Para que serve a Galiza

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A Galiza serve para albergar os galegos. Dá-lhes espaço e luz, um chão, um céu. E água, pedra e floresta. E sossego e inquietação. E vontade de partir para longe. E a saudade, já, do regresso.

Mas também a nós, portugueses, a Galiza serve. E para bem mais do que poderíamos supor.

Primeiro, e já não será pouco: a Galiza recorda-nos que somos menos únicos do que apreciamos pensar. E que o Universo, ou mesmo a Europa, não se andaram preparando para produzir, aqui, esta tão inesperada mistura, que chamámos portuguesa, de sonho e pragmatismo, de evasão e acanhamento, de um entusiasmo por amanhã e uma entrega já hoje à fatalidade.

Assim, a Galiza faz-nos sentir-nos menos sós nesta agreste Península. Estamos acompanhados na ríspida vizinhança dos excitáveis e excitados castelhanos. Que nos disturbam e cansam com o seu colorido, a sua eloquência, a sua certeza de ditarem as leis do planeta.

E, por isso, a Galiza serve para lembrar-nos a felicidade, que a Galiza não teve, de podermos fechar as portas e janelas à algazarra. E podemos ler Javier Marías no alpendre, ver Almodóvar no sofá, calcorrear um Prado silencioso e digital, ouvir Tamara enquanto passeamos. Como se o Mediterrâneo luzisse em Elvas ou viesse lamber as praias da Covilhã.

Serve a Galiza, igualmente, para recordar-nos uma sorte, sorte que ela também não tem: a de desconhecermos um idioma superior, dia e noite contaminando, abafando, ameaçando de morte o nosso. E, por isso, quanta necessidade há, quanta urgência talvez, de o protegermos, a este, e da maneira mais simples, e a mais esperta: conhecendo-o melhor, estimulando nele forças dormentes, usando-o com imaginação e fidalguia.

A Galiza é o nosso melhor contacto. Pode a Espanha ser-nos um exemplo de sociedade, e é decerto um parceiro comercial. Mas não nos é, nunca foi, nem parece que venha a ser, um interlocutor. Até hoje, ninguém apresentou uma fórmula para isso que não diminuísse Portugal.

A Galiza, essa, há-de servir-nos, sempre, de casa ao lado. Com amigos certos. Para uma longa conversa ao pôr-do-sol.

*

A conversa entre galegos e portugueses tem vindo a fazer-se também na blogosfera. Salientarei, do lado galego, O Levantador de Minas, o blogue de Jaureguizar Cabaret Voltaire (antigamente Facendo Amigos) e o de Martin Pawley Días Estranhos (sic). E ainda o Portal Galego da Língua. Do lado português, tem de destacar-se Renas e Veados, tal como Coroas de Pinho.

A 13 e 14 de Outubro, haverá no Porto um encontro luso-galaico sobre Weblogs. Toda a informação aqui.

O mapa acima, de fabrico alemão, usa o nome espanhol da Galiza. Para muitos galegos, esse é também o nome do seu país. Mas há que sublinhar, no conjunto, a saborosa incorrecção política da mapeação.

32 thoughts on “Para que serve a Galiza”

  1. Acabo de ler, no site do «Sol», que 28% dos portugueses desejariam ser espanhóis.

    Tenho isto a dizer: eu receava francamente que fossem mais.

  2. Sim, realmente é um bocado desconcertante esse 28% de portugueses dipostos a fazer parte da Espanha, quando muitos galegos estão a querer justamente o contrário polo pouco que nos aportam os castelhanos.

  3. Então neste blog, agora é só você que escreve? Que é feito dessa “mente que brilha”, segundo a sua opinião e um burreco segundo a minha, que dá pelo nome de afixe? Você despediu-o? Eu não lhe disse que ele era burro? Você defendeu-o e disse que eu ere um puto de mal com o mundo e com a vida e que tocava às campainhas e fugia. Pelos vistos é possível que eu tenha razão quanto à burrice do afixe. Também disse que ele seria o cangalheiro deste blog. Parece que com a saída do afixe o blog ainda se aguenta mais uns tempos. Claro que continuo a ser o anónimo de sempre e é assim que gosto de ser.

