37 thoughts on “PEÇO DESCULPA DR. PORTAS, ENGANEI-ME NA BANDEIRA”

  1. Este episódio com a “nossa” emigração leva-me a pensar, claro, na “nossa” imigração: os mesmos anseios, as mesmas dificuldades, os mesmos medos, a mesma incompreensão. Um país tradicionalmente virado para a emigração deveria ter uma maior compreensão para o fenómeno quando em sentido inverso, mas ou a memória é curta ou a sacanice é demais.

  2. O olho de carneiro mal morto; a melena oxigenada; o proposto lábio leporino e o ar sinistro, com a direita erguida a pegar na bandeira, tiram alguma graça ao cartoon, porque denunciam o viés ideológico que apoucam a arte maior do desenho.

    Tirando isso, uma magnífica caricatura que nenhum André Carrilho jamais imitará.

    Parabéns, again.

  3. Mas há mais, José, há mais. Há outras pequenas perfídias.

    A da redundância Raus-bigode. A daquela mão que ninguém gostaria de apertar. A do nariz judaizante, como uma acusação(aqui concedo que a subtileza é para iniciados). A, por fim (por fim?), daquele lábio sofredor.

    É munta complexo, José. O mundo, quero dizer.

  4. Fernando:

    Quando leio os seus comentários aqui ultimamente fico com a impressão que há dentro de si um diligente advogado que luta pela efectivação de algumas disposições do Código Civil.

    Como sou um reaccionário limitar-me-ei a chamar-lhe censor, e se por acaso fosse Juiz não julgue que não faria o mesmo.

  5. Ai queres ir ao pormenor?!!

    Então, aporta no desenho a negro da íris e vê lá se não se descortina uma estrelinha perigosamente parecida com aquela tal que figura num pavilhão coisa e tal…

  6. Como já toda a gente reparou, a insistência com que nos estão a impingir a martelo o insignificante partido cdS em tudo o que é orgão de comunicação social, pretende desviar o eixo de referência politica do País para a direita, quiçá conquistando espaço para a extrema direita. O objectivo é consolidar o Centro sociológico como base de apoio ao poder actual alicerçado no Neoliberalismo e extirpar de vez a Esquerda do mapa.
    A inclusão na agenda Governamental da politica do grupelho do Doutor Portas, tanto no campo da imigração, como em outros campos, como seja o código de Trabalho de bagão Féliz que Sócrates não revogou, já começa a dar resultados.

    Recordando dali do outro post atrás, aquela coisa das “ilhas capitalistas no meio do mar de excluidos” é assim que a coisa funciona: expulsa-se dessas “ilhas de prosperidade” os imigrantes, indesejáveis, enfim o lumpem que já não interessa como reserva de mão de obra – Pergunta-se, se estes vão embora, quem irá executar os trabalhos necessários?
    – brigadas de trabalho móvel que se deslocam para fazer empreitadas pontuais, com gente descartável ao abrigo da tal lei Bolskestein, pagos com ninharias na moeda dos paises de origem destes novos escravos.

    E é contra isto que os putos contestam a CPE em França, e os “empresários” tugas que votam no CDS e afins já começam a “empregar” grupos de trabalhadores-escravos sequestrados para Espanha.

    Quem gostará desta construção maquiavélica destes novos principes? – o problema é que agora já votaram, está “votado”!

  7. Luís Oliveira,

    É um facto: eu tenho de tomar cuidado. E ainda bem que você tem a caridade de mo dizer. Censor… Nem mais. Quando eu, no íntimo, me sentia criativo, no máximo dos máximos provocador.

    Mas tenho de domar-me. E, por exemplo, não falar «daquela mão que ninguém gostaria de apertar». Sim, vai daí, você olha para o meu dedo, em vez de olhar para a Lua que ele aponta. Eu falava da mão-segundo-Jorge-Mateus, não da mão do cavalheiro em questão que não é para aqui chamada (a mão, dirty minds).

    E o mesmo vale para o resto das minhas sugestões de leitura do desenho. Mas é capaz de ser basto subtil.

  8. «Eu escolhi usar de rectórica provocatória, o que tem sempre o seu preço».

    Ai, ai, Luís Oliveira, onde é que eu li isto?

    [Bom, «retórica» não tem «c». E lá estou eu a ser censor… Mas nada de grave. É só este perfeccionismo, a cruz que carrego].

  9. Xatoo

    De há muito que olho para o Ricardo Costa da SIC-Notícias como o mandatário de Paulo Portas para tudo quanto a este aprouver.

