Louçã tem Dias

O caso do convite a Joana Amaral Dias para integrar a lista do PS é paradigmático da miséria ética e intelectual da oposição. E ter Louçã como seu protagonista, até agora sempre a somar vitórias populistas, é um bónus que vem mesmo a calhar. Visto ser ele quem está em causa, não a Joana ou Sócrates.

Sócrates já falou, e só voltará a falar se a Joana revelar quem lhe fez o convite. Porque ninguém duvida da existência do convite, o qual é tão lógico como legítimo. Duvida-se é que o PS, nas pessoas do Secretário-Geral, do ministro Vieira da Silva e do porta-voz do partido, os três e mais aqueles com quem se aconselham e decidem, todos tenham resolvido perder as eleições por causa de uma vaidosa boazuda e muito, muito, mas mesmo muito insuportável. Porque não há cenário mais previsível: se a Joana confirmar que Sócrates a convidou, provando-o, Sócrates acabou. E com ele o PS nestas eleições. Logo, os desmentidos do PS, tão rápidos e taxativos que foram, significam que a sua posição é intocável. Bola para o lado de lá.

Do lado de lá, Louçã engoliu e calou. Disse uma imbecilidade de quem está encostado à parede: que os desmentidos eram prova de culpa de quem desmente. O ping-pong ocorre enquanto a Joana continua desaparecida. Isto é patético e não tem escapatória. Caso a versão da senhora seja algo de equívoco, apostando na ambiguidade de repetir que foi convidada mas sem revelar por quem, estaremos perante um acto de insídia, de pulhice em último grau.

Louçã não vê Sócrates como um competidor, mas como inimigo. E o desvario com que lhe lançou este ataque diz bem do impacto da decisão de Miguel Vale de Almeida, cuja coragem é verdadeiramente notável e exemplar. De um inimigo esperam-se os golpes mais baixos, e, por isso, a um inimigo aplicam-se os golpes mais baixos. Foi o que Louçã fez, cego de ódio e medo. É um tiranete que se espalhou ao comprido, mordeu a língua e ainda pode morrer envenenado. Tem Dias para se salvar.

37 thoughts on “Louçã tem Dias”

  1. o que isto prova é que se o xico louçã fosse o receptor das habituais acusações do próprio xico louçã, ele já tinha explodido de raiva e cá p’ra mim não eram uns corninhos que faria na direcção do seu acusador mas muito pior.
    este episódio vem mostrar o fraco poder de encaixe dos artistas especialistas na acusação, do qual o xico louçã é um belo exemplar. roubaram-lhe o vale de almeida (ele assim pensou) e entrou em desvario completo (quando antes tinha tentado uma opa sobre uma parte do ps). estão a vê-lo como governante e a ter que suportar acusações quotidianas? há muito gente seguidora do xico que anda ao engano.
    a joana já provou o veneno da religião louçã: pecou, dormindo com o inimigo bochechas, e agora fez o acto de contrição (com mentiras pelo meio mas isso não importa muito). as juras de fidelidade ao bispo estão feitas.

  2. Muito acertado, assis. O Louçã exibe o título de propriedade do Alegre em tudo o que é sítio e ocasião, mas até um independente afastado do Bloco há 3 anos, o Miguel, ainda lhe devia prestar reverência. Que traste.

  3. “se a Joana confirmar que Sócrates a convidou, provando-o, Sócrates acabou.”

    Esta frase é assustadora. Seria a Joana capaz daquilo que todos têm tentado sem sucesso?

  4. números,

    pois eu também achei isso do aproveitamento do caso Joana política porca, aliás a política é isso muitas vezes, mas não pensei que fosse tão grave como aqui o colocas; fazer convites a notáveis é coisa normal, o ónus impende sobre quem aceita não sobre quem faz, é a mesma coisa que ‘perguntar não ofende’; ela tinha sido mandatária para a juventude do Soares logo não vejo onde está a grande incursão; isto na hipótese de o convite ter sido feito porque em política além da insídia há a aldrabice pura e simples.