    Até uma próxima vez.

  4. Anónimo das 11:22 PM,

    Fique sossegado, eu não despedi ninguém. A maralha é que se foi despedindo, deixando-me aqui a falar sozinho. E, depois, seria honra de mais chamar ao «Afixe», como seria chamar-se-me a mim, cangalheiro do blogue. Não somos fundadores. Como conseguiríamos ser cangalheiros!?

  5. Sim, Py. Em galego, «unha aperta» [nh pronuncia-se com o som ‘ng’ da fonética, e não como no nosso ‘unha’…] é, de facto, «um abraço».

    «Unha» é simplesmente o artigo feminino, na ortografia autonómica (a Norma Agal grafa «umha»). Menos ‘engraçado’ do que você imaginava, mas ainda assim curioso.

  6. Obrigado. Eu também pensava que seria isso, mas outra coisa é dito por quem sabe.

    Mesmo assim acho muito engraçado, tomara que eles continuem a comentar.

    (shhhiu: atão e o “pagar” apagado noutro dia?)

  7. Excelente ideia num belo texto. Perdoe, por isso, que pergunte: aquele ‘nos’ a seguir a sentir não está a mais (faz-nos sentir-nos)?

  8. Cuidado con los galegos que empiezan diciendoos hermanos y luego os dirán que sois sus hijos, que no existis y cosas así, como mucho pangalleguista que visita foros astures.

    Hace años “gallegos y asturianos” primos hermanos, ahora, con el intento de galleguización de Asturias por parte de Galicia, la mayor parte de los Asturianos no los pueden ver (entíendase a sus políticos y representantes varios), si hasta tenían un topo en la ALLA (Academia de la llingüa asturiana).

    Tengo curiosidad por saber si el mirandés (de tronco astur-leonés)se encuentra en más zonas de Portugal o resquicios de el, porque en España llegan sus influencias hasta Cáceres.

    Mi padre es de León pegando con Valladolid y se nota que hay una base de Leonés en el habla, y en muchas palabras, enburriar, jato (xato), gocho (gochu, antroido (antroxu). Podría pasar lo mismo en Portugal, que enseñaran el Portugués y se fuera perdiendo el dialecto autóctono (como el mirandés), como en León, Zamora, Salamanca, Parte de Valladolid y de Palencia.

    Gracias por anticipado.

    Que me perdonen los galegos no intervencionistas pero es que estamos hasta arriba de injerencias (y los leoneses también).

    Obrigado.

  9. MPS,

    Compreendo a sua perplexidade gramatical. Mas leia: «Ela faz-me sentir menos só» e «Ela faz-me sentir-me menos só». Qual prefere?

    Acrescento: «Ela faz-me | sentir-me menos só» equivale a «Ela faz que eu | me sinta menos só».

  10. ora isto multilingue é mesmo engraçado; eu digo: ela faz-me sentir menos só, mas só nos primeiros tempos, porque depois quero é voltar a estar só.

    Com eles a vantagem é que nos perdoamos mais facilmente, pelo menos comigo é assim, e os assuntos de dinheiro resolvem-se melhor. Em contrapartida quando estamos doentes é pior. …koisas.

  11. desculpe “pole”, mas nem percebo como o senhor fala do mirandês (ou asturiano-leonês) em território da República Portuguesa e nom aceita que a língua galega (ou português galego) também é própria de comarcas que -por enquanto, o que nem sempre foi assim- ficam fora da Comunidade Autonóma Galega. Que galegos e portugueses somos irmaos, pois é que nom precisamos que o senhor explique o motivo, que já nós sabemos

    Quanto o tema da dissoluçom portuguesa na Espanha, confirma-se que o verdadeiro nome de “iberismo” é “espanholismo”, logo Portugal seria uma “galicia 2” ou um “Puertogallo”.