    De Paulo Portas em particular, e do CDS/PP em geral: veja-se, por exemplo, a assimetria entre a composição da Assembleia da República e o conjunto dos intervenientes naquele programa que com mais propriedade deveria chamar-se “quadratura do hemiciclo”…

  10. Fernando Venâncio:

    Só houve uma coisa que eu me esqueci de dizer, é que também não achei muita piada à estória do hipotético lábio paladino. Enfim, dirty minds …

  11. “Se fores a uma aldeia e encontrares muita gente de olho azul, é com toda a certeza um local por onde passaram granadeiros e hussardos do exército de Napoleão; mas se fores a outra e vires muitos porcos, é um local onde passaram comunistas.” – Dra. Kity

  12. Luís Oliveira,

    Você está cada vez mais lírico. O José achou o bêço leporino, eu considerei-o sofredor, e você vem agora dá-lo por paladino, mesmo que só hipoteticamente.

    Você tem alguma saída para isto?

    E em alternativa: ficamos por aqui com a beiçada?

  13. Fernando Venâncio:

    Esta coisa de ser irónico tem de facto, o seu preço. Mea culpa.

    O Fernando acha que eu acho que você tem pinta de censor?

    No meu comentário original apenas procurei caricaturar aqueles acusam quem apaga comentários de ser censor. Comentários esses que de resto são apagados com critérios que no fundo são critérios de tolerância.

    Por exemplo eu se tivesse um blog não acharia muita piada se gracejassem sobre um hipotético lábio leporino de uma pessoa não tem de facto lábio leporino, daí a dizer que apagava o comentário vai uma grande distância. Mas não liguem a isto, porque sou eu a falar, que já tive dois cidadãos portadores de deficiência na minha família.

    Só aqui costumo ver uma pessoa com pinta de censor, e ironia das ironias, essa pessoas é das que mais se queixa quando alguém lhe apaga um comentário. Está bom de ver porque é que eu uso da ironia para caricaturar estas alminhas, se os vamos levar a sério …

  14. Luís Oliveira,

    Fica a coisa mais esclarecida. Óptimo, brindemos. Mas conserva-se (ou torna-se ainda mais nítida) a questão de fundo. A ironia, tendo esse alto preço, contém ainda uma injustiça. Há males que, denunciados só pela ironia, continuam a vicejar. A ironia, que docemente os visava, passa agora, ó maravilha, a protegê-los. É o que ocorre em muita opinião culta portuguesa. Como «todos» sabemos quem é visado, posso eximir-me de apontar com clareza o dedo, o que até me livra de outras chatices. Resultado: os gajos ainda acabam rindo. Ora, uma vergonha pública faz muito bem, Luís. Além de justa, seria terapêutica. Está, pois, a ver do que nos andamos privando, todos, quanto limitamos à ironia a nossa intervenção.

  15. Fernando:

    Brindemos então.

    Concordo consigo em parte. A liberdade de discutir certas coisas livremente dá muito jeito. E olhe que eu sou um privilegiado já vivi em Londres, no Soho já vi muita coisa. A coisa é irónica à brava, porque ver certas coisas serem assumidas em espaço público por meio de gestos que no fundo são íntimos, pode ter vários efeitos. Um deles pode ser identificaçao com quem pratica os ditos gestos, o outro (mais estranho) pode ser o exorcizar do medo sem uma necessária identificação.

    Mas Fernando, temo essa terapia pública, porque o que o público quer é fixar ideias (no news, bad news). E isso de ter ideias fixas já lá vai, eu (acho que) sou Benfiquista, mas quando o Sporting joga para as competições Europeias grito pelo Sporting sem deixar de ser Benfiquista (espero eu).

  16. É engraçado ver tanta leitura no desenho.
    O lábio não leporino, é mais uma ‘tacha arreganhada’. Existe um populismo que considero fácil e perigoso. É essa a caricatura.

  17. Bem que isto precisa de esclarecimento.

    Escrevi a do “lábio leporino”, no mesmo tom em que escrevi “olho de carneiro mal morto”.
    O lábio leporino é um defeito congénito do desenho- não da pessoa concreta. Porém, ao escrever isto, já tenho que ter cuidado para dar explicações aos luizes que por cá abundam e que estão sempre atentos a apontar o dedo moralzinho, sem perceberem nem a ironia nem o discurso.

    Quem não percebe a ironia ou a chalaça na escrita, não percebe depois que a crítica à censura é apenas à incoerência de ver por aqui escrita uma concess
    ao ampla à liberdade de expressão e logo a seguir uma censura concreta ao que outros escrevem, mesmo que sejam atoardas e bocas sem sentido, ou com o sentido prevertido, como é a de apodar este ou aquele de homosexual ou lésbica.

    Em suma, critico pelo facto de ter lido aqui que se defendia uma amplíssima liberdade de expressão que até incluia o direito ao insulto e afinal verifico depois que se apagam comentários por serem escatológicos.
    Só isso.

    Quem isto não entende, não precisa de mais esclarecimentos- que aliás já sáo de mais.