    Mais provavelmente foi sondada preventivamente para uma hipótese qualquer e depois amplificou-se a história até ao limite.

    o Louçã é ditador sim, aliás vê-se na linguagem, incluindo facial,

    Quanto ao Miguel também elogiei a atitude mas não vejo porque há-de ser preciso assim tanta coragem: para mim encaixa na perfeição na sequência da sua trajectória desde que o PS coloca na agenda política as questões de igualdade, seja o casamento homo no caso.

  5. Estamos num país que vale tudo para derrubar Sócrates. Esta esquerda em que já votei, não volta apanhar o meu voto. Quando se deu o vinte de Abril, votei PCP a seguir formaram a APU, continuei a dar-lhe o meu voto assim como com a CDU. Quando se deu a desvinculação dos renovadores deixei de votar CDU. Por força da minha activade sindical cheguei a ter reuniões com membros do PCP, quando me deslocava a Lisboa, antes das reuniões com o sindicato. As directrizes que nos davam era sempre – o partido entende, o partido é que sabe, o partido julga – nunca falavam na primeira pessoa, por isso a partir de uma certa altura não fui mais a nenhuma reunião. Sabia que a outra facção tinha reunuões com os TSDs. Votei BE, mas de há uns tempos para cá estou farto das atitudes de Francisco Louçã. Julga-se o puritano da politica Portuguesa e, dono dos militantes e simpatizantes. Deus nos livre de tal vulto.

  6. Mais um post de fogo de artificio, ao lado do alvo.

    O convite do PS a JAD, no caso de se confirmar, confima apenas a abertura das lista do PS à área do BE, que se concretizou no caso de MVA, e teria falhado no cao de JAD.

    Mas as criticas do Louçã são a uma alegada oferta dum tacho à JAD, em troca de apoio ao PS na actual campanha eleitoral.

  7. Aritides, Não podia estar mais de acordo.

    Mas já alguém reparou no nome Miguel Almeida? o homem está inrreconhecível. Ou então sempre foi assim mas lá foi disfarçando!

    a necessidade de que tem se desculpar, a forma absurda como comentou o caso da Joana, não da pequena, da outra!

    O PS tenta, embora, governando à direita captar votos da esquerda, acho que não vai ter sucesso!

  8. z, considero especialmente corajosa a decisão do Miguel porque ela o tornou alvo de ataques de ódio. Foi o que relatou, falando dos emails que recebeu, e é o que se lê nos ataques ao seu carácter, insinuando que se teria vendido por qualquer coisa. Ora, essa perseguição vai acompanhá-lo durante a legislatura, caso seja eleito. Os ataques ao carácter, vindos da esquerda fanática, são particularmente violentos neste caso porque envolvem a dimensão da sua sexualidade, ou identidade sexual, por parte dos propalados defensores das minorias. Acho particularmente aviltante dizer-se que o PS o convidou porque espera ganhar votos com um “gay” e/ou com as causas dos direitos dos homossexuais.
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    Fernando P, que é isso do fogo de vista?
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    Manuel Pacheco, muito bem.
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    Aristes, que é isso do fogo de vista?

  9. isto parece mais fotoshop que fogo de vista. conste que não gosto do louçã , não curto padres. mas de todos modos , quem mentiu não sei , mas sei uma história de “olha o lobo!!” , à 7ª até era verdade , mas pronto..

  10. Uma análise muito lúcida com o brilhantismo habitual… de facto, é impressionante assistir ao que as pessoas estão disponíveis para fazer ou permitir. O ódio é, sempre, o pior conselheiro. Azar de quem se deixa cegar! Um abraço… vou fazer link, claro! … :)

  11. “Acho particularmente aviltante dizer-se que o PS o convidou porque espera ganhar votos com um “gay” e/ou com as causas dos direitos dos homossexuais.”

