5 thoughts on “Relvas, RTP, televisão pública, serviço público, grupo de trabalho”

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    RAJOY GANHOU
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    A direita espanhola ganhou as eleções. A direita mais à direita de Europa ganhou. As direitas mais unidas num só partido na Europa ganhou. Na sua concava funda há liberais, meio laicos, fascistas, ultracatólicos, apolíticos, abades, padres, religiosas, pensamento capitalista ultraliberal e de controlo social e mesquinhos na defessa dos direitos sociais. Também há muitas misas, visitas de papa, opus deises. Outros porque sim ou porque ouvem ruxir a pratq, e outros ja eles muito acomodados que vehem de avos acomodados que sempre viviram num “Ramalhete” e de seu devem ficar aquí, etc. etc. Tuda esta mistura vota sempre com uma fidelidade à ressaltar. Aliás à sua victoria não depende de se mesma senão da abstenção. É bom recordarmos que o PP só atingiu quase que os mesmos votos que há quatro anos e desta vez tem maioria absoluta no parlamento.
    Perderam os outros. Eles são, não só o partido socialista, partidos pequenos, incluidos os nazonalistas de Euskadi, catalunya e Galiza, e os que se abstiveram. São votos espalhados por todas estas beirraruas. Alguns, a maioria distes votos espalhados ou abstencionistas, são esa parte diferente na que ficam os que querem cambiar o mundo, os que não sabem o que fazer co mundo, os que querem a revolução, os que não sabem o que querem, os que de momento não gostam de que governa a direita , os aintisistemas,os ateus, os ateus militants, os religiosos povres; os que acham que ha diferenzas sociais e formas de resolve-las, que acham que redistribução da riqueza e os impostos progressivos assim como manter um estado de benestar social fão uma melhor sociedade. Os que prefirem uma sanidade e uma educação pública.
    A maioria social não é do PP mas esta direita entendeu perfeitamente o que é a democracia na que estamos. Sacralizar o formal da democracia, o importante é votar e ganhar, que por demtro ja arranjaremos nós. Deixa que todo mude para que tudo seja igual. Se esto não funcionar ja procuraremos outra coisa melhor, a hestoria está ahí. A direita só tem um saco onde meter, e tratasse de prometer até meter e uma vez metido olvidar o prometido.
    Seja como for, a direita como se tinha previsto nos inquéritos ganhou amplamente. Esta ceifeira, da crise económica, não vai deixar em pé a ninguem, e acho que a estes tampouco. A coisa não tem arranjo fácil.
    A direita chegou o pote. Isse foi o objectivo em quatro anos. Zapatero foi o alvo noite e dia no que se concentraram os murros da caterva de carpideiras viuvas à mentirem e a deixar pegada no imaginario popular que isto era muito simples e à causa era que Espanha tinha um presidente tolo, um desequilibrado, um frívolo e pouco preparado, um ranhoso esquerdista no poder. Se ele cair tudo trocaria em progreso, trabalho, e voltariamos os tempos antergos de quando governou a direita, isso sim sem recordar a Aznar porque perderiam votos.
    Há cinco milhoes de parados. Há muita gente sem horizonte laboral e social. Tudos sofremos esta inquietação de futuro e presente feita realidade nos nossos filhos na idade moza e que tenhem o futuro lastrado e chato. Essa é a realidade mais lá da pequena política. Mas numca a política foi tão real, tão de carne e oso. Essa que da que falam os jornais e que se toca na rua e na vida. Comenzam a falar da divida e os juros e rematam com as subidas de impostos e baixa dos salarios. As gentes com boa fé querem procurar outra oportunidade, e acham que a direita com os seus assentados e as suas políticas de controlo do deficit, de aumento do trabalho e baixa dos salarios será quem dar enfiamento este sarilho. Não os culpo, mas estão errados, completamente, rematarão atiramdo-se do cabelo, seguro. A direita só quer ganhar primeiro e depois o melhor reparte.
    As ovelhas sem pastor e os lobos arredor.
    Mas no outro lado, na esquerda percebe-se esgotamento, um deixar cair as maus e um deixa-lá que venha o que quisser. A esquerda não da ilussões, porque está desnortada, desanimada e desorientada. A esquerda do partido socialista fez o que puido. Sempre sem tempo a comtrareloxio, sem liberdade de ação, num desespero em luta comtra os mercados as prima de risco etc. Mas ninguem se cura desta peste. Italia caiu e treme e não era a esquerda a que ficava no poleiro, a França quer trocar o liderazgo de Sarkozy, o Cameron anda no balamço do descontento, a Merkel tampouco tem tudo o vento a favor. Zapatero lutou como puido por não passar a hestoria como o presidente o que iam fazer o resgate. Até que se reforme a U nião, o BCE sustenha as dividas das nações, haja uma política econòmica comúm e os paises do sur paguemos amte a luterana Merkel os pecados cometidos pelo pouco rigor dos nossos polìticos, teremos que sofrir. Eis a esperança.