    O primeiro que faria Espanha seria partir o território em várias “comunidades autonómas”: Minho, Centro, Lisboa, Alentejo, Açores, Madeira…. Cada uma dessas CA teria uma “língua própria” por decreto lei que com certeza apenas seria aceite nessa regiom. A única língua oficial em todo a Ibéria (bem, na EspaÑa) seria o espanhol, e nem pensem que os espanholitos se dariam o trabalho de aprender uma palavrinha das línguas “regionales”. Os topónimos seriam Lisbuena, El Puerto, Madera, Las Azores, El Miño, etc… a escolarizaçom seria em espanhol (com alguma aula de língua alentejana ou minhota, com menos exigência que qualquer outra matéria) e qualquer tentativa de levar a “língua local” fora da casa e até o trabalho, os jornais, a igreja,… seria considerada um “fanatismo nacionalista”. Portugal continuaria a ser um país monolingue… só que em espanhol, que é a única língua útil e “nom-nacionalista” para os espanholitos -que, aliás, som incapazes de dizer nada em inglês, francês ou qualquer outra língua.

    O novo significado de “cosmopolita” seria “espanhol”, o novo significado de “português” seria “localista” ou “provinciano”.

    Madrid poderia inaugurar mais aeroportos, mais urbanizações, mais ministérios, mais funcionários e mais caminhos de ferro com as “comarcas” e a condiçom de português seria -tal é como a de galego, na altura- apenas uma vizinhança administrativa. Sabem, caros tugas, que um galego com domicílio em Madrid ou Sevilha já nom é galego que é madrileno ou andaluz? No entanto, se esse mesmo galego vai morar ao Porto ou a Londres, segue a ser galego. Assim som as cousas nesta Espanha onde as nacionalidades nem som reconhecidas.

    A soberania portuguesa nom existiria, a capital do mundo seria Madrid, o cinema seria tudo dobrado em espanhol madrileno. Teriam a obriga mediatica de apoiar uma das piores selecções de futebol da Europa, onde sempre joga um gajo que pode levar um ano sem fazer um gole que joga igual (porque é madrileno, joga no Real Madrid, e leva o hino espanhol a sério). Os portugueses teriam a obriga patriótica de assistir a mundiais e europeus dizendo “vamos a ganar, oe, oe” (para perder sempre miseravelmente), e disfarçados de toureiros/guardias civiles (eles) e de folcloricas (elas).

    Os espanholistas sempre falam de que de Pirinéos a Gibraltar apenas há “umha única naçom”, e isso porque nem se lembram do último povo da Península que ainda defende a sua soberania do centralismo espanhol. Se não pode ser, pois não pode ser. Espanhóis todos y olé! Nom sabem o que estám a perder, hã, as graças da Espanha!

    é isso aí, fiquem bem, amigos portugueses, umha aperta ou um abraço!

  12. Tiago Gomes:

    Gracias por lo de Señor, pero no te acepto lo de señorito.

    Hablé de pangalleguistas, no de gallegos, y de sus representantes políticos, no de las gentes, distinción que en ningún caso tu haces.

    Por supuesto que las lenguas propias tienen que defenderse, y el caso del eo-navia, o del Bierzo o alta sanabria, debe ser estudiado y actuarse en consecuencia, defendiendo su uso y enseñanza, por todo lo que significa la TV y los medios (que uniforman), de ahí a vincular nación con lengua hay una gran distancia, que yo no me atrevo a sobrepasar, pero que tu si (será cuestión de ideales).Por cierto, si la ALLA lo llama gallego-asturiano, y no asturiano-gallego es porque dice que la base es gallego, pero tiene también muchos rasgos de asturiano, algo así como una lengua de transición, y esa es la realidad, isoglosas. De todas formas no es coherente que critiques la castellanización de Galicia, ni disertes en pleno siglo XXI sobre que les harían a los portugueses, los españoles, ¿que españoles?, los del siglo XV, o los de la epoca de Franco, pero te permitas decidir que se hace en Asturias con las lenguas de Asturias.