  18. E porquê? Perguntarão…

    O populismo é um modo de os poderes condescenderem em relação ao povo, facilitando aparentemente o que o povo quer: pão e circo.

    Nesta caricatura, em que o poder do traço se impõe por uma altíssima qualidade técnica e artística, há uma condescendência ao público que a aprecia.
    A condescendência de mostrar ao povo de uma certa esquerda, a quem o desenho se dirige e logo no sítio onde é colocado, algumas características risíveis no caricaturado associadas, ainda por cima, a gestos equívocos e graves de significado.
    O braço estendido, coloca a mão em posição perigosa de falanges equívocas, incluindo sentidos figurados. Quem vê, pode associar “fascismo” ao gesto.
    E isso, com um desenho assim, é eminente populismo: dá-se a ver aquilo que muitos gostam de ver na personagem.
    porém, eu não vejo…e daí aponte o populismo do desenho.
    L´arroseur arrosé.

  19. Eu aceito perfeitamente as críticas, e só referi o lábio leporino porque não o é, ao contrário do “olho de carneiro mal morto”.

    Não vejo qualquer ironia ou graça, em chamar lábio leporino aos dentes. Poderá até ser falta de humor da minha parte, mas aí entramos num campo totalmente diferente .

    Agora achar que está mal desenhado aceito eu bem.

  20. Jorge,

    Desculpa o paternalismo. Mas antes que vocês descambem: o José disse da técnica do desenho o melhor que se podia. Ele coloca a questão, se bem entendo, na obviedade das mensagens nele, lamentando-a a essa.

  21. Exactamente. E retiro a do “lábio leporino” porque se presta a equívocos desnecessários e o erro acabou por ser meu também. Olhei para o desenho e até procurei ampliar, mas não consegui.
    Como me surgiu a ideia do leporino, botei-a imediatamente à praça, numa pressa por causa de um almoço ou café e depois ficou.

    Tirem-na, por favor, porque de facto, são dentes em arreganho o que por lá se vê e foi desenhado.

    E quanto ao desenho, só posso encomiar e esperar por mais.
    É por isso que por cá venho, aliás e acima do resto que é o sentido libertário do blog.

  22. José, não precisas de retirar nada. O problema destas coisas é que há comentários que funcionam entre os amigos, mas que perante um público mais vasto (que não nos conhece) a coisa tende a dar para o torto.

  23. “o populismo facilita o que o povo quer: pão e circo”
    disse o José
    mas eu á não entendo nicles dessa linguagem de “povo” – quem serão os gajos?
    Qual é a definição?
    Eu, p/exemp acordo e sinto-me revolucionário de manhã, já pela hora do almoço sinto-me um terrivel conservador se alguem se atreve a disputar-me o prato das lentilhas, e lá pelo fim da tarde começo a sentir ondas de populismo liberal para agradar ao mulherio de todos os quadrantes.
    No meu caso estes “aspirinas” nã tão a dar resultado nenhum para a minha definição.
    Talvez tomando uns “tonynegris” isto vá lá,,,

  24. Da da, caramelo!

    Do Aragon, gosto da frase: “La femme est l´avenir de l´homme”, cantada por Jean Ferrat ( outro comuna).

    A menção a “povo” pode ser decomposta em vários significados:

    “o nosso povo”, dito pelo Cunhal, descendentes e herdeiros, é um deles.

    “em nome do povo” que vem na Constituição na referência ao poder dos Tribunais, é outro.

    “o povo é quem mais ordena” é ainda outro, ligeiramente diferente daquele primeiro dito.

    “o povo português”, mais um, sem significado preciso, mas usado por quem não quer copiar os primeiros.

    Por mim, gosto de um termo arcaico para dizer o mesmo:

    “poba”!

    Ora viva a poba! Viva o pagode! E viva aquele que não tem bigode; que não tem bigode; que não tem bigode!

    Acabo assim como comecei: com dada.

  25. Nem tudo vai mal nesta nossa República (pelo menos para alguns) !

    Quando terminam as funções, os deputados e governantes têm o direito, por Lei (deles!) a um subsídio que dizem de reintegração (coitados, tem de voltar para esta selva que é a luta pelo pão de cada dia nos seus antigos lugares de administração ou de profissionais liberais tão mal pagos, como sabemos) :

    – um mês de salário (3.449 Euros) por cada seis meses de Assembleia ou governo.

    Desta maneira um deputado que o tenha sido durante um ano recebe dois salários (6.898 Euros). Se o tiver sido durante 10 anos, recebe vinte salários (68.980 Euros). Feitas as contas os deputados que saíram custaram ao Erário Público mais de 2.500.000 Euros!

