Aspirina Box #8

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Coisas novas na Box. Em primeiro lugar, há o belo e longo «He’s Simple, He’s Dumb, He’s The Pilot» dos Grandaddy, seguido de uma superior interpretação de Vinicius Cantuária da melhor canção do mundo. Para além de «Maryan» do indispensável Robert Wyatt (cujo novo Comicopera sai já em Outubro) e do muito estival «La Baie» de Etienne Daho, também coloquei o meu tema favorito dessa doida que é a Björk, o não menos belo «Feather by Feather» dos Smog e «La Cienega Just Smiled» de Ryan Adams (que aqui parece o Elton John antes deste ter começado a soar que nem aquele galo que canta desde 1919). Para terminar, há a Radio 1 Session de «London, Can You Wait?» dos Gene (um autêntico case-study: como é que uma banda tão medíocre conseguiu compor uma pérola destas?), «Smoke & Mirrors» dos The Magnetic Fields e Mark Kozelek a resgatar da sombra dos Genesis o tema «Follow You, Follow Me», o que prova, mais uma vez, as virtudes da reciclagem.

11 thoughts on “Aspirina Box #8”

  1. “JPC:
    Se for capaz, prove aquilo que afirma. Mas prove-o aqui, na caixa de comentários. Exijo que o faça. Palavra por palavra. Auto-elogio por auto-elogio. Pseudónimo, por pseudónimo. Transcreva, aqui, todos os comentários que fiz para auto-elogiar o meu trabalho! Para que todos possam ler e ajuizar daquilo que você, maldosa e ofensivamente, afirma: “Tem consciência de quantos autores deste blogue estão convencidos que assume múltiplas personalidades para auto-elogiar os seus próprios textos?”. Escondida, eu, atrás de vários pseudónimos para auto-elogiar os meus próprios textos!? Sinceramente, acha que preciso!? Isso deve ser mania da perseguição! Ou então alguma martelada mais violenta lá pelo São João no Porto, que o terá afectado gravemente. Só pode ser isso…Tudo isto me parece tão inacreditável, que me custa admitir que existam pessoas tão mal-formadas como você! Sabia que existe a palavra difamação? E o falso testemunho? Foi o que você fez com o seu venenoso comentário.

    O João Pedro vai ter de assumir o que disse. Terá de responder, aqui, nos comentários, onde, quando e de que modo auto-elogiei, alguma vez, algum dos textos que publiquei no “Aspirina”. Se o não fizer (e não o vai fazer, porque não pode), é um fala-barato, um garotelho sem responsabilidade, um recalcado execrável que não merece nem mais uma palavra minha. Nem sequer um ponto final. (SMC)”.

  2. Quero, em especial, saudar o Vinicius. Aliás, ambos.

    Quanto ao resto, continua o meu curso de musiquinhas do tempo – não conheço ninguém e gosto de todos. (enfim, minto, mas sempre ficou uma frase de efeito).

  3. Sono? Andas mas é a fugir com a peidita à seringa!
    Mas que lindas músecas que aqui trouxeste para delícia das cláudias.Sim, senhora.

  4. “Fala-barato, garotelho, recalcado, execrável” – Ingredientes revolucionários, à base de plantas das selvas sul-americanas, do novo produto calmante da Sopor-Morfeu? Duvido.

  5. O meu albúm preferido do Etienne Daho continua a ser “Pour nos vies martiennes”. Sem ser desse albúm, há duas músicas bem antiguinhas (1985) que eu adoro – “Épaule Tatoo” e ” Tombé pour la France” (e estas então são mesmo retro, Susana!…) http://www.youtube.com/watch?v=YnCdsh4DKYA

    (já não é a primeira vez que me acontece no Aspirina Box, algumas músicas estão cortadas. Desta vez é a primeira. Qué passa?)

  6. O que se passa é que o imeem tem uma base de dados de artistas que não aceitavam (palermas) a partilha de MP3. Nesses casos, só aparecem os primeiros 30 segundos.

    Tens de ouvir igualmente o «Paris Allieurs» e o «Eden» que são muito bons.

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