Não voto PS, mas

Não voto PS, mas espero que o PS ganhe, de preferência com maioria parlamentar. Seria a melhor situação para Portugal, na minha humilde e nada modesta opinião. Mas não voto PS porque o PS é um partido, não uma pessoa ou um Governo. Fundado em 1973, o PS é o mais importante partido da democracia portuguesa, tanto pelo papel de Mário Soares nos anos 70 e 80 como pela influência decisiva dos seus quadros na qualificação do regime até ao presente. Isso quer dizer que é aquele partido ao qual devemos pedir maior responsabilidade. E não há área mais carente de responsabilização do que a da Justiça. Embora o PS seja o partido onde melhor se concretiza o ideal de liberdade que associamos à democracia, até pela diversidade sociológica e política que congrega, mas também pelo fundo ético onde se enraíza a sua cultura, o seu Programa para estas eleições não satisfaz o ideal platónico (no seu duplo sentido) onde me cumpro cidadão.


Fico perplexo com a existência de tribunais sem condições de arquivo e tratamento dos processos, sem recursos humanos e de segurança. Não entendo como se chega ao ponto de ouvir do Procurador-Geral da República o lamento de ter falta de magistrados, ou de haver falta de agentes na Judiciária. Exaspera-me o discurso que fala de atrofio e marasmo económico sem o relacionar com as múltiplas disfunções geradas por uma Justiça ineficiente e perversa. Acima de tudo, concebo a política como um sacerdócio em nome daqueles que perderam bens, saúde e a própria vida por causa das injustiças da Justiça. Saber que há dinheiro para estradas e não para as vias da reparação dos inocentes, castigo dos culpados e protecção de toda a comunidade, leva-me a não votar PS.

O Programa do PS na área da Justiça compromete-se com a continuação do que tem vindo a ser feito por este Governo, a modernização e simplificação do sistema, o qual tenderá a alcançar crescentes ganhos de rapidez na resolução dos processos. Há uma excelente razão para o PS não ir mais além: o conhecimento profundo e detalhado do problema. Só quem está de fora, como eu, se pode dar à irresponsabilidade de imaginar soluções fulminantes e drásticas. Não é por aí que se vai, mas então também não será por ali que vai o meu voto. Tal como explicava o Agostinho da Silva, o qual não tinha número de contribuinte fiscal para não ter de perguntar ao Governo o que fazia com o seu dinheiro, assim eu não quero ter de perguntar ao PS o que fez com o meu voto na área da Justiça.

Quanto ao resto, basta ver a aliança que se formou contra Sócrates, onde fachos ranhosos e revolucionários imbecis desataram a fazer bicos uns aos outros, para compreender o que está em causa a 27 de Setembro de 2009: a coragem de governar para o bem comum. Mas seja lá qual for o resultado das eleições, nada será igual depois de Sócrates ter provado que não estamos condenados à austera, apagada e vil tristeza. É isso que os fode.

111 thoughts on “Não voto PS, mas”

  1. Queres dizer, não votas PS, votas Sócrates? Se é assim, já somos dois. O PS, enquanto partido, está cheio de figurões, tanto quanto todos os outros partidos. E Sócrates liderou uma equipa de governantes que, nos últimos quatro anos, fez a melhor governação desde o 25 de Abril. E digo contigo: é isso que os fode.

  2. Total acordo, somos três. Não vejo neste Portugal quem fizesse mais que Sócrates. Enquanto se candidatar seja para 1º. Ministro ou Presidente da República com estes ideais tem o meu voto.

  3. Val, eu voto Sócrates. Desconfio que no dia 27 uma imensa maioria vai furar o esquema dos senhores por detrás dos “públicos” e das “tvi’s” ao votar Sócrates. Eu, como cidadão, não sei o que faria se uma certa forma de olhar o mundo à maneira de uns certos Balbinos Caldeiras triunfasse. De certa maneira é o próprio estado de direito que está a jogo.

