Há vida na Internet – II

O nosso amigo Rui Vasco Neto junta-se ao nosso amigo Shark no fértil pantanal Sapo. O Sete Vidas Como Os Gatos está com um ar todo catita, ostentando veludo granadino (ou assim me aparece no monitor) num fundo donde saltam os saborosos textos do patrão — e a que se junta a presença assídua do Daniel de Sá, neste momento com uma imponente resenha histórica acerca da ópera em Portugal.

É de lá ir e voltar para mais.

13 thoughts on “Há vida na Internet – II”

  1. val,
    matas-me com mimos. Mas estou de acordo com o elogio ao template, autoria do Pedro Neves, do Sapo. Tem um ar catita, de facto. Tão catita que nem se imagina a barafunda que vai lá atrás naquela cozinha, armazém, oficina, enfim, onde nascem os bébés (não acreditavas mesmo naqula história da cegonha que vinha de França, pois não?)
    A barafunda é tal que estou à beira de dois ataques de nerbos, um para os textos outro para as fotos. Nada se parece com nada, naquela postagem, os bytes têm vida própria e são mais surdos que o Ludwig Van. Trata-se de um batráquio muito peculiar de feitio. Mas vou sobreviver, e se a coisa ficar feia eu grito: afinal há tubarão nas redondezas e tenho um bisonte em casa, não esquecer.
    Abraço-te, grato pelo spot.

  2. Presente!
    E igualmente grato pela goela como figurante neste mimo que o trabalho do Rui bem justifica, no meu modesto entender de parceiro do bisonte na sentinela.

  3. Fui ver. A neve caía do azul cinzento do céu, branca e leve, branca e fria… Perdão, não é bem isto. Fui ver o 7vidas e não achei nada de especial. Nadinha mesmo. Escapam as colagens dum tal Lima, bom artista mas politicamente mais sectário do que o Jerónimo Cunhal. Os comentários às colagens pelo anfitrião do wehavekaosinthegarden estão abaixo do atraso mental. 7vidas como os gatos tem como porteira a menina Maria Censura, gémea da Maria da Moderação, ambas virgens (nos ouvidos) e muito prendadas. Aquilo tá bem é para o De Sá pré-publicar as suas cogitações operáticas e, a seguir, as Obras Completas. Eu jamais escreveria um comentário na caixa do 7vidas, de medo de apanhar uma bactéria censória. Prefiro o Aspirina, apesar de dizerem que está moribundo. De facto está, mas pode ser que se endireite lá mais para adiante.

  4. “endireite”, Nik? Só se for com a ajuda das vulvas da susana, digo, do Courbet.

  5. Nik,
    diz-me, já agora, que esta caixa é esterilizada: o que te faz pensar que eu tenho lá menos poder de encaixe do que tenho aqui, para ouvir aqui o que não dizes lá porque, dizes aqui, lá não podes dizer? (fui um nadita depressa, talvez?)

  6. O nik deve é ter tentado comer uma das porteiras do 7 vidas e não conseguiu. E agora está com uma diarreia mental.

  7. Rui, de nada. É serviço público, tudo por uma boa causa.
    __

    Nik, a pior coisa que pode acontecer ao moribundo é endireitar-se. O melhor é deixá-lo todo enrolado.

  8. RVN,

    Stop criticizing Nik, i.e. without calling him any bad names. Nik, minor master masturbator,loves beating his own meat with the left. However, one-armed brains like him do bring life, color and a few anemic laughs to this blog.You should not have praised Our Walking Lord of the Insulas from a distance, though. He must have seen it, the rascal. One thing that makes Nik mad and feverish is the smell of incense. Terrible fragrance. Up his hooter, is like garlic to Count Dracula.

  9. nik,
    Dói-me a indiferença, tenho que confessar, ninguém gosta de ser ignorado. Fiz uma pergunta com lógica, em portugês e sem desvendar os teus gostos solitários, que cada um terá como cada qual (com a esquerda, é?). Negares resposta é bem pior que apanhar uma bactéria censória, mas eu estou pronto a entender. Basta que me digas que já tens alguém na tua vida e eu não insisto mais, paciência.

  10. RVN, peço desculpa, não foi por mal, mas sou lento de raciocínio, ainda não tinha apanhado a pergunta. Mas, devagar, vou longe, nunca desesperes. Respondendo à tua pergunta. Pois não quis ofender ninguém. Só que quando ia colocar a minha opinião (verrinosa) na tua caixa, sai-me ao caminho uma tal Maria da Moderação, uma mocetona trigueira e de bons costumes que tens ao teu serviço. Já conhecia esse e outros eufemismos para censura. Mas quando é assim, desando (devagar, que sou lento). Foi o que fiz. Beijinhos.

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