Re-Intermitência

 

 

 

 

 

 

 


“Que bom, meu Deus”, geme-me, ao ouvido, M. Levanto-me, irritado, visto-me e dirijo-me, com força, para a porta da rua. “Não te admito que digas o que acabaste de dizer. Não sou, fixa bem isso, de ninguém”, explico, transtornado, segundos antes de sair.

48 thoughts on “Re-Intermitência”

  1. Aqueles com quem já me cruzei não eram assim tão perigosos, Sinhã. :)
    Hoje ocorreu-me que talvez o CC seja, afinal, a M. Gostava tanto que ele existisse que até assina com o nome dele. :) É uma hipótese, não é?

  2. É no que dá, quando o CC decide masturbar-se em público e faz de conta que o problema está sempre do outro lado. De qualquer modo, como jogo do verbo, até fica engraçado.

  3. Sinhã, essa história dos cinco e a qualidade total é mesmo eficaz: baralhas-me toda. :)
    Estava convencida que o teu nome tinha relação com andorinhas, mas agora falas em rosas.
    Para mim é igual, tanto gosto de umas como de outras. :)

  4. Sinhã e Guida,

    é um prazer assistir à vossa conversa. Querem uns tremoços e uma mini?

    Beijos.

    Apanhaste-me, Mário. Isso não se faz, pá!

    Grande abraço.

  5. CC, as mulheres conseguem fazer muitas coisas ao mesmo tempo. E, por incrível que pareça, nós já almoçámos. De qualquer forma, agradeço-te e talvez aceite a tal mini lá mais para a tarde.
    És tão simpático que duvido que sejas quem dizes que és. :)

  6. já ando a voar por aqui há tempo suficiente para saberes, CC, que não bebo alcool; frutos secos – só mesmo nozes
    (mas faço um brinde às vozes. e, já agora, à masturbação). :-)

  7. Isso faz-me lembrar as experiências nas aulas de química. Gosto do rosa, mas como sou sportinguista… olha, tanto faz. :)

    Outra coisa, não leste bem, o CC não ofereceu minis. Foi só uma para as duas. Os deuses são assim: poupadinhos. Não vês o Cavaco?

  8. a mim, lembra-me touradas.:-)
    se li mal não importa: fica todinha só para ti. eu sou muito generosa

    (mas acompanho-vos com muito gosto – gosto de partilhar e gosto de economia portuguesa e internacional. aliás talvez ele, hoje, me descortine, de vez, o paradoxo de liontief).:-)

  9. Tens de perceber que o ” meu ” não significava aqui propriedade , CC , tinha só a ver com adoração. Vai lá pedir desculpa à tua serva , deus.

  10. Tens-me em grande conta, Sinhã. :) Vou desapontar-te, mas não faço a mínima ideia do que isso seja. Talvez me possas iluminar. Traduzir essa coisa, só com uns lamirés. :)

  11. nada de importante – apenas uma curiosidade, de sempre, minha em conhecer opiniões sobre este paradoxo: Os Estados Unidos considerados um país abundante em capital tinham, segundo os dados de 1947, as suas importações de capital intensivas relativamente às suas exportações. À luz da teoria de Heckscher-Ohlin era um resultado paradoxal.:-)

  12. Pode parecer-te um paradoxo (ou talvez não), Sinhã, mas continuo nas trevas. :)
    Agradeço-te na mesma. E não te preocupes que isto já me passa. :)

  13. Excelente prova de que a caixa de comentários serve para tudo. Até para um diálogo «erudito» entre uma sinhã e uma guida. Elucidativo. Eloquente. Sobretudo instrutivo. E muito, muito didáctico. Inteligente. Brilhante. Bem-hajam! E apenas com 39 comentários…
    Parabéns ao aspirina que só fica a «lucrar». Não restam dúvidas de que, cérebros assim, só mostram, entre outras coisas, que lhes falta fósforo. Principalmente uma boa ingestão de algumas centenas de cabeças de fósforos – de preferência
    marca «Quinas Prolar». Absolutamente deprimente. Francamente, não há palavras senhores Valupi e JC Francisco!

  14. Sinhã e Guida
    Parece-me que essa coisa da “mini” ser uma para cada ou uma para as duas, é a vossa interpretação da provocação do CC. Uma de cada vez ou desempenho a três. Mas sempre «rapidinha». «Mini». E os tremoços são só para baralhar.

  15. Sinhã,
    se gosto de gases? Não quero ser eu outra coisa, mulher! Desde que as porções se mantenham constantes: uma de oxigénio para duas de hidrogénio.

  16. Bem dito, mf. Bem dito.

    Blonde,

    nada de novo. Já estás habituada, não?

    MJ,

    ainda bem que gostaste do diálogo (eu também adorei – e estou a adorar); mas, confesso, a forma como pontuas e, chamemos-lhe assim, organizas um texto ainda é (ainda consegue ser) mais instrutiva, mais erudita, mais inteligente. Parabéns por isso.

    Abraço.

  17. MJ, o Aspirina tem cérebros para todos os gostos. Se alguns não apreciaram o nosso diálogo, por certo compensaram com a sapiência do seu comentário. Fico à espera de mais comentários iluminados e aquelas coisas todas que os nossos, infelizmente, não foram. Como ainda é muito cedo para uma mini, vou tomar uma aspirina. :)

  18. Mário, não menosprezes os tremoços, o parente pobre dos acompanhantes da cerveja. Fazes ideia da ciência que está envolvida num bom pires de tremoços? Começa logo no cultivo. As pessoas intercalam o cultivo dos tremoceiros com as outras culturas, porque eles, por um processo lá deles, fixam o azoto presente na atmosfera à terra. Fazem, portanto, um enorme favor às outras plantas que necessitam de azoto para se desenvolverem. Como toda a gente sabe os adubos químicos são compostos de azoto, mais uns pozitos de outros elementos entre os quais o fósforo (de que o MJ tanto gosta).
    Depois, não basta cozê-los, pois após a cozedura são das coisas mais amargas que se podem comer. Há toda uma ciência, ou arte, em demolhá-los. Demora uns dias (não me lembro quantos), tem de ser em água fresca, de preferência corrente, há quem lhes adicione umas pedrinhas de carvão (não me perguntem porquê, mas resulta) e tem de se saber quando parar este processo, senão ficam com a pele desfeita e moles, um nojo, portanto.
    Espero, com este comentário, que o MJ reduza a dose de cabeças de fósforo que me recomendou.
    Vai um pires de tremoços?

  19. bom dia.:-)

    super mário: ordeno que voltes para o écran e que compres um frigorífico à moda americana para fazeres jus á quantidade.:-)

    MJ: de facto pontuas bem. como estás? dormiste bem?:-)

    olá guidinha.:-)

    saudades tuas, CC. vou já a correr.:-)

  20. Bem me lixaste, Guida, com essa dos tremoços. Entre química e agricultura levaste-me a palma.
    Olha, Sinhã, (como eu gosto deste nome!) eu só tenho estado , sempre, preocupado com o sabor delicioso da bebida. Importa-me lá a quantidade ou o tempo.

  21. olha, mário, e sabes – a que sabe a bebida – de cor?:-)
    gostas de Sinhã?
    fico contente sim
    por saber que em ti
    um gato malhado hã. :-D

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