Re-Intermitência

 

 

 

 

 

 

 

“Eu bem te disse que iria receber-te, quando voltasses, de braços abertos”, diz-me M., uma amiga de muitos anos. “Sim, eu sei”, respondo. “Mas tenho para mim, talvez esteja enganado, que os braços ficam acima, e não abaixo, das ancas”, finalizo. 

7 thoughts on “Re-Intermitência”

  1. Quando eu disse que fazia a diferença não foi no pior sentido, sinhã. Num inocente abraço uma anã é quem melhor tem a ideia do tamanho.

  2. bom dia. :-) não bem mas também, magia.:-)
    agora, agora, repara na beleza da anã branca – bem mais luminosa do que o sol – que não esfria sem lentidão.:-)

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