Durão Barroso, um grande respeitador da vontade dos eleitores

Em entrevista ao Económico, Durão Barroso saiu-se com esta: “eleitores do PS não votaram para um governo com PCP e Bloco”. É preciso não ter um pingo de vergonha na cara. De todos os que agora mandam palpites acerca das intenções dos eleitores do PS, Durão Barroso deveria ser o último a pronunciar-se.

Aparentemente, já não se lembra do que se passou em 2002. Mas há quem se lembre que foi o ano em que os eleitores do PSD votaram nele para primeiro-ministro. Foi essa a vontade dos eleitores. E o que fez ele perante essa vontade e quais foram os “custos” para Portugal? Já ninguém se lembra, muito menos a jornalista que o entrevistou.

53 comentários a “Durão Barroso, um grande respeitador da vontade dos eleitores”

  1. é pedir à cne a nulidade dos votos no partido socialista, o presidôncio já disse que os do pcp e bloco não servem para efeitos de governo e assim ficam com maioria absoluta e partido único.

  2. O Barroso, antes de ser primeiro-ministro, vendia-se como um segundo Cavaco que tinha como missão na vida vir a chefiar um Governo. Isso ainda tornou mais infame a sua traição.

  3. se calhar votei no governo dos pafúncios e não dei por isso, fiquei agora a saber graças ao barroso que nenhum português elegeu para a presidência de cee.

  4. DURÃO BARROSO é, de facto, um POLÍTICO. É inteligente e esperto, sabe mexer-se nos bastidores e, contrariamente ao que possam pensar, é um indivíduo que sabe quando mexer-se, como mexer-se, e com objetivos determinados. Talvez não tenha pátria, pois abandonou o cargo que lhe foi confiado, mas conquistou lá fora. Não se sujou com «reuniões» com ditadores ( e VOCÊS, CAMBADA, OFENDEM-SE COM AS «LOAS A SALAZAR«!!!!), não enriqueceu de forma obscura….digamos que é um político que merece o nome….

  5. O Barroso é o PM que assinou com a sua mãozinha gordurosa a corrupção dos submarinos com o Portas não é? Aquela em que se deu como provado que foram distribuídos 60 milhões de euros em luvas pelos responsáveis portugueses não é? Aquela em que uma das “contrapartidas” era o corruptor remodelar o Hotel da mulher no Algarve? Aquela que o Rosex e o Calex certamente com as mãozinhas bem besuntadas levaram até a prescrição não é?

    “não enriqueceu de forma obscura” Vai tomar banho ó fascista labrego! Deves ser tão corrupto como ele!

  6. há bastantes anos,numa aula, de ginastica,no fim ,já debaixo do chuveiro,apalpei o rabo ao grande amigo.ele virou-se para mim e disse: o que é essa merda.eu perguntei-lhe: como é que advinhas-te?resposta imediata: porque me lavo com sabonete palmolive.isto tudo para dizer que duraõ barroso também se lava com palmolive,pois até advinhou,onde gostam de votar os socialistas! apetece-me dizer: oh duraõ vai pró caralho!

  7. numbejonada, os “vígaros” têm que ser inteligentes! o seu curriculum politico fala por si.da extrema esquerda já na universidade, salta para a direita. mexeu-se tanto nos bastidores,que até atenuou a austeridade no pais. e foi serio…. depois de conhecer o conteudo do pec4 acordado com a europa ,não foi capaz de dizer, ao “pulha de massamá”para medir as consequências de um resgate.para ele nessa altura o partido já esteve primeiro. concordo consigo .efectivamente não tem patria!

  8. Aos ORDINÁRIOS, IGNORANTES que invetivam…aí para cima…

    Prefiro ser FASCISTA do que IGNORANTE e/ou BURRO e COMUNA/XUXA/ ESQUERDALHA como os IGNARALHOS a que me refiro.

    Estragastes o País, continuais a fazê-lo! CORRUPÇÃO? A suspeita reside na Abade Faria e tem o nº 44 – sim, está detido! Alguma dúvida?

    Quanto ao demais: vão à ESCOLA – a básica, na vossa idade, já chega – e APRENDAM a LER. O resto dependerá do esforço ( pode ser o autodidata de cada um) que cada um de vós quiser dar à vossa evolução.

    Como EÇA dizia – sois uns encardidos – e notem, ele utilizou a expressão LATO SENSU.
    Alguma dúvida ó IGNARALHOS? Limitados! Nem sequer sois capazes de vos pronunciar sem ser chamando nomes a quem vos dá no FOCINHO COMUNA que todos os dias e a todos os momentos exibis de forma zangada e invejosa na vossa vida! ESQUERDALHAS!

