5 thoughts on “Um outro tipo de crise”

  1. Há um mês no Algarve, também fiquei intrigada com a quantidade de estabelecimentos fechados com o papelito na vitrina: “Precisa-se empregado”.

    O argumento que mais se ouve é que os salários não são competitivos com os subsídios de desemprego…

  2. Não me admiro. Muita gente não sabe que há muitos empregos que são autênticos trabalhos para escravos, e que são pagos com o ordenado mínimo.
    São empregos duros, violentos, além de muito repetitivos, e em que muitas vezes não se deixa o empregado trabalhar sentado porque parece mal, apesar de ser uma coisa que iria melhorar muito um dia de trabalho. Para não falar das faltas de pequenos intervalos para fumar um cigarro ou beber algo. Há sítios em que as pessoas trabalham 4 horas, ou mais, sem um pequeno intervalo.
    Como este tipo de empregados são normalmente pessoas muito humildes e sem ambições a grandes empregos, vão gramando.
    Não sei se é isto que se passa nas fábricas de calçado, se é, fico contente pela reacção das pessoas.
    Se estão muito desesperados, aumentem os salários e melhorem as condições. Se não dá, fechem. É muito simples.

  3. “Se estão muito desesperados, aumentem os salários e melhorem as condições. Se não dá, fechem. É muito simples”.
    Não é tão simples como isso, quem ganha muito a conta de alguém quer continuar a ganhar, infelizmente!

  4. Espero que voltem a pensar seriamente no caso que disto de andar em cima da merda dos cães nos passeios do Porto, tem o que se lhe diga. Os sapatos são necessários!

  5. Porra se são. Sobretudo quando são de salto alto. O pior é quando escorregamos na merda canídea e a levamos para a viatura.

    Se bem que aquei entre nós, não me importo nada de encomendar uns quantos quilos ao meu real buraco traseiro, e conjuntamente com a trampa canídea, fazer um tapete de cagalhões à frente do Rato ou da Assembleia da Republica. Em Belém também pode ser mas não largo bosta tão grossa quanto a dos cavalos do Sr. Presidente.

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