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Diz Luis M. Jorge:

«Primeiro conheci os cubanos de Cuba, e fiquei com vontade que Fidel morresse.

Depois conheci os cubanos de Miami, e fiquei com medo que Fidel morresse.»

Eu, que nunca conheci cubanos de Cuba nem de Miami (mas sei o que pensam e o que dizem), não podia estar mais de acordo.


  1. 1 Luis Oliveira

    Eu sugiro a solução Iraquiana. Só vejo um problema: como a população Cubana é constituida por apenas uma nacionalidade é muito menos provável que a coisa degenere em guerra cívil. Logo haveriam muito menos mortos. Frustrante!

  2. 2 Anónimo

    Para mim, esse ligeiro exagero de Jorge é uma amostra excelente do nilhismo de opinião muito visto entre os mandriões inimigos do trabalho de se deitar um olho à raiz(ou Rute, cá anda ela a malandra) da dificuldade em tomar partido. Aposto que se ele continuasse a estafetar entre Key West e a Baía dos Porcos, ou simplesmente a mexer a cabeça de longe como quem assiste a um jogo de ténis, iria ter de eternizar os seus, e por simpatia os nossos, desejos de morte . Bom negócio para as carretas pretas e funerárias.

    Mas foi bom, porque este post veio dar-me a oportunidade para dizer que, em termos de culinária espiritual, Fidel e Salazar são dois dos santos mais populares da minha Igreja. Sem dúvida madres terezas de extremismos, jesuitas ou maçons muito às suas maneiras, sim senhor, mas sinceros nas suas crenças em conservarem a gente dos seus paises de pata descalça e unidas em oposições refilonas. Mas nunca se poderá atirar às caras históricas desses dois mecos o pecado de se terem abotoado com sacos fáceis de argentum ou aurum, uma coisa que a vergonha e o respeito à verdade me impede de dizer acerca da maior parte dos bardamerdas que, aqui, em Cuba ou na Florida, os criticam a partir de plataformas de esquerda ou direita.

    Estou a pensar em deixar crescer a barba para ver se começo a dizer coisas filosóficas como o LMJ.

    TT

  3. 3 CCz

    «Primeiro conheci os cubanos de Cuba, e fiquei com vontade que Fidel morresse.
    Depois conheci os cubanos de Miami, e fiquei com medo que Fidel morresse.»

    IMHO, a frase tem algo de paternalista, os cubanos que se entendam… ou não, são maiores e vacinados, que decidam por si próprios.

  4. 4 Mig

    Tem toda a razão. Se os Cubanos de Miami chegarem ao poder em Cuba ainda tornam aquela democracia numa ditadura, perseguindo e matando opositores e impedindo a livre iniciativa e a liberdade de opinião. Relamente é bem melhor que os Cubanos continuem com a dinastia Fidel.

  5. 5 Pedrovski

    Lendo a frase e alguns comentários fico com a sensação que Cubano é naturalmente merda, não valem nada… Não percebo, mas não se trata de indícios de “mostras de hostilidade face a um grupo social ou étnico”? Será que é por serem latinos? Cor diferente? Posso estar a interpretar mal a coisa… Mas é o que me dá a entender.
    Mas, o Bush também é um primata e grande parte da cultura do povo americano baseia-se na Coca-Cola e no Macdonald… A politica internacional americana é parasitária, onde tenta impor um neo-colonialismo com base no seus poderio militar e económico.
    No entanto mesmo no EUA há excepções… Lá também há pessoas boas, com bons valores. Não podemos generalizar um povo tendo como base um padrão predefinido.

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