  4. Esperava o tal dia de nevoeiro tão desejado para os Portugueses, mas com ele não veio o tão desejado D. Sebastião, em sua vez veio a D. Manuela, não a Moura Guedes. D. Sebastião foi um rei corajoso, ao contrário desta que até apareceu de noite toda sarapintada, com medo de ser reconhecida. D. Sebastião defendeu a sua ideologia até à morte ao contrário desta que à menor contradição abandona tudo, vende-nos aos interesses de outrem, caso Citygroup, e outros. D. Sebastião punha a sua palavra e a sua honra, ao contrário desta que só diz falácias, insinuações, mentiras e coisas mais. D. Sebastião era autêntico ao contrário desta que é fruto de uma combinação entre a comunicação social e os fazedores de opinião. Esta de si não tem nada de real é tudo fictício, se era esta personagem que todos ansiávamos, prefiro esperar pelo verdadeiro. Mas entre o vai e vem desejo a governação de José Sócrates, ao contrário desta que nos vai levar ao descrédito, ao vender-nos ao desbarato, ao favorecimento dos amigos, aos autarcas corruptos. Não aconselho este produto.

  5. Esta confissão valupina é capaz de deixar os sócretinos um bocado confusos! Porquê? Porque ao contrário do «imbecis revolucionários» que votam por protesto, e ao contrário dos «ranhosos fascistas» que anseiam por personalidades autoritárias e poderosas, que personifiquem o «espírito do povo» e que estejam empenhadas no bem da pátria (como o Salazar ou o Berlusconi), o Valupi diz-nos que não vai votar no PS por protesto contra a situação da justiça, mas que votaria no PS se este se reduzisse à pessoa, à entidade, ao «absoluto», ao «salvador» da pátria, cujo nome é Pinto de Sousa. Ou seja, o Valupi recomenda o voto útil no PS, aos outros, aos socretinos, contra os «imbecis revolucionários» e «ranhosos fascistas», mas a sua própria imbecilidade e ranhosice impedem-no de votar PS.
    Aliás, se dependesse do «democrata» Valupi, os partidos políticos deixavam de existir. Porque são um entrave à perseguição e cumprimento do «bem comum», e porque estão «presos» às sempre irritantes amarras ideológicas. Daí que, como disse Platão, o regime ideal só possa ser aquele onde o poder é exercido por «reis-filósofos». Ora, temos de reconhecer que se há pessoa capaz de assumir esse papel, essa pessoa é o «absoluto» impostor. Porque ele é um rei e um filósofo: é o rei da propaganda e da aldrabice, e é o filósofo-da-treta, por excelência. Isto é comprovado pela sua «mundivisão» alegre e feliz da realidade e pelo seu projecto televisivo e «pós-modernizador» para Portugal. Tal como Salazar, ou como Berlusconi, o «absoluto» é uma personalidade que está acima dos partidos, que não se confunde com os partidos (mesmo tendo sempre feito a sua vida e a sua ascenção dentro dos partidos da mesma «família» política).
    Mas há uma solução para esta situação angustiante e bloqueadora da acção: o Valupi deve assumir a sua crença e o seu compromisso com o «absoluto» e fazer o sacrifício de mudar de residência para Castelo Branco. Dessa forma já poderá votar, de facto, na dita personalidade, no Sócrates2009. Dessa forma já poderá ser um socretino, de facto, e não em potência: uma mistura de ranhosice e imbecilidade, a sua síntese perfeita, pois claro!

  6. Manuel, parece que há aí vários indícios seguros que o Sebastião afinal não morreu em Alcácer Quibir, voltando à lenda, não há fumo sem fogo. Vários falsos sebastiões foram presos e mortos, alimentavam-se da lenda que persistia no coração do povo. Parece que há dois breves de dois papas diferentes, em alturas diferentes, a reconhecer alguém como o rei Sebastião de Portugal, e num até se menciona ‘casado’.

    O rapaz, corajoso e abnegado até à última, ficou gravemente ferido na batalha e depois por lá foi andando, entre mercenário, eremita e viandante, esteve preso muitos anos em Veneza, acabou por escapar e casar com uma princesa tangerina, teve filhotes, e voltou ao reino embuçado para induzir a restauração, e assim foi. Não queria nada para ele, muito menos o trono, queria passar a bola e partir descansado. belo rei.

    Não te posso afiançar a segurança dos factos, mas faz sentido.

