21 thoughts on “Resumo da minha entrevista ao “i””

  1. o vestido é da senhora dos passos, sócrates é coisa a evitar e aquilo está cheio de perlas, apanhei estas:

    “Muita gente cita o meu pai. Eu não cito porque me ficaria mal, mas, se não fosse meu pai, citava-o muitas vezes.”

    “Eu não faço planos. Eu sou apaixonada por política, sou uma socialista democrata convicta, comovo-me e tenho orgulho em ter pedido a inscrição no PS.”

    “Nunca pensei se gostava de ser secretária de Estado ou se gostava de ser ministra.”

    “É uma pessoa que tem mostrado que o tempo lhe dá razão e é uma pessoa vigorosa, altamente comunicativa. Não vejo onde é que está a hesitação, mas não ouvi essa declaração do Dr. Mário Soares.”

    muito fraquinho, não dá para eleger o chefe de turma do infantário da freguesia de belém.

  2. isabel,uma aliança à esquerda? qual a esquerda? a do pcp a do bloco,?que de diferentes,na pratica politica por andarem em competiçao passam a iguais? isabel tenho consideraçao por si,como já o demonstrei,mas começo a pensar que errou na sua “vocação” partidaria!

  3. Caro nuno cm,

    Irra que vocês hão de usar este argumento até rebentar a corda…

    Meus amigos, tal como numa familia, o sentido da responsabilidade tem de começar nos maiores, não nos menores. Estes ultimos, vendo o exemplo dos mais crescidos, acabam normalmente por compreender que o seu interesse consiste em mostrar-se razoavel.

    Portanto, tenho pena, mas a atitude de birra (“ai eles não querem falar, então também não lhes falo”) não é construtiva, nem responsavel. Mostrem o prato que estão dispostos a cozinhar e expliquem pousadamente quais os ingredientes, qual o tempero, porque é que julgam que é o que se pode arranjar por enquanto, que não ha perigo de intoxicação alimentar, que em contrapartida uma refeição que começa, prossegue e acaba com mousse de chocolate não tem sentido etc.

    O resto vai acabar por se compôr.

    E pensem no “sentido de responsabilidade” de que faz prova um adulto que diz aos filhos : “ai estão a fazer birra, é, então é simples, não ha jantar hoje, nem amanhã, nem nunca”…

    Bolas que isso até parece um sermão ex-Ministra Alçada !

    Boas

  4. o rebentar da corda foi a loução de censura ao governo do sócras e a irresponsabilidade do chumbo do peciv. o bloco foi criado para destruir o partido socialista e tiveram algum sucesso inicial, mas o entusiasmo e ambição do louceiro deram cabo do negócio e agora têm de inventar novas fórmulas para se manterem no mercado. o bloco quer é votos do partido socialista, o resto é treta para idiotas inúteis e emigrantes espertos.

  5. Tanta parvoeira, a questão principal são as politicas.

    O PS está disposto a ser um partido de ESQUERDA, que ponha em pratica POLITICAS de ESQUERDA, ou pretende pelo contrário, continuar a aplicar politicas de DIREITA.

    A privatização dos CTT e da TAP, uma nova lei das rendas, e nova legislação para facilitar os despedimentos, era a receita de Socrates, abençoada pela Merkel , do tão incensado PEC IV.

    Se é essa a politica que o PS quer aplicar no País, então a aliança que se desenha entre o PSD o CDS e o PS, tem toda a razão de ser, estão todos a defender a mesma coisa.

    Mas será que os eleitores do PS aprovam essa politica?

