7 thoughts on “Nas muralhas da cidade”

  1. DASS INJUSTIÇAS
    Há uns anos, um conhecido meu, foi vitima de injustiça no emprego, á conta das inventadas vagas para promoção.
    Ele como fervia em pouca água e depois de se ter queixado ao sindicato etc e tal, sem qualquer resultado, fartou-se de reclamar com as chefias diretas e indiretas, e acredito que possa ter sido até mal educado.
    Com isso só conseguiu um processo disciplinar, e ameaças de ser despedido.
    Quando ele se sentiu ameaçado a esse ponto, entrou no gabinete de um diretor e disparou << voce já me lixou mas se me desgraça mais a vida ficam duas familias desgraçadas<< ouviram-no dizer.
    Como sabiam que ele era caçador, a coisa ficou por ali.
    É o que faz falta cá no pedaço, mas aqui os passados dos cornos só batem ou matam as mulheres.

  2. António Nunes, foi também no que pensei. Seja como for, e mesmo que seja só isso, é de uma violência inaudita contra o Estado de direito democrático.

  3. Mais uma afronta a viúvas do 44 como o volupi, que mais uma vez têm de fingir que estão indignados em nome do ‘cidadão comum’ e não de trafulhas endinheirados como o seu herói, que levam décadas a gozar com a justiça, já de si tão lenta e má. Onde chega a lata desta súcia.

    Isto além das leis e prescrições cozinhadas por pulhas como o 44 e a sua pandilha sucateira, ou a perene impunidade da sua gestão danosa e criminosa do país, cuja única responsabilização é ‘política’ – i.e. criam os calotes, sacam os subornos e vão frescos levar na peida em Paris.

    Drinking game: beba um shot sempre que o volupi repete a cantilena do “Estado de direito democrático”. Após uns posts convém ter um recipiente à mão para onde vomitar.

  4. «É o que faz falta cá no pedaço, mas aqui os passados dos cornos só batem ou matam as mulheres.»

    Bem verdade; tal como os alucinados religiosos e terroristas de todas as causas e ideologias só matam cidadãos comuns que nada têm a ver com o assunto e não têm o poder e/ou a riqueza para mudar nada. Enquanto isso pulhíticos e mamões riem-se nas suas mansões.

    É um problema antigo e universal. Vê-se o mesmo nas manifs, sobretudo as mais violentas que queimam carros, etc. – sempre de gente pobre ou remediada, nunca os ricos popós e iates dos FDP e DDT que mais merecem pau e fogo. É essa canalha que precisa de ter medo.

  5. Diário de Notícias, dia 09 abril 2021:
    «Três horas e dez minutos. Durante este período da tarde desta sexta-feira o juiz Ivo Rosa foi desmontando a acusação do processo Marquês e no fim o resultado foi um grande balde de água fria para o Ministério Público: todas as acusações de corrupção caíram, só cinco dos 28 acusados vão a julgamento e dos 188 crimes que estavam na acusação “sobraram” 17.»

    Também deu na televisão em direto.

  6. “Vê-se o mesmo nas manifs, sobretudo as mais violentas que queimam carros, etc. – sempre de gente pobre ou remediada, nunca os ricos popós e iates dos FDP e DDT que mais merecem pau e fogo.”

    Essa gente que participa nas manifs violentas partilha o mesmo esquema mental dos políticos e empresários corruptos – roubar aos pobres, humilhar os fracos, no fundo, espezinhar a formiga porque é formiga e merece ser espezinhada.

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