    Ai é aviltante!, diz então tu, que és bem informado, qual foi o motivo pelo qual o PS convidou o Miguel Almeida? Por ser um proeminente arqueólogo? Sim, porquê?

  12. Valupi: é claro que o PS convidou o Miguel também para ganhar votos, aliás a declaração de voto do Miguel uns dias antes de se saber do convite ilustra também a área alvo, onde me situo aliás. E está certo, em política é assim, fazem-se alianças e convites para mobilizar apoios, potenciais e reais, ganhar votos.

    O MVA é antropólogo, não arqueólogo, esse era o João Zilhão que também foi devidamente ostracizado embora como tem renome internacional safou-se por aí.

    Essa etiqueta de ‘vendido’ é um clássico da política, por certo que o Miguel contava com isso: os ‘vendilhões do templo’ é um anátema que se abate sobre todos os que mudam de posicionamento, sobretudo em face de um cargo. A invejazinha é um propulsante garantido, como sabes.

    Nada de novo debaixo do Sol.

  13. Sim Antropólogo, claro! Terá sido uma acto falhado? ;-)

    Pois é, neste país quem critica é por que tem inveja!

  14. não tenhas dúvidas que muitas vezes é isso e apenas isso, quando se fala de pessoas, não estou a falar de políticas. Mas no caso do MVA é um tiro ao lado, como deputado vai ganhar tanto como prof. associado, além de que do ponto de vista da trajectória é consistente, deu o litro na comissão permanente do BE no princípio, depois foi relaxando a posição dentro do Bloco consecutivamente, até que saiu faz mais de três anos, por coincidência quando eu.

    Acho muito bem, como aliás já disse, que ele integre como independente a lista do PS. Parto do princípio que independente não está subordinado a disciplina de voto se não era indfependente de quê?

    agora vou à política do edredon: depois da Natureza é o meu fiel reduto.

  15. Ana Paula, curvo-me na tua direcção.
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    Ibn e z, discordo desse tipo de pensamento, de que o PS convidou o Miguel para obter votos da comunidade homossexual, pelas seguintes razões:

    – A comunidade homossexual não vota em bloco (por mais que conste votar no Bloco).

    – Cada homossexual tem neurónios (que eu saiba, mas posso estar enganado).

    – O Miguel Vale de Almeida não é um homossexual, é um cidadão. Como cidadão adere a projectos políticos, não creio que seja por atracção sexual que aceita ser candidato pelo PS.

    – Reduzir o convite a uma figura pública relevante, activista de várias causas (sim, ele não se esgota no discurso sobre as temáticas relativas à homossexualidade, mas corrijam-me se estiver enganado), ao cinismo da contabilidade de supostos votos implica uma concepção patológica, decadente, deprimida da política e dos políticos. Ora, precisamente o que a reflexão do Miguel revelou foi o triunfo de uma concepção simultaneamente idealista e pragmática da cidadania, onde o seu compromisso com um projecto político em nada (bem pelo contrário!) inibe a sua consciência crítica.

    Em suma, conceber um partido como um espaço intelectual e culturalmente plural, tendo representantes que não se esgotem nas etiquetas mesquinhas a que os tentam reduzir os patarecos, é um enriquecimento da democracia.
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    Aristes, querias mais conteúdo? Mas para quê? Que te falta?

  16. “O que falta?”

    Que não distorças as criticas do Louçã, que se referem a uma alegada oferta dum tacho à JAD, em troca de apoio ao PS na actual campanha eleitoral, e não como ali acima dizes que têm a ver com um convite à JAD para integrar a lista do PS de Coimbra.