  6. joão viegas,porque motivo, o pcp não quiz ir a votos nas ultimas eleiçoes,com o bloco? jeronimo, aos desejos de louça,respondeu:” cada um vai na sua bicicleta” como é ?o ps é um partido democratico e responsavel que olha para os dois pratos da balança,o da receita e o da despesa.está a ver o pcp a impor a austeridade mesmo a estritamente necessaria? isso só sozinhos no poder e em ditadura.como sabemos pelos partidos irmãos!não sonho com os amanhas que cantam.joão viegas,acredito que seja um bem intencionado,mas todos sabemos que o aparecimento dos comunistas em portugal,não foi só para derrubar o fascismo,mas para conquistar o poder,mesmo sem eleiçoes como vimos no prec. quem impede o crescimento do pcp é o ps,como tal, com prejuizo para os trabalhadores,escolheu o ps como seu maior inimigo.procure saber o que o pcp exigiu para não derrubar um governo liderado por mario soares.o que pediam ,era de tal monta que o governo acabou por ser derrubado,com proveito para a direita que foi para o poder! os trabalhadores que se lixem,pois o quanto pior melhor é que é bom!

  7. augusto,diga-me lá, onde foi que os partidos comunistas no poder, puseram em pratica politicas de esquerda e qual os resultados. em portugal,nem nas autarquias,onde alem dos “calotes” admite como funcionarios não os melhores,mas os de cartão.

  8. Not my point, caro nuno cm, not my point…

    Eu aceito todas as criticas dirigidas à instransigência do PC e à intransigência do BE, e não ponho em causa que eles tenham responsabilidades na crise. O que eu digo é que é estéril continuar a martelar nesta tecla, pelo menos se o PS não tiver ele proprio uma atitude construtiva e responsavel.

    Neste caso, concordo com a Isabel Moreira no que me parece ser o essencial : a proposta do PS deve constituir uma verdadeira alternativa, realista mas de esquerda, à politica do PSD. Se assim fôr, as outras forças de esquerda vão estar perante uma alternativa clara : ou aceitam participar na construção desta alternativa, ou persistem na sua intransigência, correndo o risco de perder eleitores de esquerda, que querem realismo e eficacia.

    Depois do que sucedeu desde 2011, se o PS voltar a precipitar-se para os braços do PSD, ou a privilegiar uma aliança à direita, dara necessariamente a ideia de que não tem nada a propôr que se diferencie realmente das politicas seguidas pela direita. Nesta hipotese, o PS vai necessariamente empurrar muitos eleitores para o BE…

    O PS tem de apresentar propostas que digam alguma coisa ao seu eleitorado natural que, até ver, se situa à esquerda. So isso. A melhora forma de combater a demagogia radical-irrealista, é dar provas de realismo. E o realismo não consiste apenas em estar no governo. Afere-se pela capacidade de tomar eficazmente medidas de esquerda.

    Não podemos continuar com guerras pueris que apenas têm como resultado objectivo hipotecar sériamente a viabilidade de uma alternativa de esquerda.

    So isso.

    Boas

  9. “…o que são então no teu entender medidas de esquerda?”

    eheheh… devem ser as que estão sempre do lado esquerdo do gajo. quer entre, quer saia o mundo gira sempre à volta do umbigo do emigrante.

  10. Porra, ha tanto por onde ir. Por exemplo :

    Repartição mais justa do esforço fiscal e para-fiscal de consolidação das contas publicas (que pesa hoje em grande medida sobre os rendimentos do trabalho, isto em consequência, em parte, de medidas tomadas pelo PS). O que implica, como é obvio, a rectificação de medidas tomadas nestes ultimos anos. Isto é também uma questão de ética democratica : não podemos viver com partidos que passam a vida a dizer, quando estão na oposição, que a politica do governo é um descalabre, mas que não tomam nenhumas medidas correctivas quando chegam ao governo ! Depois queixam-se do populismo…

    Abandono das politicas baseadas na crença idiota de que basta dar aos nossos empresarios mediocres mais margens sobre o custo do trabalho para que a economia arranque milagrosamente, mercê de toques de “bater punho”. Isto não é reformar coisa nenhuma, nem tampouco favorecer o aumento da produtividade, é mesmo fazer exactamente o contrario… Se houver reformas interessantes a fazer no dominio do trabalho, devem estar articuladas em torno do circulo virtuoso seguinte : favorecimento da valorização efectiva do trabalho/procura de maior eficacia na protecção contra a precariedade.

