15 thoughts on “Entrevista em duas partes: do por quê da rejeição da proposta da introdução de um limite ao défice ou ao endividamento na Constituição e do “Ansiedade””

  1. o melhor serviço que podes prestar à democracia é deixares o crespo a falar sózinho, colaborar em porqueiras pode render uns trocados para a mercearia, mas não foi para isso que foste eleita.

  2. oh anonimo, fizeste-me dar uma gargalhada que até tremeu isto tudo (é madeira) e os gatos deram um salto! Mas foi a tua frase bem esgalhada, só agora é que vou ver o filme. Os gatos já estão ali de novo enroscados…

  3. aos dois anónimos
    1) crespo não percebeu por quê?
    2) o segundo pode explicar-me para que fui eleita? escreva-me uma lista de mandamentos para eu seguir direitinho. deve haver um assim: “pode ir à televisão desde que não seja ao crespo onde eu, anónimo, penso que recebe uns trocos”.

  4. o crespo não percebe porque é burro, fala do que não sabe e usa os entrevistados para se promover. achas que as perguntas e as buchas que o gajo meteu na entrevista são normais de quem entendeu o que disseste ? mas isso não interessa nada ao crespo, o fundamental é pôr o entrevistado a dizer aquilo que ele quer.
    não tenho que explicar para que foste eleita e és livre de fazer o que quizeres, mas eu também sou livre de não voltar a votar em ti.
    quanto a trocados, penso que trocaste um parecer favorável a uma opinião do cavaco por uma promoção ao livro que acabas de editar e ainda agradeceste.

  5. ainda bem que pensa tanto.
    e ainda bem que esclareces tão bem que a tua técnica é a do insulto e a da presunção.
    troquei uma opinião? só rindo. faço parte de um leque bem mais prestigiado do que eu que entende o que defendi, meu caro. se não percebeu as minhas razões para ter por errada a introdução de um limite ao défice ou ao endividamento na constituição (por acaso diferentes das de Cavaco, mas com a mesma connclusão) então a falha cognitiva é claramente sua e não de Crespo. Obrigada pela clarificação.
    Também lá estive – lembra-se? – a defender o CPMS contra a opinião dele e de cavaco – ups, que estranho.
    E já agora: não sabe que crespo não é fã de Cavaco? O que mais poderia querer, na sua lógica cavernosa, era uma opinião contrária ao PR.
    Depois, como faz muitas vezes, Crespo faz uma entrevista ao entrevistado se ele publica um livro – objecto de grande parte de uma entrevista no jornal i dias antes – e eu não agradeço?
    Que mundo o seu?
    Devo fazer alguma coisa a Marcelo que já publicitou anteriores livros meus mesmo sabendo que discordamos quanto à IVG e ao CPMS?
    Espero que um dia estejamos a discutir, por exemplo, a adopção por casais do mesmo sexo. Se MC me convidar para falar no assunto, eu vou, boa?
    agora seja livre, sim, muito livre, não vote em mim – no PS – e insulte. Eu estarei deste lado.

  6. Cara Isabel:
    Obrigada pela sua opinião tão bem fundamentada sobre a questão do défice na CRP e pela autenticidade e verdade que colocou no seu livro…ah, é verdade, obrigada também por participar e dignificar a nossa Política…continue assim por favor.

  7. Isabel, era isso que querias dizer quando disseste à Maria José que os ateus também rezam? Pois que não se pode rezar a uma ausência, mesmo que a razão não acompreenda.

  8. Porque é que devia haver mais mulheres na política? Para podermos ver coisas belas, como esta aqui. A explicação é clara, lógica e eloquente (não é acessível ao comum dos portugueses, mas nenhum discurso político atual é).

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