  9. e depois há aqueles que acumulam, fascistas e ignorantes ao mesmo tempo. ontém era o padre vieira, hoje é o queiroz, tudo malta da comissão de apoio à candidatura do afilhado do marcelo caetano, só pode.

  10. Caro Fifi,

    Certamente compreendeu o meu sumário comentário acerca de Barroso. Note que quase todos têm um começo de esquerda e mudam-se para o que sempre gostavam de ser – da DIREITA.

    Note que eu uso o binómio Direita – Esquerda, pois assim se tem convencionado fazer ao longo dos tempos. Algo é certo para mim: a ESQUERDA sanguinária popular que a história registou, aquela outra que se lhe sucedeu e DIVIDIU NUNCA será uma boa opção para a humanidade. Basta ler um pouco de Aristóteles para entender isso – que o resume muito bem ao núcleo de interesses do homem.
    Temos outra – a Zita Zeabra e outros não copiaram a conduta porque se ENVERGONHAM – isto, GARANTO -lhe, dito por um que se arma em defensor do proletariado, mas COPIA e VIVE nos moldes da Direita!!! Dito a MIM, note.
    Mais poderia dizer…acredite.
    Ainda assim, conhecidos todos esses predicados a DBarroso, não podemos deixar de o ver como um político com todas as caraterísticas que acima elenquei. Já não o posso dizer quanto a Sócrates e outros….Mas já o direi quanto a Paulo Portas.

  11. E …depois…olho para a miséria da escrita de alguns aqui…com palavrões, armados em GRANDES da escrita expressionista…UM NOJO! Isto nunca poderia representar este País…

  12. FUNDAÇÃO DA CASA DE BRAGANÇA

    Muito bem,
    tinha saudades de reler coisas entusiasmantes como as que eu escrevia quando era caloiro no liceu para o Senhor Presidente do Conselho e, depois, ao meu padrinho Marcello a dizer-lhes que era necessário «melhorar-se e educar-se a si próprio» como aprendiamos na Mocidade Portuguesa.
    Deus o guarde, jovem promessa.
    A Bem da Nação,
    MRS

    [Comentário – «Esta besta deve pensar que eu sou o pai dele, já viu Judite o que eu tenho de aturar?]

  13. Costa é que sabe.
    Até o partido o dava como acabado na noite das eleições.
    Com aquele sorriso enigmático, meio amarelo, meio asiático virou tudo do avesso.
    Costa teve aulas na universidade Martim Moniz.
    O que ele conseguiu, limpar a imagem que parecia perdida, não é para qualquer socialista.
    Os comunistas que o digam.

  14. Ó BROCHINATZ, também estou com a impressão que já tens sido enrabado e sem dar por ela, mas tens sempre remédio, existem efeitos retro ou rectum activos que podes sempre invocar a todo o tempo, que me dizes ? Voltas a ser enrabado, e desta vez já mais consciente .

    Só por uma questão de curiosidade – DESDE JÁ DEIXO BEM CLARO QUE NÃO ESTOU INTERESSADO – dás borlas ou DESCONTOS A FUNCIONÁRIOS DO FISCO ?

    É que esse teu frisson, disfarçado de desprezo, pelos funcionários do FISCO, augura assim algo como … quem desdenha quer comprar ..

  15. numbejonada; Durão Barroso é uma merda, um incompetente e um ladrão, ou seja um cú e tu és a merda que de la sai….

  16. “Eleitores do PS não votaram para um governo com PCP e Bloco”

    BURROSO, está certo e errado ao mesmo tempo.

    A frase supra insere-se nas chamadas meias verdades e meias mentiras dos políticos .

    Com efeito, os eleitores do PS, votaram, PRIMO ET PRINCIPALER ( em primeiro lugar e principalmente ou sobre tudo ) para que, se possível, o PS alcançasse a maioria absoluta e governasse sózinho .

    Não o tendo conseguido e não sendo possível, não se sabe, com exactidão absoluta, a opinião dos eleitores PS quanto a uma coligação com a esquerda .
    Efectivamente, não se sabe se o voto dos eleitores PS, inequivocamente traduz por parte destes, ” ab initio “, uma vontade de o PS não se coligar à esquerda .
    E é aqui, precisamente, que Barroso quer meter a faca, ao insinuar que existe essa manifesta vontade por parte dos eleitores, de recusa de coligações à esquerda .

