Re-Intermitência

 

 

 

 

 

 

 

 

“Como sua cliente, só tenho a dizer-lhe que você é mas é uma puta de uma advogada”, vocifera, agressiva, a mulher irada na direcção de C. “Sim”, intrometo-me. “As palavras que usou são, efectivamente, correctas. A ordem é que não”, explico. “Ela é, na realidade, a advogada de uma puta”, finalizo.

34 thoughts on “Re-Intermitência”

  1. Não tenho nada para mostrar, Sinhã. Não tenho blogue. Apenas gosto de meter o focinho nos blogues dos outros. :)

  2. podias pintar uma andorinha, como eu – que gosta de fazer parapente nas folhas estaladiças e castanhinhas -, especial. :-) sim, claudinha?:-)

  3. Deixaste-me sem palavras, Sinhã. :)

    Não se fazem propostas dessas a uma pessoa que ainda não almoçou. Exageras nos mimos, e não me parece que o teu blogue precise da minha colaboração. De qualquer forma, agradeço-te, muuito, o convite.
    Agora, vou alimentar-me. Até logo. :)

  4. :-) sabes, eu só sei dar sem medida.:-) mas não era nos sinhãmentos: sinhãmentos há só um (o meu e mais nenhum); seria um a estrear – e de pança cheia. podia, bem, ser os arrotãmentos. :-) :-)

    (eu almocei às 11:00h). :-D

  5. não entendi patavinas, nem do post nem dos comentários. acabei de almoçar. terá sido do vinho? mas bebi e bem, vinho da uva da adega da Cartuxa, passe a publicidade.
    nota: desculpar-me-ão, mas de virgulas não percebo.
    rgds

  6. pois, não tenho pedalada…
    gosto muito do ler o “Aspirina B”, acima de tudo a escrita do Valupi, aquilo eh um hino à arte de bem escrever. além de que tal como eu, eh um grande apreciador do vinho da uva.
    espero não ter sido ofensivo.
    respeitosos cumprimentos.
    JJ Grade

  7. O Valupi escreve bem, mas acho que não nos devemos esquecer de quem passou por cá e também escreve à maravilha como é o caso do João Pedro ou do Nik.

  8. obviamente que não foste ofensivo, chessplayer. (parece-te bem eu chamar-te judasplayer? – prefiro. obrigada). :-)

    ouve, eu não bebo álcool. mas percebo que, quando essa treta anda entranhada no sangue, a ressaca deve ser um desespero. :-(

    tive uma ideia! não queres escrever um hino ao aspirina para depois cantarmos todos? (e os soluços fazem de vírgulas – está resolvido).:-)

    pronto: vai lá beber que não te empato mais, judasplayer. pedalada:precisa-se. ;-)

  9. claudinha, bom dia.:-)

    ouve: eu acho que tu – e os outros aprendizes que passam pelo atelier – pintas melhor que o teu mestre. :-D

    (olha que os tampões, se usados durante muito tempo, fazem mesmo mal. vai lá trocar por um penso – não sejas preguiçosa.) :-)

  10. lindas as pinturas-poemas que miró começou a experimentar nos anos vinte, claudinha.:-) e esse andorinha/amor faz-nos crer que, a ligação entre as figuras às palavras, foram escritas, no céu azul, por uma andorinha; os pedaços de carne sugerem desapego e franqueza: voo e queda livre. obrigada, gostei muito.:-)

  11. Resumindo: o CC sugere-nos que a advogada pode não ser menos puta que a puta de profissão; ou que as duas profissões são igualmemnte putas; ou que não há profissões sem putas. Já pensaste na puta da tua profissão, CC? O modo como dás, quase sempre, o corpo vazio das palavras escritas faz-me pensar que ainda não encontraste o amor da tua vida, capaz de te fazer gemer como Florbela. Até lá, distante, vais dando palpites, provocando-nos, quando calha, a imaginação. E não consegues disfarçar como estás nessa vida de puta. Como consolo atiras-nos que a nossa não o é menos. Ou não será bem assim e isso doi comó caraças?

  12. MJ
    As tuas palavras são tão plenas como as tuas ideias: um insulto rotundo. Vê lá se consegues melhor. Bem melhor que cão de guarda do CC. Olha que ele é bem capaz de te deixar sem o banho e comido pelas pulgas.

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