a destreza deles
    que não me comem
    e protegem a barriga da minha carpintaria
    óh desespearada esperança
    esgota-se a cabeça na procura
    constante da quadratura

  6. ó pá, ainda bem que viste pá o que provocas aos outros com a tua prosa, pá, cada estucha, pá. quando começas a falar dos trinta mil réis que ganhavas e da escola comercial, fogo,´pá, até os furunculos rebentam, pá. quando chamas nomes aos outros, só apetece ir-te ao focinho pá, Deus Nosso Senhor lá poe o muro virtual no meio pá, que impede de te por a tromba em obras, pá, esfregar-te a tua carpintaria de escrita nas ventas. fogo, pá, és uma ofensa ao letredo, pá, até passavas sofrivelmente se fosses humilde mas tens cá uma caganeira de vaidades que só apetece descrever-te como és, pá, estás pras letras como o guterres está pra matemática, fogo. toma banho em soda caústica pá, que há aí muita coisa a desentupor, caraças.aprende pá, volta á escola, pá, agora até tens as novas oportunidades pá.

  7. vai tu meu cara de cu furunculoso, pá, anormal és tu que confundes escrita com carpintaria pá, és a lady gaga da cuesia,pá, e tira a mão do nariz, ó aprendiz do nada, pá.

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