Re-Intermitência

 

 

 

 

“Sinto-te, nas veias, o bater das tuas pulsações”, revela-me, ao mesmo tempo em que me massaja e beija o sexo, C. “Sim, é verdade”, concordo. “Sou, cada vez mais, um coração mole”, sustento.

49 thoughts on “Re-Intermitência”

  1. O Aspirina desceu muito baixo com este nível de posts e com comentários destes. É lamentável.
    Brejeirice, palermice. O Aspirina precisa de uma remodelação urgente.

  2. esta menina Cláudia deve querer ser uma espécie de provedora do aspirina b…

    fica-lhe bem a costela de “diácona remédios”.

    C. cuidado com a moleza do “coração”…

  3. Não, não é perseguição. A Dona Sinhã chegou cá primeiro. Eu tenho que comprar bilhete, a Senhora tem livre trânsito, pelos vistos. (A oportunidade confunde-se, né?) Nas veias, circula tanta coisa… vinhaça carrascão, pó de jalapa, tortilha à noitada, verdadeiras linhas freeport em paraíso escondido… Alto!, não quero seguir por este trilho, até porque esta parte da anatomia nada tem a ver com o miolo ao qual pretendo deixar breve e sucinto comentário. Assim: posso entender as pulsações como consequência muscular dum viagra previdentemente tomado a tempo? “…ao mesmo tempo em que me massaja e beija o sexo…” Que maneira irrequieta de começar o dia. Uma grata epifania, digo, para que oiças, lá onde te escondes, nesse teu blog(ue) inventariado? São os percursos dos corações moles, por entre dunas duma caparica nómada. É aqui que reside, em resort de luxo, a verdadeira e gloriosa provocação. A essência do teu comentário!

  4. claudia diácona remédios
    claudia diácona remédios
    nhanhanhanhanhanha
    . :-D

    Oi Fernandjinho.:-) ocê pode entrar sempre comigo e assim nã paga bilhete nã. :-)

  5. Criatividade: 2/20. Inteligência: 0/20. Porcaria: 20/20.
    É a avaliação dos posts do Confúcio.

    Criatividade: 0/20. Inteligência: 0/20. Dependência sexual-afectiva: 20/20.
    É a avaliação dos comentários da Sinhã.

  6. :),
    sinhã.

    Vá: deixa-te de fantasias, Cláudia. Toma lá um beijinho e volta para a casota, está bem?

    Gostei dessa da Diácona, meu amigo Luís.
    Grande abraço.

    Abraço, FMP. Bom ler-te.

    Não sejas malcriada, casada. O teu marido não te ensina as boas maneiras, é? Ai ai.

    Se tu o dizes, souteu.
    Abraço.

  7. HÁ vÁRIAS FORMAS DE DIZER AS COISAS POR ISSO É QUE EXISTE A ESCRITA ERÓTICACAMENTE CRIATIVA E ESSA SO ALCAÇAM PESSOAS COM INTELIGÊNCIA EMOCIONAL como ã lady. Depois temos as que só gostam de carne dura e as loiras.
    Nem vos digo quem é que escolhia…

  8. Anda muita gente mascarada. mas reza a história água mole em predra dura tanto bate que até te fura!!!

  9. sabes CC; eu cá dou ouvidos a quem me fala……. “espeta mas não te espetes”,,ja me diziam…
    perguntas tu! QUEM TE DISSE SOUTEU….??? o MEU VELHO CC, O MEU VELHO…

  10. CONTINUO A NÃO SABER COMO DIZER ISTO, MAS PERMANEÇO COM AQUELA EXITAÇÃO, COM AQUELA VONTADE EXAGERADA DE PENETRAR BEM FUNDO!!!!

  11. Conta-me o que sabes, souteu. Abre o livro, homem!

    Eu sempre suspeitei que o problema dela era um problema de encaixe, meu caro MB.
    Abraço.

  12. Correcção cc

    “Cara” MB.