    Reformas na administração publica por forma a corrigir o principal déficit de que ela sofre hoje em dia, que é um déficit de resultados acerca da sua função primeira, e principal, de redistribuição. Isso deve nomeadamente ser feito em campos absolutamente vitais e com efeitos positivos rapidos na nossa economia : educação, saude, justiça (mais do que no sector dos transportes, uma vez que ai muito ja foi feito ao longo das ultimas décadas, demais se calhar, e que o efeito positivo circunscreve-se muitas vezes às empresas de obras publicas).

    Etc.

    Juro que não percebo. Vocês estão mesmo a dizer que não sabem como definir um programa de esquerda, é isso ? Foda-se : então filiem-se no PSD ou no CDS !

    Boas

  11. Fracote…

    A maior parte desse programa assenta na crença ingénua de que os fundos comunitarios nos vão salvar. A tonica continua posta em investimentos dubios ligados a infraestruturas de transporte (porto de Sines ?!?). Os esforços anunciados sobre o salario minimo e sobre a correcção parcial do IVA da restauração (que beneficia mais aos profissionais do sector do que aos trabalhadores em geral, e os restaurantes não são propriamente o sector economico que vai salvar o pais…) são fogo de palha : nenhuma dessas medidas, que alias são marginais (em Portugal o salario minimo e as pensões minimas são ridiculamente baixas), vai ser implementada se a conjuntura permanecer dificil e se o PS precisar do PSD para viabilizar o seu governo. Mas, sobretudo, nenhuma muda a estrutura fundamental de um pais que espera a salvação de um acréscimo de compteitividade por causa dos baixos salarios. Se esse é o caminho, então mais vale seguir o PSD, que ao menos promete transformar mais depressa o pais numa espécie de Malasia…

    Relançar grandes obras, nas quais os principais contratos continuarão a ser ganhos por empresas estrangeiras, ficando as migalhas para as empresas parasitarias da construção e afins, não vai mudar rigorosamente nada… Isto é uma injecção de morfina, não é um programa economico !

    Redução do IRC em nome de quê ?

    E no dominio da educação, onde o PS pode ser creditado de uma boa reforma (a avaliação do profs), não se fala ?

    Ha algumas ideias na saude, mas o programa fica-se nas generalidades e ninguém consegue perceber que medidas concretas vão ser implementadas. A não ser que a obrigação de instaurar prestações complementares signifique que as empresas vão ser obrigadas a financia-las. E’ isso que se pretende ? Então digam-no !

    Ha a luta contra a fraude fiscal. OK. Mas como vai ser feita, reduzindo o IRC ?

    E na justiça, não se fala ? Como sempre, o programa Jamesbôndico de combate à corrupção (que é importante, não digo que não), serve para mascarar a indigência. Lembro que, se não ha investimento estrangeiro, não é tanto por causa da carga fiscal, mas antes porque os tribunais julgam no dia de São Nunca à tarde. E lembro também que enquanto esta situação permanecer – e enquanto não houver uma verdadeira garantia de salarios, efectiva, funcional – o direito do trabalho permanece uma pura virtualidade.

    Portanto vejo palavras, algumas na boa direcção, mas fico com um sabor a muito pouco.

    Para além disso, o que é essencial é que mesmo as medidas timidas anunciadas não podem ser implementadas apenas pelo PS. Portanto, quanto a mim, tenho poucas ilusões : a aliança objectiva com o PSD vai mais uma vez servir para não se fazer nada, com a boa desculpa de “nos até queriamos, mas a crise e o PSD não deixam”.

    As propostas do PS seriam crediveis se ele anunciasse claramente fazê-las depender da aprovação dos outros parceiros de esquerda. E’ isso que a entrevista da Isabel Moreira sugere e, na minha opinião, depois da perfeita demonstração de que não ha rigorosamente nada a esperar do PSD, esse é que devia ser o caminho…

    Boas

  12. não prestam… estão verdes, mas se fossem aprovadas pela ganza estalinista do acampamento gerómino ou do picnic transgénico louceiro, conforme sugestão da rosa-lux-em-burro, eram o máximo e pró ano tinhamos o super bloque no meco.

    http://www.youtube.com/watch?v=bAC8SW3ZWIw

  13. Deixo a responsabilidade da comparação ao inacio. Uma coisa é certa : continuem a fazer o jogo do PSD, e a mostrarem-se disponiveis quando é preciso alguém para arcar com mais um bocadinho de culpas, ou fazer uma pequena pausa na pauperisação do pais. Assim, à falta de aura politica, vão garantir por muito tempo a existência de uns socrates martires a quem poderão continuar a mandar ex-votos.

