Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.



A Ministra reconduz. O Primeiro consente. O Presidente cala.

É cá uma fezada que o Ministério da Educação está atafulhadinho destas prepotências. Com uma cultura muito local. Quanto menos capazes, mais espezinham, e mais sobem. E com um PS tão rosadamente clientelar…

Por onde pegar, então? Pela primeira ponta que se veja. E esta é cá uma!


  1. 1 João Pedro da Costa

    Que gente nojentinha. Vou fazer queixa do barbudo.

  2. 2 D. João e a Máscara

    “A Ministra reconduz. O Primeiro consente. O Presidente cala.”

    A Ministra sonha. O Primeiro quer. A obra nasce.

  3. 3 susana

    sempre sempre assim, como diz o fernando: quanto menos capazes, mais espezinham, e mais sobem.

    uma amiga, que escrevia a sua dissesrtação para doutoramento, contava muito como sumidades portuguesas e estrangeiras lhe respondiam de imediato aos e-mails, a convidavam para o gabinete sem cerimónias, eram humildes e acolhedores, enquanto aqueles que nunca tinham publicado senão nas revistas dos amiguismos, que nunca tinham feito passar um paper por um referee, a faziam esperar através da secretária. certamente para lhe mostrarem que até! isso tinham.

  4. 4 Anónimo

    acontece que na igreja católica em Portugal não existe nenhum padre com o nome que consta da notícia do DN, conforme se pode constatar no site http://www.ecclesia.pt/anuario/

  5. 5 fv

    Anonymous,

    Que conclui você?

    Eu concluo que o DN é escrito por borgeanos nalgum universo paralelo.

  6. 6 py
  7. 7 Roberto

    Mediocridade e autoritarismo estão quase sempre associados; provendo-se um promove-se o outro e vice-versa.

  8. 8 Valupi
  9. 9 Anónimo
  10. 10 adolfo pinto contreiras

    Caro aspirina c,
    Vivo a quase mil kms do Porto,não conheço,nunca vi,nunca falei com a tal directora que até pode ser tão ou mais Tatcher como a descrevem.Contudo, dúvida grande subsiste nestes casos:porque aconteceu logo com um deputado do PSD e agora com um presidente de Câmara do CDS-PSP? O mau feitio da senhora não corresponderá à provocação propositada dos senhores? E como classificar a actitude do presidente da Câmara?Uma delacção à posteriori ou uma desavergonhada delacção oportunística?Uma confissão herética?

  11. 11 Fernando Venâncio

    Caro Adolfo,

    Parecem-lhe realmente casos de «provocação propositada»? Pode também dar-se o caso de a senhora não encarar com políticos de outros partidos.

    De resto, já se conhecem mais quatro actuações prepotentes. Como esta (cito dum link acima):

    «Um dos casos que mais chocou os funcionários da DREN é o do professor António Queirós, cego de nascença, cuja comissão de serviço terminou na sequência da delação de uma conversa entre dois colegas.»

    [P.S. Eu vivo a dois mil e trezentos quilómetros do Porto].

  12. 12 Sílvia

    O Presidente da Câmara, Padre Albino Carneiro,o delator de sacristia, existe mesmo?!…

  13. 13 Fernando Venâncio

    Sílvia,

    O Google - interrogado sobre “albino carneiro” “camara municipal de vieira” - dava, há minutos, 146 páginas.

    Mas pode não chegar, claro.

    Agora, perfeita, perfeita é a sua insinuação «delator de sacristia». Num mundo de prepotências, equivale a elogio.

  14. 14 py
  15. 15 Sílvia

    Meu caro amigo,
    com o perfecionismo e prepotência de funcionários públicos posso eu muito bem, mas com delatores e sobretudo “delatores de sacristia”, acredite, não posso mesmo nada… Fujo deles a sete pés… E muito mais deste cidadão que assina actos públicos da autarquia como Padre Albino Carneiro.

  16. 16 Fernando Venâncio

    Sílvia,

    Agora é que eu não percebo mesmo nada desse seu «delator de sacristia».

    Explique - se quiser, claro - mas explique com algum pormenor. Já viu que sou lento de percepção.

    Py,

    Obrigado. Anseio pelos desenvolvimentos.

  17. 17 Sílvia

    Caro F.V.,
    É fácil condenar o comportamento da Directora da DREN, considerando o entendimento que temos das regras democráticas emanadas da nossa Constituição, mas, na realidade, não sabemos o que na verdade se passou. Sabemos, apenas, que há um procedimento disciplinar em curso onde há lugar, também, a defesa do “réu” e todo um folclore e aproveitamento político (e jornalístico!…) da situação.
    Quanto à intervenção do padre-autarca neste assunto, acho estranho, imprudente e deselegante, para não dizer outras coisas, a delação junto do Presidente da República, num jantar, e nos termos em que a fez. É que de um autarca o povo deve esperar muito, mas de um padre-autarca deve esperar muito mais, ou não?

  18. 18 Fernando Venâncio

    Cara Sílvia,

    1. Escreve você: «É fácil condenar o comportamento da Directora da DREN, considerando o entendimento que temos das regras democráticas emanadas da nossa Constituição».

    Dá-me licença de ler aqui: «Considerando o entendimento que temos das regras democráticas emanadas da nossa Constituição, pode condenar-se o comportamento da Directora da DREN»?

    2. Quanto sabemos, o presidente da Câmara guardou discrição durante um ano. Perante o precedente «Charrua», fez uma discretíssima alusão durante uma visita do Presidente. E foi o Presidente quem tomou a iniciativa de saber mais.

    «Delação» é, nestas circunstâncias, inadequado. E sou muito discreto.

  19. 19 Sílvia

    Meu caro amigo,

    Discrição e água benta cada um toma a que quer, conforme as circunstãncias…

    Já agora, à luz da nossa Constituição, acha adequado um autarca da nossa praça assinar documentos públicos como padre?

  20. 20 Fernando Venâncio

    Cara Sílvia,

    Você entrou, claramente, na fase de prolongamento. Receio que a próxima pergunta nos conduza ainda mais longe do tema, já de si precário.

    Sobre o que aqui pergunta, eu não acho nada.

  21. 21 Sílvia

    Como eu o compreendo!!…

  22. 22 py

    Hum, este número é louvado…

    Bem, que eu saiba estas coisas sempre aconteceram, com as alternâncias de governo, só que iam para a ‘prateleira’, à conta da ‘confiança política’, e agora com a ‘mobilidade’ a mobília arrisca-se a viajar e as coisas pyam mais fino.

    No entanto, já que o pessoal vai andar com receio, então as chefias que também andem com medo de ir parar aos jornais.

    sempre fica mais equilibrado

  23. 23 Stran

    Apenas mais uma das enormes trapalhadas deste Ministério. O problema é que enquanto isto chega aos jornais (e bem) ninguém fala da situação gravosa que o concurso para professores titulares está a provocar (para saber mais por favor seguir o seguinte link: http://blogdotuga.blogspot.com/2007/06/professores-titulares.html

  24. 24 py
  25. 25 py

    Está a chegar a altura desta Lurdes ir fazer uma peregrinação,

    http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1296510

  26. 26 py

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