Nada de novo: Carrilho a mentir em diálogo concordante com Mário Crespo

Estou a ouvir. Carriilho, o pensador, é convidado por Mário Crespo para fingir que vai falar sobre os assuntos do dia, como as declarações vagas de Vitor Gaspar acerca de um futuro qualquer de alterações fiscais.
Carrilho, o pensador, diz três palavras vulgares sobre a “desorientação” do atual Governo e começa a dar três exemplos de áreas em que não se está a atuar, casos herdados – começa – em que não se pensou a médio prazo.
Exlicou a MC – que estava encantado – que o anterior governo era minoritário, pelo que só pensava em si próprio, e há tanta, tanta coisa mal feita pelo governo anterior que Carrilho, o ex-candidato à CML, o ex-embaixador em Paris pela mão desses loucos, entende esta austeridade necessária por culpa do Sócrates, mas que não está a ser “justa” (portanto, não dá prioridade aos erros de Sócrates).
Carrilho dá exemplos, porque Carrilho estuda: “veja, Mário Crespo a falta de tranquilidade com que o PS discute a parque escolar! Nós socialistas – e eu sou! – temos de assumir que levámos o país a este buraco. E temos de o fazer, não com um sentimento de socialistas, mas com um sentido patrótico!” Mais ou menos assim Carrilho fez saber que tem essa “dor” de o PS ter destruído o país e de haver uns socráticos que se agarram ao passado.
A parque escolar, pois. Sabemos que foram mais de 400% de derrapagem e o PS não assume, afirmou.
E por aí fora, quando já toda a gente já sabe que o Ministro mentiu, quando toda a gente já sabe que a parque escolar está de parabéns, quando toda a gente já sabe que quem o diz é a IGF, quando toda a gente pode ir ler o relatório. Está disponível para quem quiser: não para a redação da SICN.
Carrilho esteve melhor do que nunca, sempre que disse país ouvia-se “eu”, esse deus que foi avisando que foi bom Seguro ter falado em “novo ciclo” e que ele próprio já lhe tinha explicado que a gentalha que não cospe no anterior governo (socráticos) terá de ir à vida para que Seguro triunfe.
Carrilho ama o Partido, une o Partido, pensa no interesse nacional antes do seu, Carrilho não conspira, Carrilho não trai, Carrilho não mente, não…ele até vai falar das coisas e tal ao Mário Crespo..

27 thoughts on “Nada de novo: Carrilho a mentir em diálogo concordante com Mário Crespo”

  1. Também ví a nojice.
    O Carrilho não passa de um cagãozito pedante, incompetente e mentiroso, que só faz trampa naquilo em que se mete.
    E cobarde ainda por cima, que nunca foi capaz de afrontar cara a cara José Sócrates, e agora que ele está longe não perde uma oportunidade de, cobardemente, o atacar.
    Atrever-me-ia a dizer que a única coisa que esse trongo tem de jeito é a mulher.
    Ele o o Encrespado devem ter tido vários orgasmos esta noite, a falar mal do Sócrates.

  2. Carrilho é um mísero adereço das botas do Crato. Deviam esfregar na cara do INCOMPETENTE patifezeco o relatório elaborado pela Inspecção de Finanças sobre a gestão da Parque Escolar, que a elogia. O Crato apenas citou do relatório dois ou três dados descontextualizados da apreciação global,estava bem a precisar deste apoio do ignóbil Carrilho. E o ignóbil Crespo agradece.

  3. Não vi a miserável entrevista a que se refere a Isabel Moreira. E não vi porque se me repugna ouvir gente da laia do sr. Crespo mais me repugna ouvir pavões e traidores! Como eu faço parte da “gentalha que não cospe no anterior governo”, não hoje mas amanhã mesmo, devolverei o meu cartão de militante com largos anos à concelhia do PS a que pertenço. Francamente, prefiro fazer parte da “gentalha” a sentar-me ao lado de traidores.