  17. O Barroso é aquele gajo que é cúmplice de CRIMES DE GUERRA CONTRA A HUMANIDADE.
    Fica na História como o estupor que abandonou o cargo por interesse próprio e deixou o país entregue a uma coisa chamada Santana Lopes.
    Fica sobretudo na História como o criminoso anfitrião da reunião em que se urdiu uma guerra ilegal, imoral, e abjecta que destruiu vários países no Médio Oriente, e milhares de vidas (ou milhões) visto que as consequências ainda decorrem no presente.
    E como pequeno ramalhete decorativo …sim é o PM que assinou a corrupção submarina !
    Um CV de grande estaleca, de facto!
    E é um ESTUPOR destes que se atreve a falar em nome, que tem a audácia de interpretar a minha intenção de voto, e o supremo descaramento de se vir agora meter na política portuguesa, como se ele fosse português!
    Grande FDP !

  18. Directamente da minha cabeça para o estupor do Barroso e para quantos mais Coligados interessar …EU VOTEI PS para MUDAR de Governo, e JAMAIS para o PS, em circunstância alguma, ser a muleta em que a escumalha governativa se possa apoiar para continuar a destruir a República de Portugal, o Estado de Direito, e o Estado Social.
    Se para tal é preciso uma aliança com a esquerda “verdadeira e pura” que seja!
    O INIMIGO está identificado e já tem aliados que chegue. O PS tem estado sozinho e assim não pode continuar. Não sobreviverá! Aliados precisam-se. Se os camaradas querem vir ajudar agora o PS …peguem na tralha e venham que há muito demoram !

  19. Mas, estão a falar do burroso que, disse que a caldeirada entornava?
    Não merece a pena gastar cera com este “defunto” da política, o tal
    que assinou com a Espanha as cinco linhas de TGV e, encomendou
    em sociedade com o irrevogável os submarinos … estando o País de
    tanga sim, tem sido um grande estradista e navegador nos iates dos
    amigos fora as semanas de férias em Angra dos Reis!
    Coitadas das arrastadeiras, trabalham 24 horas por dia sem direito
    a férias até, o invisual já reapareceu enjoado e com vómitos, dado
    o que se lê, será caso para perguntar estará ele grávido ???

  20. Hear ye! Hear ye!

    A propósito da «vontade dos eleitores», da teologia da «maioria relativa», das psicanálises eleitorais e da boa doutrina democrática, tenho a dizer o seguinte.

    Segundo a constituição da República Portuguesa, quem nomeia um chefe de governo (partidário, apartidário ou até anti-partidário, se lhe apetecer) e o encarrega de fomar um governo é o Presidente da República, não são os eleitores nem os partidos. A obrigação de o PR ouvir os partidos não o obriga minimamente a mais nada, a não ser isso mesmo: ouvir os partidos representados nos resultados eleitorais. E só existe para se poupar tempo e esforço em nomeações inúteis de governos que já se calcula que não passarão na AR.

    Quem votou, não votou num governo; votou num PR (noutra eleição) e votou numa AR (nesta). O resto é política e aritmética, não é psicanálise eleitoral. Tão simples como isso.

    É compreensível que toda a gente tenda a fazer as contas que prefere, sendo que várias delas podem ser justificáveis, mas não se pode submeter os resultados de uma eleição à decifração de psicologias colectivas. Até porque uma psique colectiva é uma abstracção inexistente. Pode ser que um dia alguma coisa estranha e inefável desse tipo venha a emergir da noosfera terráquea, mas por enquanto coisas como «a vontade do povo» não existem; o que existe são vontades individuais concidentes ou adversariais e maneiras civilizadas de as conciliar procurando vitar a violência. É para isso que o governo democrático foi inventado.

    Dito isto, convém sublinhar outra coisa muito importante. É que apesar do que precede, e sem prejuízo das regras, pode haver «decifrações de intenções» mais lógicas e outras menos, e de todas elas, a haver uma preferencial sobre todas as outras do ponto de vista da doutrina democrática, ela é justamente aquela que os apóstolos da «maioria relativa» — um conceito logicamente inconsistente — condenam.