    El problema es que a los pangalleguistas los conocemos, critican constantemente, pero no se acuerdan del prestige (de como los españoles, la gente, se volcó en ayudar, ni de ahora con los incendios), y defienden un ideal nacionalista sin mirar a las personas, vinculando lengua y territorio, y todo es mucho más complejo.

    Extremistas los hay en todos los lados, pero si te fijas en la segunda parte, pregunté si pasaba algo parecido en portugal, ya no hablo de lengua (que el mirandés está ahí), sino de trazos de lengua como ocurre en León (tierra de campos), de lenguas propias que por la escolarización se hallan perdido, pero que se mantengan palabras y giros “extraños”.

    Mira, ahora que estamos todos en la Unión Europea, hablar de independencia es una anacronismo, porque de entrada tu y yo y todos somos dependientes, pero no de nuestra “nación”, sino de demasiadas cosas (irak, la ONU, las deslocalizaciones, el cambio climático……).

    A mi los extremistas españolistas, o pangalleguistas no me convencen, ni me convencerán jamás porque no respetan a la gente, y la gente lo que necesitamos es cultura, de la de verdad, pero sin imposiciones, ni de un lado ni el otro, si es que los lados existen.

    Tu disertación sobre las maldades de españa son tópicazos, hechos por un extremista que critica a otros extremistas, pero identificándolos con el pueblo (generalizandolo a todos).

    Las veces que he estado en Portugal, me he encontrado con personas, que es lo que yo miro, no me he encontrado con banderas.

    Y los portugueses que hayan sido mal tratados, lo han sido por personas extremistas que siguen mirando banderas y no personas.

    Y si, me identifico como español, porque aquí nací, y mis lenguas materna y paterna podrían haber sido euskera y leonés, pero fue castellano, lo que no quita para que me interese por la lengua del sitio donde vivo y donde tengo a mi gente.

    Lo de la toponimia es una falsedad, si pone A coruña, en vez de La coruña, ya desde Madrid, y desde Asturias tambien….

    Que me disculpen los gallegos a los que pude ofender, ya que solo expresaba mi opinión sobre los pangallegos.

    Y si el mundo es multilingual.

    Os dejo lo que otro galego escribió en otro foro, que no todos son pangalleguistas ni mucho menos, que para eso hay democracia y libertad de expresión ¿o no?…

    Galicia y Portugal son realidades territoriales, culturales, sociales y políticas completamente diferentes, y como tal deben seguir siéndolo. Cada cosa es cada cosa, no es lo mismo Asturias y Cantabria, ni Madeira y Canarias, ni Menorca y Mallorca, ni el Bierzo y la Maragatería, ni Elda y Petrel,… ni la Casiña y Ducío. No se puede confundir churras con merinas, cada región, comarca o pueblo tienen que mantener su identidad propia porque sólo así se mantiene nuestra riqueza cultural y humana. No se puede cometer el mismo error que se está cometiendo con Castilla y León, Portugal y Algarve, Cataluña y Arán, Madrid y La Mancha, Albacete y Murcia, etc. Todos los pueblos deben mantener su identidad propia pero juntos e integrados dentro de Iberia de forma comoda y natural.

    A ver se vai ser certo iso de que os subnacionalistas queren a secesión para despóis anexionar, oprimir e centralizar igual ou máis cós nacionalistas españóis conservadores… o dito, a mesma merda en saco distinto.

    [Sou a favor da criação de dois paises:
    (Galiza+Porto + Trás-os-montes+ Minho+Beira Alta+Beira Litoral) um pais
    España + todo o restante Portugal outro pais
    A história tomou outro rumo, mas a lógica seria esta.]
    ¿que lóxica? ¿a peninsula verde e a seca dis? pois logo seica che falta Astúrias, Leão e a comarca zamorana das Portelas, xa que logo os cántabros xa son moi vascóns, non si. O dito, os nacionalistas todos sodes a mesma merda en saco distinto, sexan españois, portuxeses, ou independentistas.

    Deica logo. Por un galego ibérico.

