Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.



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Até às 23.00 de Lisboa, a TVG, televisão galega, aí no seu cabo, transmite um programa sobre o 25 de Abril e José Afonso. Estão lá os irmãos Salomé, João Afonso, Júlio Pereira, Dulce Pontes - e suponho que mais virão.

21.43 h.
A estreia absoluta de «Grândola Vila Morena», em 1972, deu-se no Burgo das Nacións, em Santiago de Compostela. Foi aí que José Afonso se deu conta da força do número. O concerto foi apresentado por Emilio Pérez Touriño… em 2007 o presidente da Galiza.


  1. 1 Anónimo

    O tal directo já passou ontem na RTP.

  2. 2 Fernando Venâncio

    Eu sei. Mas ver a coisa através da Galiza dá outra ponta.

  3. 3 re21

    Caro Fernando Venâncio, passou ontem na RTP1, vi e até escrevi algo sobre, se ainda não viu, veja que é emocionante.Um abraço.

  4. 4 e-konoklasta
  5. 5 Fernando Venâncio

    Caro Re21,

    Foi de facto emocionante. Sobretudo para quem, como você, e eu, já se sente próximo da Galiza.

    E-konoklasta,

    Mais um obrigado.

  6. 6 Confúcio Costa

    Momento de magia, de facto. Obrigado a ambos.

  7. 7 CHICO ESTACA

    Levantei-me da cama há minutos e já estou cheio de sono só de ler o post. Vou beber um café para ver se consigo ler os comentários. Não prometo nada…

  8. 8 alc

    Viva a Galixia, carago! e quando sai essa crítica, ó F?

  9. 9 fv

    «alc»,

    Assim não me convences. «Galixia» é o rabo que deixas de fora, parvo.

  10. 10 TheCynical

    “Vamos, vamos, direitiño, a buscar o diñeiriño…”
    (de uma cantiga popular do Norte do país, cantada em coro pelos romeiros dos gordos subsídios da Xunta)
    E parabéns, FV! O seu amiguito editor lá conseguiu que a sua “intervenção” no Clube Literário (pouco convincente, diga-se, mas o dia estava chocho…) fosse publicada por uma revista de Qualidade (espero que seja, senão lá se vai a sua reputação…). Ah, a insustentável leveza das ententes literárias!(suspiro e lágrima terna)

  11. 11 fv

    És um patusco, TheCynical. Sorte nossa (e minha, decerto) eu não saber quem tu és. Sim, lá se ia o encanto! Conserva-te assim, portanto. Escondido, pequenito, encolhidinho. Não tentes outro destino.

  12. 12 TheCynical

    Não se preocupe! Na sua próxima intervenção em favor de um editor e/ou autor amigo, estarei na primeira fila. Usarei uma rosa na lapela, e um lenço perfumado junto às narinas para aguentar a sessão toda… Na 6ª passada já não enontrei uma florista no caminho para o Clube e tinha todos os meus lenços para engomar…

  13. 13 fv

    Cínico,

    Se começas a ir às apresentações que faço de livros (sim, aviso-te, eu tenho bastantes autores e um bom número de editores, todos «amigos»), vais arruinar-te em flores. E em perfumes.

    Desiste, pàzinho. Pensa nos filhotes de boquinha aberta. E faminta.

  14. 14 py

    É bela ‘A morte saiu à rua’. Creio que era homenagem ao Dias Coelho, mas ele era escultor, bom mas acho que também pintava, lembro-me da minha mãe dizer qualquer coisa assim. Tem lá na rua uma placa onde ele caiu. Centenas de vezes subi e desci essa rua, a sair do Calvário.

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