    No entanto, há ainda aqueles que têm direito a subvenções vitalícias ou pensões de reforma (mesmo que não tenham 60 anos!) Estas são atribuídas aos titulares de cargos políticos com mais de 12 anos.

    Entre os ilustres reformados do Parlamento encontramos figuras como:
    Almeida Santos ……………………. 4.400 Euros;
    Medeiros Ferreira ……………………. 2.800 Euros;
    Manuela Aguiar ……………………. 2.800 Euros;
    Pedro Roseta ……………………. 2.800 Euros;
    Helena Roseta ……………………. 2.800 Euros;
    Narana Coissoró ……………………. 2.800 Euros;
    Álvaro Barreto ……………………. 3.500 Euros;
    Vieira de Castro ……………………. 2.800 Euros;
    Leonor Beleza ……………………. 2.200 Euros;
    Isabel Castro ……………………. 2.200 Euros;
    José Leitão ……………………. 2.400 Euros;
    Artur Penedos ……………………. 1.800 Euros;
    Bagão Félix ……………………. 1.800 Euros.

    Quanto aos ilustres reintegrados, encontramos os seguintes:
    Luís Filipe Pereira ……………………. 26.890 Euros – 9 anos de serviço;
    Sónia Fortuzinhos ……………………. 62.000 Euros – 9 anos e meio de serviço;
    Maria Santos ……………………. 62.000 Euros – 9 anos de serviço;
    Paulo Pedroso ……………………. 48.000 Euros – 7 anos e meio de serviço;
    David Justino ……………………. 38.000 Euros – 5 anos e meio de serviço;
    Ana Benavente ……………………. 62.000 Euros – 9 anos de serviço;
    Mª Carmo Romão ……………………. 62.000 Euros – 9 anos de serviço;
    Luís Nobre Guedes ……………………. 62.000 Euros – 9 anos e meio de serviço.

    (Estes são os mais conhecidos)

    A maioria dos outros deputados que não regressaram estiveram lá somente na última legislatura, isto é, 3 anos, o suficiente para terem recebido cerca de 20.000 Euros cada!!!

    É ESTA A CLASSE POLÍTICA QUE TEM A “LATA” DE PEDIR SACRIFÍCIOS AOS PORTUGUESES PARA DEBELAR A CRISE…

    MAS… HÁ MAIS !!!

    APESAR de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado! A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a 3.035 Euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.

    A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado – técnico superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» – apesar de as suas habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.

    A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança Social.

    O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro.

    Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.

    Triplicar o salário. Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de 4.000 Euros mensais (800 contos).
    Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril. O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses.

    A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% – para 2.000 Euros – a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.

    Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de 5.000 Euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 Euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate (!?) em Moçambique já depois do 25 de Abril (???????? Algum turra que não ouvia rádio nem lia jornais???????), e cerca de 250 Euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.

    Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1.200 contos (6.000 Euros) limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.

  26. Não há dúvidas, de que a esquerda continua estúpida e arrogante.

    A 20 de Agosto de 1940, Ramon Mercader, agente do «Departamento de Missões Especiais», uma unidade especial do NKVD, atinge Leão Trotski na cabeça com uma picareta. Trotski morre no dia seguinte. Estaline confiou pessoalmente a missão de eliminar o chefe da IV Internacional a Pavel Sudoplatov, que nessa época dirigia então o NKVD.

    Katyn (Rússia), Abril de 1943. Os Alemães descobrem em valas os cadáveres de 4500 oficiais Polacos. Uma comissão da Cruz Vermelha concluiu que tinham sido executados pelos Soviéticos, na Primavera de 1940 (ao todo houve 25.000 desaparecidos). Símbolo do homicídio em massa, Katyn é igualmente símbolo da MENTIRA: até 1989, o governo comunista da Polónia e os comunistas do mundo inteiro atribuíram o CRIME aos Alemães.

  27. Não há dúvidas, de que a esquerda continua estúpida e arrogante.

    A 20 de Agosto de 1940, Ramon Mercader, agente do «Departamento de Missões Especiais», uma unidade especial do NKVD, atinge Leão Trotski na cabeça com uma picareta. Trotski morre no dia seguinte. Estaline confiou pessoalmente a missão de eliminar o chefe da IV Internacional a Pavel Sudoplatov, que nessa época dirigia então o NKVD.

    Katyn (Rússia), Abril de 1943. Os Alemães descobrem em valas os cadáveres de 4500 oficiais Polacos. Uma comissão da Cruz Vermelha concluiu que tinham sido executados pelos Soviéticos, na Primavera de 1940 (ao todo houve 25.000 desaparecidos). Símbolo do homicídio em massa, Katyn é igualmente símbolo da MENTIRA: até 1989, o governo comunista da Polónia e os comunistas do mundo inteiro atribuíram o CRIME aos Alemães.

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