Re-Dixit

 

 

 

 


“Penso, agora que olho, com maior atenção, para o vosso bebé, que a escolha do nome Linda foi, de facto, a mais acertada. É importante, desde já, que a criança apreenda, aos poucos, o conceito de ironia.”

18 thoughts on “Re-Dixit”

  1. …anos mais tarde – já na idade dos pensos…

    ó linda, que estás a fazer?
    estou a chegar base à cara para ficar mais bonita.:-)
    (então porquê que não ficas??) :-D

  2. Sim, é verdade, estou aqui a publicitar a nossa peça intitulada: NU.

    6as e sábados às 22h no Bar Novo da Faculdade de Letras de Lisboa. Reservas: 221 799 0530.

    Porque gostamos de letras e de nos descobrirmos!

    Saudações Teatrais! =D

  3. :),
    sinhã.

    Abraço,
    Artec. E força nessa arte.

    Beijinho, Cláudia. Saudades tuas.

    Beijo,
    C.

    Fascinada por palavras, maria?

  4. Confúcio Costa investiu no sexismo. É fracturante, é desestabilizador, é bom.

    Esperava-se que, ganha essa etapa, progredisse na subtileza. Que desse um passo – ainda mais valente – no caminho da auto-subversão. Que fracturasse o próprio sexismo. Capaz disso seria ele.

    Mas não. Continua a pemitir-se piadas revisteiras, simples variantes aos seus tempos heróicos.

  5. os tempos – quando heróicos – não passam, venancio. e, ao invés disso, continuam a passar. e eu: continuo a adorar. :-)

    (mas já que sabes tanto disso
    e de passos mais valentes
    manda-me uma bela tirada
    dos teus tempos sorridentes)

    boa?:-)

  6. O Confúcio poderia evoluir, sim.
    Ao invés decidiu fragmentar-se em facetas que dificilmente colam com CC.
    O CC – revulsivo e velhaco – pode e deve crescer, refinando a velhacaria, apostando na capacidade de se rir de si próprio, que tão raramente deixa transparecer. Sobretudo, desencostando-se da popular brejeirice que tantos furores parece desencadear em algumas representantes do género visado.
    Esperamos mais CC. Muito mais.

  7. o rir de si próprio é o que mais, ele, aqui, transparece, mariazinha.:-)
    e, em mim, não desencadeia furor, não: antes orgulho e devoção por aquele que é, sem dúvida, o melhor postador da blogosfera.
    (esperar mais é bom – pelas razões certas. assim como estimar ódios à custa de encostos brejeiros). :-)

  8. Vir aqui é um acto de vontade onde dificilmente cabe o ódio – nem nas Cláudias, nem nos Zés, nem nos nomes que nascem uma só vez para aqui vir destilar fel. Só pode, por isso mesmo, ser estima.
    O odio cega. A estima pensa.
    Mas há outros estádios que também obliteram o cérebro.

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