    Passo a explicar a ideia. Considerem-se dois partidos P1 e P2 e dois tópicos independentes A e B no debate eleitoral (por exemplo, intervenção na Síria e aborto) para cada um dos quais existem duas posições possíveis. E que as posições são:

    P1: A1 e B1
    P2: A2 e B2
    Um sujeito eleitor: A1 e B2 (ou A2 e B1)

    Obviamente que o sentido deste voto individual não vai ser automático e vai depender da importância relativa que o eleitor dá a A e a B. Multipliquem-se agora os tópicos e posições de tal modo que nem o alfabeto inteiro chegue para tudo, e começa-se a perceber a dificuldade de ler «vontades colectivas» de maneira única através dos resultados de uma eleição em que o tópico em debate não seja do tipo «referendo com pergunta bem definida» [para quem estiver interessado em problemas deste género e nas relações de poder numa democracia, recomendo as obras de dois cientistas políticos americanos, Charles Lindblom e Robert Dahl, que pode procurar na Wikipedia].

    Imaginemos agora uma regra (absurda à luz do princípio democrático) do tipo «na ausência de maioria é a maior minoria que tem necessariamente que formar governo» e apliquemo-la à seguinte situação: dez partidos em confronto, um com 11% dos votos, outro com 9%, e mais oito com 10% cada. O partido dos 11% quer nomear um governo e todos os outros concordam entre si e querem um outro governo bem determinado. Fico curioso de ouvir o que acham os teológos da «maioria relativa» que devia ser a melhor decisão democrática a recomendar a um presidente que se queira intérprete fiel, na medida do possível, da abstracção a que chamamos «vontade colectiva». Será simplesmente fazer a vontade ao partido dos 11%? Não me parece.

    Passemos então à justificar a tal interpretação de contagem que acima refiro como a mais legítima. Ela passa pela velha ideia — correcta a meu ver — de que a democracia é o «mal menor», ou como disse o Churchill (que nisso tinha razão) «o pior modo de governo à excepção de todos os outros».

    E qual é então a sua enorme vantagem? É que permite, não só escolher e empossar governantes de forma pacífica, como sobretudo demiti-los de modo igualmente pacífico.

    Por isso é que a mais tradicional e democraticamente virtuosa contagem, em caso de não haver maioria positiva, consiste na mais significativa e emblemática de todas: «quantos votos apontam para a continuação e quantos para a demissão».

  21. numbejonada,como politico,duraõ barroso nada tem a ver com socrates.este nunca faria o que ele fez. para socrates os interesse de portugal estavam primeiro. por isso relacionou-se com o seu “ditador” hugo chaves,para tirar vantagens para o pais e para a colonia de portugueses que é enorme. se voçê já o julgou pelas razoes que todos ainda desconhecemos, ao fim de 25 meses de investigaçao sinceramente acho que faz mal. termino,reafirmando que socrates foi um grande PM .olhe agora até o aeroporto de beja (tão ridicularizado foi) vai servir para alavancar o alentejo e o pais. dito pelos compradores da ana (mais uma venda deste governo).

  22. Jasmim: «O Barroso é aquele gajo que é cúmplice de CRIMES DE GUERRA CONTRA A HUMANIDADE.

    Essa é que essa. É confrangedor saber que Portugal deporta para a Alemanha refugiados políticos perseguidos por delito de opinião (caso de Gerd Ittner, actualmente encarcerado por «negação do Holocausto», i.e. por reconhecer e procurar divulgar uma verdade politicamente inconveniente) e simultaneamente permite que políticos que deviam responder por cumplicidade activa em crimes de guerra como a agressão ao Iraque se passeiem impunemente sem qualquer acusação.

    Aqui fica uma bela sugestão para que o nosso vigilante Ministério Público se possa entreter com crimes factuais, para variar…

  23. Os votantes socialistas não sabiam como iam acabar os votos. Deram um mandato o seu partido para govenarem ou fazerem a política do seu programa, porque acham que é a alternativa que melhor pode levar adiante a sociedade nesta altura. Essa política , vistos os resultados electorais, não é pòsivel fazê-la sozinho o PS, então os seus eleitores estão a dizerlhe que arranje , amanhe, fale e conseiga um consenso para uma maioria que faça as políticas mais posiveis que concordem com o seu programa que é o que dele esperam os seus eleitores.

    Não creio que os eleitores esperem que o PS deixe governar a coalição da direita porque en tal caso houvessem votado o PAF, monsieur Barroso.

  24. jpferra
    13 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 14:21
    é o que faz deixar os maluquinhos à solta.

    Tens razão. Que fazes aqui, trambolho?

  25. Jagunço
    13 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 15:37
    numbejonada; Durão Barroso é uma merda, um incompetente e um ladrão, ou seja um cú e tu és a merda que de la sai….

    Como se diz em bom inglês – IT TAKES ONE TO KNOW ONE! Ora se tu achas que o homem é o que tu alegas que ele é, isso faz de ti um igual ou pior que ele, já que o reconheces na exata medida das tuas PORCAS palavras. COMUNA! IGNARALHO.

