No país dos loureiros – VII

Mas tem que estar nas contas o prejuízo! E ele diz “E está”. “Você não sabe contabilidade”. ‘Távamos os dois. “Venha cá daqui a duas horas que eu explico-lhe tudo, tenho que ir procurar aqui nas contas onde é que isso ’tá” e tal… E mostrou-me 10 itens, para aí, onde ele diz “Onde eu reflecti o prejuízo de tudo isto. Está aqui reflectido. Se reparar, agora as contas estão auditadas. Vá ver as reservas que há, se há reservas, se não há. Portanto, neste ponto, do ponto de vista legal, ’tá tudo bem e pode assinar as contas”. Portanto, para mim, acabou aí o negócio de Porto Rico. Foi, toda a minha conduta foi esta e nada mais do que esta.

2 thoughts on “No país dos loureiros – VII”

  1. É a chamada corrupção por incompetência e distracção. No conselho de administração em geral estão uns tantos não-executivos com essa função-

  2. Caros colonizadores…aqui no Brasil a coisa é pior…nem mascaras em contas contábeis eles mascaram…é tudo às vistas e com a cara de pau do legítimo santo-do-pau-oco.

    Ps.: Venho por meio desta, também, agradecer aos portugueses a tradução que já auxilia muitos brasileiros, relativamente capengas no idioma inglês, das normas internacionais de contabilidade (IAS).

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