Afinal, de que se queixam os professores?

Talvez esteja explicada a fraca adesão dos professores à manifestação da última sexta-feira. O dia não era grande coisa para andar na rua, chegou mesmo a estar prevista para esse dia a queda, em parte incerta, de um satélite da NASA. Mesmo assim, estranhei o facto de tão poucos terem respondido ao chamamento, outrora irresistível, de Mário Nogueira. Afinal, há uma justificação, parece que não se têm sentido muito bem. Coitadinhos.

2 thoughts on “Afinal, de que se queixam os professores?”

  1. não faço ideia , espero , muito sinceramente , que os próximos a queixarem-se sejam os médicos. a bem do sns. não é justo que ao embaretecimento da “educação tendencialmente gratuita” não se siga o embaratecimento da “saúde tendencialmente gratuita ” :))

  2. É a imagem que já vem do passado. Mas de quem se deixa instrumentalizar, como se deixaram a maioria dos professores, pelos interesses muito particulares do Nogueira da fenprof, não espanta que achem natural e correcto o uso de baixas médicas de forma a gozarem o seu descanso. E nem aqui está em causa o valor que o Estado perde com estas baixas, isso é outro assunto, o que realmente aqui está em causa é mesmo a atitude de muitos desta classe. Que ensino e valores esperar de alguém que tem esta atitude? O que podem estas pessoas transmitir aos seus alunos?

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