  26. Diz a BURRA relativamente a Durão Barroso,

    «Grande FDP !»

    E tu, o que és? Chamam-te burra, histérica, estupor…recomendam-te aspirinas …e tu não te enxergas, Ó BURRA?!

  27. Fifi,

    Eu NUNCA julguei Sócrates! Eu QUERO é que as viúvas histéricas deixem a JUSTIÇA trabalhar. É diferente. Não gosto dele, mas isso nunca me levaria a condená-lo penalmente. Aqui o que se passa é que os que gostam dele, absolvem-no sem mais e condenam de preceito os que pensam como eu.

    De facto há diferenças entre Barroso e Sócrates. O primeiro não se fez um curso com base na batota…é académicamente formado, Sócrates é um brincalhão, que desrespeitou os ESTUDANTES em portugal.

    Barroso é um indivíduo inteligente, Sócrates manipula e joga encostado…e pensa que isso basta, demonstrando, de resto, um grande complexo de inferioridade académica, como muitos lhe apontam…

  28. Gungunhana Meirelles
    13 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 17:34
    Jasmim: «O Barroso é aquele gajo que é cúmplice de CRIMES DE GUERRA CONTRA A HUMANIDADE.

    Hum? Ai é? De certeza? Porquê?

    Nessa perspetiva, Portugal é culpado por nada ter feito para evitar o massacre em Timor…abandonado ás mãos da indonésia. Portugal contribuíu com camisolas brancas…e onde estavas tu e a BURRA? E já agora, depois do 25 de Abril, que fizeram os grandes libertadores COMUNAS e XUXAS ( é tudo a mesma coisa) noo sentido de acautelar as terras e povo português? Andavam na rua, de braço levantado a clamar pela união do povo…

    Calem-se HIPÓCRITAS! UM crime contra a HUMANIDADE são gajas como a BURRA e quem a secunda!

  29. O numbeijonada

    Tu és mesmo um ESTUPOR dum fascista que por aqui anda a meter nojo.
    Piada nunca tiveste, e tipos como tu foi uma pena os horríveis comunas não terem comido ao pequeno almoço na breve oportunidade histórica que tiveram para o fazer.

    Sócrates tem um bacharelato em engenharia e um MBA ambos feitos em escolas superiores públicas acima de qualquer suspeita. E agora tem mestrado numa universidade francesa de reconhecido mérito.
    Até a merda de cena do Inglês caiu por terra. A serio que ainda queres continuar a chafurdar nesse tipo de disparate ?

    E SIM, Portugal tem as suas culpas no massacre de Timor.
    Tens alguma dúvida sobre isso, fascista ?
    Mais, Portugal tem culpas por 500 anos de colonização de outros povos! Não sábias, fascista ?

  30. Numbejonada: “Gungunhana Meirelles: Jasmim: «O Barroso é aquele gajo que é cúmplice de CRIMES DE GUERRA CONTRA A HUMANIDADE».”

    Numbesmesmonada, sublinho que estás a citar citações (dois níveis de aspas). A escolha da expressão «CRIMES DE GUERRA CONTRA A HUMANIDADE» é de Jasmim, não é minha. Não sei o que seja isso, nem um «crime contra a humanidade», para além de uma esperteza de um tal Rafael Lemkin para introduzir a noção de crime genérico indefinido sem necessidade de prova nem contraditório, que facilita condenações em farsas judicias por um pseudo-crime que, regra geral, nem sequer foi cometidos. É uma longa história sobre a qual não tenho tempo nem paciência para te instruir. Limito-me a recomendar-te as obras de James J. Martin, entre as quais estas:
    http://www.amazon.com/The-Man-Who-Invented-Genocide/dp/0939484145
    http://www.amazon.com/Revisionist-Viewpoints-Dissident-Historical-Tradition/dp/0879260084/

    Mas sei o que são CRIMES DE GUERRA, entre os quais, ou ao lado dos quais, podemos e devemos incluir os crimes contra a paz, como seja a condução ou cumplicidade directa numa guerra de agressão a coberto de falsidades intencionais.

  31. Reparei agora que a PaF foi parlamentar ao Largo do Rato sem levar um economista.
    Devem ter levado uma ensaboadela jeitosa, devem.
    O Prof. Mário Centeno deve ter torturado aquelas abeculas!
    A avaliar pelas caras com que aquela dupla pafiosa saiu deve ter sido uma COÇA ÉPICA.

