Da importância de se estar entre aqueles que deram um sinal à sociedade e ao mundo com a aprovação do CPMS

No Uganda, a prática de actos homossexuais é crime e punida até 14 anos de prisão. Toda a gente se lembra das discussões em torno de uma eventual introdução da pena de morte.

Hoje lemos esta monstruosa notícia: um activista dos direitos homossexuais no Uganda, que fora identificado como gay por um jornal local, foi assassinado em casa, perto de Kampala, num crime que se suspeita ter motivos homofóbicos.

6 thoughts on “Da importância de se estar entre aqueles que deram um sinal à sociedade e ao mundo com a aprovação do CPMS”

  1. Você, começo a ver, está completamente desorientada quanto toca a prioridades, minha querida. Já se deu ao trabalho de dedicar um ou dois minutos do tempo livre que deve ter por dia aos problemas desse e doutors “Ugandas” relacionados com fome, falta de medicamentos, pirataria política, perseguições a “bruxas”, neo-colonialismo, e outras coisas extremamente mais importantes que uma mera SUSPEITA de crime homofóbico?

    A obsessão nunca fez bem a ninguém. Diz-se que ao cabo de certo tempo pode redundar em tosse crónica.

  2. Isabel,

    Fez bem em tomar nota, mas não há obrigatoriedade. É tudo a bem da sua nação mas não necessàriamente do seu distrito. Procurar saber como se estendem cordões e encolhem cordões tem sido desde há muitos anos a mais importante das minhas prioridades. Fora disso, o interesse murcha ou passa a secundário.

    Não sei se já deu conta das últimas notícias sobre o caso que dá parte: o suspeito tambem é, infelizmente, homossexual.

    Orlopesda,

    Quando o senhor escrever mais 499 comentários como esse, vou apresentar queixa na secretaria. Até lá, irei aproveitar para, de vez em quando, com uma mola a apertar-me as narinas, deliciar-me com esta definição da autoria do meu amigo, que descobri na sua alcova aqui há dias:

    “Ora bem, um Homossexual é alguém que usa o seu ou o ânus de outro num relacionamento”.

    Não se esforce com eufemismos porque podem rebentar-lhe as águas e lá se vai o menino.

  3. Kalimatanos

    Tendo em conta que decidi perder algum a responder ao seu comentário, eu gostava de lhe fazer duas pequenas observações:
    – Em primeiro lugar devo-lhe dizer que esse seu estilo Neo-Barroco de escrita, não impressiona nem lhe assenta muito bem. É que às vezes não basta parecer que se é, é preciso também saber faze-lo. Para mim que sempre admirei o Renascimento, tenho dificuldade em digerir o Barroco, quanto mais o Neo-Barroco! Admiro o Renascimento pela clareza da estrutura, pelo lado humanista do argumento, pela simplicidade com que alcança a grandeza. O Barroco, não confundir com o Maneirismo, é fogo-fátuo, é a ocupação excessiva do espaço através de uma ostentação que mais não faz do que assumir as dificuldades do executante em alcançar o necessário balanço intelectual que permita uma obra ser – e não apenas parecer – formidável
    -Em segundo lugar, quando decidir perder tempo a ler textos de outros com o objectivo de uma pequena e mesquinha vingança pessoal, retirando frases do contexto em que estas se inserem, perca um pouco mais de tempo a tentar compreender o que de facto foi escrito. E se de facto ironia e humor lhe forem uma coisa estranha, não se preocupe, há muito mais gente como você

    Um abraço

  4. Eu vi logo que o meu caro Orlopesdesa era todo Monárquico!

    E você adora mesmo o estilo da Renascença? Pois olhe que eu fui sempre mais da Peninsular, havia mais discos pedidos, etc..

    Abraço do estilista neo-barroquino.

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