  2. RAJOY GANHOU II

    A forza mediática da direita em Espanha e muito grande. Há toda uma trupe de meios e televisões a crear opinião e berrando tudos comtra o mesmo lugar. Assim é dificil dar mensagem craro a cidadanía do que e o porque se faz, qual é o obxectivo final. A direita chea de corrupção nos tribunais, utilizou de tudo tanto de maneira arteira o tema de ETA e o terrorismo, os nacionalismos e como não contou com o apoio da Santa Nai e a visita do Papa e ataques comtra um governo que combatia a moral. Quando os inquéirtos ainda na campaha deram ventos muitos favoraveis, deixaram-se a um lado todos os métodos e armadilhas para deixar que decoresse morno o ambente e chegarem em tipoia o poder. Numca ninguem teve um campanha tão fácil. Rajoy, que meresce comentario aparte, no papel de cardeal bondadoso, Rubalcaba desejando o remate e dizindo emtre linhas que ele não só ia ganhar senão também que não queria ganhar. O Senhor Rajoy que en ningum momento apoiou o governo ainda em situações bem duras, andou e anda a dizer que isto não é coisa só dum governo, que isto vai ser muito duro, que não dependemos de nós sós. Quem tem ouviu e qeum te ouve caro amigo. O importante e chegar oo pote , que mais dá o como.
    O gram problema é como saimos desta situação. Os que andiveram a dizer comtra o partido socialista que o que fizera era proprio dum partido da direita mais capitaista do mundo, não vão ter palavras para descrever o que vão ver. Zapatero até de agora não tocou á sanidade, o ensino público, as despesss para a lei da dependencia, as reformas, o usbisidio do paro. Em vinte días o novo governo vai rachar tudo a machadaços. Os direitos sociais,os trabalhadores, as camadas mais desfavorecidas vão ter um baixa consideravel. As grandes fortunas, os bancos, as clases mais favorecidas vão incrementar a sua situação de privilegio atual. A diferença de clases aumentara às craras, as clases meias, ficaram na metade do que agora são. Pelo menos o primero ano, tendo em conta o argumentario económico diste governo, as gentes que defende, o vento que sopra de Europa, a falha de políticas Keynesianas de economía expansiva, a falha de controlo centralizado europeio da divida, e a teima matranqueira de Alemnha de olhar para si mesmo, vai ser fame para hoje e fame para amanhã,
    A hestoria voltara a ponher no seu sitio a Zapatero, agora mesmo para alguns como o pior presidente da hestoria de Espanha, como o malfeitor escuro e malandro cheio de tudos os males do averno, filho de lucifer. Ficamos na era do marketing, da propaganda de Beneton e a gente fica tranquila a olhar para o ceu á recever uma frase que diga tudo o que há que dizer. A direita disse que tinhamos um cancro, e tirando o cancro , ficava tudo resolvido. Embora ja no remate da campanha, alguns altofalantes ja incluso lhe perdoava a vida, pois tampouco fora tão malo. A gentinha quer chegar o poder e alí tudo é mais doce. Teve muitos erros, aliás os mesmos que teve toda a gobernanza europeia, aliás ele tinha e tem cinco milhoes de parados, o vinte por cemto da população activa. E o pior dise vinto por cemto o cinquenta e cinco são jovens de menos de trinta anos.
    E desta situação a Galiza está nas piores. Isto ia para arriva e vai ficar feito uma eira, um deserto. Iste pais esmorece para muitos anos e a direita cresce tanto quanto enfraquecemos.

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