O melhor argumento a favor da IVG ou do CPMS é o João César das Neves

Que bom que ele existe. Agora mesmo na TVI mentiu e usou de 2 em 2 minutos adjetivos sonantes para qualificar quem não concorda com ele.
É impossível não sorrir com a argumentação em torno da petição para acabar com aquilo de que “ninguém fala”.
– O PS “aproveitou” a crise e à pressa e sem falar com ninguém (à socapa) aprovou o CPMS. JCN esqueceu-se que o CPMS estava no programa de governo do PS e..ups..foi a votos (não que precisasse) e o PS ganhou. É tão chata a democracia…Como, mas como é que não estamos a discutir isto??? E como tudo o que estamos a passar é culpa desses “modernaços”, vejam bem: temos de nos concentrar nas finanças e ninguém fala no que os modernaços fizeram à família. Foi tudo pensado, é grotesco!
– JCN está preocupado com muitos assuntos, mas ninguém fala da IVG!! Petrificou, o raio da lei! E os modernaços estão é a voltar à idade das cavernas, esses iluminados! Até porque nos EUA e num país nórdico que citou estão a…a…voltar para trás em muita coisa e discute-se!
Depois desta barrigada de riso, vou dormir, mas só por uma noite, ao contrário de quem finge ter estado a dormir há décadas.

6 thoughts on “O melhor argumento a favor da IVG ou do CPMS é o João César das Neves”

  1. «JCN esqueceu-se que o CPMS estava no programa de governo do PS e..ups..foi a votos (não que precisasse) e o PS ganhou.»

    Estamos, completamentamente, de acordo.
    Com a “brincadeira” de mais um referendo, o segundo; o primeiro pelo PS de Guterres e o segundo pelo PS do estudante de filosofia em França, gastaram-se, desnecessariamente, mais uns milhares/milhões de euros.
    Nenhum dos referendos foi vinculativo, um hipotético não e um hipotético sim e a lei foi mudada.
    Porquê?
    Por uma questão de coerência dever-se-ia fazer uma finalíssima e esbanjar mais uns milhões…

  2. A mesmissima gente “cristã” que vê na IVG um crime gravissimo e se indigna (como ontem ouvi na RT1) contra cada cêntimo gasto do dinheiro dos contribuintes no aborto legal, permanece silenciosa, indiferente, conivente e cumplice em face das crianças ou adultos que morrem de fome e de miséria, aqui, ou noutro lugar qualquer do mundo. Militam contra a interrupção da vida dos embriões-fetos humanos (também eu, que sou pela prevenção!) mas nunca os vejo na linha da frente, antes pelo contrário, contra o poder avassalador do poder económico e da tirania do lucro, que impedem, precisamente, a prevenção de qualquer aborto e promovem, efectivamente, o assassino em massa, tantos de fetos humanos como de crianças e homens feitos. Estão focados de forma obcessiva nessa masela da sociedade, pouco se importando com as causas da “praga” do aborto. E não se importam porque se descobrem ou pressentem entre os “causadodres” ou familiares e amigos deles.
    Só pode ser cegueira ou má-fé, quando se ataca o efeito antes de prevenir a causa.
    A lucidez e boa-fé subjacente à lei do aborto consiste em remediar da forma possivel a desumana indiferença da tirania do poder económico e do lucro da sociedade que criamos e continuamos a defender. Eu considero de hipocrisia, má-fé ou cegueira a atitude dos antiabortistas que não beliscam, sequer, os senhores que promovem a miséria humana estabelecendo o lucro como o fundamento das sociedades: lucro na saúde, lucro na educação, lucro nos serviços, lucro nas indústriads, lucro no comércio. Se a morte de muitos for lucrativa, pois promova-se a guerra, declarando-a ou induzindo-a.
    Mas a isto os antiabortistas como o JCN não chegam.
    Como se existissemos para ser lucrativos tal e qual um animal de tiro!
    O verdadeiro mal ou verdadeiro crime está a montante do acto abortivo em si. Quem luta contra o acto abortivo é por que não quer mesmo acabar com o aborto. É com tentar criminalizar o individuo infectado com a cólera em vez de atempasdamente administrar a vacinação.
    Em pleno século XXI ainda se teima em afirmar que a doença é um pecado e em vez de se procurar a forma de a curar, condena-se a pessoa às penas do inferno.
    Que atraso, senhor J. César das Neves! E já que é um católico dos quatro costados, permita-me que lhe faça a mesma pergunta que fizeram a Jesus Cristo, apontando-lhe um cego: quem pecou, foi ele ou os seus pais para que tivesse nascido assim?

  3. ode ser que isto que escrevi há uns tempos no meu blogue não tenha nada que ver com este post. E pode ser que tenha.

    “Titula o jornal “Público” hoje (dia 5/2/2012): “Jovens são os que menos se preocupam com as dificuldades dos pobres”.

    Primeiro disseram que Deus não existia.

    Depois, que os valores ligados à família também não existiam.

    Só o individuo existia.

    Os pobres, portanto, também deixaram de existir.”

  4. Total apoio ao que acima é dito pelo Mário.
    Comecei a ver o tal programa na TVI, mas foi tal o vómito que mudei de canal logo de seguida. O homem parecia demente, até parece que os olhos lhe queriam sair das órbitas. Simplesmente patético!

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