  32. Credo Exmo. Sr. Numbejonada, pensei que ontem estivesse na Cova da Iria a orar pela conversão dos frequentadores do Brelogue. E V. Exa. andou por aqui a debitar obscenidades e a invectivar com palavras mal sãs quem aqui vem por bem. Valha-me Deus!
    Vou ter que redobrar as minhas preces por V. Exª.! Hoje vou adorar o Sagrado Lausperene aos Mártires. Ai que essa alma não anda bem. O síndroma de Santa Comba continua a exercer a sua maléfica influência.
    V. Exª tem espírito encostado. Vão ser precisas muitas orações e benzeduras, mas não se preocupe que eu trato disso. Fique em paz e não veja aqueles programas da SIC e TVI (os das cartomantes) que aquilo não faz nada.

  33. BURRA,
    ESTUPOR és tu, já houve alguém aqui que te batizou nessa exata medida e outros se não o fazem é porque te têm dado antena com resposta.Pegando na tua ideia, se fosse igual a ti, BURRA, refereria que foi uma pena o TARRAFAL não ter contado contigo.
    Quanto ao que falas do 44, és BURRA, o protótipo da idiota que se convence com um «não sei quê». Referes-te à Sorbonne? Vê tu só, se eu sofresse do mesmo sintoma de deslumbramento que tu, repetetir-te-ia que conheço, pois lá (também estudei, fisicamente, não aparecia só para exames….), mas quedo-me na tua SALOICE e DESLUMBRAMENTO, típicos de quem NADA SABE e se convence que o homem já legitimou os seus estudos…BURRA, para ti o que interessa é ser «DÓTORRE»! O estudo não interessa, não é? Pois bem o demonstras aqui! Que BURRA.
    Os porcos chafurdam e tu, eis-te no teu espaço, aprontando asneira atrás de asneira. Olha, faz um tratado do tipo Versailles e estabelece umas quantas indemnizações para os povos colonizados…Sabes que os julgamentos são possíveis, não é…? Que BURRA. Já agora, indemniza a Índia que ficou sem as especiarias e o Japão, por ter sido apresentado ao mundo pelos portugueses. Caramba, se calhar os nipónicos queriam privacidade…!
    Quanto ao Brasil, tens de ser muito generosa, que o Convento de Mafra deixou-os completamente secos, à exceção dos indigenas …
    Que BURRA. Esta gaja é BURRA. Vejam os exemplos que a gaja dá! Será que esta FRAUDE humana foi à escola?
    XUXA COMUNA, és ESQUERDALHA da pior. Reserva contigo, tipo carmelita pé descalço.

  34. Jafonso,

    Pois peço-lhe que reze, sim…por mim e por todos, incluindo V. Ex.ª. Peça discernimento e capacidade de entendimento. Veja lá, não vá a SS. Virgem mandá-lo à escola novamente para aprender a ler.

    Ora, em vista de melhor confissão, peço-lhe que aqui indique as obscenidades que alegadamente proferi….para ser mais exato, veja as minhas publicações aqui desde o início. Não esqueça, contudo, que deve também incluír todos ou pelo menos alguns…a não ser que entenda certas linguagens escritas aqui «normais». Deixe o seu credo e reze o credo…e quanto à Cova de Iria…ó meu caro…que sabe você disso? ! Não sabe! Se assim fosse, não se lhe teria referido de forma tão leviana…
    Cartomantes? costuma ir lá, é? Porque nelas fala? hum?

  35. Ó Maisrelles,
    «É uma longa história sobre a qual não tenho tempo nem paciência para te instruir. »

    Não precisas de me instruír, sendo certo que tenho sempre abertura a saber mais…e a ENSINAR outros, mesmo que não o peçam. Aqui tenho-o feito em áreas determinadas. Porém, a incapacidade e maldade é tanta que NÃO entendem e preferem reagir de forma adequada às respetivas personalidades e temperamentos.

    Nota: onde é que eu te atribuí a frase? Ora volta a ler!

    «Mas sei o que são CRIMES DE GUERRA, entre os quais, ou ao lado dos quais, podemos e devemos incluir os crimes contra a paz, como seja a condução ou cumplicidade directa numa guerra de agressão a coberto de falsidades intencionais.» Bem, ainda bem que sabes…olha que por vezes, os juristas quedam-se nas diferenças e ali ficam presos pelo facto de as fronteiras de distinção serem muito ténues.
    Eu «cá» não pretendo INSTRUÍR-TE mas tenho toda a paciência para te dizer que um crime contra a paz não é forçosamente um crime de guerra. What about that?

