Decomposição artística

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A peça de Damien Hirst que há pouco se aproximou do recorde de preço para obras de um artista vivo está a apodrecer. O tubarão que habita The physical impossibility of death in the mind of someone living, encomendada em 91 pelo publicitário Charles Saatchi, apresenta claros sinais de decomposição. Pouco atraído pela perspectiva de poder ver o espectáculo de 9 milhões de euros a desfazer-se na sua sala de estar, o infeliz proprietário está a tratar, com o artista, de substituir o inquilino da precária obra por um espécimen mais resistente.

2 thoughts on “Decomposição artística”

  1. E não estamos rodeados de selvagens? Uns mais que outros, mas sempre dispostos a dar a sua dentadinha, que é como quem diz – sou o topo da cadeia alimentar e como o que quero. É o degredo!

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