  7. Quer-me parecer que o Ds à conta de tanto malhar na mesma tecla acabou por acreditar no som que dela saí. Temos pena. Agora, ó Ds, arranja lá essa pianola estragada que vimos todos com subida ânsia por uma música menos roufenha e mais compostinha e armoniosa, tá? Olha, não é por acreditares nas palermices que escreves, nessa aparente banhada de cultura filosófica do 9.º ano de escolaridade, que levas a água à tua gamela. Primeiro, faz como o amigo Erriq, perspectiva a cidade como um todo, depois, até podes ser tolinho à vontade que nós perdoamos. Entretanto, deixa de ser cabeçudo e vê que à mais vida para além da critica fácil ao “Pinto de Sousa”.

  8. Ó Val, tu és um tipo tramado. Então não é que o teu post fez o amigo Ds saltar dos sapatos. O homem já é monótono o suficiente, sempre ali a bater na mesma tecla, agora, depois de marrar no tecto, vai ser lindo…

  9. Filosofia do 9º ano de escolaridade?! Onde é que aprendeste isso, Gorjão? Nas aulas «armoniosas» das novas oportunidades? Mas obrigado pela tua compreensão e compaixão. Eu, realmente, não aprendi a escrever nem aprendi filosofia em 6 meses, como parece ser o teu caso… Sortudo!

  10. DS, vou dar-te um conselho, aceitas se achares convenientes, não te metas com a miudagem, como se diz cá na minha terra, “Quem se deita com garotos acorda borrado” ;-)

    O melhor é deixa-los a uivar ao vento à laia de cães raivosos!

  11. valupi, estes tipos empenham-se em te contradizer. Lembras-te de teres escrito que nãos e vota em pessoas mas sim em listas para a AR? Afinal perece que não é assim, o que motiva esta gente é mesmo a pessoa.
    Afinal, tu lá escreveres escreves, mas …..

  12. Ó Ds, já cá faltava a critica ao programa Novas Oportunidades. Então o meu amigo tem alguma coisa contra o ensino profissional e a certificação dos adqueridos? Ou estará contra a estratégia de Educação/Formação, isto é, a dupla certificação? Ou não saberá patavina do que fala e está a tresler pelos sound bytes? Quanto ao aprender, caro, estou sempre para aí virado. Já o amigo parece ter algo contra. Enfim tresleituras.

  13. Certificado dos «adqueridos»? Foi isso que te deram, Gorjão? E tu aceitaste isso?! Antes de aprenderes a escrever devias aprender a não ser enganado! Mas começo a perceber a razão para apoiares o vendedor da banha-da-cobra.

  14. É impressão minha ou o Erriq está domesticado? Primeiro vem para aqui dizer que é do PS e coiso e tal, mas que detesta (odeia) o Sócrates que não o filósofo. Depois, desata a defender, qual procurador fanático, o próprio do Louçã. Agora, babozeia que se está nas tintas para o Louçã (no que mente com os poucos dentes que tem à custa de só comer porcarias açucaradas) mas nem sequer convence. Finalmente, dá-se a ares de conselheiro do Val. Progresso? Não. Só conflito consigo mesmo. Amigo, volta à madraça que te estás a perder… A vida para lá da 4.ª internacional é muito complexa, tem mais paletas do que o preto e branco, tá pazinho?

  15. Z
    Se assim foi a minha admiração por ele redobra. Agora esta diz que se candidata para o bem de Portugal e à menor oportunidade vende os interesses do País, deixa-nos hipotecados por vários anos e que não anda atrás do vil metal. Podia olhar para os vários governantes que acima de tudo só viam o interesse de Portugal, pondo credibilidade nas suas palavras e acções. Estas pessoas morrem fisicamente, nunca da memória do seu povo. Obrigado pela dica e espero que não seja só lenda. Abençoada Pátria que tão nobres filhos deu.

  16. Ds, amiguinho, certificação de adqueridos é um termo que abunda em variada literatura, para referir que aquilo que o menino aprendeu informalmente ao longo da sua vidinha desgraçada pode ser avaliado, validado e certificado, tá? Por isso é que o menino confunde tudo. Vejamos. A certificação dos adquerido nas Novas Oportunidades não se dirige a jovens, esses têm a Educação/Formação de Jovens, isto é, cursos profissionais com a duração média de 3 anos que dão acesso ao 9.º ou 12.º ano, para além de uma profissão ou acesso ao ensino superior, tá bem? Só os adultos, obtêm a validação e certificação dos seus adqueridos. Para quê? Para poderem, através de cursos de educação/formação de adultos, obter uma eventual reconversão profissional, ou, a possibilidade de ascender profissionalmente nos respectivos trabalhos. Faz sentido? Ai não? Então que propõe o amiguinho? Um certo: -amanhe-se!?