  4. o crespo está de saída e o carrilho não tem onde cair morto, talvez embalsamado e a fazer cabide na recepção da sic

  5. :(( o Crespo foi despedido do Expresso, com carta de despedimento pública e humilhante….a censura continua, caraças. Não desistas, Crespo. A propósito, o Crespo propôs-se, há pouco tempo, para correspondente da RTP nos EUA. Quer emigrar a 10.000 euros /mês. Querias…

    Quanto ao Carrilho, já emigrou faz tempo para o país do ódio alucinado e ressabiado e perdeu a noção. Até tinha potencial, mas há pessoas que não se aguentam com as adversidades.

    Entretanto, volto a dizer, o Sócrates anda a escrever um livro.

  6. “Até tinha potencial, mas há pessoas que não se aguentam com as adversidades.”

    potêncial só se for parvoíce & peneiras, as adversidades são pares de cornos e a malta não vota para aturar estas madurezas.

  7. deixa meter a colherada, apesar de estares a falar para a Isabel: na mouche, para quem está zangada com algo que não existe (?)

    What if God was one of us
    Just a slob like one of us
    Just a stranger on the bus

    Pois, não é preciso apontar o nariz ao céu, apenas estar de olhos abertos aqui mesmo.

    Quanto à pergunta dirigida à moi: quero, sempre. E música com revolução e tudo.
    http://www.youtube.com/watch?v=AqC_Gma221M

  8. Carrilho e Mario Crespo sofrem da mesma coisa: um, de ter sido obrigado a deixar Paris, o outro, por ter sido obrigado a deixar Washington. Mimados.

  9. Carrilho (e utilizando uma expressão que, se bem me recordo, o próprio utilizou relativamente ao seu, então demissionário, Secretário de Estado Rui Vieira Nery) comporta-se como uma cortesã ressabiada.

  10. Não vi, nem nunca veria um tal espectáculo absurdo e grotesco, mas a ser verdade, deveria constituír motivo para esse lacrau ser imediatamente expulso do Partido Socialista, nos mesmos termos em que o esquizóide crespo foi corrido do espesso. Ainda vão a tempo, os emplastros, de sentarem ao lado do Carlos Abreu Amorim, do Relvas, do Crato, ou da Manuela Moura Guedes, na próxima bancada par(a)lamentar do PSD…

  11. O Carrilho percebeu há muito que o PS com Seguro não vai a lado nenhum, inviabilizando a possibilidade de lhe arranjar a ele, Carrilho, um tacho à medida do seu ego. Declinou o convite do Seguro para a treta do “laboratório de ideias” do partido porque aquilo não lhe daria nada a não ser incómodo e era um empecilho ao que ele verdadeiramente persegue a prazo que espera curto: um tacho dos que valem a pena, daqueles que só quem está no poder pode dar. Por isso se insinua junto da quadrilha passos-relvas. Tudo o que diz e escreve tem apenas um objectivo: agitar aos olhos da quadrilha a sua utilidade de homem de mão e burrico-de-tróia no desvio de atenções para o inimigo comum. Dá-lhes ainda, pensa ele, a “oportunidade” de fingirem desapego em relação aos critérios partidários na atribuição de tachos, se o escolherem para qualquer coisa (de preferência fora do país, que as cobras devem ser mantidas longe).
    Paralelamente, lá vai bolçando (sem exageros) uma ocasional ferroadazita inócua na cambada, só para lhes lembrar que a demora na atribuição do tacho o pode tornar incómodo, levando-o a virar o veneno contra eles, e também para fingir independência crítica.
    Espero ao menos que a sofreguidão e pesporrência da quadrilha, com tachos a menos para quadrilheiros a mais, aplique a saudável regra de que Roma não paga a traidores e o faça (des)esperar em vão até ao fim dos tempos, de língua de fora, como é próprio dos cães.

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