  17. Aristes, tens razão, não explicitei a questão. Mas só porque ela está ligada, e foi Louçã que a ligou na sua declaração:
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    “Primeiro ofereceram a Joana Amaral Dias o segundo lugar por Coimbra e depois sugeriram a presidência do IDT – Instituto da Droga e da Toxicodependência ou um cargo no Governo”, em contactos feitos nos últimos dias, contou ao PÚBLICO o líder do Bloco de Esquerda.
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    Portanto, estamos a falar do mesmo convite, o qual foi dito ter duas partes. Ou, se preferires, falamos de dois convites correlativos. Mas o ponto onde elaboro diz respeito ao facto de Louçã ter dito que quem lhe fez o convite, ou convites, ter sido Sócrates. E foi relativamente a esse aspecto que os jornalistas interrogaram Sócrates, e sobre o qual foram feitos os desmentidos pelos responsáveis. Não creio que os responsáveis devessem desmentir a oferta do tacho, pois essa oferta nunca poderia ser assumida por ninguém. Compete, pois, a quem a denuncia provar que aconteceu, sob pena de estar a caluniar.

    A questão do tacho é especialmente curiosa, pois implica que alguém no PS, e logo Sócrates ao ponto de dar o nome (e a cara?) por essa baixeza (comprar apoio político), concebe a Joana como uma personalidade manipulável por uns tostões. Acho que isto diz mais de quem acredita na história do que de quem é suspeito de a ter protagonizado. Mas, com certeza, a Joana e o Bloco vão esclarecer o assunto de modo a que não fique pedra sobre pedra das dúvidas neste momento existentes.

  18. A politiqueira nacional tresanda de puritanismo. Sobretudo verbal, de rótulos e conotações negativas que adoramos colocar nas palavras. Aliciar a Joana ou a Josefina para se reverem nas propostas de um partido é banal. Se a ideia for defenderem essas propostas no parlamento como deputadas, ai jesus, que é feio. Se for noutro cargo qualquer é tacho, logo, deplorável. Credo, tanta moral. O Vital foi de cabeça de lista nas europeias sem grandes ondas, já o MVA não pode ser candidato a deputado sem encenarem tsunami. E o que é que há de comum nisto tudo? O BE. E logo o BE, que se pudesse aliciava o PS todo por atacado. Claro que o Louçã, perante estes factos não consegue ficar indiferente e, muito menos, consegue esconder a sua natureza mais profunda de menino mimado birrento e admirador compulsivo de cabalas. Rápido, e qual tiranete de trazer por casa, vai fazer queixinhas e ameaças para a comunicação social demonstrando explicitamente o enorme traquejo de governante que o caracteriza. Este Bloco de Esquerda cada vez me lembra mais o ambiente medieval de medo e fedor que caracteriza O Nome da Rosa. Ou é modernidade a mais, ou estou a precisar de férias.

  19. E não será despropositado ir relembrando, ocasionalmente, a antropofagia política das coligações. A CDU há muito que papou os Verdes, o Santana, mais uma vez, teve que engolir o Portas e ao Costa ainda lhe falta palitar os dentes, da Roseta e o seu movimento de cidadãos. E sabe-se lá que pândega podemos vir a ter reservado se não houver maioria absoluta nas próximas legislativas.

  20. Valupi: não denego essas outras facetas da intervenção cívica e política do MVA, que se podem prolongar no parlamento, lá em cima eu disse ‘também’ ganhar votos, não reduzi a isso, mas para mim é óbvio que isso conta nas escolhas das listas dos partidos e não vejo mal nenhum nisso nem em dizê-lo.

  21. As intermitências de Joana. ( Música de fundo do Sr. Marco Paulo cantando a conhecida balada do mesmo nome)

    – Joana telefona a Soares que a aconselha a ….
    – Joana tenta regressar à chácara mas o malvado do “córónel lhi impédi di entrári”. “Só entra si mi fizéri cafuné nusintiléctú” ao que Joana responde “Mas seu intiléctú é tão grandxi córónel”.
    – Joana fala a Francisco que fala a Miguel que fala a Luís que sussura a Daniel (algures no Médio Oriente).
    – Joana na cozinha prepara moqueca de camarão, deixando cair uma lágrima com ciúmes de Marisa lá “nas Europa”.
    – Joana triste, muito triste, derrama a sua beleza pela Praça das Flores, antes de se dirigir a sua casinha onde sentada em seu sofá “TOTIFLOR”, lerá Bobone ao som de Marco Paulo. (FIM)