  17. O “Afonso Henriques”(Ibn Erriq/k?) e o tal ds nem mereceriam resposta – o ódio pessoal é o seu único argumento e não admitem diferença de opiniões, esquecendo-se que as pessoas (excepto eles) podem concordar ou discordar dos posts do blog, com educação e fair-play, sem estarem mandatados – mas como eles o devem estar, assim julgam os outros! Vou fazer como o Manuel Pacheco, ignorá-los, simplesmente, a partir deste momento!

  18. Ainda não percebi, Gorjão. Quando te deram o certificado de «adqueridos» que capacidades ou competências te reconheceram? O seres um gajo querido para o Pinto de Sousa?

  19. Valupi, custa-te a reconhecer, mas de facto, já ninguém te respeita, os rapazolas falam todos por ti! Onde é que tu os recrutaste?

  20. Acabadinho de chegar de Pt. Vi o debate. Fui aos correios buscar a cartinha registada com o voto por correspondência. Para emigrantes. Já está. Sócrates: 1; sabujos: 0. Ahh, já me esquecia: o pc e o be que se fodam. Não me tornam a enganar.

  21. Ibn

    mancebos..requintas…recrutaste…

    denuncias-te com essa facilidade??

    aposto que os teus subordinados te mijam nas botas….

  22. Val
    Não votas no PS? Mas isso é o que os “fachos ranhosos e revolucionários imbecis” querem.

    Z
    A parte da “princesa tangerina” asseguro eu. Quanto ao resto também não sei.

  23. Ó Ds, se isso fosse a única coisa que não lograste saber ou não queres perceber, ainda podias passar por um tipo tolo, mas, vá lá, minimamente funcional para atar os atacadores. Agora, revelas um total desconhecimento até das rrreeegras (como diz o Louçã) que presidem à troca de cromos. E lá vais tu de joelhos a empurrar os assuntos com a tola, fazes bem.

  24. jrrc, não sei se o Erriq à conta de não largar o vinho irá acertar o passo… Repara nos últimos comentários e vê se não é um extraordinário exemplo, a vivo e a cores, de alguém que persiste em comer gelados com a testa.

  25. Só há dois candidatos a primeiro ministro: Sócrates e a megera. Portas é candidato à compra de submarinos e helicópteros. Louçã é caixeiro viajante de câmaras de vídeo para espiar polícias nas esquadras. Jerónimo é candidato ao Soviete Supremo. Não há mais. Quem não gostar de nenhum, vote na Carolina Patrocínio.

  26. Então vamos lá devagarinho, para se perceber melhor, Gorjão… Segundo as tuas explicações, o certificado de «adqueridos» reconhece os conhecimentos que alguém «adquere» ou «adqueriu» ao longo da vida. Tu és um desses exemplos, pois se «adquerisses» as capacidades que os outros «adqueriram» na primária, não precisas de mostrar que as «adqueriste» mais tarde, na idade adulta. É isto, não é? Mas ainda consegues acreditar na validade e na verdade desse certificado que o Pinto de Sousa te deu?!

  27. Muito bem Ds, então, pela tua própria mão e de mais ninguém, sem truques, e fica escrito para a posteridade: ficamos todos a saber que os teus “conhecimentos” e as tuas “competências” se ficaram pelo que aprendeste na primária. Faz sentido. Não precisas de escrever mais nada. Vai é depressa a um Centro Novas Oportunidades e trata disso. Deixa-me sussurrar-te isto que ninguém nos ouve: amigo, normalmente, as pessoas não se ficam pelas capacidades «adqueridas» na primária, sabes? Desenvolvem. Não é por nada, é só para não fiacarem assim patetinhas, vale?

