Direitos de duas mães: parabéns, Israel.

Israel’s Ramat Gan Family Court ruled Sunday that a lesbian couple can both be recognized as mothers of a child they had together. The women received permission from the Health Ministry [official website] in 2006 to conceive the child by fertilizing one woman’s egg with the sperm of an anonymous donor and implanting the embryo in the other woman’s uterus. When the child was born in 2007, the Interior Ministry [official website, in Hebrew] would only recognize the woman who had given birth as the child’s legal mother and advised the other woman to initiate adoption proceedings. The women instead opted to challenge that decision in court. Judge Alyssa Miller granted [Haaretz report] the couple’s motion Sunday, finding that it would defy logic and common sense to deny parental rights to both women. The couple’s lawyer welcomed the ruling [Ynet News report], noting that there are several similar cases currently pending before Israeli courts. However, the precedential effect of the ruling may be limited, as the Health Ministry banned the transfer of eggs last year.
Courts throughout the US and across the globe have struggled to define parental rights for same-sex couples. Last month a Massachusetts court ruled that same-sex couples who marry and have a baby via artificial insemination are bound by the same child custody laws [JURIST report] as heterosexual couples. In January an Iowa court ordered that the Department of Public Health must include both names [JURIST report] of married same-sex parents on children’s birth certificates, causing one expert to opine that the arguments made in the public debate surrounding the case demonstrate a break from the goals of the early gay rights movement and could be used to justify discrimination [JURIST op-ed] against other forms of non-traditional families. In October the US Supreme Court [official website] denied certiorari [JURIST report] in Adar v. Smith [backgrounder], in which a same-sex couple asked Louisiana to include both of their names on the birth certificate of their adopted child. That same month, a Canadian court granted legal rights to a non-biological father of a child—the ex-partner of the biological father—over the biological father in a child custody case.

2 thoughts on “Direitos de duas mães: parabéns, Israel.”

  1. Este comentário é a versão corrigida do anterior, que tem erros de concordância. Agradeço à Isabel se puder eliminá-lo:

    Darei os parabéns aos tribunais israelitas, e a Israel, quando reconhecerem a um povo inteiro, perto de três milhões de crianças, mulheres e homens, direitos muito mais básicos do que os que agora reconhecem a algumas centenas ou milhares de israelitas.
    Darei os parabéns aos tribunais israelitas quando o poder judicial desse “farol da democracia no Médio Oriente” deixar de dar cobertura legal ao esbulho diário de terras e outras propriedades palestinianas.
    Darei os parabéns aos tribunais israelitas quando usarem o poder da lei do Estado democrático para combater o que se denuncia aqui:
    http://www.amnesty.org/en/library/asset/MDE15/027/2009/en/e9892ce4-7fba-469b-96b9-c1e1084c620c/mde150272009en.pdf
    Também a Grécia, pátria da democracia, reconhecia aos seus cidadãos, a par dos direitos democráticos, o direito de manterem outros seres humanos como escravos, a quem os direitos básicos eram negados.
    Darei os parabéns aos tribunais israelitas quando se tornarem num instrumento para, em Israel, se arquivar de uma vez por todas este tipo de lógica no caixote de lixo da História.
    Darei os parabéns aos tribunais israelitas quando contribuírem para que Israel deixe de ser o Estado bandido e país ladrão que presentemente é.
    Até lá, darei os meus parabéns apenas a israelitas da estirpe destes:

    http://en.wikipedia.org/wiki/Uri_Avnery
    http://en.wikipedia.org/wiki/Tanya_Reinhart
    http://www.archive.org/details/katz
    http://www.seruv.org.il/english/default.asp
    http://www.oznik.com/
    http://www.hedyepstein.com/
    http://www.gisha.org/
    http://www.petitiononline.com/JvO1/petition.html
    http://www.israeli-occupation.org/

  2. o título que gostavas de ter posto a este magnífico copypaste:

    “direitos de duas mães: parabéns isabel”

    (já táva com pena de ninguém comentar)

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