15 thoughts on “Sim, mas experiência do quê?”

  1. Experiência a mamar na pulhítica e nas ligações mafiosas que esta dá?

    A lobbiar, a sacar e a servir mamões trafulhas em Portugal e Angola?

    A mandar recadinhos e a pastorear a carneirada em homilias parolas?

  2. Grandes notícias, viúvas do 44:

    “Sr. Engenheiro, alegadamente um musical” estreia a 1 de Abril e é inspirado na vida de José Sócrates

    Trata-se de uma “sátira” e uma “farsa” em relação aos “factos públicos sobre a vida do engenheiro”, conta ao Expresso Henrique Dias, autor do libreto, uma produção de 600 mil euros.

    A data é adequada, só o título está incompleto – ele é também um alegado engenheiro…

    E 600 mil euros soa pelintra para quem se veste em Rodeo Drive, frequenta hotéis de 6 estrelas e acha o Chiado demasiado brega… 600.000 brasas mal compram um candelabro do apê de Paris.

  3. Daniel Toledo aponta o nome do dr. Luís Mendes no seu artigo «O Cartel do Fogo – Queimando dinheiro público em Portugal e Espanha» (https://puntocritico.com/ausajpuntocritico/2017/10/19/el-cartel-del-fuego-por-daniel-toledo/), já o seu filho, João Mendes, está envolvido num esquema criminoso de energia solar: «O negócio do filho de Marques Mendes e a submissão dos autarcas» (https://oregioes.pt/silencio-solar-o-negocio-do-filho-de-marques-mendes-e-a-submissao-dos-autarcas-a-nova-colonizacao-energetica/).

    «…Luís Marques Mendes é, de todos os candidatos, aquele que mais se identifica com aquilo que é o sistema. Aquele que está mais próximo daquilo que é o politicamente correto. Aquele que melhor “traduz o mais do mesmo”. Se votarmos em Luís Marques Mendes e ele ganhar, elegemos alguém que personaliza aquilo que é política hoje, muito mais ainda que o atual líder do PSD ou o atual líder do PS.

    Se o descontentamento em Portugal atingiu patamares muito elevados, alguns traduzidos em votos no Chega, outros traduzidos em abstenção, e votarmos para a Presidência da República em mais do mesmo, estamos a potenciar esse descontentamento. Porque não acendemos uma luz de esperança. O almirante é aquele que pode polarizar o descontentamento e, ganhando as eleições, pelo menos durante um ano e meio, dois anos, o descontentamento abranda — fica na expectativa face à novidade que aparece na política portuguesa. Se elegermos aquele que personaliza o “mais do mesmo”, o Chega fica a ganhar.

    Se votarmos em algo diferente, o povo português fica na expectativa, porque corporiza algum descontentamento só que de uma forma não radical, de uma forma sóbria, equilibrada e com sentido de Estado…»

    Fonte: Rui Rio, Mandatário Nacional da candidatura Gouveia e Melo-Presidente (https://observador.pt/especiais/mendes-e-mais-do-mesmo-gouveia-e-melo-nao-tem-manha-nem-ronha/)

  4. O problema vai ser quando o presidente anão (se for eleito) passar em revista as tropas nas paradas militares.
    Vai ser giro ninguém conseguir descortinar onde se encontra o presidente!!!

  5. <<Se o descontentamento em Portugal atingiu patamares muito elevados, alguns traduzidos em votos no Chega, outros traduzidos em abstenção,<<

    Pois é, estão tão descontentes com a merda que teem feito, que, ou não fazem nada, ou fazem a mesma merda, mas ainda mais mal cheirosa.

    O povo é sereno, muito sereno.

  6. o valor da experiência politica vale zero no que interessa. zero valem os políticos. todos. e a soma de zeros é zero. de aí o povo estar como está.
    Vota Vieira!!!

  7. e V , nada sobre o zelérias andar a arrecadar por baixo da mesa o dinheiro do povo europeu para gastar em putas e vinho verde?
    alembrou-me por causa do Vieira.

  8. tenho de desabafar : atão um gajo que se rebaixa a pedir dinheiro a torto e a direito , que já tem a alcunha de “pedinchas”, que faz tours mundiais de mão estendida , vem dizer que a ucrania dignidade bla bla la? a coca faz mesmo mal.

  9. Ora, experiência de fazer fretes, como desde sempre, ao Marcelo e ao seu partido e amigos para ter algum poder de influência para a troca; ou dito francamente, para fazer traficância de influências para o qual tem muito jeito e sabe fazer bem, para seu proveito.
    Este “pequeno papa” de traficância diz-se e afirma ser ‘independente’ apesar do seu gigantesco currículo de defensor e vendedor de toda a propaganda PSD, desde sempre e ainda, agora, em plena campanha não descola em absolutamente nada das decisões do seu partido.
    Também o da IL se ofende e põe cara de mau se duvidam da sua ‘independência’ como eventual Presidente. Outro farsante, pois, se um personagem que está prenhe de ideologia neoliberal, que pensa e raciocina acerca de tudo segundo a cartilha neoliberal, que tudo discute e decide sob a ideologia neoliberal, tal qual o candidato PCP invariavelmente se comporta segundo a cartilha “m-l”, digo, um puro sangue ideológico assim como pode, a partir do momento que é eleito Presidente, limpar-se de toda e única merda intelectual que tem na cabeça?
    E, mais ou menos, o mesmo para todos com algum de menos para o Almirante. Por tal, talvez este seja o próximo Presidente dos portugueses.

  10. O ALmirante queria uma corda se um dia se candidatasse, agora que as cordas estão escassas, candidatou-se.
    Logo aqui se ve que é um gajo de palavra.
    Tirando o Filipe, estão todos bem uns para os outros, mas o Filipe tem contra si o estigma de, em vez de pasteis de belém preferir criancinhas ao desjejum.

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