  28. Mau, ou é um puto chirila e “genial” aqui a mangar com o pessoal, ou é um chato. Na segunda hipotese estou mesmo a ver; pela forma como escreve, deve ter a aparência daqueles anões cabeçudos do Velasquez mas para pior: grande testa num corpo pequeno. Mãos sapudas e suadas e uma demência de babar (de raiva).

  29. Pois pois, deixou de jogar à bola na rua com os outros pequenos devido ao hábito de lhe confundirem a tola com o esférico.

  30. O rapaz deve ter acordado um destes dias, e como bate mal do esférico, viu um cartaz do Sócrates e, vai-se lá saber porquê, ganhou-lhe ódio. Parece que estava a olhar fixamente para ele. Ui!

  31. Ds, devias ser complacente erros qualquer um dá, nem sempre se consegue fazer copy paste e ás vezes quando se faz faz-se mal.

  32. “estes tipos”.
    fantástico!

    Dr. Ibn,… então pá?
    passas o tempo todo a jogar à canelada e depois não aguentas um ombro a ombro? atiras-te para o chão e fazes queixinhas ao árbitro? sais-te-me cá um fanfarrão…. e chorão. traste qb.

    mas olha que ainda não pontuaste.
    e ainda tens que jogar contra o Suspeições e contra o Aleivosia.
    em casa e fora.

    ao menos um golito. porra!
    a massa adepta não tarda está a assobiar-te.

    o problema principal não é de mais ou menos inteligência. é de falta de coragem.
    para assumir opções e empenhamentos a defender propostas e estratégias de execução. para a maior parte do pessoal, bom… , mesmo bom, é o cú tremido.

    (Ibn…, Ibn Erriq, vá…, faz lá os negritos:)

  33. Acho que a capacidade crítica do Val está mal aproveitada. Um blogue não chega. Nem dois. Nem três!
    Jornais, revistas e até telejornais (TVI excluída para que não houvesse concorrência à Manuela Moura Jackson), deviam estar a acotovelar-se para conseguirem este jornalista político na sua equipa.
    Mas onde estão os caçadores de cabeças? Onde?

  34. traquinhas, acorda pá. Dá um murro num olho, talvez assim enxergues qq coisa!

    Queixa ao arbitro explica lá essa!

    Sim, afinal quem são estes tipos?

    Um Negrito para o nosso PRETO preferido!

  35. “Um Negrito para o nosso PRETO preferido!”

    Aleivosias – 1 Ibn – 0

    só te faltava mesmo um toque racista ao teu look, Ibn.
    não folgo nada pelo teu gozo porque para mim é um momento de maior tristeza.

    gostava. mas não consigo encontrar razões para te dar um golo

    (Set 15th, 2009 at 14:26
    Afinal quem são “estes tipos”?
    Ibn Erriq
    Set 15th, 2009 at 14:29
    Valupi, custa-te a reconhecer, mas de facto, já ninguém te respeita, os rapazolas falam todos por ti! Onde é que tu os recrutaste?)

    estavas a falar com o fiscal de linha sobre uvas? desculpa pá.

  36. O problema do professor ds está no facto deste ter sido fodido pelo Socras, algures num quarto escuro, sem que este lhe tenha apalpado os tomates. Ora, isto não se faz ao ds.

  37. Estes tipo foi os que tu disseste lá trás mas não concretizaste, lembraste-te, não te faças sonso!

    Quanto aos preto e ao negrito, reconheço de facto sou racista, como pretinhos ao pequeno almoço e indianos ao jantar. Viva o reino do politicamente correcto! Não lutes contra os moinhos, olha que não são monstros!

    Uma pergunta? algum dia falaste pelo valupi? Se sim aceita a critica se não, talvez não fosse para ti! Seguramente que o fez sabe disso ;-).

    Se quiseres posso transcrever os teus insultos sem que antes eu os tenha feito.

  38. Ó Brutus, deixa lá o Erriq que é só mais um tolinho confundido. Hoje, provavelmente, não tomou aquele remédio que acalma o devaneio.

  39. olha, a ferrugenta saiu-se bem do fedorento e estão ao ataque. Acaba por ser uma questão de gostos: uns preferem salazarismo requentado, um politburo à maneira, de setenta anos, capitalista mas paciência, não gostam de massagens na praia, outros preferem a geração seguinte, fazendo contas com 15-20 anos de diferença de geração.