    Quanto aos problemas do pais, não se preocupem, esta perfeitamente demonstrado que 100 % deles vão resolver-se com o simples decorrer do tempo…

    Boas

  14. “… fazer o jogo do PSD…”

    . fenprof – manifs dos 300, revogação lei avaliação, palhaçada sede madeira, etc.
    http://www.publico.pt/educacao/noticia/pcp-tambem-propoe-revogacao-da-avaliacao-docente-e-vota-favoravelmente-diplomas-de-psd-e-be-1486660

    . saúde – folclore fecho das maternidades e urgências

    . chumbo peciv, moções várias, greves & manifs muitas

    dava para ficar aqui a tarde inteira a fazer lista dos feitos patrióticos de esquerda dos idiotas quanto-pior-melhor, que andam há 40 anos a emperrar a democracia e a dizer que não têm responsabilidades porque nunca governaram, até dá para esquecer as facturas da muralha de aço do alucinado vasco.

  15. joão viegas o ps,em campanha tem quatro adversarios: psd,cds e bloco e pcp.a direita só tem um adversario o ps, porque, para as criticas vindas dos partidos do protesto, eles estão-se positivamente cagando.o ps para ganhar, tem que “jogar” o dobro dos seus adversarios politicos,pois todos pescam votos na sua area. o ps,não dá muita importancia ao pcp,mas” por amor de deus” deixem-nos chama-los à razão. dado que nunca governaram o pais,temos que recordar-lhes o passado, os paises amigos! e as suas politicas, que saõ todas do lado da despesa.quizeram ser poder, quando socrates no inicio do 2.mandato os convidou? para que pedem agora eleiçoes antecipadas se a historia se vai repetir? o pcp só quer eleiçoes para ver se mete deputados nos distritos onde ainda não entrou, para aumentar a sua influencia.é legitimo,mas demonstra pouca ambiçao para tantos custos para os trabalhadores. a soluçao para o pais, é a maioria absoluta para o ps. hoje, as sondagens dão mais 7 pontos de vantagem ao ps, quando nas ultimas eleiçoes a direita (psd) só descolocou,a uma semana das eleiçoes e porque nenhum partido se manifestou disponivel para uma coligaçao pos eleitoral com o ps. como a historia não pode repetir-se ,daqui faço um apelo à inteligencia dos portugueses.

  16. Verdade, mas ainda assim insuficiente para tornar despicienda a aposta numa esquerda inteligente… Se fosse necessario demonstrar que a concorrência não tem nenhum efeito milagroso, o caso da esquerda portuguesa seria emblematico…

    Boas

  17. O comentario anterior respondia ao inacio, mas também serve para o nuno cm.

    Deixem-se de treta. As queixas contra os fracos representantes dos partidos de esquerda apenas vos parecem importantes porque v. não querem ver o essencial : nem o PS, nem o BE, nem PC acreditam naquilo que dizem. Ninguém em Portugal acredita que seja exequivel (hoje) fazer uma politica de esquerda.

    O primeiro que tiver tomates para se abalançar sériamente a propor uma, realista, exequivel, vai levar os outros atras, ou pelo menos uma parte substancial dos seus eleitores. Necessariamente. Mas, como sempre, vamos esperar por dom Sebastião, que é mais confortavel.

    O resto é conversa…

    Boas

  18. o dito comentário anterior responde nada, zero, nicles, picles, batatóides. quando a cunbersa não agrada entras em modo bécula exuberante, come um ambrósio, a ferrero roche diz que satisfaz o desejo de requinte e o apetite de algo. já faltou mais para apelares ao voto na direita para resolver os problemas à esquerda.

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