11 thoughts on “BLOGOSFÉRiAs #4- Coisas”

  1. Excelente, Jorge. E o cúmplice do gajo, que nunca chegou a ser preso, era o Al-cagoitas,hoje director da fábrica de água pesada para estômagos leves, perto duma aldeia cheia de esbolás, a 800 quilómetros de Al-terão, apostados em acabarem com a civilização ocidental, incluindo a marroquina! Sim, senhora!

    TT

  2. Agora fiquei confuso. É que não sei se comente o boneco, se comente o comentário acima. Na dúvida, comento os dois. São uns gajos do caraças!

  3. De facto o homem teve Alzheimer, coisas que acontecem e que ninguém pode dizer que está livre. Pode ser que esse tal de Jorge Mateus também venha a ser vítima de um atentado perpretado pelo Al-Zheimer. Pode ser que quando essa desdita lhe bater à porta, alguém se lembre de gosar com o assunto. Tenho a certeza que ele irá apreciar.

  4. Ó anónimo, tenha lá paciência! Uma coisa é um coraçãozinho de açúcar, que fica bem a qualquer um. Outra coisa é passar ao lado do post, e tratar o autor como se fosse, sei lá, um terrorista. Não me parece correcto!

  5. Caro UFO, pode ser que tenha razão. Se calhar sou eu que, quando se trata de doença, perco todo o sentido de humor. Tenho na minha família casos a mais de doenças para poder levar a doença com ligeireza ou com coraçõezinhos de açúcar. Agora garanta-me que o autor do post não é um terrorista.

  6. Pobre idiota anónimo. Deve ser tramado viver nesse buraco, onde até o humor se deixa atingir pela doença.

    Não há limites, pá, percebes? Não há limites.

    Agora, tens é que tratar do terrorista que deixaste crescer na tua cabecita, o que não te deixa pensar antes de escrever.

  7. Anónimo:
    Isso posso garantir! No último briefing com o Bin Laden não o vi por lá.

    Afixe:
    Também não era preciso tanto!

  8. O afixe não passa de um burreco esquerdalho. Tem aquela cabecinha, onde sobressaem umas orelhas já quebradas e maiores que o elevador de Santa Justa, formatada com a cartilha comuna. Se o afixe não tem limites o problema é dele e eu estou-me a borrifar. Podes zurrar à vontade para nos rirmos um pouco. Mas zurra alto para podermos ouvir.

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