    Tabeirós-Terra de Montes

  13. Pole,

    Nom é por nada pole, mas quando foi a catástrofe do Prestige chegaram bem antes a Galiza os portugueses e os belgas do que os espanhóis. O único que tem feito a Espanha na Galiza nos últimos 500 anos foi explorar nossos recursos e roubar. Mais nada!!

  14. Pois, cansam de dizer que com diálogo e ‘talante’ tudo é possível… dentro dos limites das suas leis, claro.
    E já vão lá nãoseiquantos anos perdidos…

    >Mira, ahora que estamos todos en la Unión Europea, hablar de independencia es una anacronismo

    Pérola do dia :P
    a) Pq a UE tem mais escuros q claros, e cada dia mais (foi assim tão-tão boa para nós???)
    b) Pq um estado (galego) independente poderia re-negociar a sua entrada (ou não) na UE, e talvez estariamos melhor com um estatus tipo Islândia/Noruega/Suiça.

    Neste mundo, cada vez mais, ou és estado ou não és.

    Mas isso nunca o saberemos (seica), por aquilo de q com diálogo tudo é possível, menos falar de cousas sérias.

    Do resto nem comento pq aborrezo.

    Viva’spaÑa ;)

  15. Luis:

    El prestige, no solo llegó a Galicia, que aquí tambien lo sufrimos (y seguimos, que todavia hay galipota y tu y yo lo sabemos). Pero estamos en lo de siempre, muchas veces leo a gente que dice que si se explotan los recursos electricos, que si los forestales, que si los paisajísticos, etc. ¿Que creeis que pasa en Asturias, o León?. Lo que se “saca” de Asturias, quien los saca ¿Madrid? o sus dirigentes.

    Creo que el problema verdadero (y mira como está Asturias de jodida en muchos aspectos pero de bien en otros)es que la gente no lucha por la gente, sino que tiende a identificarse con partidos, naciones y equipos de futbol. Cuando aquí empezó la reconversión salió el felipín diciendo practicamente que a Asturias ya le podian dar, pero la gente no se refugió en ideales, lucho por su bienestar, por su trabajo.

    Y sinceramente el apoyo de la gente en lo del prestige (voluntarios) creo que fue grande, y el gobierno de España se tambaleó por tomar las decisiones equivocadas, y por el retraso en tomarlas.

    Leía que hace años se cogía angula a calderadas en Galicia. En la ría de Nalón también, ¿quien se las cargó?. Lo bueno es que las roballizas pican mejor, aunque hay menos, muchas menos. Y con la pesca en Asturias ya hubo problemas por no respetar caladeros ni vedas (y el problema vino con pescadores gallegos), ¿se debería llamar a eso expolio?, yo no lo haría.

  16. Comenta alguém : “Galicia y Portugal son realidades territoriales, culturales, sociales y políticas completamente diferentes” …

    sim, com efeito: tam “diferentes” como Andaluzia e Astúrias …
    e por enquanto eles (andaluzes e asturianos) som todos “españoles” ..
    (mesmo falando “línguas regionais” ou falas bem mais diferentes do que o “galego” e o “português” ..)!

  17. Olá desde a Galiza.

    É fermosísimo esse texto sobre o nosso pais e sobre nós! Gostou-me moito! :p
    De facto vou-no copiar com licença para publicar no meu blog também lol
    Amigos galegos, portugueses e brasileiros que andam a teclar por cá. Nom alimentedes os trols espanhois (asturianos e castelhanos) doidos que querem criar conflitos entre a nossa gente.

    Aperta.

  18. Eu pergunto… que merda está a falar esse senhor que escreve textos de corta e cola extraídos dos manuais do bom espanholista….. não será um empregado de qualquer lobby conservador pagado para nos amolar no nosso diálogo entre vizinhos? Vai pra Miranda e deixa-nos falar tranquilos…

  19. dende este artigo ensalza galiza pero eu só me pregunto.. se somos nazóns tan apegadas.. porque os galegos que comentades non falades galego?? un pouco de autorespeto

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