    O Ds e o Ibn, por razões insondáveis, gostam mais da primeira hipótese seja táctica, estratégica ou estrutural. O resto é fruta.

  40. Gorjão, o «Erreq» é «tolenho» e anda «confundedo»? E esse remédio de que falas será assim tão «efeceente» como tu «dezes»?!

  41. E então qual seria a frase não gasta? Um agravamento da tensão sistémica na luta de classes, o motor da evolução, implosão e revolução, e, por milagre, um mundo novo com os anjos a soar trombetas da libertação da exploração do homem pelo homem?

    com que politburo?

  42. e isso aplicado à realidade cá da coisa quer dizer o quê? Conheço bem o tertium non datur e até dei cabo dele em vários contextos. Quer o Louçã como primeiro-ministro? Eu não. Mas não me importava que ele fosse ministro dentro dum governo de coligação.

    Agora comprometa-se positivamente você: diga que cenário gostaria

  43. O que a frase pretende dizer é que as escolhas dos eleitores não se reduzem ao Pinto de Sousa\Manela, até porque se vota em listas de deputados. E quem as reduz poderá ser surpreendido com um qualquer governo de bloco central do género Pinto de Sousa\outra qualquer figura do PSD ou Manela\outra qualquer figura do PS, pois o voto no centrão apenas reforça «soluções» governativas do centrão.

  44. concordo que colocou bem a questão em abstracto mas pela inércia natural das coisas o candidato a primeiro-ministro é o líder do partido mais votado, só como excepção, por exemplo na sucessão barroso->flopes, ou nos governos de iniciativa presidencial.

    De qualquer forma, não havendo maioria absoluta para nenhum partido, e penso que nisso estamos de acordo, a redução primária, aquela que fica em cima da mesa, é se a ferrugenta teve mais votos ou não que o socas. Nisto estamos separados, pelo seu valor simbólico, quanto mais não seja, eu prefiro que o socas tenha bastante mais votos do que a chefa da mocidade portuguesa.

    Parece que consigo é ao contrário, e portanto são gostos como lhe digo, em última análise devem ser afeições da alma.

  45. Ei Z, uns acusam-me de ser marxista, ou mesmo estalinista, tu de gostar da MFL, é pá isso é bom, significa que não pertenço a nenhum estereótipo, certo? Estou cá com um pressentimento que a Sra não vai ter o meu voto ;-)

  46. Brutus, tens que aperfeiçoar a letra, parece que há por aqui gente com dificuldade em ler o que escreves. Tu escreves alhos e eles lêem bogalhos ;-).

  47. Z, uns acusa-me se ser marxista ou mesmo estalinista, tu de gostar da MFL, olha pelo menos duma coisa tenho a certeza, não faço parte de nenhum estereótipo.

  48. Ibn, tu disseste algures que preferias que a ferrugenta tivésse mais votos que o socas, porque isso seria ‘provisório’ e até poderia ajudar a recuperar o ‘teu’ PS.

    pode ser que não votes nela mas que disseste isso, disseste, e aliás está em consonância com a tua intervenção genérica por aqui.

  49. Olha olha, o Ds reapareceu e que cheio de força vem o rapaz, vejam só. Realmente, caro Ds, porque prezo imenso a democracia e a liberdade de expressão, apenas te digo isto: vai depressa a um Centro Novas Oportunidades. Não te fiques pela primária. Sei que ali aprendeste tudo quanto sabes até hoje, mas, ainda, é necessário que tu valorizes e, com isso, valorizes a tua pátria. Ds, não sejas burro, escolhe a educação não formal.

  50. Caro Erriq, volto a ti para desfazer o engano em que te viste enleado. Não necessariamente por tua culpa. Ora, vens tu cheio de espuma dizer que uns cozidos e outros que fritos, bom, meu caro, vexa não é nem marxista, nem estalinista, muito menos socialista. Lamento. O caro IBN é apenas um tolinho. E é dessa forma que, pelos vistos, gostas de ser tratado. Como farsolas.

  51. Gorjão, se me garantires que nesse centro de novas oportunidades se aprende a falar e a escrever à «lesboeta», como tu, prometo-te que vou pensar no assunto. Porque se há algo de que eu sempre gostei, foi de estudar a «cultura» e a linguística dos parolos.

