10 thoughts on “DESENHO* 6”

  1. Epá! Não condiz…o actual governo é um governo de ministros remediados!
    O mais endinheirado que poderemos encontrar é um tal Amaral que veio de outros tempos e outras eras.

    O nosso primeiro, apesar de passar férias em sítios exóticos, dificilmente foge à pinderiquice nacional pois tem hipotecas por causa da casa e a maioria dos restantes também…

    Tirando o Amaral, só poderemos encontrar um exemplo de algum desafogo económico, no inenarrável ministro da…Justiça!

    Todos os outros, coitados, devem alguma coisa à banca…

    Fonte: Dia D ( Público) de 20.3.2006

  2. O autor é o que assina, acho eu que não o conheço e vim aqui parar por causa dos desenhos. Depois comecei a ler os textos do Fernando Venâncio e fiquei mais um bocado, porque gosto do estilo, sensato e embora algo politicamente correcto, acabo por apreciar mais a sensatez.
    Além disso, recomenda livros, o que é para atender.

    Quanto à qualidade artística do desenhador Jorge Mateus, já o escrevi: é um dos melhores desenhadores de cartoons que apareceu em Portugal nos últimos trinta anos.
    E estou a incluir o Cid, o António Martins ( julgo que era esse quem desenhava de modo fantástico, cartoons,m no desaparecido O DIário, o tal da “verdade a que temos direito” e que retratou Sá Carneiro como poucos), o Jorge Colombo e ainda o Carrilho ( que me parece de qualidade inferior).

    Jorge Mateus, reparem bem nisto que escrevo, é um desenhador de qualidade mais do que suficiente para o New Yorker, ou a Rolling Stone ou ainda o Times Literary Review.

    Espero que os criadores do futuro jornal concorrente do Expresso o contratem!

    E digo isto sem sequer concordar com a linha política que aparentemente perfilha e que lhe tolhe aquilo que se pretende de um desenhador politicamente satírico: independência de partidarites e politiquices pequeninas.

  3. aproveito para corroborar a opinião do josé e dizer que foi graças a ele que soube que o Jorge Mateus andava por aqui a oferecer desenhos.

    É uma coisa incrível, o prazer que se pode retirar ao observar esta capacidade de desenho e é claro que dá sempre um certo orgulho por ser português.

    “:O)

  4. José, obrigado pela informação, não fazia ideia que era o próprio autor do post. Não costumo frequentar este blog, foi quase por acaso, mas este cartoon chamou-me a atenção, bem como o do Berlusconi.

    E agora, caro Jorge Mateus, como disse, apreciei alguns cartoons seus. Mas se me permite e espero que me desculpe a lata, queria fazer uma pequena critica construtiva. Este cartoon está bestial, e só não é fabuloso por causa do texto. É um erro que eu vejo algumas vezes, e sempre que posso aviso o cartoonista disso. Alguns dizem-me que é um certo receio do público não perceber o desenho, ou por o cartoon abordar determinada notícia a que provavelmente nem toda a gente teve acesso.

    Nada mais errado, este seu desenho por exemplo é excelente. O cartoon tem que fazer as pessoas pensar. Quem não percebe que se lixe. A sua forma de se exprimir é através do desenho. E esta sua ideia do cobrador do fraque é genial, não era preciso mais nada. O texto só serve para tapar os buracos na imperfeição. Que não existia neste caso. Boa ideia, bom desenho e ainda por cima com humor.

    Neste caso concreto, o texto não serviu para nada, pois quem não sabe que está a falar dos automóveis penhorados também não vai perceber o cartoon pelo texto.

    Parabens, vou navegar pelo histórico a ver se descubro mais algumas preciosidades.

    E perdoe-me a critica.

  5. sou capaz de discordar das independências ideológicas para não tolherem a “linguagem” mas se chegasse a uma capacidade de crítica tão inteligente como foi a do Goya, então tinhamos mesmo Artista!

    Creio que é mais uma questão de inteligência que de opinião, se é que isto faz sentido de se dizer a propósito de desenhos.

  6. esta frase ficou um pouco estúpida… “se fosse Goya tínhamos Artista”. Não era propriamente isto que queria dizer. Se atingisse a maturação e complexidade de uma crítica como o Goya atingiu, etc.

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