Menos festas e comícios, mais números

A falta de declarações de interesses da parte dos orgãos noticiosos nacionais e muitos internacionais, continua a vender gato por lebre aos leitores/ouvintes/espectadores menos informados ou mais distraídos, levando a que estes tomem opções erradas em momentos importantes.

A mim, por exemplo, causa-me uma estranheza tremenda ver que os privados andam à pancada para usufruir da propriedade de uma data de coisas, que andam para aí uns senhores a dizer quer não servem para nada a não ser delapidar o erário público!

Estranho ver interessados na aquisição dos estaleiros de Viana do Castelo que segundo o governo só dão prejuízo! Da RTP está a falar-se mas não há ninguém a dizer porque é que dá prejuízo, apenas vão apontando defeitos e malandrices como se isso fosse o essencial. A TAP é outra das historinhas da carochinha mal contada e que ninguém está verdadeiramente interessado em discutir a começar pela comissão europeia.

Talvez fosse interesssante saber porque raio é que os partidos da oposição em vez de falarem em generalidades não atiram com números para cima da mesa, questionam as decisões baseando-as em estudos acessíveis ao comum dos portugueses, distribuem panfletos sobre o assunto ou aproveitam as raras abébias que a CS lhes dá para expressarem o seu desagrado fundamentado, em vez de andarem a brincar às festas, comícios, encontros e outras atividades lúdicas que servem para entreter e passear os militantes, mas de pouco efeito no interesse nacional.

Oferta do nosso amigo Teofilo M

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