    (só não lhe mandei um beijo para não dar a ideia que isto era o seu clube de fãs)

  13. Afinal não sou o único com aquela vontade exagerada!!A minha sorte é não ter ejeculação percosse!

  14. O João Pedro sabe escolher as palavras para um determinado tema. O que não é o caso do Confúcio. O Confúcio usa aqueles trocadilhos velhas como o mundo, mas que qualquer sapateiro sabe debitar em qualquer altura. Não vejo faísca de inteligência naquilo que faz. Traz atrás a coorte (para não dizer a corte) das coelhas em cio.
    Quem me conhecer, sabe que tanto se me dá ser ou não ser do Aspirina. Venho cá por prazer e porque estimo o JCF (mesmo que lhe dê em cima) e o Valupi. Confúcio, não aprecio. Imagino-o gordo sem nunca conseguir dar uma queca de jeito. Depois vem para o Aspirina descarregar o stress…

  15. Tão querida, a “nossa” claudete. E fofa.

    “Bonito e jeitoso era o farmacêutico que me desempanou hoje. Não sei porque só pensam em avarias de carros.

    Publicado por: claudia em março 4, 2009 10:12 PM ( do post já lincado)

    Uma pessoa que escreve assim e dá-se ao luxo de imaginar que alguém ( que não conhece) é gordo, vulgar e nunca deu uma queca de jeito das duas uma: ou é parva ou está bêbada.

    Claudete, como diz um grande filósofo muito conhecido: Larga o vinho. E vai dar umas. Bem dadas.

  16. O Confúcio é pornográfico, entenderam?

    “Pachachas da cona” num texto bem construído não é termo pornográfico. É termo que se dilui em obra maior, mas isto é só para quem entende. Também entendo a minha forma de escrita dessa maneira.
    O Confúcio utiliza as palavras cruas, nuas, sem tempêro e serve-as descaradamente, fazendo crer ao leitores que se trata de Arte. É um gajo literariamente falOcioso, que descarrega aqui, no Aspirina, os espermatoizóides retidos, quer por falta de mulher, quer por falta de homem, quer por falta de vibrador à mão.

  17. claudia, quem mais – a não ser quem a que de facto as tem – poderia vir falar, aqui, em descargas sexuais? :-)
    Ouve bem o que te digo, rapariguinha, não fales, nunca, do que não sabes e, muito menos, da arte que não consegues apreciar (por inveja e/ou por cegueira involuntária). É porque, às tantas, começamos, todos, um a um, a descobrir-te as frustrações e a imaginar-te, madrugada dentro, com uma mão no teclado e, a outra, no tal vibrador. Boa?:-)
    Olha, ouve o conselho de uma andorinhã (e não coelhinha) sábia: não temos, sequer, quando não podemos com o bom, de ser razoáveis. Desistir. Desistir e começar, apenas, com a fasquia que está ao nosso alcance, é a sensatez.:-)
    Eu conheço umas editoras que publicam os teus escritos se assegurares o risco e pagares. Querendo muito eu arranjo-te contactos, parece-te bem assim?;-)

  18. Sinhã, deixa-te de conversas. Fazes cá umas figuras patéticas neste Aspirina. Conversas de tasca e de taberna. Só apostas no escatológico porque a cabeça de andorinha não dá para mais. Já pensaste pesá-la?

  19. Claudia e o Elefante – http://sinhamentos.blogspot.com/

    Finalmente. O Sócrates e o Moniz, juntos, e de comum acordo, na Polónia, em visita oficial ao elefante gay:

    Vieste cá para ver o elefante, pá?
    Sim, sim, mas tenho de ir já embora porque não quero perder a postagem matinal do CC. Estou, até, a pensar incluí-lo nos conteúdos programáticos do Curso de Literatura Portuguesa. E tu, Moniz?
    Eu vim à procura de uma oportunidade de negócio para um reality show. Falaram-me numa claudia que, ao mesmo tempo que sussurra, excitação nítida, brejeirices ao ouvido do gayfante, convence-o a experimentar o seu vibrador de estimação.

    …enquanto isso, o elefante…
    ( Foda-se! lê-me, mas é, uma intermitência). :-D

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