  36. Jasmim
    14 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 0:05
    Reparei agora que a PaF foi parlamentar ao Largo do Rato sem levar um economista.
    Devem ter levado uma ensaboadela jeitosa, devem.
    O Prof. Mário Centeno deve ter torturado aquelas abeculas!
    A avaliar pelas caras com que aquela dupla pafiosa saiu deve ter sido uma COÇA ÉPICA.

    TU BURRA – devias ser interditada! Como é que uma GAJA destas tira conclusões pela cara das pessoas?!

    Ó JAfonso, inclui esta nas tuas rezas…e como frequentas cartomantes e até sabes que «aquilo não faz nada», quem sabe, há uma que consiga fazer a limpeza devida….

    Portugal é isto. De que se queixam, então?!

  37. poderias começar por aprender a ler. “…ou ao lado dos quais…” está lá escarrapachado e deve querer dizer qualquer coisa que a tua instrução na universidade do subornne não atinge, mas primeiro terias de adjudicar qi para entender a diferença entre falência e insolvência. prontes, agora já podes ir fazer o nó da gravata ò chefe, não te esqueças do halazon.

  38. IGNARALHO, acabei de te retratar noutro post.

    Pois explica lá a diferença entre essas tuas realidades »insolvência e…falência….»
    ehehhehehheh. E não te esqueças do livro de reclamações…etce etce…ehehheh, ROTO.

  39. Ó joaopft, olhe, sabe, eu não abro links aqui…porém, pelo descritivo que faz presumo a sua mensagem.
    Deixe-me que lhe diga: já viu o que acontece aos IGNARALHOS quando publicam as asneiras consabidas?
    Olhe que aquilo é fruto de uma alma muito envenenada…

    Gostam de carregar batatas podres…será que os ditos vão perceber a sua mensagem? Hum?

  40. @numbejonada

    Quem leia o que você diz vai pensar que vem aí o PREC. Ora, a situação pode ser nova e invulgar, mas é-o à maneira do Portugal do presente, e não à maneira da Grécia nem do Portugal do “verão quente” de 1975. Senão, vejamos:

    1) O PS não é o SYRIZA (não vai exigir reestruturação da dívida nem quer sair do euro)
    2) António Costa não é Alexis Tsipras (embora ambos tenham estofo de líder)
    3) Mário Centeno não é Yanis Varoufakis (Schauble pode ditar à vontade, mas tem que apresentar os cálculos para as ordens poderem ser executadas)
    4) O PS recusa ser o PASOK (por isso, o BE não ascende à performance eleitoral do SYRIZA)
    5) O PCP não é o KKE (já provou o poder, sabe o que pode e o que não pode conseguir com ele)
    6) A URSS já não existe (o PCP só pode contar consigo próprio)
    7) Os Estados Unidos e a União Europeia estão demasiado ocupados com outros e prementes desafios ao seu domínio mundial; não intervirão a não ser que sejam desafiados pelas autoridades nacionais (não parece que vá acontecer).
    8) O que o PSD e o CDS não conseguirem resolver (a seu contento) resolvido irá estar.

  41. Cala a pia, ó fascista!!

    (com o inverno a aproximar-se há muita lenha para carregares ao lombo, vai lá que o teu dono está à espera)

  42. Escrevi eu própfrio mais acima: «(…) apesar do que precede, e sem prejuízo das regras, pode haver «decifrações de intenções» mais lógicas e outras menos, e de todas elas, a haver uma preferencial sobre todas as outras do ponto de vista da doutrina democrática, ela é justamente aquela que os apóstolos da «maioria relativa» — um conceito logicamente inconsistente — condenam.»

    Para ser mais explícito: os conceitos de «maioria absoluta» e «maioria relativa» só fazem sentido em contagens que admitem neutralidade ou abstenção. Por exemplo, no contexto de uma moção de censura na AR que exige maioria absoluta e onde maiorias relativas são possíveis. Mas o conceito não faz sentido nenhum quando se está simplesmente a contar lugares numa assembleia.

    Como resultados de uma eleição para a AR, não existem «maiorias absolutas» e «maiorias relativas». Existem apenas maiorias e minorias. A insistência que se verifica naquela terminologia, disparatada neste contexto que não a admite, visa diminuir a visibilidade do facto de um presidente que passou a vida a proclamar que não daria posse de modo algum a um governo minoritário se poder estar a preparar para o fazer. E, o que é mais grave, preterindo um governo nos exactos moldes maioritários de sua exigência.

