4 thoughts on “A fé e a crise”

  1. mau gosto linkar o correio da manhã, fazias copy & paste e táva resolvido ou será que te estás a bater a uma avença do pasquim?

  2. a propósito de fé, quando chegarão as ordens do Vaticano no sentido de aprovar (ou não) a eliminação dos feriados religiosos? Os da troika foram muito mais despachados nas ordens. E às ordens estamos…

  3. agora a sério, as pessoas têm como obrigação legal,fazer o seu plano de férias até meados de Abril. Mas dentro das empresas, com os ajustamentos que é necessário fazer, o prazo é o final deste mês.As pessoas perguntam: mas afinal temos feriados ou não? Quantos e quais vão à vida? E ninguem tem resposta.Contacta-se o Ministério…não sabem…Mas que vai haver cortes, vai. Mas quais? Pois, não sabemos. Será preciso que um jornalista, em vésperas do Corpo de Deus, inquirindo Passos Coelho, o faça soltar uma espontânea, como a do Carnaval? E como espontânea que é, e como de véspera que é, mais uma vez,não será cumprida? Conclusão: só os que trabalam por conta de outrem (bonita expressão) não podem fugir aos ditames: a retenção é feita sem reclamações. Aliás, houve muita reclamação e desobediência pelo carnaval, mas os 10% de redução do ordenado (2% para os escalões mais elevados) não mereceram mais que uma linha nuns poucos jornais, e mais nada houve a observar…Não, não estava no acordo da troika.
    NB: o Público, na única notícia que publicou sobre o assunto apenas destacou que reduções no ordenado por aumento da taxa de IRS podem chegar aos 2%” (sendo que 10% é a taxa a que pode chegar). Mas que ganham com isto? Menos 2 milões por ano?
    Esquzoidismo total, em defesa do indefensável…

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