8 thoughts on “Ministro da Economia”

  1. loooooooooooooooool
    Essa foi de riso… mas houve quem achasse normal. Inacreditável. E é ele o Professor Doutor… que pessoa cheia de metodologia! O homem ainda não aterrou neste país, e quando o tentou fazer, estava afinal na lua. Eu ri-me tanto com a cara de carpete dele!
    Mas neste país, a política faz-se de boca, e por isso, acho que o gesto dele é desculpável. Aqui, em Portugal.

  2. Nã queres dar uns bitaites isabel … ou será que fazes parte do grupo a que manel santos se refere?

    Dirigente do PS pede afastamento dos que estiveram mais próximos de Sócrates

    Manuel dos Santos defendeu na reunião da Comissão Política do PS que os socratistas deviam “resguardar-se por iniciativa própria”

    O dirigente do PS Manuel dos Santos fez a intervenção mais polémica na reunião da Comissão Política do PS, anteontem à noite, pedindo o afastamento daqueles que tiveram responsabilidades no governo de José Sócrates. Em declarações ao i, Manuel dos Santos diz que “os principais responsáveis políticos do PS nos últimos três anos deviam resguardar-se por iniciativa própria e não aceitarem protagonizar grandes causas”.
    O dirigente socialista dá o exemplo de Augusto Santos Silva, que se afastou de todos os cargos políticos com a chegada de António José Seguro à liderança, e lamenta que “outros não percebam (que devem afastar-se) e até achem que têm protagonismo a menos”.
    Na reunião da Comissão Política defendeu também que “é preciso fazer uma reflexão sobre quem foram os responsáveis” da situação a que o país chegou.
    Manuel dos Santos disse ao i que o PS precisa de recuperar a credibilidade que “perdeu nos últimos seis anos” e entende que esse caminho não pode ser feito com “os mesmos protagonistas”. “Não entendo, por exemplo, como é que o Alberto Martins e o Jorge Lacão aparecem a dar a cara pelo partido na área da justiça. Eles são responsáveis pelas anteriores políticas”, diz o ex-deputado socialista, que esteve afastado durante a liderança de José Sócrates.
    A reunião ficou marcada pelas divergências entre António José Seguro e Francisco Assis sobre a estratégia que o partido deve assumir na discussão do Orçamento do Estado. O líder do PS deixou claro que o partido só deve tomar uma posição quando conhecer o documento.
    Seguro quer envolver-se na discussão orçamental e negociar, se possível, algumas alterações ao documento. Ontem escreveu uma mensagem no Facebook na qual garante que o PS “vai fazer uma distinção entre o sinal político e o conteúdo da proposta para 2012”.
    “Há um ano, com o país em grande dificuldade, num contexto internacional já então muito adverso e com um governo minoritário, o actual primeiro-ministro dificultou a negociação e aprovação do Orçamento do Estado. Apesar de haver maioria absoluta de direita, o PS não deixará de agir em nome do interesse nacional”, escreveu o secretário-geral do PS, numa declaração que foi interpretada como um sinal de que o partido deverá abster-se na votação do documento.
    Seguro deixou claro que o PS não foi chamado a dar nenhum “contributo” para o orçamento e, no início da reunião da Comissão Política, sustentou que não iria deixar os comunistas e os bloquistas a contestarem sozinhos o orçamento porque isso seria fazer o jogo da direita. Esta declaração foi entendida por alguns socialistas como uma indirecta a Francisco Assis. O ex-líder parlamentar, em resposta, disse à saída da reunião que “ninguém no PS está deliberadamente a concorrer para facilitar a vida da direita”.
    Seguro e Assis disputaram a liderança há mais de dois meses e continuam a ser evidentes as divergências entre os dois.
    Nesta reunião houve quem criticasse a postura dos apoiantes de Assis e também quem apelasse a Seguro para defender o “legado de José Sócrates”.
    Já João Proença alertou que as divisões internas no grupo parlamentar dão má imagem ao partido. Durante a reunião, que antecedeu o debate interno sobre a modernização do PS, houve quase duas dezenas de intervenções. Neste fim-de-semana realiza-se um conjunto de plenários, em várias zonas do país, para debater as mudanças internas.

  3. Lendo as intervenções na Comissão politica,só me apetece dizer que saudades de Sócrates!Esse tal Manuel dos Santos deve é ir cavar batatas,pois pela cara deve ter geito…
    Qundo há uns meses aquele sujeito disse que queria ser tratado por Alvaro e não por ministro,confesso que não percebi.Agora finalmente entendi,ele tinha e tem razão: defacto ministro da economia não existe,só o Alvaro.Já agora um conselho vá para Vancouver depressa e rápido.
    Há pouco vi no telejornal que um Inspector da ASAE pagou cerca de 900 euros por fotocófias de um processo.Quanto é que o Paulo Portas deverá ao erário público das fotocópias que levou para casa???
    No debate com o Álvaro fiquei com pena que os meus camaradas (sou militante PS)não tenham abandonado a comissão.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.