    Seria, é claro, perfeitamente legal, mas uma imediata garantia de instabilidade e ingovernabilidade. Ou seja, uma maneira muito adequada de o conspirador do golpe baixo das alegadas escutas socráticas a Belém, com que já em tempos se interferiu no curso normal de uma campanha eleitoral, encerrar outro processo eleitoral, antes de rumar de vez ao seu retiro da Coelha.

  43. Gungunhana Meirelles
    14 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 16:49

    Desculpará, meu caro. Essa coisa das maiorias absolutas, qualificadas, relativas…não é assim tão linear como pretende…Pois que diz a CRP?

    A Coligação ganhou as eleições…poderá falar numa maioria relativa de deputados, atento o método de contagem para deputados e suas filiações políticas ( de per se) , tal qual consignado na CRP. Não pode é dizer-se que a Esquerda ganhou….pois juridicamente esta não concorreu em coligação.
    Na verdade, a aprovação do orçamento como até aqui tem sido feita pode também ser discutida…ora se uma Coligação GANHOU, ganhará TAMBÉM a sua proposta de governo. Afinal, os partidos em causa uniram-se para um fim: governar. Não percebo onde estão alguns juristas….Mas, claro, o Direito, incluindo o constitucional, é especulativo…

  44. “… ora se uma Coligação GANHOU, ganhará TAMBÉM a sua proposta de governo. Afinal, os partidos em causa uniram-se para um fim: governar. Não percebo onde estão alguns juristas…”

    ora nem mais, requerem uma providência cautelar e um processo para obrigar a esquerda a votar o governo, orçamento, rectificativos, leis e o que mais for necessário para governarem descansados, mentir à fartazana, martelar à vontade e não acertar uma como fizeram nos últimos 4 anos. por falar nisso, chamam a troika já ou deixam para quando cair o governo?

  45. Numbejonada: «A Coligação ganhou as eleições (…) ora se uma Coligação GANHOU, ganhará TAMBÉM a sua proposta de governo.»

    É muito interessante notar a forma orwelliana como uma imposição bem sucedida de uma terminologia viciada condiciona as mentes mais fracas. Neste caso, funciona — infelizmente até para o PS, dada a sua necessidade de engraxar a comunicação social para não ser ainda mais rapidamente asfixiado — a repetição da palavra «GANHOU», como se uma eleição parlamentar pudesse ser aferida à laia de eleição presidencial, ou seja, independentemente da representação e coligação de facções em confronto.

    Numbesmesmonada, mais acima citei um exemplo abstracto que vou particularizar, porque o afastamento do imediato e concreto pode dificultar-te a compreensão: considera dez partidos em confronto, um deles, comunista, com 11% dos votos; outro, de direita, com 9%; e mais oito, todos não-comunistas ou anti-comunistas, com 10% cada. O partido dos 11% quer nomear um governo comunista e todos os outros concordam entre si e querem um governo não-comunista bem determinado. Achas correcto dizer que ganhou o partido comunista e deve ser ele o encarregado de formar governo?

  46. se ganharam as eleições, deixem-se de merdas e governem. já não há paciência, antes era a constituição, depois o tribunal, agora é costa que quer roubar a bola, dass… não quando não saber coisar até os tintins estorvam, isto no caso de os terem, coisa que dúvido pelo que tenho visto.

  47. Escrevi eu, mais acima: «Para ser mais explícito: os conceitos de «maioria absoluta» e «maioria relativa» só fazem sentido em contagens que admitem neutralidade ou abstenção. Por exemplo, no contexto de uma moção de censura na AR que exige maioria absoluta e onde maiorias relativas são possíveis. Mas o conceito não faz sentido nenhum quando se está simplesmente a contar lugares numa assembleia.»

    O que tenho escrito é que os conceitos de «maioria absoluta» e «maioria relativa» só fazem sentido em contagens que admitem neutralidade ou abstenção. Por exemplo, no contexto de uma moção de censura na AR que exige a tal «maioria absoluta» (> 50 %) porque as maiorias relativas são possíveis (por exemplo, 41 % é uma maioria relativa quando a abstenção é de 20 %) etc..

    Estava eu a pensar no contexto de uma votação simples com duas únicas opções do tipo «aprovação ou reprovação de uma moção». Mas, em boa verdade, a expressão aplica-se também à maior minoria no caso de qualquer divisão em múltiplas partes. Ou seja, é mesmo correcto dizer, por exemplo, que 40% é uma maioria relativa num conjunto de 3 escolhas repartidas em 40% – 30% – 30%. É um pouco ilógico chamar «maioria» (de algum tipo) a uma minoria, mas é assim mesmo.

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