  52. Z, De facto escrevi.

    Simples entre um partido que se diz socialista mas governa como se fosse liberal, então que venha um que governa como liberal mas que se diz como tal.

    Assim não somos enganados.

    Repara, entre ganhar o PS e o PSD prefiro que ganhe o PS. Mas entre ganhar o sócrates ou o PSD aí quero que o sócrates perca. Está clara a diferença?

  53. Ds, pedes para eu te garantir o quê? Mas porque carga d’água há-de o amigo viver com essa visão assistencialista da vida? Pergunto eu, porquê? Ora, meu caro, parolos são aqueles que por puro sectarismo não confirmam a bondade, ou maldade, de certas medidas. Preferem que se lhes sussurre ao ouvido que é assim ou assado. Olhe, caro cidadão, seja proactivo, seja um não-parolo. Vá saber por si.

  54. Pois, mas eu não. O ‘teu’ PS só é de esquerda na oposição e sempre foi assim, quando chega ao governo é liberal, socialismo na gaveta, contratos a prazo, recibos verdes. Mas para mim há uma diferença, o PS no governo governa ao centro passe a expressão e a liberdade, de expressão, de discussão, não é afectada. Com o psd que é de direita pura e dura, então nesta versão da chefa da mocidade portuguesa perpétua, há ditadura no ar, sim. Prefiro o ps.

  55. Pois eu percebo-te e compreendo, tens um problema com a Sra, o teu problema não é o PSD mas sim a dita cuja.

    Agora repara, como podes considerar que o PS governa ao centro quando faz aprovar um código do trabalho mais à direita que o Bagão?

  56. não, o meu problema é o psd, que na forma da dita cuja senhora está mais à direita do que nunca, mas sempre foi direita com os valores típicos da direita em acção: hipocrisia, dissimulação, traição, insídia e vingança.

    Mas um destes dias eu faço uma declaração circunstanciada sobre isto.

    Quanto ao código do trabalho e eplo que disse o Nik aqui isso não é assim, há elementos de esquerda, muita da precariedade foi removida, mas claro que com o PS sem maioria absoluta haverá aspectos que poderão ser corrigidos.

    Agora que tu sejas um saudosista do PS de esquerda e prefiras a ferrugenta é que nem visto.

  57. Como eu disse, o princípio do terceiro excluído não se aplica na política, e é por isso que para mim não está em causa qualquer opção entre o Pinto de Sousa e a Manela. Já para o Z é isso mesmo que está em causa, e de acordo com o seu último comentário, eu diria que, para ele, na política o que não se aplica é o princípio lógico da não contradição, já que o PS pode ser e não ser de esquerda ao mesmo tempo (ou em tempos diferentes, consoante está no poder ou na oposição), que isso não conduz a nenhum absurdo «onto-ideo-lógico». Só não digo que para ele o princípio da identidade também pode ser violado por uma razão: porque ser PS é, pelos vistos, ser de esquerda e não ser ao mesmo tempo.

  58. eu já estava aqui a lamber o pêlo para ir direitinho para debaixo do edredon a flutuar na fragilidade do Sting,

    agora para um marxista como tu contrariares que ‘a contradição é o motor da evolução’ que deriva da lei da ‘unidade e luta dos contrários’, as traves do materialismo dialéctico, é obra.

    bem dizia Glaucon a Socrates na Republica que a dialéctica é a ária que temos de aprender.

    mas está à vontade Ds, gosto de discutir filosofia e aprende-se sempre algo, quanto mais não seja a injunção do signo.

  59. Não confundas a lógica dialéctica com a lógica formal. Naquilo que está em questão a unidade de contrários quereria dizer que o PS na pessoa do Pinto de Sousa tinha superado a oposição entre esquerda e direita, capitalismo e socialismo. Como eu disse noutro post, já se sabe como se designa tal sintese: é a terceira via. Mas meu caro, isso não é superação, nem evolução nenhuma: é simplesmente uma impostura e uma capitulação a um dos opostos.