    Eh pá, Joana com as sua inanidades, é mais um episódio de muitos outros que se vão seguir. Concordo no entanto com o Valupi: “Se Joana confirmar que Sócrates a convidou, provando-o, Sócrates acabou”.
    Mas sofro pela Joana. É loura! É linda!Tem olhos da cor do mar! Mas porra, é obscenamente insuportável!
    Hoje vou para o Nicola porque está muito escuro na mesa do fundo e o meu espírito não suporta tantas trevas.

  22. mas porque é que vcs estão tão preocupados com o caso da Joana que eu acho irrelevante?

    Excepto no sentido de que o sr. Louçã pelos vistos considera inaceitáveis os convites que ele próprio vai fazendo aqui e ali por dentro da área do PS para não falar dos renovadores comunistas e outras. Isto na hipótese de ter sido feito algum convite à Joana coisa que eu duvido, o mais provável é ter sido sondada por alguém provavelmente já para provocar esta história.

    Estória cretina.

    bem, esticar patas

  23. tra.quinas, dizes muito bem: o BE tresanda a moralismo. Fede!
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    jafonso, pois, está a correr essa versão, de que teria sido Soares a lançar o isco, e que agora ela não o pode chibar. Tem graça, se for verdade.
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    z, o caso Joana tem interesse se visto como o caso Louçã. Porque Louçã é perigoso, tem um poder crescente. Quanto à Joana, concordo: irrelevante.

  24. Falso moralismo, Val. Se a promoção do BE feita à pala do Fernandes e do Alegre deixam dúvidas a alguém, o tempo irá dissipá-las. Ainda por cima com estratégias fora de moda e ortodoxia de treta. Tu caracterizas bem o grão-mestre, um tiranete carregado de ódio e sede de vingança. Cinco estrelas.
    E adora aparecer disfarçado de pombinha branca.

  25. Não pondo em causa as propriedades humanas e outras do MVA, pergunto, é por essas capacidades que o MVA é conhecido, claro que não! Se assim fosse, o PS convidaria milhares de portugueses.

    O MVA é conhecido pela sua intervenção cívica numa área específica, portanto, não vale a pena atirar areia para os olhos de ninguém.

    O próprio parece não se sentir bem na sua nova condição, basta ver ver a forma envergonhada como se justifica e como reconheceu que estava enganado no seu post do jugular onde comentava o caso joana!

    Quanto ao caso da Joana dou a, todos, beneficio da dúvida, por ora!

  26. É mais importante discutir o Programa do PS, nomeadamente no que diz respeito à Justiça e à Segurança.

  27. mas o que é que se passa ó Ibn? Eu não vejo o Miguel há anos e não sou advogado dele mas deixa-me dizer-te que o MVA interviu muito nas questões de igualdade de género primeiro, era ele e uma mulher gira que agora não consigo lembrar o nome que foi deputada e apresentou o projecto-lei sobre a violência doméstica. Eles trabalharam muito nisso.

    Por acaso a política é mesmo cruel, já ninguém se lembra dessa mulher que foi deputada pela banda da PXXI e a quem se deve o abaixamento da violência doméstica por efeito da lei, tinha feito um longo trabalho de estudo junto das mulheres presas em Tires. Ouvi dizer que também a lixaram profissionalmente ou pelo menos tentaram. Vê lá se te lembras do nome que eu queria dar-lhe uma saudação.

    Portanto o MVA tem larga intervenção nas questões da Igualdade dentro do qual as questões do casamento homo são um subconjunto, embora agora é o que está em cima da mesa.

  28. Não eram para ti, mas tudo bem!

    Digo-te mais, acho o MVA devia fazer aquilo, que segundo ouvi é bom! Professor de atropologia ;-)

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