Como é que Passos não muda de fado?

Em pleno debate na generalidade, o PM insiste em que apresenta este OE porque no “passado” se gastou de mais, se fez isto e aquilo, daí o desemprego.
A crise internacional, parece, começou hoje, dia 10 de Novembro de 2011, dia da apresentação do OE do Governo CDS/PSD.

10 thoughts on “Como é que Passos não muda de fado?”

  1. Sr Anónimo das 11.34, diga aí, até para um burro ficar a perceber, quando e como começou a explodir a dívida pública e o défice. Não tenha medo dos nomes. Nâo se acobarde! Nâo se fique pelas verdades insinuadas. Seja homem e bote aí os anos do nascimento do monstro. Claro, no caso de ter mais de 20 anos de idade e conhecer um pouco da história pátria.
    O que me irrita, sr Anónimo, é que vocês não descolam do ódio pacóvio a Sócrates, o governante que calhou estar no governo quando rebentou a crise do século. Aproveitaram para descarregar a vossa impotencia perante um PM cheio de iniciativa como h’a muito não se via em Portugal. Os lideres do PSD cairam com o tordos, uns a seguir a outros, e até o presidente economista disse que Portugal estava no bom caminho. Eu ouvi.
    Depois foi a vingança da gente mesquinha e rasteira que nâo perdoou a ousadia de fazer muito, em pouco tempo, e quase tudo bem.
    Esse mesmo ódio nascido da mesquinhez que ainda hoje li do Maria Carrilho, no lançamento da sua treta filosófica: estamos assim em consequência da acção dos “últimos governos”. Leia-se, governos do PS-Sócrates, porque não o imagino a fazer uma autocritica de quando foi governante.
    Gente rasca, de uma corja politica do mais rasco que nela apareceu.

  2. É um argumento imbatível, esse de que se gastou de mais. Desperta os instintos mais básicos. O modo como poderá ser combatido passa pelo confronto dos modelos de sociedade em causa nos pressupostos que a retórica vai explorando.

  3. O que vale é que há pessoas que se irritam com qualquer tipo de coisa. Mas já agora caro Mário não o irrita o facto do PS ter estado em 13 anos no poder nos últimos 16 anos, tendo nos últimos 6 anos aumentado a divida de 60% para cerca de 100% do PIB, tendo governado durante os últimos 2 anos, durante os quais fez o mesmo que estes estão a fazer agora (mais austeridade, mais impostos) e agora venha dizer que não fazia nada disto, que queria uma austeridade inteligente, que não se pode ir para além da troika??? Já agora como é possível que o seu amigo eng que foi tão reformador tenha preparado o país tão mal, que permitiu que chegássemos a uma divida insuportável para a nossa economia?? O que me irrita é que cada vez tenho de pagar mais impostos para ter piores serviços.

  4. Quem disse quando começou a crise foi o Otelo.

    O Gajo já se imaginou voltar ao 24 de Abril.

    Atribui o inicio da desgraça ao 25 de Abril.

    Mas Salgueiro Maia de peito descoberto fez tudo bem feito e com coragem.

    Ele, Otelo e os que apareceram a 26 de Abril é que iniciaram a baderna!

    Agora a crise europeia foi a nossa salvação, porque se não fosse a europa sofrer da crise, nunca a ibéria chegava a entrar no« pelotão da frente».

    Ao menos deixamos de estar “orgulhosamente só”!

  5. oh primo irritado com acento grave! nos dois últimos anos o governo fazia e a magnífica coligação desfazia ou não te alembras do que foi inviabilizado ou revogado na parlamento. agora refazem o que defizeram e anunciam como bom o que rejeitavam, antes era mau e agora são inevitabilidades causadas pelo governo anterior que não governava por falta de consenso. até os projectos que o pinho deixou em banho maria por interesse reduzido e garantias/apoios exagerados, foram recuperados pelo alvaro e apresentados como salvação nacional, ele é gás, pitróil, ouro e ferro para mitigar as dores dos que se irritavam com o socrates e descobriram o bpn como obra prima do constâncio.

  6. Sim, Val
    Sobretudo olhando para o OE
    Onde estão os maiores cortes?
    Reformados, funcionários públicos de baixo salário perdem um ou dois salários. Há um novo modelo contributivo, que já não se baseia na capacidade contributiva, mas num modelo ideológico injusto, desigual, excessivo, que nunca triunfou onde foi tentado. É a receita cruel para a recessão. Não foram os mais atingidos por este OE que “viveram acima das suas possibilidades”.
    É ofensivo.

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