  60. Ds: não confundo, não te preocupes, mas repara que ambas estão necessariamente presentes. Além de que não consegues falar de ‘processos’ a não ser como algo que vai sendo, retomando a polémica entre Heraclito e Parménides,

    nunca navegarás duas vezes no mesmo rio porque novas águas correrão sob ti,

    Nós divergimos sobretudo é na solução prática: para ti é nãoseiquê, que ainda não percebi mas tenho esperança, que se traduz no esvaziamento do centrão e enchimento das margens, para mim no momento seria algo como o PS ter perto de 40% mas não mais, o PSD ter perto de 30%, ora isto dá cerca de 70% que está muito longe dos teus almejados 55% que acho de todo irrealistas para além do mais. Além disso era ver o Louçã como ministro, verias logo como a racionalidade da contenção da despesa pública também lá ia aparecer.

    Bem, por hoje não dá mais mas amanhã venho cá espreitar. Fica bem.

  61. Z, não vale a pena continuar, vais insistir na mesma tecla. O que eu quero, e já disse, é o PS liberto desta tropa, qual a melhor forma de o conseguir?

  62. ds e Ibn, deixem-se de merdas preciosas, afinal todos nós temos um preço. Digam lá, quanto querem? Digam, antes que a merda desta laranja rebente por todos os lados.
    Sou todo ouvidos…

  63. o ps e os outros pês libertos da tropa como tu próprio dizes, Ibn.
    se for para seres tu a ires para lá tomar conta deste chiqueiro sabes bem que podes contar com o meu apoio

  64. essa tropa que lá está é a tropa que foi escolhida dentro do PS. Não intervenho dentro das escolhas de partidos que não faço parte, agora, felizmente, todos.

    entretanto o Marcelo é favorável à eutanásia?

  65. Ibn Erriq tem um sonho. Sim, um sonho. Sonha com o dia em que o PS, sem uma certa “tropa”, irá ser um imenso Bloco de Esquerda. Nesse dia o Erriq, atingia dois objectivos: tinha a sua versão portuguesa da ditadura do proletariado, um; eu, e outros como eu, estariam emigrados, dois. Está bem abelha!

  66. Ibn, que “tropa”? Deves estar a mangar do meu pêpêdê e dos meus soldados rasos. Só pode.

    Cá para mim, o aparelho do teu bem amado partido fez-te alguma que ainda não engoliste e ficaste ressabiado, com vontade de os foder a todos. És humano, pá!
    De qualquer maneira, vê lá o que andas a beber…, não me pareces em grande forma.

  67. já está melhor, mas ainda há ali dois pontos que se têm de translocar para eu ficar descansado: translocação floémica, hidratos de carbono fotossintetizados, eu trato disso.

    O mais paradoxal disto tudo é que quem vai emigrar sou eu, excomungado até ver, e ainda assim preocupado que isto cá fique mais ou menos, que sou muito sofrido pelos meus ccompatriotas, raio de sina do caralho. Bom, mas como é do caralho aceita-se.

  68. PS -38 e BE – 12? Mas alguém ainda acredita em «previsões» destas? Lembro que para as europeias o mesmo centro de sondagens previa 34% para o PS e 9% para o BE. Resultado final: PS -26 e BE -11. Assim, o que essa sondagem nos diz é que provavelmente o BE vai ter à volta de 15% dos votos, e que o PS arrisca-se a ficar abaixo dos 30% dos votos. Se o centrão não fica reduzido a 55% dos votos também não ficará com 70%, mas antes 10 valores abaixo.

  69. e quanto ao BE ou não conheces aquilo por dentro, ou és ingénuo ou gostas de kgb. Como vês até dá para terceiro incluído. 10% está muito bem e é num partido que se dispôe a participar em coligações, se não nem acima de 7-8% merece ir.

  70. Que engraçado… Eu também acho que quanto ao PS ou tu não conheces o que se passa lá dentro (com os Lellos, Varas, Coelhos e Vitorinos a mandarem e a fazerem pela sua vidinha), ou és ingénuo (a respeito da sua orientação política e ideológica) ou gostas é de ouvir a propaganda da CIA (central de (des)informação audiovisual). E quanto à disposição para coligações deves estar esquecido do que é a capacidade «dialogante» do Pinto de Sousa, com os sindicatos ou com os outros partidos… Estou de acordo contigo: é um partido que nem merece 10% dos votos.

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